Dicas da lição 5 – “Um novo estilo de vida”

Um novo estilo de vida

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Dicas

Dinâmica para a introdução: Traga para a aula alguns objetos de uso cotidiano, como óculos escuro e óculos de grau, chapéu e boné, livro e bola, skate e vara de pescar, etc. Coloque diante dos alunos alguns desses pertences culturalmente “opostos” e pergunte qual deles os alunos preferem e por quê preferem uma coisa ou outra. Pergunte quais são os fatores culturais, sociais, etc., que interferem nas preferências que cada um demonstrou. Na sequência, fale que nós podemos até ter preferências, mas Deus, em sua soberania, designou um estilo de vida específico para todos nós, no que tange à nossa conduta cristã.
Dinâmica 2 (adaptado de http://ebdinterativa.com.br/pre-adolescentes-licao-09-caminhando-em-santidade-dinamica-de-aula/):
Material:
01 caixa
01 chocolate ou bala para cada aluno
Versículo digitado: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver”(1 Pedro 1:15).
01 grampeador
Procedimento:
Antes da aula:
Prenda o versículo no chocolate utilizando o grampeador
Coloque dentro da caixa
Na aula:
– Apresente uma caixa, sem falar o que tem dentro.
– Faça um certo suspense e depois pergunte se alguém tem coragem de colocar a mão dentro caixa.
Faça uma contagem, escrevendo a quantidade dos:
• Que vão colocar a mão dentro da caixa
• Que não vão colocar a mão dentro da caixa
• Que estão indecisos
É interessante que haja estes 03 tipos de pessoas.
– Depois, peça para que os alunos que decidiram colocar a mão dentro da caixa, para que com cuidado ponham a mão dentro dela.
Isto deve acontecer com todos os alunos que responderam afirmativamente. Orientem para que não falem sobre o que pegaram.
Neste momento, pode acontecer de algum aluno desistir. Tente convencê-lo, mas se houver resistência, não insista.
– Falem: Nesta atividade, vocês tiveram 03 posicionamentos. Dessa mesma forma, as pessoas possuem 03 ações diferentes quanto a santificação. Uns escolhem uma vida de santidade, outros não querem e outros ficam indecisos, cambaleantes. Mas, Deus requer de nós um posicionamento quanto a uma vida de santidade.
– Para concluir, abram a caixa e entreguem para eles um chocolate, com um versículo fixado com grampeador: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver”(1 Pedro 1:15).

Por Sulamita Macedo.
Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

Primeiro tópico: “Motivos para viver em santidade”: Utilize o exemplo de alguém que tem um estilo de vida saudável, como comer alimentos naturais e praticar atividade física em oposição a alguém que vive tomando refrigerante, lanches, alimentos gordurosos e que é sedentário. Explique que viver em santidade é como ser uma pessoa saudável fisicamente: temos apenas a ganhar com isso. Utilize a imagem abaixo para representar a ideia:

http://www.bmioftexas.com/blog/wp-content/uploads/2016/04/body-diagram.png

Item 3: “Mandamentos do novo estilo de vida”, divida a classe em três grupos, cada um responsável por comentar sobre uma área da vida em que os mandamentos são aplicados (relacionamento com Deus, com os outros e com a natureza).
Parte aplicativa da lição ou como conclusão: Baseando-se no vídeo que se segue, discuta com a classe sobre alguns dos pecados relacionados que devemos evitar (apresentar até o tempo “1:10”): https://www.youtube.com/watch?v=xuGUtRL3Glw
 

Comentários Adicionais

    1. Algumas santas atitudes
      “A expressão ‘Eu sou o Senhor’ encontra-se dezesseis vezes em trinta e sete versículos, indicando que a moralidade se baseia no temor de Deus. A verdadeira santidade manifesta-se nos atos de bondade para com os necessitados, no respeito para com os que têm defeitos e no fazer justiça aos indefesos ([Lv] 19:9-10, 14, 20); também não defraudando ou roubando a ninguém, pagando com pontualidade ao trabalhador, atuando com justiça e imparcialidade (19:11, 13, 15), não difamando a outros, antes, impondo-lhes as faltas (19:16-18).” (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução de Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p.180).
    2. Promiscuidade antiga
      “A licenciosidade é muitas vezes denuncia no AT; a menção do Egito é especialmente adequada nos [Lv 18] v.6-18 à luz da prática comum dos faraós de casar dentro dos ‘limites proibidos’. Foi exatamente em virtude do tipo de irregularidades que estão para ser descritas que os cananeus estavam sob o juízo divino (cf. v. 24-28; Gn 15.16).” (BRUCE, F. F. Comentário Bíblico NVI: Antigo e Novo Testamento. Tradução de Valdemar Kroker. São Paulo: Vida, 2009, p.282).
    3. Santidade, minha vida!
      “(…) Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo. O restante do capítulo [Lv 19] desfaz qualquer ideia de que, no AT, a santidade era simplesmente uma questão de pureza ritual. Pelo contrário, devia ser mostrada em cada área da vida prática – desde a maneira de cortar a barba até os limites dos campos. A santidade não era, portanto, algo que alguém perseguia mediante o retiro da vida cotidiana para algum santuário religioso. A santidade significava transformar a vida diária por meio da qualidade de comportamento que era completamente diferente dos caminhos do mundo ao redor.” (CARSON, D.A. Comentário bíblico: Vida Nova. Tradutores: Carlos E. S. Lopes; James Reis; Lucília Marques P. da Silva; Márcio l. Redondo; Valdemar Kroker. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.230).
    4. Idolatria é como prostituição
      “Um dos principais temas desse livro é a comparação da idolatria como uma forma de prostituição. Essa prática manchava o santuário de Yahweh, o povo de Israel e a terra. O sacrifício de crianças a Moloque (…) era condenado e seus praticantes deviam ser apedrejados (uma forma de execução comunitária em que todos estariam envolvidos no ato da purificação). Nenhuma transgressão dessa ordem seria tolerada, ainda que Deus tivesse de executar o castigo, caso a comunidade fechasse os olhos ao pecado.” (WALTON, John H. et al. Comentário bíblico Atos: Antigo Testamento. Tradução: Noemi Valéria Altoé. Belo Horizonte: Atos, 2003, p.137).
    5. Leis para refrear o pecado
      “O povo de Israel era o povo da aliança de Deus. portanto, a lei de Deus era a lei da terra. Deus deu sua lei para refrear o pecado e não para reformar os pecadores; as penalidades impostas tinham o propósito de manter a lei do Senhor e não de regenerar os transgressores.” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento. Vol. 1. Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.370).

Pedido de oração

Oremos pelo Pr. Valdeci Nunes, que foi hospitalizado nesta segunda-feira em São Paulo, por problemas cardíacos, e talvez seja submetido a cirurgia nas próximas horas. Pr. Valdeci colaborou por muitos anos no Departamento de Educação Cristã da IAP, até se aposentar, há cerca de três anos. Oremos também por seus familiares, especialmente pela esposa, Dsa. Katia Oliveira, para que se sintam amparados pelo Senhor.

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Nota de falecimento

Oremos pela família da Dsa. Nilza Rastelli

Comunicamos com pesar que, nesta segunda-feira, dormiu no Senhor a Dsa. Nilza Muniz Rastelli, aos 65 anos, esposa do Pr. Jairo Rastelli, da IAP em Prado Velho (Curitiba, PR). Ela estava internada nos últimos dias. Deixou os filhos Thais e Marcelo. Louvava ao Senhor maravilhosamente, através do piano. O velório está ocorrendo nesta terça-feira, no cemitério Jardim da Saudade II em Pinhais, a partir das 8 horas, e o sepultamento será as 16 horas. Oremos por toda a família.

Pedido de oração

Jovem Fabiane está em quimioterapia

Vamos orar em favor da jovem Fabiane, da IAP em São João (Guarulhos, SP), que está iniciando a segunda sessão de quimioterapia, no Instituto de Câncer do Estado de SP. Vamos clamar pelo milagre do Senhor. O tumor está localizado no mediastino (espaço existente entre os dois pulmões). Ela é filha do Pr. Dietercleses e Dsa. Nadia. Na foto, aparece ao lado de seu marido, Thiago e também com sua filha Gigi, 4 anos.

Precisamos de mais poder!

Aniversário da IAP é celebrado com muito júbilo

Cerca de 500 pessoas louvaram a Deus com grande alegria pelos 85 anos da IAP, no último sábado (28/01), na IAP em Vila Maria (SP). Participaram irmãos das quatro igrejas da Convenção Geral: Vila Maria, Vila Medeiros, Pq. Edu Chaves e Santana.
Pr. Gilberto Coelho, segundo diretor financeiro, representou a Convenção Geral lembrando a fidelidade do Senhor e palavras do pr. João Augusto, fundador da IAP: “seria incoerência se crêssemos que somos o único povo de Deus na terra”.
Os grupos de louvor de Santana e Edu Chaves entoaram lindos louvores a Deus, juntamente com a igreja. A glória do Senhor encheu o lugar quando os dois Corais – Melodias de Sião (V. Maria) e Vozes de Júbilo (V. Medeiros) se uniram para adorar o Senhor da Igreja, declarando: “Com som de trombetas, milhares de trombetas, Cristo está vindo nas nuvens do céu”.
Ministrada pelo pr. Cristiano Farias, da Convenção Paulistana, a mensagem da Palavra de Deus impactou a todos, lembrando que precisamos de mais poder do Espírito Santo para cumprir a missão de Deus no mundo, para prosseguir e para superar os grandes desafios diante de nós.
O Senhor da Igreja derramou grandemente seu poder sobre seus filhos. Honras e louvores a Ele para sempre!

IAP em Luanda, Angola

A Igreja Adventista da Promessa chega em mais um país da África

Desta vez Deus nos enviou para Luanda, capital de Angola, com o Pr. Moises (Portugal) recebido pela jovem Irmã Ana no dia 24 e, ontem (26) chegaram Pr. Osmar Pedro (diretor da Junta de Missões) e também Pr. Adelmison Júlio Pereira (Superintendente da CPL), ambos recebidos pela Irmã Elizabeth.
Essas irmãs deram total apoio aos pastores.
Ontem foi dia de reconhecimento da cidade e distribuição de folhetos e contatos nas ruas. Muitos contatos foram feitos e números de telefones anotados para futuros convites assim que inaugurar a igreja.
No dia 25 à noite realizamos culto e conhecemos outros irmãos. Juntos agradecemos a Deus pela grande vitória que tem dado à IAP neste país.
Pedimos a todos que orem por este país, para que as portas se abram para a pregação do evangelho, que o Senhor nos prepare um missionário com perfil para pastorear nossos irmãos Angolanos e nos ajude a levantar os recursos necessários para lançar e manter o Projeto Angola. Que Cristo seja glorificado pelas centenas de almas que o aceitarão como Salvador de suas vidas.

Oremos pelo Chile

Pior incêndio florestal do país

Vamos clamar por socorro do Senhor para o Chile, onde um incêndio florestal já dura mais de uma semana e já matou ao menos dez pessoas. Os pastores João e Gisnério são responsáveis pelo campo e pedem para que nós oremos, pois os irmãos da IAP estão bem, mas o fogo se aproxima. Mais de 4 mil bombeiros, voluntários e militares trabalham no combate a 60 grandes focos de incêndio que atingem o centro e sul do país. Está sendo ainda mais difícil controlar o fogo pelos fortes ventos e altas temperaturas, que chegam a 40 graus. “Que nosso Deus envie chuva e recursos para apagar esse incêndio, pois nosso país está em chamas!”, disse o pr. Gisnério.

Memória da IAP

Umap em Rolim Moura (RO) organiza mini museu

Em comemoração aos 85 anos da IAP, comemorados em 24 de janeiro, a União da Mocidade Adventista da Promessa em Rolim Moura (RO) organizou um mini museu. No espaço foram reunidos livros, lições antigas, fotos, troféus e outros objetos que contam a história da nossa igreja. Veja no vídeo o acervo que resgatou parte da história da amada IAP.

Identidade promessista

Sobre o nosso amor próprio

Certamente já vivemos alguns momentos de nossa história institucional de grande perigo, quando sustentávamos ser “o único povo de Deus na Terra”. Tese nunca defendida por nosso fundador, Pr. João Augusto da Silveira, e que nos provocou um pouco de jactância denominacional.
Superado tal momento, vivemos um período, guardada as proporções, de uma falta de amor denominacional. Em que muitas vezes, não olhamos com amor próprio nossa história e nem a temos como tão significativa.
Amamos com afinco os doutores da Igreja (Agostinho, Atanásio, Tertuliano); os Reformadores (Lutero, Calvino, Armínio); os avivalistas (Jonathan Edwards, Finney, Parham, Seymour), e grandes nomes atuais. Até nos admiramos com a história das denominações e somos capazes de defender muitas igrejas, porém, quando se trata do Promessismo, nossas forças não são tão usadas.
Isso se reflete numa incapacidade em preservarmos a nossa própria história, ou seja, a tendência de não levarmos a sério a preservação de nossa memória. Nas palavras da escritora brasileira Nélida Piñon, “nós somos as traças que comemos nossa própria história.”
Tenho revisitado nos últimos anos a história promessista e percebi como estava sendo uma “traça” para com o legado que nos foi dado. Ao me deparar tendo que dar aula de nossos pontos doutrinários, que são mais da Bíblia do que da IAP, me deparei também com nossa história: das pessoas envolvidas, dos casos contados, da simplicidade que nos acompanha; da coragem que nos impulsionou.
Certamente Deus está conosco, nestas mais de oito décadas. Certamente há decepções que marcam o caminho, mas, há a possibilidade de um “reavivar” nosso amor próprio. Não o que nos diz que só nós seremos salvos, mas, aquele capaz de dizer, que somos parte do Corpo de Cristo e temos uma missão peculiar no meio do evangelicalismo: a de pregar a necessidade do enchimento com o Espírito Santo e a guarda dos mandamentos, por meio da graça de Cristo.
Por isso, temos de nos dar mais uma chance. De olhar nossa simples história, censurar nossos equívocos institucionais e seguir em frente. Como João Augusto, folhearmos Atos 1 e 2, relembrando de como Deus visita seu povo. Crendo que o vento do Espírito que nos fundou é o mesmo que nos trouxe até aqui e que continuará a soprar sobre nós, até o Dia de Jesus.

Andrei Sampaio Soares é colaborador do Departamento de Educação Cristã da IAP.

O surgimento da IAP

Conciliando a obediência aos mandamentos com o batismo no Espírito Santo

Havia uma necessidade em nosso século XX, em nossa Pátria, de uma igreja ou um ministério, muito embora já existissem várias denominações.
Uma igreja que fosse portadora das verdades apostólicas. As reformas trouxeram várias ordens religiosas, muitas delas pregando certas verdades da Igreja primitiva, porém, faltando algumas doutrinas (…).
Até 1931, a nossa Pátria não havia recebido uma ordem religiosa que observasse ou obedecesse os 10 mandamentos da lei de Deus e recebesse o Batismo com o Espírito Santo.
Certa ordem religiosa obedecia os mandamentos da lei de Deus, inclusive a guarda do sétimo dia, o sábado. Outra ordem recebia o batismo com o Espírito Santo, mas eram ministérios separados. Logo uma pessoa para observar a lei de Deus e receber o batismo com Espírito Santo não poderia ser membro de nenhuma delas. Era preciso uma Igreja ou ministério que reunisse as duas doutrinas.
Então, no dia 24 de janeiro de 1932, surgiu a Igreja que era preciso no Brasil. A Igreja portadora das doutrinas pregadas por Jesus e seus apóstolos. A Igreja que viria a unificar a lei de Deus (os 10 mandamentos) e o batismo com o Espírito Santo.
A Igreja Adventista da Promessa (…) é nova em pessoa, mas é verdadeira porque suas doutrinas são antigas. Por exemplo: quando fora feita a lei de Deus e mandada ser observada? Quando foi feito o santo sábado e mandado ser guardado? Quem pregou a doutrina da ressurreição? Quem pregou a volta de Jesus?
A Igreja Adventista da Promessa não surgiu desenterrando doutrinas como circuncisão, festas das cabanas, festa de Pentecostes, ervas amargas etc. Sabemos fazer a diferença entre leis que foram abolidas e as que permanecem.

Pr. Manoel Santana Lopes (texto adaptado)

Igreja Adventista da Promessa

Que Deus preserve tua essência pura, humilde e bela

Pessoas e lugares humildes,
Histórias e enredos simples,
Narrativas e circunstâncias comuns,
Biografias sem holofotes,
Nordestinos, pernambucanos na origem,
Gente a se avolumar silenciosamente ao longo do tempo,
A contaminar diversas paragens do Brasil e do mundo.
Sem dólares, sem euros, sem libras, mas plenos do Espírito Santo,
Sem programa na TV, sem pregadores celebridades, sem poder político, mas com uma alegria que o dinheiro não compra.
Assim tu nascestes, Igreja Adventista da Promessa, como quem vem “da Galiléia” rumo “a Jerusalém”.
Que nas grandes capitais e nos ambientes urbanos Deus preserve a tua essência pura, humilde e bela,
Cuja fonte é Jesus, Salvador manso e humilde de coração,
Só assim poderás cumprir tua santa missão.
Parabéns por teus 85 anos!
Para a glória de teu fundador: Deus.

Pr. José Lima de Farias Filho, segundo Secretário Geral da IAP

Dicas da lição 4 – “Um povo que celebra”

Um povo que celebra

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Dicas

01. Na introdução da Lição: Leve um calendário para sala de aula e mostre para seus alunos. Comente com eles sobre alguns feriados que teremos neste ano e depois pergunte: como vocês se sentem quando se aproxima um feriado?
Use essa pergunta para incentivá-los a ter expectativas boas de nossos cultos. Mostre que Deus nos deixou muitos motivos para celebra-lo e que o calendário israelita é uma prova disso.
02. Na parte “Explorando o Tema”: Explique para eles que a palavra FESTA em hebraico é MO’ED e que significa COMPROMISSOS DIVINOS e leve-os a refletir que Deus cumpriu seus compromissos com a humanidade, mas e nós temos cumprido nossos compromissos com Deus?


03. Na parte das perguntas: Entregue pra seus alunos um mapa das festas judaicas para ajudar na fixação do conteúdo.

Esse mapa pode ser acessado em: https://goo.gl/qaipm0 (encurtador de URL)
04. Na parte “Aplicando o Tema”: Leve seus alunos a pensar que a vontade de Deus com todas essas datas comemorativas era nos fazer lembrar o quanto é importante à gratidão em forma de celebração em nossos cultos.
Por isso reflita com eles: será que estamos lembrando isso ao vir no culto? Diante dos comentários faça uma ligação com as 2 ultimas perguntas da lição.
 

Comentários Adicionais

    1. Páscoa
      “A Páscoa é a festa da libertação de Israel; a passagem-chave para esse evento é Êxodo 12. O cordeiro inocente morreu pelos primogênitos; por causa do sangue do cordeiro colocado na porta pela fé, os filhos primogênitos estavam seguros. Essa foi a ‘passagem do Senhor’ e a única forma de livramento naquela terrível noite em que o anjo da morte visitou o Egito. Rejeitar o sangue do cordeiro significava aceitar julgamento e morte. O cordeiro simbolizava Jesus Cristo, que derramou seu sangue na cruz por um mundo de pecadores perdidos (Jo 1:29; 1 Pe 1:19, 20).” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento. Vol. 1. Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.379).
    2. Uma vida sem fermento
      “Devemos nos livrar do fermento da nossa ‘antiga vida’ (1 Co 5:7). Essas coisas pertencem a nossos dias de incrédulos e não têm lugar em nossa nova jornada cristã (1Pe 4:1-5). Também devemos deixar o ‘fermento da maldade e da malícia’ (1 Co 5:8; Ef 4:31, 32), o fermento da hipocrisia (Lc 12:1) e o fermento das falsas doutrinas (Gl 5:7-9). O ‘fermento de Herodes’ (Mc 8:15) representa a atitude de orgulho e profanidade que se evidenciava na vida daquele rei perverso. E o ‘fermento […] dos saduceus’ (Mt 16:6).” (Ibidem, p.379).
    3. Pentecostes
      “A Festa das Semanas ([Lv 23].15-21), também chamada de Pentecostes (cinquenta dias), acontecia 50 dias depois do término da Festa dos Pães Asmos e da oferta das primícias. Dessa maneira, aconteceria com a alegre conclusão da colheita de cereais.” (CARSON, D.A. Comentário bíblico: Vida Nova. Tradutores: Carlos E. S. Lopes; James Reis; Lucília Marques P. da Silva; Márcio l. Redondo; Valdemar Kroker. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.237).
    4. Dia da expiação
      “Evento fixado no calendário anual exatamente seis meses depois da Páscoa, que era celebrada na primavera e comemorava o acontecimento histórico anual único na redenção de Israel, o Dia da Expiação proporcionava um meio contínuo de purificar o povo redimido de Deus, a fim de que ele continuasse a habitar no meio dele.” (Ibidem, p.224).
    5. Festa dos Tabernáculos
      “Para representar a abundância e a exuberância da terra, os israelitas preparavam-se para uma celebração decorando suas cabanas com frutas (cidra) e com folhagens e galhos de salgueiros e palmeiras. As festividades provavelmente incluíam danças e procissões em que se carregavam feixes de galhos. Era uma forma do povo reconhecer a provisão abundante de Deus e celebrar comunitariamente o cumprimento visível da aliança.” (WALTON, John H. et al. Comentário bíblico Atos: Antigo Testamento. Tradução: Noemi Valéria Altoé. Belo Horizonte: Atos, 2003, p.140).

85 anos

Homenagem à Igreja Adventista da Promessa

Adventista da Promessa,
Nome forte e de poder,
Nasceu de uma oração,
E o Senhor a fez crescer,
Foi numa tarde de angústia,
Que João Augusto suplicou,
O Batismo no Espírito Santo,
E Deus, sua oração escutou,
Aquela angústia terrível,
O Senhor arrefeceu,
A alma outrora angustiada,
De grande alegria se encheu,
Depois de ser batizado,
A promessa ele entendeu,
Foi contar aos seus amigos,
Sobre o poder que recebeu,
Primeiro a sua esposa,
Ele a notícia contou,
Depois de se abraçarem,
Copiosamente chorou,
Chorou de alegria,
Pelo poder que recebeu,
Compreendeu de forma completa,
Aquilo que sempre creu,
Depois de uma semana,
Contando o que aconteceu,
João Augusto da Silveira,
Do seu lar não se esqueceu,
Voltou, mas por pouco tempo,
Pois pra São Paulo ele desceu
Para resumir a história,
Pois é grande por demais,
A igreja da Promessa,
Cresce cada vez mais,
São milhares de pessoas,
Que esta fé acolheram,
Uma doutrina Santa,
Dada toda por Deus,
De norte a Sul, Leste a Oeste,
Do nosso querido Brasil,
A IAP tem crescido,
Com força e muito brio,
Não somente no Brasil,
Mas no mundo está espalhada,
A doutrina Promessista,
Que dantes por Deus foi dada,
Muitos países foram alcançados,
Dos quais podemos citar,
O Espírito Santo tem impulsionado,
Para desta Promessa falar,
Argentina, Espanha e Bolívia,
Paraguai, Colômbia e El Salvador,
A Palavra tem sido falada,
Com muita fé e muito amor,
Agradeço sempre a Deus,
Por este grande Privilégio,
De ter nascido Promessista,
Pois meus Pais já criam neste Evangelho,
Não quero com esta Poesia,
Outras igrejas menosprezar,
Só falo como Promessista,
Pois é a minha forma de homenagear,
Deus a muitos tem chamado,
Para nesta Igreja ingressar,
Quem é Promessista sabe,
O quanto é bom d’ela participar,
Deus continue abençoando,
Este povo promessista,
Mantendo-os sempre firmes,
Até o fim dos dias,
Porque a Promessa é real,
Feliz é quem nela acredita,
Sê Fiel até a morte,
Para receber a coroa da Vida,
Parabéns à nossa IAP,
Por mais um ano de vida,
Que o Espírito Santo continue,
Dirigindo esta Igreja querida.

Gerson Vargas Peixoto – IAP Boqueirão, Curitiba – PR – 13 de Dezembro de 2016.
Fontes: Livro Marcos que Pontilham o Caminho – Edição 1973 e http://portaliap.org/

24 de janeiro de 1956

Um olhar sobre a IAP, quando completou 24 anos

Desponta o ano de 1956. O Movimento da Promessa completa seu 24º aniversário, acontecimento de relevante importância para os Adventistas da Promessa de todo o Brasil.
Todo o acontecimento tem o seu marco comemorativo: a criação tem o sábado; o mundo pós-diluviano tem o arco-íris; a saída do Egito tem a páscoa; a promulgação do decálogo tem o Sinai; o final da peregrinação no deserto tem a Canaã; a confirmação da redenção humana tem a morte e ressurreição de Cristo; a glorificação de Cristo tem o Pentecostes; a Igreja Adventista da Promessa tem o 24 de janeiro.
Vamos, então, considerar a razão da nossa existência.
Numa humilde choupana, nasce o Movimento da Promessa. Como todos os acontecimentos espirituais que tiveram sua origem em ambientes simples, o acontecimento que hoje comemoramos teve o seu gênese na modesta pessoa de João Augusto da Silveira. O Criador, por sua infinita misericórdia, escolheu usar esse instrumento a fim de que sua Causa fosse avivada no meio dos séculos, pois Ele não despreza o dia das coisas pequenas.
Uma vida que tinha a consciência da espiritualidade da vida sentia-se vazia dela e observava que muitos estavam igualmente necessitados. Quando o seu coração precisava sobremaneira de conforto celeste, exclama, como Davi: “Restitui-me a alegria da minha salvação”. Naquele instante, a sua oração foi simples, cheia de confiança, definida, direta e poderosa. Então o trono de Deus abriu-se e derramou o orvalho do céu no coração do pastor João Augusto da Silveira. Agora, aquele coração desconfortado e indolente, levanta-se revigorado, atira-se à luta, derruba obstáculos, quais verdadeiros “Gibraltais”*, vence, triunfa no poder de Deus. Esse arqueólogo da fé descobriu que: “A vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”. (Pv 4.18)
Graça para o coração e poder do Alto era o que mais carecíamos e o Senhor nô-los concedeu, dando-nos vida e vida com abundância.
O dia 24 de janeiro é uma data histórica para nosso Movimento, mas não é menos digna de ser lembrada e vivida a hora abençoada em que João Augusto da Silveira transpôs a divisa do Estado de São Paulo, desembarcando em Santos, a 20 de outubro de 1933.
Hoje já estamos radicados em diversos pontos do Estado de São Paulo e atingimos 13 Estados do Brasil, sendo o mais recente, o Pará.
Queira os céus que nós, como uma partícula na pregação do Evangelho de Cristo e de Sua promessa, saibamos lançar com inteligência o nosso pão sobre as águas e que, depois de muitos dias, possamos acha-lo com frutos sempre abundantes. E que num futuro bem próximo possamos dizer: “Senhor, eis-me aqui e os filhos que Deus me deu. Amém”.
*Estreito de Gilbraltar é uma passagem marítima no sul da Península Ibérica que estabelece a comunicação entre o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo.

Pr. Otoniel da Silveira, filho do Pr. João Augusto, fundador da IAP, em fevereiro de 1956

Nossos filhos e nossas mudanças

Mantenha sempre o diálogo aberto e dê tempo a eles para a adaptação

Ao longo destes 27 anos de vida ministerial passei por algumas igrejas, cidades e um estado diferente. Para nós, apesar do muito trabalho com o “desfazer uma casa e faze-la em outro lugar”, sempre foi motivador, pois sabíamos que Deus estava nos direcionando. Temos três filhos e recordo-me, quando pequenos, nos acompanharam com alegria e curiosidade. Já em outro momento, adolescentes, preferiram ficar na mesma igreja dos amigos, o que pareceu-nos estranho no início, mas concordamos em deixá-los livres para servir a Deus com inteireza de coração. Estar conosco não significava “estar com Deus”.
Nossos filhos por vezes sofrem com as nossas mudanças de casa, cidade, as rotinas são modificadas, seus amigos deixados para trás. Eles se deparam com o desafio de começar tudo de novo, onde terão que adaptarem-se ao novo contexto e fazer um novo círculo social. Isto não é uma tarefa fácil para eles e nós precisamos ajudá-los.
Gostaria de mencionar alguns passos importantes, segundo minha vivência, para facilitar este momento da vida de nossos filhos.

  1. Mantenha sempre o diálogo aberto.
    Conversar sobre a mudança com detalhes, expor o plano da família para o “novo momento”.
  2. Planejem juntos a nova rotina.
    Procure ouvir os seus filhos, fale sobre as possibilidades de locais para o estudo, lazer, convívio social. Deixe que se manifestem e verifique com carinho suas sugestões.
  3. Dê tempo para a adaptação. Não exija de seus filhos atitudes “prontas” diante do novo. Algumas personalidades precisam de mais tempo para se adaptar ao novo e dependendo da faixa etária em que se encontram precisaram de um tempo maior.
  4. Dedique-se a acompanhá-los neste processo. Eles precisarão de atenção e de espaço para se manifestarem à medida que se confrontarem com algumas novidades em sua nova vida. Será preciso ouvi-los com carinho (sem críticas), esclarecer onde houver dúvidas e dar apoio no que for preciso.
  5. Esteja atenta.
    Algumas mudanças afetam o comportamento de nossos filhos, em alguns casos causam desequilíbrio emocional e podem trazer enfermidades (somatização).
    Mudanças causam insegurança, ansiedade e precisamos ser o “porto seguro” de nossos filhos neste início de caminho.
  6. Não se ocupe demasiadamente com suas diversas tarefas ministeriais. Dedique-se a fazer com que os seus filhos tenham um período de adaptação saudável e tranquilo.

Para finalizar a minha experiência do primeiro parágrafo, em nosso último ministério assumimos a igreja em uma cidade, morávamos em outra próxima. Meus 2 filhos mais novos (21 e 23 anos) permaneceram em suas igrejas onde continuaram a trabalhar e foram liderados por outros pastores.
Hoje casados, homens de Deus e dedicados, o mais velho seguiu conosco nas igrejas que passamos até quando ele foi morar nos Estados Unidos.
Não existem mágicas…
No mais (ou tudo), é oração, oração e oração.

Miss. Ilma Farias de Souza é educadora cristã, pedagoga e esposa de pastor.

Pedido de Oração

Pequena Leticia passará por cirurgia hoje

Vamos interceder pela pequena Leticia, de 4 anos, que passará por cirurgia hoje, para reconstrução do intestino. Ela nasceu com o problema mas os médicos aguardavam o melhor momento para opera-la.
Oremos também pelos pais, Luana e Luciano, para que tenham a paz que vem do Senhor. Eles são da IAP em Pq. São Paulo (SP)