Uma reflexão para 2017

Sabemos quem nós somos e qual é o verdadeiro propósito de nossa existência?

Esse foi o testemunho de João, quando os judeus de Jerusalém enviaram sacerdotes e levitas para lhe perguntarem quem ele era. Ele confessou e não negou; declarou abertamente: “Não sou o Cristo”. Perguntaram-lhe: “E então, quem é você? É Elias? ” Ele disse: “Não sou”. “É o Profeta? ” Ele respondeu: “Não”. Finalmente perguntaram: “Quem é você? Dê-nos uma resposta, para que a levemos àqueles que nos enviaram. Que diz você acerca de si próprio? ” João respondeu com as palavras do profeta Isaías: “Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Façam um caminho reto para o Senhor’ “. (João 1:19-23).
O início de um novo ano é um período em que muitos de nós refletimos em nossa vida. Pensamos no que fizemos (ou deixamos de realizar) no ano anterior, mas principalmente planejamos e organizamos a nossa vida, tendo em mente o ano que acabou de começar, com os sonhos, desejos e anseios que projetamos nele. Alguns de nós vamos mais a fundo, e meditamos em quem realmente somos e qual é a nossa verdadeira missão aqui na Terra, pois precisamos definir um propósito para a nossa vida. Quem de nós nunca se perguntou: quem eu sou? Por que existo? Tais perguntas são extremamente importantes, pois descobrimos as grandes “paixões” de nossa vida quando sabemos quem somos nós e com que finalidade nós estamos aqui.
Em João 1: 23, lemos uma afirmação muito importante feita por João Batista: “Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Façam um caminho reto para o Senhor”. O profeta João dá essa declaração num contexto bem interessante: os fariseus estavam questionando João Batista a respeito de quem ele era e perguntaram-lhe se era Moisés, um profeta ou o próprio Salvador. João negou ser um destes homens e afirmou que ele era “a voz do que clama no deserto”. A resposta deste profeta nos ensina que João sabia quem ele era e mais, sabia qual era o seu propósito de vida no mundo. João era o profeta enviado por Deus com a missão clara e específica de “preparar o terreno” para a vinda do Salvador Jesus Cristo, que estava prestes a iniciar o seu ministério terreno.
E eu e você? Será que sabemos quem nós somos e qual é o verdadeiro propósito de nossa existência? Quando nós não temos a visão correta de nós mesmos, num momento ou no outro, podemos sucumbir diante dos desafios e obstáculos da vida. Para saber quem somos nós e qual é o nosso propósito de vida aqui, é imprescindível atentarmos para o que está registrado na Palavra de Deus. Sendo assim, o que a Bíblia Sagrada nos ensina sobre nós mesmos? Que somos criação de Deus, mas também pecadores, e que por isso precisamos desesperadamente da graça de Cristo (Rm 3: 23, 6: 23). Que a partir do momento em que cremos em Jesus como Senhor e Salvador de nossas vidas, somos alcançados pela salvação que somente encontramos nele (Ef 2: 8). Que somos filhos de Deus, totalmente dependentes do seu amor e do seu cuidado (Jo 1: 12 e 13).
Nas linhas acima, mencionamos apenas alguns aspectos que a Bíblia afirma sobre nós mesmos, aspectos esses que são fundamentais para que tenhamos uma visão correta sobre nós mesmos. E com relação ao nosso propósito de vida? Para que existimos? Novamente vamos buscar a resposta na Palavra de Deus. É ela que nos ensina que vivemos para glorificar a Deus e para vivenciar a sua vontade em nossas vidas (1 Co 10: 31; Rm 12: 1 e 2)! Nossa prioridade de vida deve ser amar a Deus de todo o nosso coração, alma e entendimento, dedicar a ele todos os dias de nossa vida e aprofundar o nosso relacionamento com o Senhor.
Deste modo, concluímos esta reflexão desejando que, neste novo ano que está apenas começando, cada um de nós possa ter uma visão bíblica do que somos e do propósito de Deus para as nossas vidas e que, isso norteie os nossos pensamentos, palavras e atitudes não somente em 2017, mas durante todos os dias que vivermos!

Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional

18 anos

Grupo Manancial celebra ao Senhor por sua fidelidade

No próximo dia 11 de fevereiro, o Grupo Manancial, da IAP em Jd. Amelia (Sumaré, SP) completa 18 anos de existência, graças à fidelidade do Senhor. Para engrandecê-lo, o Grupo convida a todos para participarem do culto, que será às 19h30, na IAP – R. Francisco Alves de Souza, 284.
Informações e confirmação de presença: https://www.facebook.com/events/1775347102696452/

Dicas da lição 3 – “Mantendo a Pureza”

Mantendo a Pureza

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Dicas

01. Mapa da dieta bíblica: Monte num quadro ou cartolina, um gráfico com as seguintes perguntas.
a) Quais animais?
b) Qual fundamento?
c) Qual a finalidade?
d) Qual a validade?
Em seguida distribua as perguntas para que a classe responda individualmente, ou em duplas ou em trios, e também, distribuas folhas de papel em branco e canetas, para responderem as questões. Eles devem explicar um pouco do assunto. A ideia é dinamizar o item 1 da lição. Use uns 10 minutos da aula neste item.
02. Infográfico: Para os itens 2 e 3 da lição, use o infográfico abaixo, para uma compreensão mais facilitada das leis de impureza e purificação.

 

Comentários Adicionais

    1. A distinção antes de Moisés
      “Tendo em vista o que Noé sabia sobre animais limpos e imundos (Gn 7:1-70), essa distinção fazia parte de uma antiga tradição anterior à lei mosaica. O fato de a criatura ser ‘limpa’ ou ‘imunda’ não tinha qualquer relação com a qualidade do animal; tudo dependia do que Deus havia dito sobre esse animal”. (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento. Vol. 1. Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p. 348).
    2. O desprezo ao que Deus despreza
      “Foi preciso aprender a desprezar os alimentos que Deus havia declarado imundos e desfrutar dos alimentos que Deus havia considerado limpos. Tratava-se de uma escolha entre agradar a si mesmos e ser impuros ou agradar ao Senhor e ser puros. Se havia qualquer dúvida sobre determinado alimento, este devia ser imediatamente descartado, a fim de que não desobedecessem a Deus e se contaminassem”. (Ibidem, p. 349).
    3. O símbolo da purificação pessoal
      “Ensinava-se que a imundícia, embora fosse cerimonial, não era coisa leviana. Afastava o adorador de seu Deus. Sem santidade ‘ninguém verá o Senhor’. A purificação pessoal simbolizava a santidade, e a purificação cerimonial devia fazer-se acompanhar da purificação interior”. (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução: Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p. 174).
    4. Providência graciosa
      “Em sua graça, Deus providenciou para que houvesse purificação e restauração para qualquer um que ficasse imundo. Para uma situação rotineira de impureza, o procedimento normal era que as pessoas lavassem a si mesmas e suas roupas e que ficassem fora do acampamento até o pôr-do-sol. (…) No entanto, para certos tipos de contaminação, eram necessárias medidas adicionais, como no caso do parto (Lv 12) e da presença de úlceras ou de doenças infecciosas”. (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento. Vol. 1. Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.352).
    5. A saúde em foco
      “As leis da purificação tinham também a finalidade de fazer mais higiênica a vida dos israelitas para, desse modo, protege-los das enfermidades. C.O. Gillis diz que estas leis ‘tinham seu paralelo em nossos modernos hábitos de higiene’. Antes do século XX a humanidade nada sabia de gérmens, nem de parasitas, nem de contágio de enfermidades. Em geral, a classificação dos animais dada em Levítico está de acordo com o que a ciência moderna descobriu com referência aos que são bons para se comer. Deus formulou regras com motivações para proteger a saúde de seu povo”. (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução: Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p. 174).

Brasil, mostra a tua vergonha na cara!

Nestes tempos de caos absoluto, tudo é permitido, o errado virou certo, tá tudo dominado

Chacina, rebelião, massacre, estupro, pedofilia, suicídio, infanticídio, assassinato, sequestro, roubo, desvio de verba pública, caixa dois, tráfico, libertinagem, pornografia, álcool, drogas, insubordinação, indisciplina, desobediência, desrespeito, malandragem, preguiça, gula, inveja, esperteza, racismo, juros, impostos, (in)justiça, pronto socorro, fila, doença, solidão, rejeição, isolamento, angústia, depressão, pressão, câncer, poluição, sujeira, esgoto, vírus, virose, epidemia, falência, bala perdida, gente perdida, esperança perdida, geração perdida.
O parágrafo acima daria um livro de dez mil páginas se cada palavra fosse dissecada pelos eventos dos últimos anos. E não conseguiríamos escrever tudo, explicar tudo, compreender o motivo de tudo. Cada palavra revela uma porta que leva a um único lugar: ao caos absoluto. Não importa por onde cada um entrou. Uma vez dentro e sem forças para sair, outras portas vão se abrindo e, de desgraça em desgraça, chegamos ao ponto agudo no qual nos encontramos como nação.
Existem outras portas pelas quais cada vez menos pessoas querem entrar. As portas da fé, do amor, da religião, do transcendente, do Cristo. Famílias inteiras, doutores de todas as áreas, universidades, artistas, políticos, tribos, formadores de opinião, cada grupo de sua forma e do seu jeito, vão dizendo não para o Cristo da Bíblia. O volume de gente simplesmente debochando dos valores cristãos e invertendo-os não para de crescer. As boas portas estão lá, destrancadas para quem quiser entrar e experimentar uma nova realidade, mas não, a opção social, política, econômica, cultural e até espiritual, em alguns casos, é a de mantê-las fechadas, pois assim, os “antiquados” valores cristãos não aborrecem os desejos que a carne dessa gente exige.
Escolhas são livres. Mas cada escolha exige um preço a ser pago. Não sai barato, muito menos de graça. A decadência fez morada em nossa nação há décadas. Até quando nossas lideranças de todas as áreas achavam que daria para se esbaldar em pecados, ofensas, explorações, libertinagens e descasos para com a Palavra e o Deus da Palavra? Quando o Criador é colocado de lado na equação da vida, quem perde é a vida. Para confirmar, basta acompanhar o quadro diário que escandaliza todo aquele que ainda não perdeu um mínimo de sensibilidade.
Então, é tudo um castigo de Deus? Absolutamente. Não pense pequeno, não tenha um coração pequeno, nem por um segundo engula teologias que pregam um mesquinho toma-lá-dá-cá. Nada disso. O fator determinante chama-se “abandono”. Ao decidir que Deus não é necessário, que só atrapalha, que Ele não existe, que Cristo é um mito, que é autossuficiente, que Ele tem que ser retirado das escolas, do entretenimento, dos lares, da vida, os homens estão decidindo, na prática, o seguinte: daqui para frente é do nosso jeito, não queremos interferência de nenhuma força que não seja a nossa, abandonamos Deus e todas as suas chatas e ultrapassadas regras. Pronto, Deus simplesmente se retira e o homem fica sozinho, com os poderes que acha que tem, e sozinho se enrola, se confunde, se destrói, se aniquila.
Mas e o amor de Deus que os cristãos tanto falam? Não poderia este amor intervir? Sim, pode. São aquelas portas que citei. Estão ainda destrancadas no correr da história. Basta ter a humildade de abri-las. Porém, como disse, cada vez mais pessoas passam por estas portas e nem querem encostar na maçaneta! Sabem que fé, amor e Cristo são bons, sabem que seriam a melhor “sociedade alternativa” para o caos instalado. A carne, porém, é incansável, é teimosa, é resistente, é doente pelos prazeres que o mundo oferece. Parece louco, e é. A decisão, via de regra, tem sido pagar o preço do caos. “Vamos continuar nos refestelando ao som das festas e propostas da mídia, carnaval taí, os cardápios cada vez mais variados de sexo estão aí, deixa a vida me levar…” E o preço é cobrado, vidas se perdem, gente se destrói, famílias se desintegram, esperanças se enfraquecem, tudo por conta de infelizes e fugazes escolhas que apenas colocam as pessoas para baixo, para baixo, para baixo…para morte.
Alguns insistem. “Tá, mas mesmo assim, se Deus existe Ele poderia mudar o quadro, ou não?” Se a pergunta é repetida, a resposta também é. Para todo aquele que tem tido a coragem e a ousadia de abrir a porta certa num mundo de tantas portas erradas, sim, Deus está mudando o quadro. Falei sobre várias portas que a maioria não quer nem se aproximar. Na verdade todas elas são uma só: Jesus. Quando Jesus é convidado, quando Ele é a prioridade, quando Ele é a primeira escolha, tudo o mais acontece naturalmente. Entram em cena a fé, o amor, o transcendente, a verdadeira religião, que nada mais é senão a religação com o Pai.
Tudo isso acontece no ajuntamento de filhos e filhas, por isso se tratam como “irmãos” – e tantos ignorantes zombam de tal tratamento, enquanto lá no fundo enfrentam a solidão da falta de pelo menos um irmão. Tudo isso é possível no lugar de comunhão. E as perguntas continuam: “Mas tem tanta gente mentirosa e fofoqueira nas igrejas…” Tem sim. Mas onde não tem? Qual família não tem? Qual empresa não tem? O que difere este grupo de fé dos demais não é e nunca foi o grupo em si, mas o Cristo que ali se adora, se exalta e se segue. Embora invisível, são estes grupos que formam o que cristãos no mundo inteiro definem como o corpo de Cristo. Corpo esse que, como estamos assistindo, está sendo deixado de lado para se juntar a corpos que há tempos deixaram de ser morada do Espírito Santo, portanto, templos espirituais vazios de propósito. Foram criados para serem morada de Deus, mas, com atitudes e palavras, expulsaram Deus da morada que os céus escolheram. Definitivamente, escolhas têm um preço, e o preço que a sociedade atual está pagando está muitíssimo alto.
Nilo Roméro, George Israel e Cazuza foram os compositores da poesia “Brasil”. Nela, num trecho, surge o grito de desabafo: “Brasil mostra tua cara. Quero ver quem paga pra gente ficar assim. Brasil qual é o teu negócio? O nome do teu sócio? Confia em mim.” Nos anos 80, essa música funcionou como um protesto contra os escândalos políticos, as desigualdades sociais e as injustiças. Em parte, a música continua funcionando frente à realidade nacional. Mas o quadro hoje é infinitamente pior.
Por isso, meu título: Brasil, mostra tua vergonha na cara. Mas está difícil ver qualquer mínimo movimento que indique vergonha por parte daqueles que mandam, manipulam e comandam as massas. O politicamente correto diz que tudo é permitido, toda forma de sacanagem é válida, o errado virou certo, o que antes corava de vergonha agora recebe gargalhadas de orgulho e ostentação, vale tudo, tudo pode, nada é proibido, tá tudo dominado, tá todo mundo indo pela correnteza do “eu mereço ser feliz” e o resto que se afunde, o importante sou eu, eu, eu, eu…
Finalizo com um pensamento de Alexander Pope: “Um homem nunca deve sentir vergonha de admitir que errou, o que é apenas dizer, noutros termos, que hoje ele é mais inteligente do que era ontem.” Pense nisso. Um pouco de inteligência poderia mudar radicalmente o quadro atual. Ou será que viver em amor, pelo amor e no amor de Cristo não seria inteligente? O evangelho antigo continua sendo a melhor e mais revolucionária proposta de uma vida plena e feliz para o “já” e o que ainda está por vir. Paz!

Planeje o que é mais importante na vida

Tudo deve estar no seu planejamento: o tempo com o cônjuge, com os filhos, exercícios físicos, alimentação saudável e, sobretudo, a oração e meditação na Palavra

Por John Piper
O Planejamento do Apóstolo Paulo
Vamos dar apenas um exemplo do planejamento de Paulo entre os muitos que poderíamos retirar de Atos e de suas cartas. Romanos 15:20-28:

“Esforçando-me (isto é, planejando), deste modo, por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio… Mas, agora, não tendo já campo de atividade nestas regiões e desejando há muito visitar-vos, penso em fazê-lo quando em viagem para a Espanha, pois espero que, de passagem, estarei convosco e que para lá seja por vós encaminhado, depois de haver primeiro desfrutado um pouco a vossa companhia. Mas, agora, estou de partida para Jerusalém, a serviço dos santos… Tendo, pois, concluído isto e havendo-lhes consignado este fruto, passando por vós, irei à Espanha.”

Aqui está um exemplo típico de como o apóstolo Paulo cumpriu sua missão. E eu acho que devemos aprender com ele que o planejamento é essencial para um ministério produtivo. E estou falando tanto do seu ministério pessoal, quanto do mais complexo organismo dos ministérios da igreja. Paulo foi o maior plantador de igrejas que já viveu. Ele conseguiu mais em sua vida para a propagação do reino de Cristo do que qualquer outra pessoa. Então, eu acho que faríamos bem em levar a sério o seu método. Parte de seu método era o seu planejamento.
Ele tinha uma diretriz geral: ele queria pregar onde ninguém havia pregado antes. Então, ele desenvolveu um plano específico a partir dessa diretriz: ele levaria ajuda a Jerusalém e, em seguida, iria para Roma, para estabelecer uma base ocidental, da qual iria, então, para a Espanha.
O que torna isto especialmente significativo é que, tanto quanto sabemos, o plano falhou. Ele foi preso em Jerusalém. Ele foi para Roma como prisioneiro e, provavelmente, nunca chegou à Espanha. Deus é aquele que, afinal, faz o futuro. Mas nós planejamos, apesar disso. Deus usa nosso planejamento mesmo se Ele abortá-lo.
Por exemplo, se Paulo não tivesse planejado usar Roma como uma base de operações para viajar à Espanha, ele provavelmente nunca teria escrito a maior carta que o mundo já conheceu: a Epístola aos Romanos. Planejamento é fundamental na vida e no ministério cristão, mesmo quando Deus anula o nosso planejamento.

O Planejamento de Deus
A razão fundamental para o planejamento é que Deus é um Deus que planeja, e nós fomos criados à sua imagem para exercer domínio sobre a terra sob Seu senhorio.
Eu não acho que é possível conceber um deus que não age de acordo com seu próprio planejamento eterno, isto é, um deus que responde automaticamente a estímulos, ao invés de tomar ações deliberadas que se encaixam em um sábio propósito.

Isaías 46:9-10: “Eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade.”

Efésios 1:9-10: “desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo, de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu, como as da terra.”

Atos 2:23: “sendo este [Jesus] entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus.”

Uma vez que Deus é um Deus que faz todas as coisas segundo um plano, isso nos beneficia a nos aproximarmos das coisas mais importantes da vida com prudência e planejamento, não acidentalmente.

O Planejamento de Jesus
Jesus tinha uma missão a cumprir, e ele a terminou com prudência e planejamento.
Quando sua mãe o incentivou a fazer um milagre nas bodas de Caná, ele disse: “Ainda não é chegada a minha hora” (João 2:4). Havia uma hora planejada e designada para a revelação do seu poder. Ele ficaria com o plano. Lucas 9:51 diz: “Ao se completarem os dias em que devia ele ser assunto ao céu, manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém.” Ele sabia que o plano significava a morte em Jerusalém, e ele não recuou do plano.
Mas ele não foi levado contra sua vontade. O plano do Pai era seu plano. Ele disse em João 10:18: “Ninguém tira [minha vida] de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai.”

Conclusão
Muito especificamente, o meu apelo a você neste novo ano é que você gaste tempo para planejar as coisas mais importantes da sua vida.
Planeje as Coisas Mais Importantes da Sua Vida
Planeje como você irá passar o tempo com seu cônjuge para aprofundar e fortalecer o relacionamento. Planeje como você irá passar o tempo brincando com as crianças e ensinando-as. Planeje como você irá praticar a quantidade de exercício que você precisa para se manter saudável. Planeje como você irá dormir o suficiente. Planeje quanto você deve comer e como você irá impor limites a si mesmo. Planeje suas férias para que elas realmente proporcionem descanso e renovação espiritual.
E o mais importante, planeje como a oração e a meditação na Palavra serão partes importantes da sua vida. Sem um plano estas coisas mais importantes são sempre afastadas por pressões urgentes.
Faça do Planejamento Algo Habitual em Sua Vida
Mas isso não vai funcionar apenas para planejar algo esta noite ou amanhã. O planejamento deve ser uma parte habitual da sua vida. Espero que a equipe pastoral em Bethlehem gaste um dia inteiro em cada mês longe do escritório da igreja apenas para orar e planejar seu ministério, além do tempo que eu espero que todos nós estejamos tendo a cada semana para planejar o nosso trabalho semanal.
Então, o meu apelo é para que você reserve tempo a cada semana para planejar, especialmente para planejar a sua vida de oração e de estudo bíblico. Pense um pouco sobre como Deus pode querer te usar na semana de uma maneira especial. Planeje as cartas que você precisa escrever, os versículos bíblicos que pretende ensinar aos seus filhos, a visita que você quer fazer, o livro que deseja ler, o vizinho com quem você quer conversar etc.
Provérbios nos ensina a planejar. O maior missionário que já viveu era um planejador. Deus é um Deus que faz todas as coisas de acordo com um plano. E Jesus manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém por causa do maior plano de amor já feito.
Ele planejou para a nossa alegria; nós devemos planejar para Sua glória.

John Piper é um dos ministros e autores cristãos mais proeminentes e atuantes dos dias atuais. © Desiring God. Website: desiringGod.org

Convenção Geral celebra ao Senhor

85 anos da IAP – No dia 28 de janeiro, às 18 horas, os promessistas da Convenção Geral se unirão para agradecer a Deus pelos 85 anos da Igreja Adventista da Promessa. O culto será na IAP em Vila Maria (R. Guaranésia, 995) e contará com a participação dos Corais Vozes de Jubilo e Melodias de Sião. Será uma noite festiva na presença do Senhor e certamente, sua presença encherá o templo! Participa e traga visitantes.

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Dicas da lição 2 – “Um sacerdócio santo”

Um sacerdócio santo

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Dicas

Dinâmica sobre Sacerdócio
Material: Papel, lápis ou caneta e uma caixa pequena.
• Para Iniciar a aula, peça que todos escrevam no papel algo de errado que tenham feito (algo que não seja tão grave – para não haver constrangimentos) e um pedido que gostariam de fazer a Deus, após peça que depositem os pedidos em uma caixa, previamente preparada, no Gazofilácio de ofertas ou mesmo junto ao professor.
• Então, vire de costas e fale alto: “Pai perdoe os pecados do teu povo e conceda os pedidos que eles trouxeram”. Então, vire para a classe e diga: “Assim diz o Senhor: Os teus pecados estão perdoados, mas só alguns pedidos serão atendidos”.
• Depois, explique, com base na introdução, o sistema de intercessão dos sacerdotes como representantes do povo diante de Deus e de Deus diante do povo. Mas que hoje isso mudou, por causa do sacrifício perfeito de Cristo, como será aplicado no decorrer da exposição da lição.
Na segunda parte da Lição (APLICANDO O TEMA)
Volte à Dinâmica introdutória para ressaltar a importância do sacrifício de Cristo para o nosso relacionamento com Deus e com as pessoas, podendo desfrutar dos privilégios como o de falar diretamente com Deus sem a mediação de um líder da igreja e também sobre as responsabilidades de cada membro que não podem ser transferidas ao líder da igreja, como a de anunciar a salvação em Cristo às pessoas que são próximas de cada um.
Para terminar
Reproduza o vídeo, “Os três tipos de igreja”, disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=gPwhQ47QB4o, onde o Pr. Ricardo Agreste ressalta a diferença de uma igreja missional. Aplique a fala do pastor à classe, relembrando a importância de todos os membros da igreja serem engajados na missão de Deus, agora que todos somo sacerdotes diante de Deus e das pessoas para anunciarmos as virtudes de Cristo, como aprendemos com o estudo da lição.
Ore com a classe, para que Deus ajude a cada um compreender seu papel na adoração individual, na comunidade local e na sociedade secular.
 

Comentários Adicionais

  1. Ofertantes imperfeitos
    “Era necessário que fosse derramado sangue a fim de que Deus pudesse aceitar Arão e seus filhos como servos em seu santo tabernáculo. Pelo fato de ser o santo Filho de Deus, Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote, não precisou de tais sacrifícios (Hb 9). Antes, ele é o único sacrifício perfeito ‘que tira o pecado do mundo’ (Jo 1:29).” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento. Vol. 1. Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.344).
  2. Substituto de Moisés
    “Arão e seus filhos haviam obedecido às ordens de Deus. Assim, quando terminou a semana, estavam prontos para começar a servir ao Senhor no altar. Até esse ponto, era Moisés quem oferecia os sacrifícios. Dali em diante, Arão e seus filhos assumiriam seu ministério sacerdotal.” (Idem).
  3. Fazendo o que Deus não disse
    “A forma abrupta como os primeiros versículos [Lv 10:1-7] dão início a esse capítulo capta como foi repentina mudança de júbilo à pavor. Ao longo de todos os cp. 8–9 foi repetido que tudo ia acontecendo ‘como ordenou o SENHOR’, mas aqui Nadabe e Abiú, estão repentinamente fazendo o que Deus não ordenara.” (CARSON, D.A. Comentário bíblico: Vida Nova. Tradutores: Carlos E. S. Lopes; James Reis; Lucília Marques P. da Silva; Márcio l. Redondo; Valdemar Kroker. São Paulo: Vida Nova, 2009, pp. 212-213).
  4. Fogo estranho
    “Fogo estranho (…) é a expressão que aparece sem explicação. O hebraico (zarâ) significa ‘estranho’, ‘vindo de fora’. Talvez tenham tirado de fora do santuário e não do altar (cf. [Nm] 16.12), como que dizendo: ‘qualquer fogo serve’’. É como se um pastor cristão, ao celebrar a Ceia do Senhor, inserisse rituais ou objetos associados ao ocultismo.”
    (Ibidem, p.213).
  5. Sacerdotes sem defeito
    “(…) os sacerdotes precisavam ter uma saúde perfeita e o completo comando de seus corpos e mentes. Assim, o cego [ainda que só de um olho], o aleijado, o defeituoso ou deformado não podiam ministrar como sacerdote. A lista é especifica, citando defeitos causados por acidentes (ossos quebrados, testículos defeituosos), defeitos de nascença (anão, aleijado, corcunda) ou doenças (feridas, doenças de pele). Embora não pudesse aproximar-se do altar, mesmo assim o sacerdote deficiente tinha direito à sua porção do sacrifício.” (WALTON, John H. et al. Comentário bíblico Atos: Antigo Testamento. Tradução: Noemi Valéria Altoé. Belo Horizonte: Atos, 2003, p.138).

Pedido de oração

Fabiane já está sob tratamento

Pedimos oração há alguns dias pela jovem Fabiane, da IAP em São João (Guarulhos, SP), que havia recém descoberto um tumor no mediastino (espaço existente entre os dois pulmões). Pela intervenção do Senhor, ela já está sob tratamento no Instituto do Câncer do Estado de SP, mas precisa das nossas orações, pois, como sabemos, a quimioterapia é necessária mas provoca muitos efeitos colaterais. Oremos também pelos pais, Pr. Dietercleses e Dsa. Nadia, e pelo marido, Thiago, e sua filha Gigi, de 4 anos.

Planeje-se! Não desperdice seu 2017

Por John Piper

Planejamento das necessidades físicas

Suponha que venha à sua mente o pensamento de que você quer construir uma casa. Você se senta e faz uma lista com todos os materiais que acha que irá precisar. Então você pede que eles sejam entregues no lote onde irá construir. Tudo é empilhado no centro do lote, e no dia seguinte a escavadeira vem cavar o alicerce e tudo está no caminho. Tudo está justamente onde ela tem que cavar.
Por quê?
Uma falha de planejamento.
Sem um planejamento rudimentar provavelmente você não terá nada para comer quando se levantar de manhã. E sem um planejamento detalhado, ninguém pode construir uma casa, muito menos um arranha-céu, um shopping center ou uma cidade. Se fornecer abrigo, alimentação, vestuário e transporte é valioso, então o planejamento é valioso. Mas os mais simples impulsos nada realizam sem alguma previsão a que nós chamamos de plano.

Planejamento das necessidades espirituais

Todos nós sabemos e praticamos isso em relação às necessidades físicas básicas da vida. Tomamos medidas para assegurar que temos o suficiente para comer e roupas para nos manter aquecidos. Mas nós levamos nossas necessidades espirituais tão a sério? Aplicamos a mesma seriedade que temos em ganhar a vida, no planejamento para maximizar o nosso ministério?
O que eu gostaria de fazer aqui é tentar persuadi-lo a reservar um tempo a cada semana deste novo ano para planejar, e planejar especificamente sua vida de oração, devoção e ministério. A escavadeira do Espírito de Deus muitas vezes entra na cena do nosso coração pronta para começar uma grande obra de construção e ela descobre que, devido ao mau planejamento, existem pilhas de coisas desordenadas em seu caminho. Nós não estamos prontos para ela.
A maneira pela qual eu espero motivá-lo a fazer isso é dar a você quatro exemplos de planejamento na Bíblia. Primeiramente, algumas ilustrações de Provérbios; segundo, o planejamento do apóstolo Paulo; terceiro, o planejamento de Deus; e quarto, o planejamento de Jesus.

Ilustrações de Provérbios

  • Provérbios 6:6-8: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante, no estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento.
    A formiga é um exemplo não só porque ela trabalha tão duro, mas também porque ela planeja pensando no futuro. Ela pensa no verão sobre a necessidade que haverá no inverno, e essa previsão fornece as suas necessidades no inverno.
  • Provérbios 14:15: “O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.
    A diferença entre planejar e não planejar é esta: você olha para onde está indo no futuro, ou você concentra toda sua atenção sobre o que está imediatamente à sua frente? Se você não é um planejador, estará à mercê de outras pessoas que tentam te dar conselhos sobre como agir agora, de modo a ser feliz no futuro.
    Então, “o simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos”. O prudente considera os dias que virão e o que está trazendo, e pensa sobre a melhor forma de se preparar para eles e usá-los para realizar seus propósitos.
  • Provérbios 15:22: “Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.
    Aqui a sabedoria do planejamento é tomada como certa, e o escritor simplesmente nos aconselha sobre como fazer planos bem-sucedidos. Ele diz: Não seja tão independente a ponto de se achar superior ao conselheiro. Leia a sabedoria dos outros que vieram antes de você. Converse com pessoas experientes e sábias. Preste atenção ao modo como os outros fazem as coisas e aprenda com seus erros e acertos.

Leia mais na próxima semana.
John Piper é um dos ministros e autores cristãos mais proeminentes e atuantes dos dias atuais. © Desiring God. Website: desiringGod.org

“…e sereis meus discípulos”

Uma afirmação ainda válida para os nossos dias

Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos” (João 8.31)
“Você quer ser igual a mim?” Na tradição judaica, quando alguém era convidado por um rabino para segui-lo era como se ouvisse esta pergunta.
Será que, quando os discípulos de Jesus ouviram: “Vem e segue-me”, foi essa pergunta que eles ouviram? “Quer ser igual a mim?” Para eles, sem dúvida, tratava-se de um chamado radical – imitar o rabino Jesus. Discípulo é um aprendiz. Ainda na tradição judaica era o Talmid, meninos judeus que, desde os 6 anos, eram levados aos pés dos rabinos para estudar a Torah e a decorarem. Eles eram ensinados até os 10 anos. Os mais interessados, mais inteligentes, eram escolhidos pelos rabinos – mestres judeus, para serem seus Talmidim, ficavam até os 14 anos diariamente com esses rabinos. Eles não aprendiam apenas o Pentateuco, cinco primeiros livros, mas aprendiam todo Antigo Testamento.
Em Israel havia uma recomendação aos Talmidim*: “Cubra-se com a poeira dos pés do seu Rabi”. Isso significava que o Talmid deveria observar tudo o que o seu Rabi falava, fazia e a maneira como vivia, pois, a sua ambição não era simplesmente saber o que o seu rabino sabia, mas era ser semelhante ao seu rabino. Provavelmente os chamados para serem discípulos de Jesus sabiam bem disso. Mas quem sabe eles apenas queriam segui-lo. Pois não era nada fácil ser um Talmid, pois cada rabino tinha o seu conjunto de regras e interpretações, e esse conjunto era chamado de jugo, pois de fato era muito pesado.
Jesus Cristo escolheu o método Rabino/Talmid ou Mestre/Aprendiz para se relacionar com seus discípulos, porém encontramos duas diferenças entre Jesus e os rabinos:

a) Os rabinos colocavam um jugo tão pesado aos seus Talmidim que nem eles conseguiam cumprir e Jesus em todo tempo os criticava por isso. Eles viviam de uma forma, mas queriam que seus Talmidim vivessem de outra, porém, Jesus, além de viver conforme o seu ensino, ainda dizia e diz em Mateus 11.28-30: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.

b) A segunda diferença é que os Talmidim eram meninos extraordinários, faziam parte de uma elite intelectual e privilegiada, mas Jesus chama a todos indistintamente, todos os que quiserem podem ser discípulos de Jesus. Jesus chamou os doze, chamou Paulo, chamou homens e mulheres, judeus e gentios, chamou a mim e a você e ainda continua chamando, porque seu maior desejo é que aprendamos com Ele, para que um dia estejamos plenamente com Ele, eternamente…

Podemos identificar que o chamado é para todos a partir do texto de Lucas 14.25-27 e 33. “Ora, ia com ele uma grande multidão; e, voltando-se, disse-lhe:Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo. Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.
Porque será que Jesus fala com a multidão dessa forma?
A primeira condição é ama-lo acima de tudo v. 26, a nossa família e até mesmo acima da nossa própria vida. Jesus não está pedindo ou ordenando que odiemos nossa família e nem nossa vida, mas Jesus está dizendo que muitas vezes priorizamos a nossa família em detrimento de Jesus, O deixamos em último lugar e não como primazia em nossas vidas. Jesus precisa ser o Centro da nossa vida. Antes de amar as pessoas ao meu redor, preciso amá-lo de todo meu coração, e quando coloco Ele como meu primeiro amor, consigo amar muito melhor as pessoas ao meu redor e até mesmo os meus inimigos.
A segunda condição é carregar a cruz (v.27) – esse tipo de sofrimento vem por causa do amor a Jesus. Levar a nossa cruz não significa de forma alguma sofrer com alguém da nossa família, sofrer com uma doença, e assim vai… Quantas vezes você já ouviu dizer que a cruz é a sogra, o esposo, o patrão… Esse texto não quer dizer nada disso. Tomar a nossa cruz e seguir a Cristo significa estar disposto a identificar-se como cristão publicamente, se preciso, experimentar oposições, sofrimento e até mesmo a morte, tudo por amor ao nome dele.
A terceira condição é a renúncia (v.33) – Jesus Cristo é nosso maior tesouro, nosso bem mais precioso, portanto, precisamos renunciar a tudo que temos e até mesmo quem somos, renunciar nossas paixões, nossos bens, nossos conceitos e viver para Deus. É desapegar desse mundo, é dizer não a muitas coisas que nos trazem um prazer momentâneo para obedecermos a Cristo.
A mim e a você cabe a reflexão: Eu tenho sido discípulo? Eu tenho dado ouvidos à voz do Mestre? O capítulo 14 de Lucas termina da seguinte forma: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!
Reflitamos no que temos sido em Cristo e tomemos uma decisão rápida: Eu quero, eu sou um discípulo de Cristo!
 
Dsa. Eliane Salvador Correa da Silva é diretora da Resofap – Convenção Geral e congrega na IAP em Pq. Edu Chaves (São Paulo, SP).

[*] – http://talmind.blogspot.com.br/2012/01/significado-de-talmidim.html. Postado por Edmilson Aparecido Seraphim às 16:54

Jovem Andrey Nobre precisa da nossa oração

Pedido de oração

Mais um motivo para nos unirmos em oração e clamarmos ao Senhor. Desta vez, pelo jovem Andrey Nobre, filho do Pr. João Bosco (jubilado) e dsa. Leonilda.
Ele está com câncer, em tratamento no hospital de Barretos e iniciou a quimioterapia nesta semana.
Neste sábado, haverá um período de Oração por ele na IAP em Jd. Aeroporto, em Campinas (SP). Se você puder  venha.  Se não estiver próximo, ore de sua casa ou juntamente com sua IAP. Nosso Deus é poderoso e faz milagres!

Prossigamos e atravessemos o Jordão!

“Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar”, Josué 1:9
Uma das épocas que mais chama a minha atenção é o período em que um ano está finalizando e outro está começando. Durante esses momentos de “transição”, alguns de nós geralmente fazemos uma retrospectiva de nossas vidas, além de nos planejarmos e elaborarmos uma lista dos objetivos e metas para o próximo ano. Da mesma forma, ao pensarmos no ano que passou nos lembramos das dificuldades, das lutas, mas também das alegrias e das vitórias que tivemos (seja em maior ou menor proporção). Por outro lado, quando pensamos no ano que está começando, refletimos nos desafios que talvez enfrentemos e também, nas conquistas que poderemos alcançar.
O povo de Israel também enfrentou vários momentos de transição e um deles está registrado em Josué, capítulo 1. O líder Moisés havia morrido, e o novo líder escolhido por Deus – Josué – era o encarregado de comandar os israelitas na tarefa de conquistar a região de Canaã, terra prometida por Deus para o seu povo. Esse era o momento. Essa era a oportunidade concedida pelo Senhor para que a sua promessa se concretizasse.
Certamente, nós também temos nossos sonhos, nossos projetos de vida, nossos propósitos para o ano de 2017: seja no nosso casamento, na nossa família, no nosso trabalho, nos nossos estudos, na nossa vida financeira e principalmente, na nossa vida espiritual. E esse momento de transição entre um ano e outro é também ideal para “atravessarmos o nosso Jordão” e deixarmos para trás tudo aquilo que nos impede de amar a Deus e de servi-lo de todo o nosso coração. É também uma ótima ocasião para firmarmos o objetivo de cumprir os propósitos do Senhor para a nossa vida: nos apegarmos ainda mais a ele e aprofundarmos o nosso relacionamento com o “Deus de toda a graça”. Mas, para que isso aconteça, nós devemos confiar que mesmo que enfrentemos crises e turbulências, o Deus Soberano está no controle de todas as coisas. É justamente esse Deus que animou Josué e o impulsionou a atravessar o rio Jordão.
Além disso, é preciso que tiremos os nossos olhos do deserto, e firmemos nossa visão em Jesus, o Autor e Consumador da nossa fé e da nossa salvação. Certamente, para vários de nós, o ano de 2016 foi um momento de perda, de tristeza e de choro, no entanto, a misericórdia e a graça do Senhor foi para nós fonte de alento, refrigério e consolo. E a maravilhosa notícia é que Deus continua conosco, nos ajudando e nos fortalecendo, nos dando alegria e paz.
Por isso, prossigamos para o ano de 2017 com a convicção de que aconteça o que acontecer, se a nossa fé estiver firmada em Cristo Jesus, testemunharemos o favor de Deus sendo derramado sobre a nossa vida, independente do que tenhamos que viver. É o Senhor quem nos concede força e coragem para que nós ultrapassemos o Jordão da desesperança, da falta de fé, da ausência de compromisso com a oração e a leitura da Bíblia, da falta de perdão, somente para citar alguns exemplos. Igualmente, é Deus que nos faz avançar em direção ao que deve ser o mais importante projeto de nossa vida: ser um discípulo de Cristo.
Sendo assim, ao meditar em Josué 1: 9 e escrever esta reflexão, a minha oração é que o Senhor nosso Deus, nos ajude a superarmos o nosso “Jordão”, nos sustente por sua graça e nos fortaleça a fim de que, venha o que vier, o ano de 2017 seja marcado pelo nosso amor, comprometimento e dedicação a Cristo!
 
Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional

Dsa. Kelli vai passar por nova cirurgia

Pedido de oração

Pedimos que roguem a Deus em favor da Dsa. Kelli Melo, 37 anos, esposa do Pr. Valdecir Melo, diretor financeiro da Convenção Sul Matogrossense. Ela passará por nova cirurgia para retirada de um tumor do intestino, nesta sexta-feira (dia 6). Seu estado de saúde é bom e todos estão confiantes no Senhor de que sua recuperação será rápida.
Ela já passou por outra cirurgia em setembro, para retirada de outro tumor, e reagiu muito bem, graças a Deus, mesmo com um quadro grave de infecção. Cremos que a mão do Senhor, que tem sustentado sua filha, a susterá novamente nesta intervenção. Vamos clamar por ela, pelo marido, Pr. Valdecir, pela filha adolescente, Helena e pela mãe, Dsa. Leni Oliveira, de São Paulo.

85 anos da Igreja Adventista da Promessa

Prezados servos da gloriosa obra de Deus, desejamos que a graça e paz de nosso Senhor Jesus Cristo esteja sobre cada um de vocês.
Estamos disponibilizando o sermão com o tema: “É PRECISO MAIS PODER PARA CONTINUAR”, sugerido para ser pregado nos cultos que serão realizados em gratidão a Deus pelos 85 anos da IAP que serão completados no dia 24 de janeiro próximo. Alguns desses cultos acontecerão no dia 21/01 e outros no dia 28/01, dependendo das agendas das convenções regionais e também das igrejas locais.
Encerramos 2016 sabendo que foi um ano muito difícil para muitos de nós e também para todo o nosso país, mas ainda assim, temos muitos motivos para agradecer ao Senhor.
Cremos que Deus sempre esteve e estará no controle da humanidade e conforme disse Jó no ultimo capitulo do livro que leva o seu próprio nome. “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás. Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza”. (Jó 42.2-6).
Jó disse isso depois de passar por momentos terríveis em sua casa, como perda de filhos e todos os seus bens, e ainda sentir na sua própria pele as dores da lepra, mas no versículo 10 vem a resposta de Deus, em um momento em que ele orava pelos seus amigos, aqueles mesmos que em momentos que esperava apoio, lhes fizeram graves acusações.
Logo veio o resultado da sua oração: “Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o SENHOR deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra”. (Jó 42. 10).
Essa é a chave para passarmos por momentos críticos na nossa caminhada cristã aqui na terra: “ORAÇÃO”.
Tenham todos um excelente e feliz 2017 e que esses 85 anos da IAP sejam de muita celebração e adoração Aquele que Vive e Reina para todo sempre.
Fraternalmente,
Pastor Magno Batista da Silva
Secretário da Convenção Geral
 

FAÇA O DOWNLOAD DO SERMÃO

Dicas da lição 1 – “Adorando ao Deus santo”

Adorando ao Deus santo

  • Clique AQUI para acessar os slides da lição.
  • Para ouvir o podcast desta lição, clique AQUI.

 

Dicas

1. Vídeo: Para introdução da lição, o item 1 “O contexto dos sacrifícios” e para entender o contexto das seis primeiras lições da série “Na escola do deserto”, para ajudar nessa compreensão, acesse o vídeo no link, que explica o livro de Levítico: https://www.youtube.com/watch?v=9_XSDoLfLT0.
2. Imagens: Para ajudar na explicação do item 2 “A descrição dos sacrifício”, utilize algumas imagens nos slides, apenas exibindo-as, ou imprimindo-as.
a) Holocaustos ou ofertas queimadas:

b) Oferta de cereais:

c) Sacrifícios pacíficos:

d) Oferta pelo pecado:

e) Oferta pela culpa:

f) Oferta pela consagração:

 
3. Gráfico: Utilize o gráfico abaixo para ajudar na visualização do Item 3 “O significado dos sacrifícios”.

 

Comentários Adicionais

  1. A ideia dos sacrifícios
    “O motivo básico dos sacrifícios é a substituição e seu fi m é a expiação. O pecado é sumamente grave porque é contra Deus. Além do mais, Deus ‘é tão puro de olhos que não pode ver o mal’ (Habacuque 1:13). O homem que peca merece a morte. Em segundo lugar, morre o animal inocente e esta morte cancela ou retira o pecado.” (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução: Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p.158).
  2. Sombras e sacrifícios
    “O derramamento de sangue de um animal não podia mudar o coração de ninguém nem remover o pecado (Hb 10:1-4). No entanto, Deus afirmou que os pecados dos adoradores seriam perdoados (Lv 4:20, 26, 31, 35; 5:10, 13, 16, 18; 6:7) e que ele fazia isso com base no sacrifício de Jesus Cristo na cruz (Hb 10:5-14).” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento. Vol. 1. Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.335).
  3. Esboço das ofertas
    “Oferta. Descrevem-se cinco tipos: 1) O holocausto; 2) A oferta de manjares: 3) A oferta pacífica: 4) Pelo pecado: 5) Pela culpa. Quem busca a Deus há de começar com a quinta oferta da escala, que é uma oferta compulsória por causa da maldade humana; só depois de se seguir o caminho prescrito para obter a comunhão com Deus, que pode haver ofertas voluntárias e espontâneas, especialmente a primeira da escala, um holocausto <> (…). Todas as ofertas tinham algo em comum e simbolizavam algum aspecto da vida e do sacrifício de Jesus Cristo.” (SHEDD, Russel (ed.). A Bíblia Vida Nova. São Paulo: Vida Nova, 1988, p.110).
  4. Comunhão com Deus
    “Embora este sacrifício [de paz] incluísse a ideia de expiação, o significado maior era a comunhão jubilosa com Deus que acompanha a reconciliação com ele. Visto que o sacrifício pertencia ao Senhor, Deus era quem oferecia o banquete e o ofertante e os convidados eram os hóspedes. O sacrifício pacífico cumpriu-se em Cristo, ‘nossa paz’, que desfez a inimizade entre Deus e o homem e possibilitou a comunhão com Deus (Efésios 2:14-16). Em um aspecto semelhante à Santa Ceia” (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução: Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p.162).
  5. Não comer sangue:
    “O motivo básico para a proibição de comer sangue era, portanto, sua condição de sagrado como o principal elemento nos rituais sacrificiais. Um motivo secundário pode ter sido o de inculcar um respeito básico pela vida, que não devia ser destruída frivolamente nem ser tratada com desprezo. Esse era um princípio bem antigo em Israel, associado à aliança com Noé (Gn 9.4-6).” (CARSON, D.A. Comentário bíblico: Vida Nova. Tradutores: Carlos E. S. Lopes; James Reis; Lucília Marques P. da Silva; Márcio l. Redondo; Valdemar Kroker. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.227).