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Que as decisões tomadas sejam sempre refinadas no fogo, como o ouroContinue reading

Nos últimos dias, o meio evangélico tem se pronunciado, indignado com a escolha da Presidenta reeleita, Dilma Rousseff (PT), pois, segundo ela, o representante da juventude brasileira em seu governo será o polêmico Deputado Federal Jean Wyllys.Continue reading
Não podemos mudar em nada o destino dos mortosContinue reading
Podemos protestar sem ofender

Desedificante é o desrespeito com o próximo.
Desedificante não é a oposição, mas desedifica aquele que não sabe se opor.
Desedificante não é só a corrupção política, mas, principalmente, a corrupção que invade nossas igrejas e famílias.
Desedificante não é protestar contra o que se decidiu, mas desedifica aqueles que acreditam que protestar é ofender.
Desedificante é quem acha que todos devam aceitar calados o que se decidiu.
Desedificante é o preconceito que tem o odor da segregação.
Desedificante não é ter dupla nacionalidade, mas desedifica negar a nação a ti confiada.
Desedificante não é ter uma opinião, voto ou escolha diferente, mas desedifica quem se permite influenciar pelo ódio.
Desedificante é curtir ou compartilhar comentários maldosos e preconceituosos que desedificam a fé.
Desedificante é ver as manifestações impulsionadas pelo ódio e preconceito um dia após a eleição presidencial em nosso país.
Enfim, “Tudo é permitido, mas nem tudo convém. Tudo é permitido, mas nem tudo edifica” (I Coríntios 10.23 NVI).
Da. Anderson Zanella congrega na IAP em Itatiba (SP).
“Ora, o mesmo Senhor da paz, vos dê sempre paz de toda maneira. O Senhor seja com todos vós.” (2 Tessalonicenses 3:16).Continue reading

A Bíblia nos orienta como agir corretamente em relação aos nossos governantes
Estamos vivendo num clima de eleição e muitos de nós não querem nem ouvir falar sobre político, política e muito menos eleições.
A falta de esperança, de mudança e de confiança na nossa classe política é tamanha que alguns preferem nem mesmo opinar sobre o assunto.
O fato é: não temos como correr disso. Mesmo a eleição sendo um direito, e um direito obrigatório, vote você nulo ou em branco, teremos que ir à urna para exercer esse direito.
A grande pergunta que nos cabe é: você está exercendo conscientemente este direito?
Você tem conhecimento das propostas do candidato em que pretende votar?
Votará por que ele deu tijolos para a construção da igreja?
Por que pagou churrasquinho para a turma do trabalho?
Cuidado!
A Bíblia relata que devemos, acima de tudo, seguir a vontade de Deus, mesmo em momentos como nas eleições.
“Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade.” – ( I Timóteo 2.1,2 – NVI)
Mesmo que nossa cidadania não seja esta e sim a celestial, devemos buscar viver em conformidade com as leis que nos regem neste mundo e também com as leis de Deus.
Nesta eleição, tenha serenidade em suas escolhas.
Porque corremos o risco de escolher governantes que, na verdade, preferem ficar escondidos entre as bagagens!
“Então consultaram novamente o Senhor: “Ele já chegou? ” E o Senhor disse: “Sim, ele está escondido no meio da bagagem”. (I Samuel 10.22 – NVI)
E nós conhecemos muito bem essa história!
Tudo isso aconteceu por que o povo não quis que Deus fosse o seu verdadeiro Governador e Rei!
“E lhes disse: ‘Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: ‘Eu tirei Israel do Egito, e libertei vocês do poder do Egito e de todos os reinos que os oprimiam’. Mas vocês agora rejeitaram o Deus que os salva de todas as suas desgraças e angústias. E disseram: ‘Não! Escolhe um rei para nós’”. (I Samuel 10.18,19 – NVI)
Vote consciente e acima de tudo: Peça a orientação de Deus!
“Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” (I Coríntios 10.31 – NVI)
Edgar Simão é obreiro voluntário em Itatiba (SP).
“Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente.” (Daniel 12:3)Continue reading
Mesmo com o modernismo e o secularismo, “saber amar sem trair” ainda é o esperado nos relacionamentos

Ao me deparar com esta pergunta, achei oportuno começar por outra questão: Por que alguém trai seu cônjuge? Fiz esta indagação para algumas pessoas do meu relacionamento, cristãs ou sem religião, solteiras, casadas, homens ou mulheres, e julguei curiosas as respostas que obtive. Resumindo, elenco as seguintes: por encontrar em outra pessoa aquilo que seu cônjuge não tem; por dificuldades ou problemas enfrentados no relacionamento; por fraqueza; por vício pornográfico; por falta de convicção; por falta de princípios; por falta de amor.
Achei interessante o fato de ter recebido respostas de fraqueza e falta de amor vindas de pessoas que não tem uma religião, ou seja, o sentimento do amor é algo universal, não é necessário conhecimento teológico para se valorizar sua essência, até porque, vemos cristãos que conhecem na teoria o conceito do amor, mas cujas vidas andam bem distantes de uma vida de amor…
Para mim, traição é uma questão de fraqueza e falta de amor, acima de qualquer coisa. Se você está em um relacionamento, começa a sentir a tentação se aproximar e se entrega a ela, isto é fraqueza, problema de caráter…
A Bíblia deixa claro que o problema nos persegue desde a queda de Adão e Eva e, embora critiquemos tanto nossos antepassados, fazemos tal escolha quase sempre, ao cometermos pequenos erros no dia-a-dia, e tentamos nos justificar, mostrando porque agimos desta ou daquela maneira, findando por culpar outros por nossos erros.
Então, não é o que fizeram Adão e Eva?
Em Mateus 26, Jesus afirma: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca”.
Nosso caráter é fraco, somos fracos, nossa carne é fraca, somos exortados a alimentarmos nosso espírito, para que ele se fortaleça e vença as fraquezas da carne. É uma batalha que devemos travar por todos os dias de nossas vidas, minuto a minuto, nem sempre conseguindo vencer, seja na área sexual ou em outra qualquer.
Porém, Paulo nos alerta em 1 Coríntios 10:13: “Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar”. Deus não nos deixa órfãos, se realmente o buscamos. Procurando agradá-lo constantemente, conseguiremos ver os escapes que ele coloca a cada instante em nossa vida e evitaremos cair em tentação.
Deus sugere um modelo para os casais, em Hebreus 13:4: “Venerado sejam, entre todo, o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará”.
Precisamos pensar bastante antes de assumir tão grande compromisso, como o do casamento, pois é diante de Deus que o fazemos e devemos mantê-lo sem manchas, sem máculas, puro e santo, como é o nosso Deus.
Não apenas perdoar, mas continuar o relacionamento
Claro que Deus conhece a dureza dos nossos corações, mas devemos cuidar e fazer o possível para trilhar os caminhos que Ele nos orienta a fazer. Afinal, seremos os primeiros beneficiados, pois Deus conhece aquilo que precisamos. Não me refiro à salvação, este departamento é exclusivo de Deus e não cabe a nós julgar quem será salvo ou não, só Ele conhece a sinceridade e profundidade dos nossos corações e intenções.
Voltando ao assunto da traição, minha resposta é direta: sim, é claro que é possível perdoar. Se não fosse assim, Jesus não nos daria como modelo de oração algo que inclui a seguinte afirmação: “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6. 12).
Ao nos orientar sobre como devemos orar, Jesus sabia da dureza dos nossos corações e da maneira como julgamos o erro dos outros, sendo sempre compassivos com nossos próprios erros. Logo, se esperamos o perdão de Deus, devemos saber perdoar.
A traição é algo terrível. Uma pessoa traída se sente humilhada, desprezada, inútil, mal-amada. Para o psiquiatra e psicoterapeuta Luis Cruschinir, sobre a questão da infidelidade entre famosos: “Ideal mesmo ainda é saber amar sem trair. Toda essa comoção em torno da infidelidade entre os casais famosos só escancara que, apesar de uma liberdade aparentemente maior, o buraco é mais embaixo. Saber amar sem trair ainda é esperado nos dias atuais”.
Eduardo Borges administra o braço brasileiro do maior site de encontros extraconjugais do mundo, mas faz a seguinte afirmação: “Bom, sem fugir da pergunta: se for traído, vou passar um bom tempo refletindo. Se vou perdoar ou não, é outra questão. Em minha concepção, acho que não. Ninguém quer ser traído”.
Nem o modernismo ou o secularismo gostam da traição. O mais difícil não é o fato de perdoar, mas de continuar o relacionamento. Essa sim, em minha ótica, é a questão mais crucial, difícil e delicada. Como voltar a confiar em alguém que me traiu? Como conviver sem que isso se torne uma relação neurótica, opressora ou sofrida?
Eis a dificuldade de toda a questão: esta é a grande batalha que precisamos travar. Tive a oportunidade de conhecer vários casais que conseguiram com brilhantismo vencer este desafio, pessoas que foram traídas ainda no namoro, mas perdoaram, casando-se e vivendo muito bem há mais de 20 anos. Outras, que foram traídas pelos cônjuges e que também perdoaram, convivendo em harmonia em seus casamentos.
Existem alguns pontos que julgo fundamentais para que isso venha a ser possível:
Porém, o mais importante, e necessário, é a obra do Espírito Santo nos corações machucados e feridos, curando, trabalhando, acalmando, depositando confiança e fé em uma vida refeita e transformada, fazendo com que ambos, traído e traidor, experimentem o poder curador do Senhor, em todo o seu ser. Apenas com a ação do Espírito Santo tudo pode ser refeito e reconstruído em nossos relacionamentos. Filipenses 1:6 nos diz: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo”. Acredite!
Dsa. Maria Regina Guimarães Longo Mendes congrega na IAP em Pq. Itália (Campinas – SP) e atua no Departamento Ministerial – Convenção Paulista e Geral.
Na estação das flores, é bom lembrar da fragrância que não é comprada em lojaContinue reading

“Não desejamos ser principiantes. Mas, convençamo-nos do fato de que, por toda a vida, nunca seremos mais que principiantes!”
Já reparou nos boleiros discutindo futebol? Nos torcedores, nos fanáticos, nos atletas de final de semana, já reparou? Todos têm o esquema tático perfeito e imbatível. Todos têm a receita da vitória. Bastaria seguir à risca suas orientações, palpites e pronto, qualquer time sempre ganharia, nunca perderia. Só que não, futebol é um dos esportes que mais aprontam surpresas.
Especialistas, competentes, capazes, habilidosos, ágeis, melhores, enfim, pessoas que se acham acima da média, não faltam. Na verdade, sobram. E sobram em todas as áreas. Profissionais, acadêmicas, esportistas, familiares e, sim, religiosas. Isso mesmo, gente que se julga profissional e qualificadíssima lotam os bancos das igrejas a cada semana.
Um dia desses, um pastor desabafou comigo. Disse que enquanto assistia, se edificava e aprendia com a mensagem de um jovem pastor, dois seminaristas ao seu lado detonavam a pregação do mesmo. Errou na concordância, o significado do grego daria peso, se ele aplicasse o hebraico ficaria melhor, a divisão de tópicos está fraca, falta criatividade, o cara não tem presença, que discurso óbvio, eu faria assim, eu faria assado, é fraquinho, bem fraquinho esse irmão.
Os dois seminaristas eram, disse o pastor, profissionais demais para o gosto dele. Até podiam criticar, mas em outro momento, de preferência com temor e amor, visando construir e não destruir. Tão jovens e tão presunçosos. Tão franguinhos e achando que já eram leões. O desabafo continuou. Confessou um certo dissabor e desânimo com as constantes ironias, sarcasmos e risadinhas de canto de boca, tudo numa combinação de atitudes carnais que evidenciam o ar de superioridade em muitos colegas ministeriais. E esta última parte do desabafo ele dirigiu não só aos jovens, mas também a velhos pastores. O que aumenta a decepção dele. E minha.
O comportamento se repete entre as lideranças leigas igualmente. Por culpa de alguns, músicos e cantores já são figuras carimbadas quando o tema é estrelismo e achismo. Módulos semanais, seminários de final de semana, apostilas de cursos com dez lições e congresso em alguma cidade turística também fazem o ego de muitos não caber em si. E dá-lhe arrogância estampada em expressões “eu-sei-bem-mais-que-você”.
É a velha comparação da pedra e da vidraça. Ser pedra é fácil. Vidraça, no entanto, é bem mais complicado. Como numa gangorra, segue-se a vida, ora em cima, ora embaixo. O que somos, institucionalmente falando, somos apenas circunstancialmente. Cargos e posições passam, têm data de validade. Numa sentença seca, direta e sem rodeios, Josué 1:2 nos lembra das limitações humanas: “Moisés, meu servo, é morto…”
Este texto escrevi para principiantes, e parafraseando Paulo, dos quais eu sou o primeiro. Precisamos de mais e mais principiantes. Pessoas que têm fome de aprendizado, gente que se emociona com a estrofe de um hino, com a poesia de um salmo, com pequenas providências divinas.
Principiantes não se apóiam em suas seguras experiências, e elas são importantíssimas, mas se firmam na fé. Principiantes vibram com pequenas coisas, tudo motiva ajudar, servir, dividir, acompanhar. Principiantes são influenciados por um sentimento que a Bíblia chama de primeiro amor, lugar espiritual para o qual sempre devemos voltar. Principiantes anseiam conhecer e entender as línguas originais, hermenêuticas, exegeses, gramáticas, visões liberais e conservadoras, progressistas e históricas, enfim, principiantes querem acesso a todo tipo de ferramenta boa e possível, mas não perdem a vitamina dos sonhos que os impulsionam e fazem deles exatamente isso: principiantes.
Também estou farto de profissionais em igrejas. Se a teologia apagar a poesia, a emoção e a aventura da fé, eu prefiro abrir mão dela. E este tipo, na verdade, é uma teologia meramente técnica e só, e desta já abri mão faz tempo. A boa teologia, que respeita o ritmo das narrativas bíblicas, que pisa o chão de terra, areia e pedra que os antigos pisaram, a ponto de sentir o cheiro de cada personagem bíblico, nos aproxima da poesia, nos coloca como admiradores das obras de Deus, como dependentes da Graça Divina e com corações dispostos e abertos a aventurarem-se nos campos da fé.
Principiantes estão sempre ávidos por descobrir. Nunca param de ler, pesquisar, questionar, fuçar, ouvir. Principiantes já descobriram que a Trindade, o amor, a fé e a vida são mistérios e, diante do mistério, já aprenderam que a melhor posição atende pelo nome de humildade. Thomas Merton sacou com plena lucidez esta verdade, e para principiantes como eu, deixou uma frase que sintetiza plenamente este meu texto: “Não desejamos ser principiantes. Mas, convençamo-nos do fato de que, por toda a vida, nunca seremos mais que principiantes!”.
Pr. Edmilson Mendes congrega na IAP em Pq. Itália (Campinas, SP) e integra do Departamento Ministerial – Convenção Geral e Paulista.
Neste Dia do Idoso, vale a pena refletir sobre a fase da vida em que estamos
“Tendo, pois, Davi, servido ao propósito de Deus em sua geração, adormeceu e foi sepultado com seus antepassados…” (Atos 13: 36)
A escritora e conselheira de mulheres, Elyse Fitzpatrick, observa a vida da mulher como um único dia, o que está registrado no livro “Mulheres Ajudando Mulheres”. Baseada na expectativa da mulher americana de até 79 anos, ela dividiu esse período em seis segmentos de quinze anos, resultando nas faixas etárias abaixo:
0 a 15 Madrugada até a Manhã
16 a 30 Manhã até o Meio Dia
31 a 45 Meio Dia até o Entardecer
46 a 60 Entardecer até o Crepúsculo
61 a 75 Crepúsculo até o Anoitecer
76 a 90 Anoitecer até a Noite
Em que escala você se encontra hoje?
Confesso que experimentei uma sensação meio preocupante ao pensar que estou a menos de dois anos de me achar caminhando para o final do meu dia, ou seja, do Crepúsculo até à Noite.
Mas uma coisa é também verdade: independentemente de que parte do nosso dia estejamos vivendo, não sabemos o momento em que adormeceremos.
Adormecer como Davi, com certeza, é a expectativa de todas nós, mulheres chamadas para servir no Reino de Deus. Longevidade, vigor e, sobretudo, a aprovação e a bênção do Senhor é tudo o que almejamos.
Sempre que reflito sobre este texto entendo ser nossa prioridade servir a Deus com esmero, com total perfeição na educação daqueles que Ele nos confiou – os nossos filhos – para levá-los a Ele.
Dietrick Bonhoeffer escreveu: “O homem justo é aquele que vive para a geração seguinte”.
Isso nos leva a refletir: como preparamos nossos filhos para serem pais?
Eu estou experimentando o que para mim é o maior de todos os desafios do Entardecer da vida: o de “sobreviver” ao ninho vazio. Algo para o qual jamais nos sentimos preparadas.
Mas a verdade é que desde que deixamos a maternidade, Deus já nos prepara e orienta na sua Palavra para esse momento. E faz isso porque foi Ele próprio que determinou que a nossa vida fosse feita de ciclos.
Desde a criação, o Senhor escolheu fazer tudo acontecer por etapas, por ciclos, no Seu dia, no Seu tempo. “Tudo formoso fez no Seu tempo” (Ec 3: 11). “Uma geração vai e outra vem”. (Ec 1: 4)
Se olharmos para todo o nosso ciclo de vida até hoje, vamos constatar essa verdade e, com gratidão, podemos dizer sem medo de errar que tudo lindo Deus fez no Seu tempo.
O encanto da primeira menstruação não é menor do que o da temida, mas também especial, menopausa.
Tudo o que acontece em nossa vida, no tempo certo, tem a ver com o tempo de servir, com nossa mente, nosso corpo e nossa disponibilidade, aos propósitos de Deus na nossa geração.
Há o tempo de ter os filhos e o tempo de deixá-los partir, servindo a Deus e celebrando suas próprias conquistas. Conquistas que, uma a uma, nos levarão às lágrimas de alegria e nos dirão onde estivemos todo o tempo que dependeram de nós.
A beleza de haver um tempo para cada propósito na vida do homem é citada numa parábola em Marcos 4: 26 a 28:
“O Reino de Deus é semelhante a um homem que lança a semente sobre a terra. Noite e dia, estando ele dormindo ou acordado, a semente germina e cresce, embora ele não saiba como. A terra por si própria produz o grão: primeiro o talo, depois a espiga, e então o grão cheio na espiga. Logo que o grão fica maduro o homem lhe passa a foice, porque chegou a colheita.”
Guardo há alguns anos um texto, cujo autor desconheço, mas que acrescenta algo à nossa reflexão: “Mesmo que a rosa perca a beleza que teve de madrugada, a sua beleza naquele momento foi real. Nada no mundo é permanente e somos tolos em desejar que uma coisa perdure, mas seríamos mais tolos se não a apreciássemos enquanto a temos.”
Querida amiga, não sei se você se encontra na madrugada, manhã ou no entardecer do seu dia, mas seja qual for o seu tempo, o anoitecer é certo. Portanto é bom vivermos da melhor maneira possível, conhecendo o verdadeiro propósito de Deus pra nós, lembrando-nos que ele é único.
Dizia Carl Sandburg:“O tempo é a moeda da vida. A única que temos e só nós podemos determinar como irá ser gasta. Tenhamos cuidado: não vamos deixar os outros gastá-la por nós.”
Quanto aos filhos que o Senhor nos confiou, sejamos sábias não gastando nosso tempo apenas pra encher “seus baús” de coisas, mas colocando neles apenas o que irão desejar levar quando partirem: as singelas lembranças dos bons momentos compartilhados em família. Lembrando-nos sempre que a bagagem que levarão é proporcional à nossa presença na vida deles.
Se as páginas da nossa vida forem viradas no tempo de Deus e como Ele planejou, ficaremos bem. E, agradecidas e felizes, aproveitaremos nosso tempo para continuarmos servindo aos seus propósitos na nossa geração. E quando chegar a noite e dormirmos teremos deixado um legado digno de uma mulher segundo o coração de Deus.
Que Deus nos abençoe.
Dsa. Marta Olívia O. Santos, conselheira familiar, congrega na IAP em Brás Cubas (Mogi das Cruzes, SP).
“Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem” (Salmos 24:1)
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Nossa geração vai na contramão, busca a liberdade extrapolando limites e regras, e se torna escrava

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Ela tem alegrias e tristezas, medo e coragem, inseguranças e convicções, como as demais mulheres

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Companheirismo até as últimas conseqüências

“Saúdem Priscila e Áquila, meus colaboradores em Cristo Jesus. Arriscaram a vida por mim. Sou grato a eles; não apenas eu, mas todas as igrejas dos gentios. Saúdem também a igreja que se reúne na casa deles.” (Rm 16: 3-5)
Quem já ouviu falar de um seriado de TV chamado “Casal 20”, que era transmitido na década de 80? Esse programa destacava a figura de um casal bem relacionado, que desenvolvia um papel interessante e emocionante, pois tentava combater vários crimes. A série “Casal 20” fez tanto sucesso que essa expressão começou a ser utilizada também para definir casais que possuíam um bom relacionamento, que fazem diferença em sua comunidade e que contribuem para o desenvolvimento humano. Da mesma forma, é possível percebermos a presença de casais de cristãos, de missionários e de servos de Cristo que trabalham no Brasil e até mesmo no exterior, contribuindo dessa maneira para o crescimento do Reino de Deus.
Aproveitando essa ideia, podemos observar na Bíblia um casal que desenvolveu uma missão de extrema importância para o estabelecimento de igrejas nas cidades de Éfeso, de Corinto e de Roma: Priscila e Áquila. Priscila ou Prisca era uma senhora romana de grande prestígio, sendo mencionada no Novo Testamento sempre junto com seu esposo, Áquila. Esse casal certamente se constituiu num instrumento fundamental, escolhido e preparado por Deus para contribuir com o Reino de Deus e com sua obra! Priscila e Áquila são um exemplo de casal cristão para todos nós que desejamos (juntamente com nossos namorados, noivos e cônjuges) fazer diferença por meio do testemunho de Cristo. Vamos refletir sobre alguns aspectos que caracterizaram a vida e o trabalho desenvolvido por esse casal abençoado.
Em primeiro lugar, Priscila e Áquila eram profundos conhecedores das Escrituras Sagradas. Em virtude disso, esse casal ensinava e colocava em prática os ensinamentos divinos, o que contribuiu decisivamente para o crescimento espiritual de outras pessoas, como por exemplo, Apolo (At 18: 26). Essa atitude deles demonstra sua preocupação com os outros, pois Priscila e Áquila transmitiram a esse homem os ensinos bíblicos indispensáveis para sua carreira cristã. Vamos refletir nesse ponto: nosso namoro, nosso noivado ou nosso casamento tem impactado a vida de outras pessoas? Temos sido instrumentos nas mãos do Senhor para conversão e discipulado de outros casais?
Outro aspecto interessante pode ser observado no relato de Paulo em Romanos 16: 4. Nele, podemos ler a seguinte frase: “Arriscaram a vida por mim.” Traduzida, literalmente, essa expressão indica: “Expuseram seus pescoços”, indicando que Priscila e Áquila, em mais de uma ocasião, poderiam ter sido mortos em meio às tribulações e às perseguições sofridas por Paulo. Isso aponta para um profundo conhecimento de fidelidade ao Reino de Deus, a ponto de demonstrar um companheirismo até as últimas consequências. Esse casal é ou não é um grande exemplo de fidelidade a Deus, de renúncia e desprendimento e um grande incentivo para outros casais que servem a Deus? Até que ponto estamos dispostos a nos sacrificar por amor e em defesa do Evangelho de salvação de Cristo Jesus?
O último aspecto observado nesse “Casal 20” é que eles possuíam uma grande disposição para ajudar a igreja de Cristo. Romanos 16: 5 esclarece que a própria casa deles transformou-se em lugar de reuniões da Igreja. Além disso, Priscila e Áquila apoiavam e davam suporte ao apóstolo Paulo, auxiliando no desenvolvimento do seu trabalho. E nosso namoro, nosso noivado e nosso casamento? Como casais, temos utilizado nossos bens, nosso tempo e nossos dons e talentos para ajudar a Igreja de Cristo? Que possamos aprender com esse casal que não mediu esforços para auxiliar e contribuir para o Reino de Deus.
Dsa. Cláudia dos Santos Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Dijap da Convenção Noroeste Paulista.