Dicas da lição 6 – “O sábado dos fariseus”

O sábado dos fariseus

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Dicas

Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas racional, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 6, acessando o link: http://portaliap.org/licoes-biblicas-325/ e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Vídeo 1: Durante a exposição do item “3. O primeiro século e a desfiguração do sábado”, reproduza o vídeo “Papo de Discípulo – Um presente chamado sábado”, para facilitar a compreensão da classe, disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=ZMvt-U1avGo
Ponto de contato: Para o momento das aplicações “1. O objetivo do sábado” e “2. Não estrague a alegria do sábado”, apresente o trecho abaixo da matéria da revista exame, “Trabalhar 7 dias consecutivos é contra a lei?” disponível em: https://exame.abril.com.br/carreira/trabalhar-7-dias-consecutivos-e-contra-a-lei/
“Essa medida é justificada pelo fato do descanso periódico ser fundamental para a saúde física e mental do trabalhador. A folga não pode ser suprimida nem mesmo por convenção coletiva de trabalho, pois se trata de direito que não pode ser negociado ou renunciado pelo colaborador.”
Ressalte que biblicamente o descanso do trabalhador é no sábado. Enfatize o fato de este descanso ser para o bem-estar físico e mental, mas também espiritual, conforme a lição: para ser uma benção para o cristão e não um fardo.
Vídeo 2: Antes do “Desafio da semana”, reproduza o vídeo “A Canção do sábado” (Legendado), para que os alunos venham a refletir que, o sábado é uma oportunidade de alimentar a esperança da salvação e da eternidade com Deus. acesse o vídeo por meio do link: https://www.youtube.com/watch?v=mGU223USFqQ&start_radio=1&list=RDmGU223USFqQ&t=128

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Dicas da lição 5 – “Como guardar o sábado?”

Como guardar o sábado?

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Dicas

Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas racional, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Dinâmica: “Como administrar o tempo de preparação para o sábado”: A explicação da dinâmica está contida no vídeo abaixo. Ela visa enriquecer o alerta dado no primeiro parágrafo do tópico “Para entender” onde somos orientados a dar atenção à sexta-feira, conhecido como “o dia da preparação”.
Apresentação prévia do propósito da dinâmica: Antes de fazer a dinâmica, reflita com a classe sobre o principal motivo que dificulta o recebimento do dia do Senhor conforme apresentado no presente estudo da lição – a administração do tempo – que eleva o nível de ansiedade pelo grande número de tarefas a serem executadas na sexta-feira e que, invariavelmente, não permite que nos dediquemos integralmente à guarda e à santificação do sábado conforme a vontade divina. O empresário vê a sua agenda lotada logo pela manhã; o profissional liberal precisa aproveitar bem o dia pois seu provento depende de como ele lida com seus compromissos; a dona de casa precisa fazer a alimentação do dia, do jantar e do almoço do dia seguinte concomitantemente às tarefas da casa; o motorista lida com o trânsito caótico típico do fim da semana de trabalho, etc. Como administrar o tempo de modo que, no pôr-do-sol da sexta-feira, haja uma sensação de alívio por conseguir cumprir os compromissos mais importantes e que seja possível dedicar as próximas 24 horas a fazer a vontade de Deus sem reservas?
Objetivo da dinâmica: Após a apresentação da dinâmica, diga à sua classe que, assim como ilustrado através da dinâmica (os bombons primeiro e depois o arroz), nós devemos dividir nossas tarefas na sexta-feira entre as mais importantes e as menos importantes. Devemos dedicar um esforço inicialmente às tarefas mais importantes, deixando por último, as tarefas menos importantes. Caso não seja possível concluí-las, não haverá grandes preocupações, pois elas poderiam ser postergadas. Logo pela manhã, se precisarmos sair para compromissos externos, fazer um roteiro de modo a atender as demandas mais importantes. Ao fazermos o alimento para os dois dias, dedicar um esforço inicial maior ao que leva mais tempo para o preparo. Colocar sobre a sua mesa de trabalho a lista de atividades da sexta-feira, priorizando a que é mais importante e a que demanda mais tempo.
Com isso, sua sexta-feira será mais bem administrada e você (o seu aluno) desfrutará do sábado “deleitoso” que o Senhor fez para o descanso do homem, para a comunhão e para um momento especial na presença de Deus.
Vídeo com as instruções para a dinâmica: https://youtu.be/GrxQy5kNoFE
OBS.: Não se esqueça de deixar o seu “joinha” lá, ok?
Reflexão sobre a nossa conduta no dia do Senhor: Na medida em que os alunos vão chegando ao templo, distribua um formulário conforme o modelo abaixo. Delegue seu (sua) secretário (a) para essa tarefa ou, se achar conveniente, faça você mesmo a distribuição momentos antes de iniciar essa reflexão proposta.
Modelo de formulário:

PERGUNTAS Resposta “SIM” Resposta “NÃO”
Pergunta 1
Pergunta 2
Pergunta 3
Pergunta 4
Pergunta 5
Pergunta 6
Pergunta 7
Pergunta 8
Pergunta 9
Pergunta 10

Quando sua aula atingir a parte II, “Para praticar”, proponha uma reflexão aos alunos sobre o quanto compreendem da forma adequada para a guarda e santificação do sábado. Peça para todos pegarem o formulário distribuído e, com um lápis ou uma caneta, assinalarem com um “X”, ou na área do “SIM” ou na área do “NÃO” a cada pergunta que você fizer. Ao fazer cada pergunta – veja a relação abaixo – diga claramente o número da pergunta para que seus alunos a identifiquem no formulário e possam assinalar com o “X” na linha da pergunta que você está fazendo. Oriente-os a não mostrar as respostas a ninguém porque a reflexão será intrapessoal e secreta.
Relação das perguntas (que só você saberá antecipadamente, é claro):
1. Você recebeu algum irmão na fé na sua casa para almoçar com sua família em algum sábado dos últimos 3 (três) meses?
2. Sua família almoçou na casa de algum irmão em algum sábado dos últimos 3 (três) meses?
3. Você fez alguma visita a um hospital, orfanato, lar de idosos ou casa de recuperação numa tarde de sábado nos últimos 6 (seis) meses?
4. Você fez alguma visita a um não-crente numa tarde de sábado com o propósito de orar e falar da salvação em Cristo nesse mês ou no mês passado?
5. Você sempre se lembra de agradecer a Deus em oração ao receber o sábado (sexta-feira) e de pedir as bênçãos de Deus pela semana que virá, num culto de pôr-do-sol, na igreja ou na sua casa?
6. Você estudou algum assunto da Bíblia Sagrada durante uma hora no mínimo, na sua casa, numa sexta-feira a noite ou num dos sábados dos últimos 3 (três) meses?
7. Você tem participado regularmente de eventos, ensaios, reuniões ou encontros promovidos pela sua igreja nas sextas-feiras ou nos sábados a tarde?
8. Quando você tem a oportunidade de conversar com outras pessoas no dia de sábado, você tem a preocupação de não falar nada que remeta a questões profissionais ou algo relacionado a negócios, mas apenas amenidades ou assuntos de cunho espiritual?
9. Você realmente se “desliga” de tudo o que está relacionado à sua atividade profissional no dia de sábado?
10. Quando você encontra seus irmãos na igreja aos sábados, você sorri para eles ao cumprimentá-los, olhando em seus olhos, abraçando-os e lhes dando beijos no rosto como um verdadeiro sinal de alegria?
Ao final das perguntas, peça para todos contarem quantos “X” existem na coluna do “SIM” e anotar a quantidade no campo “TOTAIS”. Depois, apresente o resultado da reflexão no Datashow, ou na impossibilidade de usá-lo, diga o resultado verbalmente. Então cada aluno conferirá a quantidade de “SIM” com o resultado que você apresentará.
De 8 a 10 – Parabéns! Você entendeu perfeitamente o propósito do sábado!
De 5 a 7 – Ok! Você entendeu que o sábado é uma bênção de Deus, mas
Fique atento para que os cuidados dessa vida não lhe roubem esse grande privilégio. Que a sua vereda continue sendo como a luz da aurora.
De 2 a 4 – Você ainda não compreendeu perfeitamente o significado do sábado. Falta apenas um pouquinho de disciplina pessoal para converter a obediência a um mandamento divino de um modo legalista pela obediência com alegria das bênçãos do sábado.
De 0 a 1 – Essa lição foi muito necessária pra você! Tem que se esforçar para tornar o sábado um dia deleitoso, de alegria, de comunhão, porque essa é a vontade de Deus! Lembre-se que o sábado foi feito por sua causa, para ser uma bênção e não um fardo pesado.
OBS.: Lembre-se de distribuir, ao final da aula, as perguntas para cada aluno que preencheu o formulário para que ele possa ter exemplos práticos de aplicação da aula.
(A dinâmica acima teve a colaboração da SOFAP em Vila Medeiros/São Paulo)

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Dicas da lição 4 – “Equilíbrio no trabalho”

Equilíbrio no trabalho

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Dicas

Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas racional, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 4, acessando o link: http://portaliap.org/licoes-biblicas-325/ e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Artigo: Ao estudar o item “1: O mandamento de trabalhar”, leia para a classe ou peça para alguém ler o artigo “Como honrar a Deus com o meu trabalho?”. Em seguida, sugira aos alunos que brevemente reflitam e respondam a pergunta enfatizada no título do artigo, que pode ser encontrado no link: http://www.mundocristao.com.br/conteudo/596/Como-honrar-a-Deus-com-o-meu-trabalho%3F
Vídeo: Ao estudar o item “2: O mandamento de descansar”, mostre o vídeo intitulado: “É importante descansar?”, produzido pela Tv Nube. Em seguida, faça um link do conteúdo abordado no vídeo com a necessidade que tem o ser humano de descansar no sábado. O vídeo pode ser acessado por meio do link: https://www.nube.com.br/tv-nube/2018/05/07/tv-nube-e-importante-descansar
Canção: Ao final do estudo, após a leitura do “Desafio da semana”, passe o vídeo com a canção “Equilíbrio”, da cantora Pablina Hadid, disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=G26bd99OV6U&feature=youtu.be Em seguida, ore com a classe pedindo a Deus sabedoria para equilibrar o trabalho semanal com o descanso sabático.

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Dicas da lição 3 – “Um oásis no deserto”

Um oásis no deserto

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Dicas

Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas racional, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 2, acessando o link: http://portaliap.org/licoes-biblicas-325/ e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Estímulo à reflexão: Antes de iniciar o primeiro tópico, incentive os alunos a fazerem um cálculo simples (se tiver um quadro para ir anotando ficará mais claro), calcule quantas horas gastamos em média com cada atividade durante a semana:
No período de cinco dias (de segunda à sexta-feira) há um total de 20 horas.
*Trabalho – 40 horas (para uma jornada de 8h por dia)
*Trânsito – 10 horas (calculando que gaste 1h para ir e 1h para voltar do trabalho)
*Estudos – 20 horas (calculando uma aula de 4 horas por dia)
*Horas com Deus….???
Se preferir, inclua outros itens nesta conta. O intuito é levar o aluno a refletir sobre o tempo que gastamos com cada atividade e em geral o pouco tempo que temos para Deus. Mostre-lhe que Deus, em sua sabedoria, foi tão bom para conosco que nos reservou um dia inteiro com 24 horas para nos dedicarmos a Ele, termos comunhão com o próximo e descansar da rotina diária.
Dinâmica: “Medidor de estresse”.
Material: bexigas.
Após o primeiro tópico, faça a dinâmica para ajudar os alunos a aliviar qualquer estresse que ainda tenham da semana que passou. Entregue uma bexiga para cada aluno.  Em seguida, oriente-os assim:
“Cada um de vocês recebeu uma bexiga, ele é um ‘medidor de estresse’. A cada pergunta que eu fizer sobre situações do dia a dia, se a resposta for:
– NÃO ME ESTRESSO, não assopre.
– ME ESTRESSO UM POUCO – assopre uma vez.
– ME ESTRESSO BASTANTE – assopre duas vezes.
– ME ESTRESSO MUITO – assopre três vezes”.
Perguntas:
* Quando acordo atrasado?
* Quando me atraso para sair por causa de outra pessoa?
* Quando fico parado no trânsito?
* Quando meu chefe está mal humorado?
* Quando enfrento fila logo cedo?
* Quando não tenho tempo para almoçar?
* Quando meus filhos não obedecem?
* Quando não consigo cumprir tudo o que planejei para o dia?
* Quando saiu da dieta?
* Quando perco o ônibus do horário?
* Quando o professor dá uma prova surpresa?
A intenção da dinâmica é trazer situações que nos estressam durante a semana (se quiser, pode utilizar situações do contexto dos alunos). No final com a bexiga cheia, incentive os alunos a estourarem cada uma, lembrando que todo aquele estresse da semana ficou para traz, pois Deus preparou para nós um momento de descanso e comunhão: o dia do Senhor.
Oração: Já no final da lição, após a aplicação de todos os tópicos, convide os alunos a desfrutarem da comunhão uns com os outros, escolhendo um deles para contar rapidamente como foi sua semana. Em seguida, façam um momento de oração pedindo para que Deus renove as forças de todos.

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Dicas da lição 2 – “O quarto mandamento”

O quarto mandamento

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Dicas

Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas racional, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 2, acessando o link: http://portaliap.org/licoes-biblicas-325/ e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Dinâmica: Durante a pergunta 01, ao discutir sobre o verbo “guardar”, faça uma pequena ilustração com os alunos. Apresente um objeto pessoal de valor, à classe. Pode ser um relógio, óculos, aparelho celular, ou mesmo a sua Bíblia. Peça a um aluno (com quem você já conversou antecipadamente), que guarde o objeto para você. Nesse momento, o aluno o deixará em qualquer lugar na classe. No meio do corredor, na janela, ou em qualquer outro lugar que sugira que o objeto não foi devidamente guardado. Depois, reflita com a classe, sobre o que esperamos quando pedimos que alguém guarde algo de valor para nós. Apresente as implicações de guardar o sábado, conforme indicadas no item 1.
Discussão em grupo: Divida a classe em três grupos para discutir a questão de número dois. A questão fornece seis textos bíblicos. Distribua dois textos para que cada grupo leia e converse sobre um aspecto da natureza divina, que também se reflete no dia do sábado. Depois, um representante de cada grupo apresenta os resultados à toda a classe. A atividade deve durar, no máximo, 15 minutos.
Vídeo: Durante o item 3, apresente o vídeo “No Japão: Morte por excesso de trabalho”. E reflita sobre a sabedoria de Deus em proporcionar o tempo do descanso para sua criação. Discuta também sobre os perigos de negligenciarmos este importante mandamento. Inicie o vídeo a partir de 2:07min. Acesse-o aqui: https://www.youtube.com/watch?v=obA0zdIEwmU

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Dicas da lição 1 – “O memorial da criação”

O memorial da criação

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Dicas

Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas racional, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 1, acessando o link: http://portaliap.org/licoes-biblicas-325/ e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Vídeo: Após a leitura dos primeiros parágrafos da introdução, mostre o vídeo, produzido pela PragerUniversity, que faz referência a atualidade e a importância do sábado para o nosso tempo. Segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=8KwwlCm3FAU
Encenação: No item “1: Descansou”, o quarto parágrafo faz menção ao descanso de Deus e seu convite para que o homem o imite e siga seu exemplo. Em dado momento sugere-se uma breve e simples encenação para ilustrar esse ponto. O professor poderá combinar previamente com duas pessoas o diálogo a seguir e fazer a narração no começo e no final (Duração max. 3 minutos):
PROFESSOR: Imaginem, hipoteticamente, um diálogo entre o Senhor e Adão, após Deus ter criado todo planeta e os seus seres vivos. Adão após ter sido criado, se colocou em pé e disse:
ADÃO: – O Senhor precisa de mim para ajudá-Lo em alguma coisa?
DEUS: – Não, Adão; o trabalho já terminou.
ADÃO: – Mas deve haver algo que eu possa fazer. Quem sabe, pintar uns enfeites nas asas da borboleta.
DEUS: – Não, as asas da borboleta já estão coloridas.
ADÃO: – Hmmmm, bem… talvez eu possa ensinar os passarinhos a cantar.
DEUS: – Não, eles já sabem cantar muito melhor do que você poderia ensinar-lhes.
ADÃO: – E se eu verificar o ar, para ver se ele tem a quantidade certa de oxigênio? O Senhor sabe que um pouquinho a mais ou a menos é perigoso. Talvez eu possa ajudá-Lo na calibragem.
DEUS: – Não; já cuidei disso também.
ADÃO: – Mas, Senhor, deve haver algo que eu possa fazer!
DEUS:– Sim, na verdade há.
ADÃO: – O que é, Senhor?
DEUS: – Quero que você descanse.
ADÃO: – Descansar? Mas como vou descansar se não fiz nada?
DEUS: – Quero que você confie em Mim, Adão. Você precisa acreditar que, na verdade, o trabalho está feito, que tomei providências completas e perfeitas para todas as suas necessidades.
PROFESSOR: E é esse o significado do descanso no sétimo dia. Se Deus tivesse criado os seres humanos no início da semana e nos tivesse pedido algum tipo de ajuda, ou pelo menos solicitado nossa opinião, poderíamos receber algum crédito, não é mesmo? Mas Ele não o fez. A observância do sábado foi, é e sempre será uma celebração da obra de Deus, e não da nossa.

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Dicas da lição 13 – “A missão foi realizada”

A missão foi realizada

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Dicas

Recapitulação: Ao abordar a introdução, faça uma recapitulação dos doze primeiros estudos da série e sugira aos alunos que expressem o que mais lhes chamou a atenção em cada um desses estudos.
Dinâmica: Distribua caneta e papel para os alunos e peça-lhes para escreverem o que imaginam ser um mundo renovado e sem pecado. Para que eles tenham uma base, você pode sugerir que respondam às perguntas: “No mundo sem pecado haverá engano?”; “no mundo sem pecado haverá políticos corruptos?”; “no mundo sem pecado haverá tragédias?”. Depois que todos responderem, enfatize que as bênçãos advindas da promessa de Jesus acerca do mundo renovado e sem pecado, se realizarão e, que, enquanto isso, devemos cumprir nossa missão de proclamar o evangelho.
Intercessão: Após o término da lição, sugira que cada aluno, de posse do que escreveu como parte da dinâmica anteriormente mencionada, ore em favor de alguns povos para que sejam alcançados pelo evangelho e sejam parte do reino futuro. Escreva previamente os nomes de alguns países em pedaços de papel e os distribua entre os alunos.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_13.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

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  1. Multidões salvas como fruto da missão
    “No livro de Apocalipse, há outra referência à promessa de Deus a Abraão (7.9ss). João vê numa visão uma ‘grande multidão que ninguém podia enumerar’. É uma multidão internacional, vinda ‘de todas as nações, tribos, povos e línguas’. Ela está ‘em pé diante do trono’, o símbolo do Reino de Deus. Isto é, seu Reino chegou finalmente, e a multidão está desfrutando todas as bênçãos de seu afável governo. Ela está abrigada em sua presença. Seus dias de fome, sede e calor no deserto se acabaram. Finalmente, ela entrou na terra prometida, descrita agora não como ‘uma terra que mana leite e mel’, mas como uma terra irrigada com fontes de ‘água viva’, que jamais secarão. Mas como a multidão herdou essas bênçãos? Em parte, porque veio ‘da grande tribulação’ (evidentemente uma referência à vida cristã com todas as suas provações e sofrimentos), mas principalmente porque ‘lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro’, isto é, foram purificados do pecado e vestidos de justiça pelos méritos da morte de Jesus Cristo, ‘razão por que se acham diante do trono de Deus’”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, pp. 38,39).
  2. O Apocalipse mostra o resultado final da missão
    “É comovente vislumbrar na eternidade futura o cumprimento final dessa antiga promessa de Deus a Abraão. Todos os elementos essenciais da promessa podem ser identificados. Aí estão os descendentes espirituais de Abraão, uma ‘grande multidão que ninguém podia enumerar’, incontáveis como os grãos de areia da praia e as estrelas do céu. Estão aí também ‘todas as famílias da terra’ sendo abençoadas, pois a multidão inumerável é composta de pessoas de todas as nações. Aí está ainda a terra prometida, a saber, todas as ricas bênçãos que fluem do governo cheio da graça de Deus. E, acima de tudo, está Jesus Cristo, a semente de Abraão, que derramou seu sangue por nossa redenção e concede suas bênçãos a todos os que o invocam para serem salvos”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 39).
  3. Um olhar para a eternidade
    “O apóstolo João, quando lhe foi dada a chance de dar uma espiadinha pela ‘porta aberta no céu’, viu uma grande multidão em pé diante do trono de Deus. Todos estavam vestidos com vestes brancas (o símbolo da justiça), seguravam palmas nas mãos (o símbolo da vitória) e juntavam-se a um poderoso coro de adoração, atribuindo a sua salvação a Deus e ao Cordeiro. João descreve também essa grande multidão como vindo ‘de todas as nações, tribos, povos e línguas’. Portanto, a missão da igreja não será em vão. Pelo contrário, resultará em um enorme ajuntamento de pessoas, uma multidão multi-racial e multinacional, cujas diferentes línguas e culturas, ao invés de impedir, irão enriquecer sua incessante celebração da graça de Deus. A multidão redimida será também incontável. Somente então a antiga promessa de Deus a Abraão se cumprirá totalmente. Para enfatizar que não haveria limites para o número de descendentes de Abraão, tanto física (os judeus) como espiritualmente (os crentes, quer judeus ou gentios), Deus prometeu que eles seriam mais numerosos do que o pó da terra, as estrelas do céu e a areia na praia do mar. Cada uma destas metáforas simboliza incontabilidade”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.147).
  4. O Apocalipse é o clímax da missão
    “‘Farei a tua descendência como o pó da terra; de maneira que se alguém puder contar o pó da terra, então se contará também a tua descendência’. ‘Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes’. Com o conhecimento que nós temos acerca do universo, neste século XX, parece que as miríades de miríades de estrelas dos bilhões de galáxias realmente chegam a somar tanto quanto todos os grãos de areia e as partículas de pó do mundo todo. Mesmo que tenhamos que continuar sem saber como é que Deus vai conseguir fazer isso, entrementes nós podemos nos regozijar com o fato de que a obra missionária da igreja irá chegar a esse clímax, para honra e glória de Deus. Nós acabamos de ver, a partir deste breve panorama da Escritura, que o Deus do Antigo Testamento é um Deus missionário (ele chamou uma família a fim de abençoar todas as famílias da terra); que o Cristo dos Evangelhos é um Cristo missionário (ele comissionou a igreja para ir e fazer discípulos de todas as nações); que o Espírito Santo dos Atos dos Apóstolos é um Espírito missionário (ele impulsionou a igreja a fim de testemunhar); que a igreja das Epístolas é uma igreja missionária (uma comunidade mundial com uma vocação mundial); e que o clímax do Apocalipse será um clímax missionário (uma incontável multidão internacional). (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.148).

Dicas da lição 12 – “Avivamento missionário”

Avivamento missionário

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Dicas

Debate: Ao finalizar o estudo da primeira parte da lição “Conhecendo o ensino bíblico”, divida a sua classe em três ou quatro grupos de debate. Peça para cada grupo eleger um relator (que terá uma folha de papel e uma caneta em mãos). O relator de cada grupo deverá listar 3 (três) ações que se pareçam com avivamento, mas não é. Também deverá listar 5 (cinco) ações que caracterizam um verdadeiro avivamento bíblico. O relator deverá incentivar a participação de todos do seu grupo e ele deverá anotar apenas a súmula de cada item.
REGRAS CLARAS AOS GRUPOS: 1) Não citar nome de nenhuma denominação; 2) Não delongar nas opiniões; 3) Não trazer testemunhos ou histórias ao debate; 4) Não fazer zombarias, não fazer críticas pessoais e nem fazer críticas à IAP (não é o objetivo do estudo); 5) Considerar todas as opiniões sem contradizê-las, ainda que não haja concordância do relator ou da maioria do grupo.
TEMPO: 10 minutos para o debate.
CONCLUSÃO: Findo o tempo de debate, cada relator deverá ler a súmula das 3 ações que se pareçam com avivamento, mas não é e a súmula das 5 ações que caracterizam um verdadeiro avivamento SEM TECER QUAISQUER COMENTÁRIOS.
OBJETIVO: Ter a percepção do quanto a sua classe aprendeu sobre o avivamento missionário durante a semana para você nortear a sua aula nas necessidades essenciais para um avivamento na sua comunidade e tornar o estudo relevante e interessante.
Dados estatísticos: Após o estudo da segunda parte da lição “Praticando o ensino bíblico” apresente, na tela do Datashow, um quadro com dados estatísticos da sua igreja, tais como:
• Número de cadastrados na igreja;
• Número de convertidos a Cristo nos últimos 2 anos;
• Número de batismos nas águas nos últimos 2 anos;
• Número de batizados no Espírito Santo nos últimos 2 anos;
• Quantidade de vigílias promovidas por sua igreja nos últimos 4 anos;
• Número de participantes na última Ceia do Senhor;
• Quantidade de grupos de estudo ou “pequenos grupos” em atividade;
• Número de eventos com caráter evangelístico (passeatas, cultos, distribuição de folhetos, etc) nos últimos 2 anos;
• Número de eventos de solidariedade promovidos pela sua igreja nos últimos 2 anos;
• Quantidade de lições “Identidade missional” vendidas até o momento;
• Quantidade dos presentes na aula (a que você está ensinando)
Com vistas ao quadro, lance a pergunta: “Você acha que precisamos de um avivamento?”. Dê total liberdade para as manifestações que virão a partir dessa reflexão.
MATERIAL: Durante a semana procure o pastor e, talvez, o(a) secretário(a) da igreja para obter dados reais da sua estatística. Não se baseie, jamais, em suposições ou especulações, sob risco de ameaçar gravemente a credibilidade da sua aula.
OBJETIVO: O tema da aula é propício para que o estudo saia do campo da mera reflexão teológica e acadêmica e se converta em conscientização da necessidade de uma busca de avivamento real, da migração da teoria para a prática.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_12.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. A vinda do Espírito e a missão
    “Primeira: a vinda do Espírito Santo no dia de Pentecostes correspondeu à chegada de um Espírito missionário que colocou no coração dos discípulos um grande desejo de divulgar o que receberam; capacitou-os a transmitir aos outros aquilo que receberam; revelou-lhes uma necessidade dos seres humanos que somente ele poderia suprir; guiou-os para alcançar cada vez mais o mundo gentílico, quebrando qualquer barreira de preconceito que pudesse impedir seu testemunho. Segunda: os que receberam o Espírito Santo tornaram-se testemunhas (At 1.8; 8.4; 16.5; l Ts 1.8). Terceira: o Espírito, o Espírito missionário, foi dado a todos. Quem recebeu o Espírito também expressava aquele anseio pela conversão do mundo que o Espírito inspirou, mesmo que fosse apenas por aprovação e apoio aos esforços dos outros. O que era desconhecido — até mesmo inconcebível na Igreja primitiva — era que os cristãos pudessem se opor, desvalorizar ou deixar de apoiar os que trabalhavam na promoção do conhecimento de Cristo nas regiões além”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 378).

  2. O Espírito Santo: o fundamento da missão!
    “[…] um princípio bíblico fundamental ao labor missionário: missão e avivamento relaciona-se como o calor e a combustão. Isto é, os dois fazem parte do mesmo fenômeno. O fogo esquenta somente à medida que queima, e a intensidade do calor é diretamente proporcional ao volume da combustão. […] A igreja avivada nada mais é que uma igreja missionária. O Pentecostes segue necessariamente a Grande Comissão. Eis alguns exemplos: Paulo, o apóstolo (que corresponde a “missionário”) entre os gentios (G12.8), prontamente confessou a dependência do Espírito para o exercício de sua missão. Recordou e sintetizou que o amplo percurso de todo o seu ministério se realizava ‘por palavra e por obras, por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo’ (Rm 15.18,19; v. ICo 2.4). Lucas confirma que o evangelho atingiu ‘todos os habitantes da Ásia […], tanto judeus como gregos’, quando ‘Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários’ (At 19.10,11)”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 379).

  3. Uma história de avivamento missionário
    “Considere também Columba, apóstolo aos escoceses, os antigos pictos do século VI. Um historiador relatou que ele ‘estava tão incessantemente empenhado, dia e noite, nos exercícios incansáveis de oração e jejum que o peso desses exercícios parecia mais do que poderia tolerar. Em tudo isso, ele foi amado por todos, pois uma alegria santa, radiante em seu rosto, revelava a alegria e a felicidade com as quais o Espírito Santo enchera seu coração’. Quando o rei Brude dos Pictos impediu que Columba entrasse na cidade, o missionário, fora dos portões da cidade, orou até que o rei cedesse, e o rei também se rendeu a Cristo! Os movimentos missionários sempre nasciam de um avivamento espiritual poderoso”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 379).

  4. Missão e avivamento
    “[…] missão e avivamento relacionam-se como o calor e a combustão. Os dois fazem parte do mesmo fenômeno. Tal relação é evidência de que a vida cristã não se reduz nem a um misticismo que escapa do envolvimento neste mundo, nem se reduz a um mero ativismo sem a direção histórica que somente o projeto do Reino de Deus pode oferecer. Uma visão sem uma tarefa gera um sonhador, Uma tarefa sem uma visão gera trabalho penoso, Uma visão com uma tarefa gera um missionário. A verdadeira espiritualidade é uma Espiritualidade, fruto do Espírito Santo e nascida de um avivamento genuíno. O verdadeiro ativismo nasce naturalmente dessa Espiritualidade e se orienta pelo Reino de Deus. O ativismo e a espiritualidade cristãos são duas dimensões da mesma realidade”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, pp. 380,381).

Dicas da lição 11 – “Os opositores da missão”

Os opositores da missão

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Dicas

Oração: Separe um momento na semana e ore pelos alunos da Escola Bíblica de sua IAP. É muito importante que você peça ao Espírito Santo para preparar os corações e iluminar o entendimento dos alunos para que o ensino seja eficaz e transformador.
Sugestão de Leitura: Ao iniciar o tópico 1: Quem são os opositores, sugira a dica de leitura do Livro “Cartas de um diabo a seu aprendiz” do autor C. S. Lewis da Thomas Nelson Brasil.
Vídeo: Antes de iniciar o tópico 2: Como agem os opositores, mostre o vídeo denominado “5 estratégias do diabo para enganar os filhos de Deus”: https://www.youtube.com/watch?v=0foNWkDgj2A
Dinâmica: Para finalizar, no tópico 3: Como combater os opositores, realize a dinâmica Estratégias de Guerra.
Material: Tiras de papel.
Desenvolvimento: Escreva em três tiras de papel, a pergunta: “Em sua opinião, o que é necessário para se vencer uma batalha?”. Depois, coloque-as debaixo de três cadeiras/ bancos, antes dos integrantes chegarem. Então, antes do estudo, peça para todos conferirem embaixo da cadeira. Os “sorteados” deverão responder a pergunta. A partir dessa discussão poderemos abordar sobre as estratégias de como podemos vencer o diabo e seus demônios.
Aplicação: O professor deverá explicar que uma guerra não se ganha lutando de qualquer forma. Ressalte que as estratégias, o conhecimento do adversário e a preparação são indispensáveis para se ganhar qualquer tipo de batalha não importando o nível ou área de atuação, seja ela de esfera espiritual, financeira, familiar, sentimental e etc.
Direcionamento de Perguntas: No item “Praticando o ensino bíblico”, divida a classe em dois grupos e peça para um representante de cada grupo responder as perguntas 5 e 6 respectivamente em no máximo 3 minutos. Abra espaço para a outra equipe fazer comentários se for necessário. A atividade deve durar no máximo 10 minutos.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_11.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. O inimigo da missão do Reino de Deus
    “O inimigo do Reino de Deus é Satanás. Cristo deve reinar até que tenha colocado Satanás sob seus pés. Essa vitória também aguarda a vinda de Cristo. Durante o Milênio, Satanás será amarrado no abismo. Só no final do Milênio ele será lançado no lago de fogo. Contudo, descobrimos que Cristo já derrotou Satanás. A vitória do Reino de Deus não é apenas futura: uma grande vitória inicial já aconteceu. Cristo participou da carne e do sangue. Ele encarnou ‘para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida’ (Hb 2.14,15). A palavra traduzida por ‘destruir’ é a mesma encontrada em 2Timóteo 1.10 e I Coríntios 15.24,26. Cristo anulou o poder da morte. Ele anulou também o poder de Satanás”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p.90).

  2. A vitória sobre os opositores é certa
    “Satanás ainda anda ao redor como um leão que ruge em perseguição ao povo de Deus (I Pe 5.8) e se insinua como um anjo de luz nos círculos religiosos (2 Co 11.14). Entretanto, ele é um inimigo derrotado. Seu poder, isto é, seu domínio foi desfeito. Seu destino é certo. Uma vitória decisiva, ou melhor, a vitória decisiva foi ganha. Cristo expulsa demônios, libertando os homens da escravidão satânica, demonstrando que o Reino de Deus liberta os homens da escravidão de Satanás. O Reino tira-os das trevas e os conduz à luz salvadora e restauradora do evangelho. Estas são as boas novas acerca do Reino de Deus: Satanás está derrotado e podemos ser libertados do temor demoníaco e do mal satânico para conhecer a gloriosa liberdade dos filhos de Deus”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 90, 91).

  3. A igreja em sua missão luta contra Satanás
    “[…] temos uma mensagem de poder para levar ao mundo. E o evangelho do Reino. Durante o desenrolar desta era, duas forças estão operando: o poder do mal e o Reino de Deus. O mundo é o cenário de um conflito. As forças do mal estão investindo contra o povo de Deus, mas o evangelho do Reino está investindo contra o reino de Satanás […] Cristo despojou Satanás da autoridade que este possuía. O Reino de Deus tem investido contra o reino de Satanás. Apresente era tem sido atacada pela era vindoura, na pessoa de Cristo. Toda a autoridade agora é de Cristo, mas ele só demonstrará essa autoridade, naquela gloriosa vitória final, quando regressar a esta terra. No entanto, a autoridade já pertence a ele. Satanás foi derrotado e está sob ataque. A morte foi vencida. O pecado foi lançado por terra. Cristo detém ‘toda a autoridade’. ‘Ide, portanto…’ Por quê? Porque toda a autoridade e todo o poder pertencem a ele e porque ele está esperando que terminemos nossa tarefa. Dele é o Reino. Ele reina no céu e manifesta seu Reino na terra, em sua Igreja e por meio dela. Quando concluirmos nossa tarefa, ele voltará para estabelecer seu Reino em glória. A nós foi dado não apenas aguardar, mas também apressar ‘a vinda do Dia de Deus’ (2 Pe 3.12). Essa é a missão do evangelho do Reino. Essa é nossa missão”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, pp. 95,97).

  4. Missão e batalha espiritual
    “Devemos entender que estamos numa batalha espiritual. Fazer a obra de evangelista, querer ver o mundo todo salvo, servir a cristo, é atacar diretamente o inimigo, Satanás. De acordo com a Bíblia, quem não tem Cristo pertence a Satanás (Mt 13.38), e, logicamente, quando você começa a orar pela salvação de alguém, e depois começa a evangelizá-lo, o inimigo não vai gostar e fará tudo para não perder a vida que está sob o seu domínio. Você já tentou tirar um osso da boca de um cão faminto? Que tal tirar a carne de um leão esfomeado? Saiba, então, que quando você decidiu servir a Cristo, fez uma declaração de guerra contra Satanás; mas a vitória já está garantida por Jesus. Aleluia! A Bíblia apresenta alguns aspectos desta batalha. Em Colossenses 1.13, ela diz: ‘Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor’. Veja a obra maravilhosa que Cristo fez por nós: outrora estávamos no império das trevas, cegos espiritualmente, longe de Deus, sem esperança, escravizados, cheios de medo, sem saber nada sobre o futuro, sob o domínio de Satanás. Mas Deus, por Sua grande misericórdia, libertou-nos do império das trevas e transportou-nos para o reino de Cristo. Que grandiosa salvação! Aleluia! Mas, como isto se deu? Foi quando alguém orou por nós e mostrou-nos a verdade do evangelho. Portanto, quando saímos para pregar ou desejamos fazer a obra missionária, devemos entender que estamos resgatando vidas do reino de Satanás, levando-as para o reino de Cristo.” (Queiroz, Edson. A igreja local e missões. Vida Nova: São Paulo, 1987.p.25).

Dicas da lição 10 – “É preciso contextualizar”

É preciso contextualizar

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Dicas

Oração: Separe um momento na semana e ore pelos alunos da Escola Bíblica de sua IAP. Peça a Deus direção e sabedoria para que Ele fale a cada coração no estudo da presente lição e que todos os professores possam ser instrumentos para o ensino de Sua Palavra.
Sugestão de Leitura: Livro “Contextualização” do autor Bruce J. Nicholls da Editora Vida Nova.
Dinâmica: Após o término do tópico 1, cite o título do tópico 2 O equilíbrio na contextualização” e realize a seguinte dinâmica:
O objetivo da atividade é verificar se as pessoas realmente conhecem a cultura em que estão inseridas. Como estamos falando de uma lição que é ensinada em várias partes do Brasil e do mundo, estaremos sendo bem abrangentes para atender a todos os públicos.

  • Material: Caneta e papel.
  • Participantes: 3 a 4 pessoas
  • Tempo estimado: 8 minutos
  • Dê uma folha de papel e uma caneta para cada participante e peça para que eles respondam na folha as seguintes perguntas: 1) Em qual data e por quem foi descoberto o seu país?; 2) Qual a história do nome do seu estado? 3) Qual a data de aniversário da Cidade onde reside? 4) Quantos habitantes residem em seu estado?; 5) Quem é o governador do seu estado e o prefeito do seu município?

Objetivo: Levar os alunos a refletirem sobre o nível de conhecimento da sua cultura local e como isso pode influenciar em uma oportunidade para evangelizar alguém. Discuta com os demais participantes sobre a importância de se conhecer a cultura de onde estamos inseridos para utilizarmos como estratégia de evangelismo.
Direcionamento de Perguntas: No item “Praticando o ensino bíblico”, divida a classe em dois grupos e peça para um representante de cada grupo responder as perguntas 5 e 6 respectivamente em no máximo 3 minutos. Abra espaço para a outra equipe fazer comentários se for necessário. A atividade deve durar no máximo 10 minutos.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_10.mp3; utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag
 

Comentários Adicionais

    1. Uma de nição de contextualização – “A contextualização da mensagem, linguística e culturalmente, é um instrumento para uma boa comunicação, que transmita o evangelho de forma clara e compreensível, e Paulo a utilizava abundantemente ao falar distintamente a judeus e gentios, escravos e livres, senhores e servos. Também Jesus, ao propor transformar pescadores em pescadores de homens, ao utilizar em seus sermões a candeia que ilumina, a semente lançada em diferentes solos, o joio e o trigo no mesmo campo, a dracma que se perdeu, as redes abarrotadas de peixes, fez isso para que o essencial da Palavra chegue de maneira inteligível para a pessoa, sociedade e cultura que o ouve”. (Lidório, Ronaldo. Contextualização missionária, desa os, questões e diretrizes. Barbara Helen Burns, ed — São Paulo: Vida Nova, 2011, p.29).
    2. O que é cultura e cosmovisão? – “O termo ‘cultura’ é o rótulo que os antropólogos atribuem aos costumes estruturados e pressuposições de cosmovisão que os povos utilizam para governar sua vida. Cultura (incluindo a cosmovisão) é o modo de vida de um povo, seu planejamento de vida, seu modo de lidar com o ambiente biológico, físico e social. Consiste em pressuposições apreendidas e padronizadas (cosmovisão), em conceitos e comportamentos e na arte resultante (cultura material). A cosmovisão, o nível profundo da cultura, é o conjunto culturalmente estruturado de pressuposições (incluindo valores e compromissos/ alianças) que serve como base para que um povo perceba e responda à realidade. A cosmovisão não está separada da cultura. Ela está incluída na cultura como o nível mais profundo de pressuposições nas quais um povo baseia sua vida (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. p.393).
    3. Contextualizar é facilitar o acesso a igreja – “[…] contextualizar é facilitar ao máximo o acesso à igreja sem comprometer a verdade da crença cristã. Assim, o que se busca é uma verdade atemporal e métodos modernos […] Jesus é relevante para todas as pessoas, todos os tempos, todos os lugares, todas as culturas e todas as circunstâncias. Eles estão comprometidos em transpor quaisquer barreiras culturais […] para que as pessoas possam claramente ouvir a mensagem de Jesus […] toda a igreja e cercada de culturas, subculturas e tribos de pessoas que estão tão perdidas e são tão culturalmente diferentes do cristianismo evangélico ocidental quanto um morador vilarejo indiano”’. (Driscoll, Mark. Igreja Vintage: questões atemporais e métodos atuais. Tradução Érica Silveira Campos. Niterói: Tempo de Colheita, 2011, pp.207, 208).
    4. Contextualização no primeiro século – “A contextualização do cristianismo faz parte do registro do Novo Testamento. É o processo no qual os apóstolos se envolveram ao comunicar aos de fala grega a mensagem cristã que chegou a eles na língua e na cultura aramaica. A m de contextualizar o cristianismo aos que falavam grego, os apóstolos expressaram a verdade cristã no padrão de pensamento de seus receptores. Palavras e conceitos de cada cultura foram usados para explicar temas como Deus, igreja, pecado, conversão, arrependimento, iniciação, ‘palavra’ (logos) e outras áreas importantes da vida e da prática cristãs. As igrejas gregas primitivas corriam o risco de serem dominadas pelas práticas religiosas judaicas, porque seus líderes eram judeus. Contudo, Deus enviou o apóstolo Paulo e outros, que enfrentaram os cristãos judeus e lutaram pela implantação de um cristianismo contextualizado para os gentios de fala grega. Para isso, Paulo teve de travar uma batalha contra muitos líderes judeus que achavam ser a tarefa dos pregadores cristãos simplesmente impor conceitos teológicos judaicos aos novos convertidos (v. At 15). Os judeus conservadores eram os heréticos contra os quais Paulo lutou, pelo direito dos cristãos de fala grega, a fim de que estes pudessem ter o evangelho em sua língua e cultura. Concluímos, com base nas passagens de Atos 10 e 15, que é plano de Deus que o cristianismo bíblico seja “reencarnado” em cada língua e em cada cultura ao longo da História”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 398).

Dicas da lição 9 – "Sejamos luz para os povos"

Sejamos luz para os povos

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Dicas

Globo terrestre: Se puder encontrar, leve para a classe um globo terrestre e exiba-o durante toda a aula. No decorrer da exposição do item 1. As fronteiras, leve os alunos a refletirem sobre o tamanho do nosso desafio missionário, mostrando que nossas fronteiras se estendem até os confins da terra.
Vídeo: Durante o item 2. Os desafios, exiba o vídeo da Lista Mundial da Perseguição 2018 neste link: https://www.youtube.com/watch?v=rqBcHj3alwM. Ajude os alunos a se sensibilizarem com os desafios enfrentados por cristãos perseguidos pelo mundo. Se preferir, você pode apenas exibir a lista em imagem ou pdf neste link: https://www.portasabertas.org.br/artigo/downloads, e mostrar o vídeo O Brasil e Missões, que você pode encontrar aqui: https://www.youtube.com/watch?v=7z_aPwQfvSI
Momento de intercessão: Em pequenos recortes de papel, escreva motivos de oração por missões. Coloque diferentes motivos, mas escreva apenas um por papel. Distribua-os entre os alunos e conduza-os em um momento de oração. Vocês podem fazer isso ao responderem a pergunta 5, na primeira aplicação ou ao final do estudo. No item 2, você encontrará alguns desafios pelos quais podemos orar. Você também pode escrever nomes de países ou grupos étnicos. Lembre-se dos lugares em que temos irmãos promessistas. Acesse o site da nossa Junta de Missões: http://juntademissoes.com.br/ e conheça os projetos missionários da IAP.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_09.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
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Comentários Adicionais

  1. Missão é a tarefa integral
    “Missão é a tarefa integral da igreja que é enviada ao mundo para testemunhar das boas novas. Como tal, missão é literalmente uma perspectiva de vida como um todo: a vida inteira do povo de Deus, tanto como uma comunidade reunida quanto como uma comunidade espalhada, que testemunha do senhorio de Jesus Cristo em todas as situações da vida humana. Missões é uma parte desse papel maior que a igreja desempenha na história de Deus. Sua tarefa é estabelecer um testemunho em lugares onde ele não existe. Em geral, missões é um empreendimento transcultural. Porém, missões não apenas uma parte essencial da missão da igreja; também é uma perspectiva final. A missão do povo de Deus de tornar conhecidas as boas-novas tem como sua perspectiva final os confins da terra”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, p. 260).
  2. Engajamento em missões
    “À medida que a igreja assume sua tarefa de engajar-se em missões, haverá um efeito reflexivo. Quando a igreja desenvolve uma visão para missões e começa a se envolver em missões até os confins da terá, ela também se torna mais propensa a ser uma igreja missional no lugar onde está inserida. Missões tem o potencial de revitalizar a visão missional para o mundo inteiro, incluindo a própria vizinhança.” (Stetzer, Ed. Desvendando o código missional: tornando-se uma igreja missionária na comunidade. Tradução de A. G. Mendes. São Paulo: Vida Nova, 2018, p.261).
    “Sem a Bíblia, a evangelização do mundo seria não apenas impossível, mas também inconcebível. A Bíblia impõe-nos a responsabilidade de evangelizar o mundo, dá-nos um evangelho a proclamar, diz nos como fazê-lo e declara-se o poder de Deus para a salvação de cada crente. Além disso, é fato notável, na história passada e contemporânea, que o grau de compromisso da Igreja com a evangelização do mundo é proporcional ao grau de sua convicção da autoridade da Bíblia. Sempre que o cristão perde a confiança na Bíblia, seu zelo pela evangelização acaba se esvaindo. Inversamente, se ele estiver convencido acerca da Bíblia, estará também determinado a evangelizar”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p.19).
  3. Evangelização mundial: nosso mandato
    “Nosso mandato para a evangelização do mundo, portanto, é a Bíblia inteira. Deve ser encontrado na criação de Deus, porque todos os seres humanos são responsáveis diante dele; no caráter de Deus, transcendente, amoroso, compassivo, não desejando que ninguém pereça, mas que todos venham ao arrependimento; nas promessas de Deus, que todas as nações sejam benditas por meio da semente de Abraão e venham a ser a herança do Messias; no Cristo de Deus, agora exaltado com autoridade universal, para receber aclamação universal; no Espírito de Deus, que convence do pecado, dá testemunho de Cristo e impele a Igreja a evangelizar; na Igreja de Deus, que é uma comunidade missionária multinacional, com ordens de evangelizar até que Cristo volte. A dimensão global da missão cristã é irresistível. O cristão individual e as igrejas locais que não se comprometem com a evangelização do mundo estão contradizendo, por cegueira ou por desobediência, uma parte essencial de sua identidade, a qual provém de Deus. O mandato bíblico para a evangelização do mundo não pode ser ignorado”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p.20).
  4. A igreja e as missões
    “Uma igreja como a de Antioquia [descrita em Atos dos Apóstolos] é uma missão em sua própria localidade, que cresce por meio de expansão espontânea à medida que seu povo encarna e anuncia as boas novas. Uma igreja missional como a de Antioquia também tem em vista os confins da terra e, portanto, anseie participar da tarefa de levar o evangelho a lugares onde ele ainda não conhecido. […] Uma igreja missional de ocupa com ambos […] o evangelho é anunciado em cada local por meio da vida vibrante e radiante de uma igreja acompanhada do testemunho evangelístico espontâneo. No entanto, mais dessas igrejas precisam ser instituídas em lugares nos quais esse testemunho não está presente. O ‘modo de envio’ ou ‘missões’ será fundamental para toda igreja missional”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p.183).

Dicas da lição 8 – "O Espírito Santo na missão"

O Espírito Santo na missão

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Dicas

Dinâmica: Monte um painel, cartaz, ou utilize o Datashow com o desenho da silhueta de uma pessoa, conforme figura abaixo. À medida que for abordando os pontos da lição, vá preenchendo o desenho da pessoa com cada ponto. Por exemplo: O Espírito convence= coloque na cabeça; O Espírito testifica= coloque na boca; O Espírito habita= coloque no coração; O Espírito instrui= coloque nos ouvidos; O Espírito encoraja= coloque nas mãos; O Espírito conduz= coloque nos pés. Ao terminar de preencher o desenho da pessoa e explicar os pontos da lição comente que da mesma maneira que a missão é de Deus, tudo o que precisamos para cumpri-la vem dEle.

Dinâmica 2: Após a exposição das aplicações, peça aos alunos da classe que fiquem em pé. Em seguida, sugira que cada um pense em qual direção fica o norte, aponte e se coloque de frente para ele. Note que, ao fazerem isso, haverá uma confusão de direções, visto que cada qual apontará para um norte diferente. Depois, sugira que todos deem dois passos para a direção leste, depois, oeste e, por fim, para o sul. Perceba que todos irão para direções em sentido contrário uns dos outros e tudo se tornará ainda mais confuso. Peça gentilmente que todos retornem aos seus assentos e explique que o sentido da dinâmica é mostrar que, se cada um decidir realizar a missão seguindo a própria orientação, correrá o risco de seguir numa direção equivocada. Logo, precisamos de uma orientação segura, que nos é fornecida pelo Espírito Santo.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_08.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. O Espírito Santo e a missão
    “A identidade e a natureza do povo escatológico de Deus são vistas sem eu relacionamento não apenas com Cristo, mas também com o Espírito. Hendrikus Berkhof faz a audaciosa afirmação de que não podemos compreender o ensino multiforme e diversificado das Escrituras sobre o Espírito a não ser que compreendamos sua obra no contexto de missão. Nos relatos da ressurreição (Mt 28:19,20; Lc 24:49; Jo 20:21,22; At 1:8), o Espírito é prometido no contexto de missão. visto que o poderoso ato divino de salvação foi realizado por meio de Cristo, essa notícia deve ser espalhada desse Um (Jesus) para os muitos (toda a humanidade), do centro (Jerusalém) para os confins da terra, e do centro da história (os eventos da cruz e da ressurreição) para a consumação da história (a volta de Jesus)”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, pp.209,210).
  2. O Espírito Santo age na igreja e através dela
    “No entanto, missão não é apenas o processo pela qual os feitos de Deus propagados; antes, a própria missão é um dos feitos poderosos de Deus, a atividade divina culminante por meio da qual todos os atos poderosos procedentes são revelados e pessoas são incorporadas neles. É o trabalho do Espírito Santo fazer exatamente isto; todas as outras ações do Espírito registradas no Novo Testamento estão contidas nesse trabalho: Há dois aspectos importantes no relacionamento entre o Espírito e a igreja aqui: a igreja é tanto um instrumento da missão do Espírito como o resultado provisório dessa missão. a igreja é o local ou locus onde o Espírito desenvolve a salvação realizada por Jesus, e também o meio ou canal pelo qual essa salvação se move para outros. Ambos os aspectos desse relacionamento são essenciais”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, pp.210).
  3. O Espírito Santo missionário, em Atos dos Apóstolos
    “O Espírito Santo é o ator principal em Atos. O livro começa com os cento e vinte discípulos esperando. No cenáculo, em sua última noite com os Doze, Jesus havia prometido a vinda do Espírito o descrevera o futuro ministério do Espírito, de convencer, ensinar e testemunhar. Durante os quarenta dias que se passaram entre a ressurreição e a ascensão, a repetida mensagem foi que o Espírito lhes daria ‘poder’ para testemunhar e que eles deveriam esperar pela sua vinda. O Pentecostes foi, pois, um evento missionário. Foi o cumprimento da promessa de Deus dada por intermédio do profeta Joel, de derramar o seu Espírito “sobre toda a carne”, independentemente de raça, sexo, idade ou classe social. […] Por todo o livro de Atos Lucas deixa claro que o impulso missionário veio do Espírito Santo. É este o tema de Harry R. Boer em seu livro Pentecoste e Missões. O livro de Atos, escreve ele, ‘é regido por uma motivação única, que o controla e domina totalmente. Esta motivação é a expansão da fé através do testemunho missionário no poder do Espírito… Incansavelmente, o Espírito Santo leva a igreja a testemunhar, e continuamente nascem igrejas a partir desse testemunho’”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.369,370).
  4. O Espírito Santo como impulso para a missão
    “Nós assistimos [no livro de Atos], fascinados, o Espírito missionário criando um povo missionário e impulsionando-os a saírem em sua tarefa missionária. Eles começaram a testemunhar aos seus companheiros judeus em Jerusalém e ao redor desta, nos quartéis-generais judaicos. Então Filipe tomou a corajosa iniciativa de testificar aos samaritanos, que estavam a meio caminho entre os judeus e os gentios. A seguir veio a conversão do centurião Cornélio, um daqueles gentios ‘tementes a Deus’, que havia aceitado o monoteísmo e os padrões éticos dos judeus, mas continuara sendo gentio, vivendo à margem da sinagoga, mas sem aceitar a plena conversão. O Espírito Santo deu a evidência mais clara possível de que agora Cornélio era um membro com plenos direitos na igreja. Logo depois, alguns crentes anônimos aproveitaram a brecha e ‘falavam também aos gregos, anunciando-lhes o evangelho do Senhor Jesus’. Seguiram-se as três viagens missionárias do apóstolo Paulo aos gentios, em que ele evangelizou as províncias da Galácia, Ásia, Macedônia e Acaia e nas quais o Espírito Santo tanto o impedia como o guiava. O livro termina com Paulo em Roma, a capital do mundo e a cidade dos seus sonhos, não como homem livre, mas como prisioneiro; mesmo assim, porém, um evangelista infatigável, anunciando Jesus e o reino a quem quer que o visite, ‘com toda a intrepidez, sem impedimento algum’”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.369,370).

Dicas da lição 7 – "Jesus, o nosso paradigma"

Jesus, o nosso paradigma

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Dicas

Dinâmica: Papel sulfite, caneta ou lápis
Esta dinâmica deverá ser utilizada durante a exposição do item 2. Sua mensagem. O professor deve levar ler os textos de Mc 4:26-29 e Mc 1:15. Os referidos textos enfatizam o REINO DE DEUS. A seguir, separe três grupos entre os participantes do estudo e distribua três questões. Para ganhar tempo, prepare-as antecipadamente.
Cada grupo fará um pequeno texto, respondendo as seguintes perguntas:
1º Grupo: O que eu devo fazer como Jesus fez, para chegar no Reino? (caminho a percorrer).
Este grupo deve convencer os presentes, citando várias ações que conclua a chegada no referido lugar.
2º Grupo: O que eu devo fazer como Jesus fez, para viver no Reino? (morar eternamente no Reino).
Este grupo deve convencer os presentes, citando várias decisões (de ações, escolhas, diversas abdicações aqui, visando o conforto e a felicidade de morar eternamente no Reino.
3º Grupo: O que eu devo fazer como Jesus fez, para ajudar o próximo a chegar no Reino também?
Este grupo deve convencer os presentes sobre a importância de falar sobre o evangelho, citando a alegria de encontrar no Reino, almas que foram salvas através de sua pregação.
Após a explanação dos grupos o professor pode premiar o grupo que teve os melhores argumentos ou todos os que participaram da atividade.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_07.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. Jesus nos ensina a viver em missão no mundo
    “Há, na oração de Jesus [em João 17], quinze referências a “o mundo”, o que indica que uma das suas maiores preocupações era como o seu povo haveria de se relacionar com o mundo, ou seja, à sociedade não-cristã ou ao secularismo sem Deus. Ele apontou para o fato de que eles lhe haviam sido dados “do mundo” (v. 6), mas que não deveriam ser tirados do mundo (v. 15); que eles ainda estavam vivendo no mundo (v. 11), mas não deviam ser do mundo (v. 14b); que seriam odiados pelo mundo (v. 14a), mas que, mesmo assim, eram enviados ao mundo (v. 18). Este é o relacionamento multifacético da igreja com o mundo: viver nele, não pertencendo a ele, odiada por ele e enviada a ele. Quem sabe a melhor maneira de se compreender isto seja que, ao invés de “afastamento” e “conformação”, que são atitudes erradas em relação ao mundo, a atitude correta é a “missão”. Com efeito, a igreja só poderá fazer missão no mundo se ela evitar as duas trilhas falsas. Se nós nos retirarmos do mundo, a missão se fará obviamente impossível, já que perdemos contato com ele. Da mesma forma, se nos amoldarmos ao mundo, será impossível fazer missão, já que perdemos o nosso limite”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.292,293)
  2. Separados do mundo para servi-lo, como Jesus fez
    “O mais impressionante [em João 17] é que, embora nós vivamos «no» mundo (v. 11), somos, no entanto, enviados «para» o mundo (v. 18). Mas é isso mesmo. É completamente possível haver cristãos que vivem no mundo sem que tenham a mínima participação na missão de Cristo. A oração de Cristo por seu povo aqui é que o Pai nos “santifique” pela sua palavra da verdade (v. 17), ou melhor, que nós sejamos “verdadeiramente santificados”, assim como Cristo, que santificou-se a si mesmo por nós (v. 19). Mas que santificação é essa, poderíamos nos perguntar, se ela é uma santificação em que o próprio Cristo participou? Como é que se pode dizer que o Cristo sem pecado santificou-se a si mesmo? A resposta está certamente no fato de que a santificação tem dois aspectos complementares, um negativo e outro positivo. Ser santificado é ser separado do mal em todas as suas formas. É isto que nós costumamos pensar quando usamos a palavra “santificação”. Mas ser santificado é também ser separado para o ministério específico para o qual Deus nos chamou. É neste sentido que Jesus separou-se a si mesmo por nós, a saber, para vir ao mundo a fim de nos buscar e salvar”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, p.293)
  3. Jesus: Exemplo de missão
    “Nós também fomos “santificados”, ou separados para a nossa missão no mundo. De fato, nós podemos ser descritos como ‘separados do mundo para estar a serviço do mundo’. No versículo 18 [de João 17] (assim como em João 20.21) Jesus traça deliberadamente um paralelo entre sua missão e a nossa: ‘Assim como tu me enviaste ao inundo, também eu os enviei ao mundo’. Em que sentido, pois, Jesus pretendia que sua missão fosse o modelo para a nossa? Existem, evidentemente, diferenças substanciais. O fato de ele ser enviado ao mundo requer tanto a encarnação quanto a expiação, embora nenhum de nós seja Deus para se ‘tornar carne’ ou morrer pelos pecadores. Não obstante, o fato de sermos enviados ao mundo, assim como ele, haverá de moldar a nossa compreensão de missão”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.293,294)
  4. Ir para o mundo como fez Jesus
    “Ele [Jesus] nos diz que fazer missão implica entender-se sob a autoridade de Cristo (nós somos enviados, não nos voluntariamos); renunciar a privilégios, segurança, conforto e distância, à medida que mergulhamos no mundo de outras pessoas, assim como ele veio fazer parte do nosso mundo; humilhar-nos e tornar-nos servos, tal como ele fez; suportar a dor de sermos odiados pelo mundo hostil para o qual somos enviados (v. 14); e compartilhar as boas novas com as pessoas lá onde elas se encontram. […] Nada é mais importante para a redescoberta da missão da igreja (onde ela se perdeu) ou para o seu desenvolvimento (onde ela está enfraquecida) do que uma visão renovada, clara e abrangente a respeito de Jesus Cristo. Quando ele é aviltado e especialmente quando é negado na plenitude de sua incomparável pessoa e obra, a igreja fica sem motivação e sem direção, nossa moral se esfacela e nossa missão se desintegra. Mas quando vemos Jesus, isto nos basta. Nós temos toda a inspiração, incentivo, autoridade e poder de que necessitamos”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.294, 398)

Dicas da lição 6 – "Os cristãos missionais"

Os cristãos missionais

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Dicas

Dinâmica: A Evangelização.
A mensagem do evangelho deve ir a todas as extremidades da Terra, porque a Salvação que Cristo consumou no calvário é para toda a humanidade. A classe não pode negligenciar sua missão principal: alcançar o homem com a mensagem do Evangelho.
Objetivo: Estimular uma reflexão sobre a necessidade de cumprir a missão evangelística anunciada por Jesus aos discípulos, minutos antes de subir ao Céu.
Material: Uma espiga de milho tostado e copos descartáveis.
Procedimento: Faça a leitura em classe de Mateus 28:19-20 e, em seguida, comente sobre a ação evangelizadora da Igreja. Distribua copos descartáveis para toda a turma e apresente uma espiga de milho verde com casca. Explique que o milho só existe porque um grão foi semeado, produzindo assim o fruto. Em seguida, diga que nós também iremos semear “os grãos” (a Palavra de Deus) durante a semana no coração dos não-evangélicos. Então, peça que cada aluno retire grãos de milho de espiga madura, coloque-os dentro do copo descartável que recebeu e passe a espiga adiante. Os alunos só deixarão de tirar os grãos quando não tiver mais nenhum no sabugo. Depois disso, peça que todos confiram os números de grãos que conseguiram colocar no copo. Encerre dizendo que os alunos deverão evangelizar durante a semana o número de pessoas representado através dos grãos que ficaram nos seus copos. Pode ser por meio de folhetos, telefonemas, e-mails ou de casa em casa. O importante é que se esforcem para atingir o número de sementes do copo. No sábado seguinte, separe alguns minutos para cada aluno relatar as bênçãos recebidas e expor o seu relatório evangelístico. Cremos que muitas almas poderão chegar-se a Cristo através da semeadura de cada aluno.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_06.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. Cristãos missionais revelam Jesus com suas vidas
    “O viver missional que constrói relacionamentos por causa do Evangelho tem que ser experimentado pela comunidade de discípulos, onde encaramos pessoas como amigas e não como projetos. O grande mandamento de Jesus é amar a Deus e amar ao próximo. A grande comissão de Jesus é fazer discípulos. Por vezes, nosso discipulado se pulveriza na procura por fazer discípulos. Como isso acontece? Quando por vezes procuramos fazer discípulos nas florestas ou no sudeste da Ásia, sem ao menos compartilhar nossa fé com o vizinho ao lado. Os seguidores de Jesus proclamam o Evangelho, à medida que revelam Jesus em suas próprias vidas pautadas pelas boas novas. Podemos experimentar nos encontrar regularmente com 3 ou 5 pessoas que não seguem a Jesus, incluindo-as amorosamente na nossa vida, orando por elas e convivendo com elas”. (Costa, João. Missional: Uma jornada da devoção à missão. Interferência Editora, Rio de Janeiro: 2012. p.58).
  2. Cristãos missionais evangelizam e servem
    “Uma proposta missional nesse tempo encontrará seu impacto evangelizador, à medida que buscar na palavra do Senhor a espiritualidade capaz de permitir um surgimento de comunidades que saibam conjugar esses dois eixos: evangelização e serviço. Ou seja, redescobrir uma vivência de comunhão plena, koinonia que abarca todas as necessidades da pessoa e da cidade. Ao longo de todos os tempos a comunidade é tentada a fechar-se em torno de uma mentalidade auto-preservativa, um grupo de mentalidade voltada para si mesma. Sempre que isso ocorrer, ela precisa ser exortada a se abrir para ser oikos, abrigo, lar para aqueles que não tem casa”. (Costa, João. Missional: Uma jornada da devoção à missão. Interferência Editora, Rio de Janeiro: 2012. p.85).
  3. Cristãos missionais influenciam
    “Deus já está agindo na sociedade humana, é o que nós dizemos. Isto se dá, em parte, pela sua graça comum, quando dá ao mundo a benção da família e do governo, através dos quais o mal é restringindo e os relacionamentos controlados. Mas acontece também através dos membros de sua comunidade redimida, que zela pelos valores do seu reino, sem comprometê-los. Jesus disse que o seu povo deveria impregnar a sociedade como sal e luz. A partir destes modelos, pode-se deduzir que Jesus esperava que os seus seguidores influenciassem o mundo para o bem. Afinal, ambas as cosias refletem cousas práticas e efetivas na vida. Elas fazem diferença no contexto em que são colocadas: o sal previne a deterioração e a luz expulsa as trevas”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, p.435).
  4. Missionais no dia-a-dia
    “Jonathan Dodson, da igreja Austin City Life, no Texas, dá oito sugestões para sermos missionais. Ele comenta que ‘ser missional não significa adicionar um evento à nossa vida que é corrida. O evento é a nossa vida. Missões devem ser uma maneira de viver, não algo que adicionamos às nossas vidas…Podemos ser missionais diariamente sem sobrecarregarmos nossa rotina. Aqui estão algumas sugestões […] : 1. Faça refeições com não-cristãos. […] Por que não fazer um hábito de partilhar uma das refeições com um não-cristão ou com uma família de não-cristãos? […] 2. Não dirija, caminhe. […] 3. Seja um cliente fiel. Em vez de cada hora ir a um lugar diferente na cidade para abastecer, fazer compras, cortar o cabelo, comer fora ou tomar café, vá sempre aos mesmos lugares, nos mesmos horários. […] 4.Pratique atividades com os incrédulos […] 5. Converse com seus colegas de trabalho […] 6. Seja voluntário […] 7. Participe de eventos realizados na cidade. […] 8. Sirva seus vizinhos […]”. (Chester, Tim e Timmis, Steve. Igreja diária: comunidades do evangelho em missão. Tradução Vanessa Braganholo. Niterói, RJ: Tempo de Colheita, 2013, p.109).

Dicas da lição 5 – "A centralidade da cruz"

A centralidade da cruz

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Dicas

Vídeo: Após explicar e discutir o item 1. A necessidade central da cruz reproduza o vídeo “Somos a Igreja e a Juventude da Cruz” disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=D8ORgxTw9gM – Aqui temos um clipe com cenas do filme “A paixão de Cristo”, com a música “Santa Cruz”. Destaque que a cruz era uma maldição para os pecadores, como castigo. Mas em Cristo ela foi bendita, para a nossa salvação, pois ele não tendo pecado se fez maldito por nós, trazendo-nos a benção de sua Graça. Aproveite para falar enfatizar que a cruz nos beneficia de modo comunitário, não apenas individualmente, fazendo assim, um link com o item 2. A importância comunitária da cruz.
Dinâmica: Material: Uma folha de papel sulfite e uma caneta por pessoa.
Na abordagem do Item 3. A identidade missional da cruz, peça para cada aluno desenhar uma cruz em sua folha. Após desenharem a cruz peça para mostrarem seu desenho. A Seguir, peça-os para fazerem outros desenhos que tenham relação com a cruz. Ou escreverem alguns itens relacionados a ela. Diga para desenharem ou elencarem de acordo com o que a cruz representa para eles (Ex.: Família, Perdão, Salvação, Proclamação).
Na sequência, peça para cada um (ou alguns) mostrarem e explicarem sobre o que fizeram em 2 minutos, no máximo, cada. Então, explique à classe de acordo com o conteúdo da lição a identidade missional da cruz. Como ela deve estar intimamente associada a cada seguidor de Jesus. Leia Lucas 9:23, para fundamentar a fala.
Vídeo 2: Após as duas aplicações da lição, reproduza o vídeo “‘A Cruz de Cristo’ – Billy Graham Legendado” disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=FFoRleSgaBY
Finalizando, você pode ressaltar que nem o legalismo nem o relativismo, mas o Cristo crucificado pelos nossos pecados e ressurreto com toda autoridade é quem nos conduz em triunfo como igreja discipuladora. Se preferir, faça uma recapitulação breve do conteúdo estudado e desafie a classe a cumprir o desafio da semana a seguir.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_05.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. A importância da cruz
    “Na cruz, o reino de Deus vence o mal, não por meio de uma fora superior, mas porque Jesus toma sobre si mesmo todo o impacto do pecado e esvazia o seu poder. […] O que domina e derrota o mal e o pecado que corrompem o mundo é a força do amor sacrificial pelo qual o Cordeiro de Deus leva sobre si mesmo o pecado do mundo, inclusive sua culpa e seu poder de destruição. Nisso vemos o ápice do relato bíblico: a morte de Jesus alcança para o reino de Deus a vitória decisiva sobre o mal e o pecado, pondo fim à era antiga e alcançando o objetivo da história da redenção. A cruz tem importância cósmica. A igreja compartilha e participa dessa salvação cósmica”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, p.134)
  2. A comunidade da cruz
    “A morte de Jesus cria uma comunidade restaurada, reempossada na sua vocação como um canal de salvação para as nações. A cruz é um evento que cria um povo redimido e transformado; ela tem um significado comunitário. […] Embora o Israel do Antigo Testamento tenha fracassado no seu chamado por causa de seu pecado – uma vez que a Torá não pôde fazer de Israel uma comunidade missionária fiel – a morte de Jesus indica o fim do poder do pecado. […] Agora o povo de Deus recém-reunido está capacitado a cumprir o seu chamado. A cruz liberta o poder necessário para transforma-lo em um povo que pode viver como luz para o mundo”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, pp. 136, 138,139).
  3. O desprezo do mundo à cruz
    “Ainda hoje a mensagem da cruz é profundamente desprezada. A doutrina bíblica evangélica da expiação de Jesus (que diz ter Cristo padecido em nosso lugar, como nosso substituto, a morte que merecíamos morrer) é rejeitada e até ridicularizada. É considerada “primitiva”, “retórica”, “injusta”, “imoral” e “bárbara”. A. J. Ayer chamou as doutrinas relacionadas ao pecado e à expiação de “intelectualmente desprezíveis e moralmente ultrajantes”. […] Daí a tentação de retocar o evangelho do Cristo crucificado, de eliminar seus aspectos que causam mais objeções e de tentar adaptá-lo ao gosto dos sensíveis paladares modernos. Não é de admirar que o apóstolo [Paulo] pareça quase violento ao expressar sua decisão de “saber somente a Jesus Cristo”, e especialmente a sua cruz [em 1 Co 2:2-12]. Ele teve de optar entre fidelidade e popularidade”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, p.69).
  4. A singularidade de Jesus e sua cruz
    “A situação religiosa do mundo não mudou muito desde aqueles dias. E verdade que os velhos deuses da Grécia e de Roma já foram desacreditados e descartados há muito tempo. Mas em lugar deles surgiram novos deuses, assim como ressurgiram outras crenças antigas. Um dos resultados dos meios modernos de comunicação e da facilidade de viajar é que muitos países vêm se tornando cada vez mais pluralistas. O que as pessoas querem é um sincretismo fácil, uma trégua para a competição interreligiosa, uma mistura do que há de melhor em todas as religiões. Mas nós, cristãos, não podemos abrir mão, nem da supremacia, nem da unicidade de Jesus Cristo. Simplesmente não existe ninguém que seja igual a ele; sua encarnação, sua redenção e ressurreição não têm paralelos. Portanto, ele é o Mediador — aliás, o único — entre Deus e a raça humana. Esta afirmação da exclusividade de Jesus tem produzido ressentimentos amargos e profundos. Muitos a consideram “intoleravelmente intolerante”. Mas, por amor à verdade, nós temos que mantê-la, por mais ofensa que possa causar”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, p.71).

Dicas da lição 4 – "O que é igreja missional?"

O que é igreja missional?

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Dicas

Vídeo: Após ler a introdução, mostre à classe o vídeo com o tema: Os três tipos de igreja, em que o Pr. Ricardo Agreste, aborda a igreja hospital, a igreja empresa e a igreja missional. Em seguida, estimule os alunos a refletir sobre e, se possível, a comentar sobre esses tipos de igrejas. Eis o link do vídeo: https://youtu.be/gPwhQ47QB4o
Dinâmica dos versículos nos bombons: Como sugestão, faça esta dinâmica após a parte das aplicações: II. Praticando o ensino bíblico. Antecipadamente, escolha alguns versículos bíblicos alusivos à obra missionária (Ex: At 1:8, 13:2-3; Rm 15:20; 1Co 9:16; 2Co 5:20; Cl 4:2,3; 1Pd 2:9) e os transcreva em uma tira de papel sem a referência bíblica. Esta, por sua vez, deverá ser escrita em outra tira. Embrulhe uma tira em cada bombom formando pares de bombons: um com o versículo e outro com a referência.
Objetivo: Identificar a referência de alguns versículos pertencentes à base bíblica para missões e memorizá-los.
Desenvolvimento: Na classe, distribua um bombom para cada participante. Peça que o desembrulhe, retire o papelzinho e torne a embrulhar o bombom sem comê-lo. Solicite que um dos participantes leia o que está escrito. Se for referência deverá perguntar quem sabe qual é o versículo e se for versículo perguntar quem sabe a referência. Aquele que acertar receberá mais um bombom, só que agora sem papelzinho dentro. Quem errar terá seu bombom confiscado. Os participantes que casarem o versículo com a referência vão formando duplas. Quando todas as duplas estiverem formadas algumas terão mais bombons e outras não. Dê alguns minutos para cada dupla decorar o versículo e a referência bíblica. Em seguida, cada elemento falará decor seu seu versículo e referência. Quem falar corretamente receberá um bombom; quem errar uma palavra ou mais não receberá nada e não perderá nada. Ao final, a dupla que tiver mais bombons é a vencedora e receberá em dobro a quantia que possui. Em caso de empate, todos ganham o dobro de bombons que possuem.
Lembre-se: A dinâmica precisa ser adaptada conforme o número de participantes.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_04.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. Definindo o termo missional
    “Na sua melhor definição, ‘missional’ descreve não uma atividade especifica da igreja, mas a própria essência e identidade da igreja à medida que ela assume seu papel na história de Deus no contexto de sua cultura e participa na missão de Deus para o mundo. […] Missão nos faz lembrar que a igreja deve ser orientada para o mundo, existindo em favor dos outros. […] Desse modo, descrever uma igreja como ‘missional’ significa definir a comunidade cristã inteira como um corpo enviado ao mundo e que existe não para si mesmo, mas para levar as boas novas ao mundo [..]”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, pp.20,21).
  2. Orientada ao mundo
    “O termo missional, portanto lembra a igreja de que ela deve estar orientada para o mundo e permanecer fiel à sua identidade como uma agenda da missão de Deus e participante na história de Deus. […] A palavra ‘missão’ encontrou ressonância em cristãos hoje porque ela desafia a igreja a assumir seu papel e deixar para trás sua preocupação com seus próprios interesses e sua acomodação pecaminosa à sua história cultural”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, pp.20,21).
  3. A ação da igreja missional
    “Em vez de simplesmente convidar a cidade para ir à igreja, os membros estão comprometidos em levar a igreja à cidade”. […] A igreja “tem de ser o missionário capaz de penetrar nas suas complexas realidades culturais para construir pontes. Estar inserido na cultura local para mostrar Cristo na vida diária é fundamental. Se a igreja estiver posicionada na cultura como se fosse um missionário, os membros deverão aprender a viver como tal. […] A obra do cristão é conversar sobre aquilo que está no coração de Deus, a saber, a redenção do homem”. (Stetzer, Ed. Igrejas que transformam o Brasil: sinais de um movimento revolucionário e inspirador. Ed Stetzer, Sérgio Queiroz. São Paulo: Mundo Cristão, 2017, pp.200,202,214).
  4. A igreja local é enviada com uma missão
    “Com essa única ordem [João 20:19-21], Jesus anunciou dois mil anos de direcionamento para a igreja, ainda em vigor para as igrejas de hoje – incluindo a sua igreja. Ele asseverou que somos enviados. A igreja é, e você individualmente também, o missionário de Deus para o mundo. Sua igreja é o instrumento de Deus para alcançar o mundo, e isso inclui alcançar as pessoas de sua localidade”. (Stetzer, Ed. Desvendando o código missional: tornando-se uma igreja missionária na comunidade. Tradução de A. G. Mendes. São Paulo: Vida Nova, 2018, pp.48,49). “Uma Igreja missional não vê as pessoas e a cultura como inimigos, mas como tesouros perdidos que Deus está restaurando. A restauração só é feita completa e abertamente, através do Evangelho, sendo comunicado pelo povo enviado por Deus, a Igreja. Isso é ser missional. Nós temos um remetente (Jesus), uma mensagem (o Evangelho), e os destinatários (pessoas reais inseridas na cultura)”. (Costa, João. Missional: Uma jornada da devoção à missão. Interferência Editora, Rio de Janeiro: 2012. p.116).