Dicas da lição 10 – “Estamos em guerra”

Estamos em guerra

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Dicas

  • Dinâmica: Para o item 2 “Nossos oponentes na guerra”, distribua folhas de sulfite e canetas, pedindo que os alunos dividam a folha em três partes, escrita “mundo, a carne e o diabo”. Peça que escrevam o que acham de cada um. Primeiro o “mundo” e em seguida explique o que a Bíblia diz. Em seguida faça isso com os outros itens. A ideia é mostrar aquilo que a Bíblia diz e a lição expõe, e o que os alunos sabem sobre o assunto (ou sabiam antes de estudarem a lição).
  • Vídeo: Para a aplicação da lição mostre para classe o vídeo “Existe uma guerra espiritual pela sua alma (como vencê-la). Nela, é explicada como o ser humano vence a batalha contra o pecado. Acesse o vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=S9i4J4kdLsU.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.


 

Comentários Adicionais

  1. Nossa natureza mascarada:
    “Nossa natureza caída, pecaminosa, caracteriza-se pela sutileza e hipocrisia. Todos temos uma tremenda dificuldade de enxergar nossa carnalidade. Vivemos atrás de máscara que nos esconde de nós mesmos. Impedimos que o espelho de Deus revele o que somos (cf. Tg 1.23s).” (SHEDD, Russel. O mundo, a carne e o diabo. São Paulo: Vida Nova, 1995, p.52).
  2. Santidade do Espírito:
    “O mesmo Espírito que esteve presente na criação e fez com que você nascesse de novo, está agindo para capacitar o íntimo de seu ser (ou seja, sua vontade ou coração) para que você possa resistir aos pecados que não conseguia resistir anteriormente e para fazer coisas boas que, de outra sorte, seriam impossíveis para você.” (DEYOUNG, Kevin. Brecha em nossa santidade. Tradução de Eros Pasquini Júnior. São José dos Campos: Fiel, 2003, pp. 116-117).
  3. Obediência grata:
    “Em virtude das misericórdias de Deus de Romanos 1-11 (p. ex. justificação, adoção, predestinação, expiação, reconciliação, preservação, glorificação), nossa grata resposta deve ser a obediência aos imperativos dos capítulos 12 a 16. Conforme afirma John Stott, ‘não é por acaso que no Grego um e o mesmo substantivo (charis) substitui tanto ‘graça’ como ‘gratidão’.” (Ibidem, pp.118-119).
  4. Parceria:
    “(…) chegamos a uma parte da aplicação da redenção que é uma obra progressiva, que continua por toda nossa vida na terra. Também é uma obra na qual Deus e o homem cooperam, cada um desempenhando papéis distintos. (…) santificação é uma obra progressiva da parte de Deus e do homem que nos torna cada vez mais livres do pecado e semelhantes a Cristo em nossa vida presente.” (GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. Tradução de Norio Yamakami; Lucy Yamakami; Luiz A. T. Sayão. São Paulo: Vida Nova, 1999, p.622).
  5. Santos em ascensão:
    “Paulo diz que por toda vida cristã ‘todos nós […] somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem’ (2Co 3.18). Gradualmente nos tornamos cada vez mais semelhantes a Cristo, conforme avançamos na vida cristã. A expectativa de todos os autores do Novo Testamento é que nossa santificação aumente no curso de nossa vida cristã.” (Ibidem, p.624).

Dicas da lição 9 – “Salvos pelo sangue”

Salvos pelo sangue

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Dicas

  • A lição em uma frase: Pelo fato de o sangue de Cristo nos ter livrado da condenação do pecado, temos uma nova vida, para ser vivida sem escravidão, pelo poder do Espírito.
  • Desenvolvimento da lição:

    Convidar para a aula

    Duração
    5 min

    Atividade

    Mostre esta imagem para a classe:

    Comente com a classe o seguinte fato: Em nossa sociedade, toda vez que se faz um contrato formal de trabalho, dispõem-se os termos com que as partes envolvidas se comprometem legalmente.

    Faça as seguintes perguntas à classe e peça que as respondam conversando em pares ou pequenos grupos:
    1. O que acontece se um empregado ferir uma das cláusulas do contrato?

    2. O que acontece se o empregador romper o contrato sem justa causa?

    OBS.: Deixe a imagem em exibição enquanto eles conversam.
    Dê 3 minutos para esse bate-papo. Reserve mais 1 minuto para algumas respostas.

    Recursos
    Data show/ou cartolina para desenhar a imagem sugerida

    Apresentar o assunto

    Duração
    10 min

    Atividade

    De forma breve, relacione o fato que acabaram de comentar com a situação de quebra de contrato por parte do ser humano, que deliberadamente infringiu a aliança firmada com Deus.
    Mostre em Romanos 3.10 e 23 a condição de réu condenado em que se encontra o homem por ter transgredido os termos desse pacto, colocando-se debaixo sob a condenação da lei, a qual prescreve pena de morte ao transgressor.
    Porém, ao fazer um pacto com Abraão, Deus comprometeu-se a assumir os efeitos da transgressão por parte do homem. Naqueles tempos antigos, quando firmavam uma aliança, os contratantes matavam animais, dispunham as metades deles formando um caminho, e passavam entre elas. Ambos passavam, afirmando desse modo reconhecer que o destino daqueles animais mortos seria também o destino de qualquer dos contratantes que transgredisse o pacto que acabavam de firmar.
    Na visão registrada em Gênesis 15.12-20, porém, Deus – representado por um fogareiro em chamas – passa sozinho entre os corpos cortados. Abrão não passou entre eles. Só o Senhor. Desse modo, Deus comunicou a nosso pai na fé que ele mesmo, Deus, sofreria a punição decorrente da nossa violação da aliança.
    Aliás, já no começo da história humana, por ocasião da Queda, quando Adão e Eva falharam ao desobedecer os termos do pacto, Deus, por graça, lhes prometeu um resgatador (Gn 3.15).
    Desse modo, a Bíblia anuncia que Deus deseja relacionar-se de forma extraordinariamente maravilhosa com o povo que escolheu: ele faz um pacto cujos termos ele mesmo estabelece e que devem ser obedecidos. E toma a iniciativa de assumir a punição pela quebra desse pacto, providenciando resgate da dívida gerada pela desobediência do seu povo.
    Ele nos incluiu nessa história maravilhosa. O que representa para nós o resgate pago pelo sangue de Cristo? Poderemos responder a essa pergunta ao estudarmos hoje esta lição.

    Recursos
    Bíblia, revista, dicionário bíblico

    Pesquisar sobre o assunto

    Duração
    20 min

    Atividade

    Os alunos trabalharão em pequenos grupos para responderem às perguntas que você apresentará. Essa perguntas deverão ser impressas e distribuídas para cada grupo. Providencie folhas para anotarem as respostas. Os alunos devem consultar a Bíblia e a revista para encontrarem suas respostas e você estará à disposição para auxiliá-los na pesquisa.
    • SUGESTÃO DE PERGUNTAS
    1. Que pena recai sobre o homem, como parte infratora do pacto com Deus? (Rm 5.12; 6.23)
    2. De que forma Deus intervém para que haja reparação da ofensa e pagamento da dívida? (Rm 5.8 e 8.32)
    3. Com referência ao sacrifício de Cristo, o que significam as seguintes expressões:
    a) Morte vicária ________________
    b) Expiação ____________________
    c) Propiciação __________________
    4. Após ler o item 2 da revista (Ef 2.8; 2Co 5.21), responda: O que queremos dizer, ao afirmar que, pelo sangue de Jesus, o crédito dele é transferido para nós?
    5. O que significa dizer que alguém é escravo do pecado? O que é a natureza pecaminosa ou a carne? Como o sangue de Jesus e o Espírito Santo agem em relação a isso? Leia Rm 6.6,12, 8.1-17; Gl 5.16-17, e o item 3.
    6. De que forma podemos vivenciar nossa condição de salvos pelo sangue de Cristo? Como deve andar aquele que tem essa certeza?

    Recursos
    Bíblia, revista, dicionário bíblico. Papel sulfite, canetas ou lápis

    Expressar o que aprenderam

    Duração
    10 min

    Atividade

    Após a atividade de pesquisa, você poderá propor um nome para esta próxima atividade:
    BANCO DE SANGUE
    Com antecedência, prepare:
    1. Duas caixas: uma forrada com papel marrom e a outra com papel vermelho. Na frente da caixa marrom escreva DÉBITO. Na frente da vermelha escreva CRÉDITO.
    2. Cartões onde você escreverá as referências bíblicas que foram estudadas na lição, incluindo algumas indicadas na LEITURA DIÁRIA. Em cada cartão escreva a referência de apenas um versículo, por exemplo: Rm 3.23.
    Nesse momento da aula, os alunos deverão colocar na caixa marrom os versículos referentes à dívida, ao débito do homem por ter quebrado a aliança com Deus. Na caixa vermelha, os que se referem ao pagamento providenciado por meio do sangue de Cristo.
    Sabendo que adquirimos em Cristo o acesso a esse “banco”, pergunte aos alunos como isso afeta a nossa vida nas diversas áreas:
    Espiritual/social/mental/física/etc.

    Recursos
    Duas caixas de papel duro, papel marrom e papel vermelho para forrar as caixas, papel sulfite para confeccionar cartões

    Inspirar a prática de vida

    Duração
    5 min

    Atividade

    Com antecedência, prepare envelopes vermelhos com o nome de cada aluno escrito na frente. Dentro do envelope, coloque um pedaço de papel com a palavra RESGATADO. É bom ter alguns envelopes extras caso venham visitantes.
    No fim da aula, distribua os envelopes e peça que os abram e vejam o que há dentro. Peça a cada aluno que compartilhe com outro o que representa o sangue de Cristo para ele. Terminem com orações de gratidão pela salvação e cantem o hino sugerido na revista.

    Recursos
    Envelopes vermelhos/papel sulfite

    Atividade proposta por Sandra Salum Marra, no Congresso de Educação da IAP.

  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. Dívida perdoada:
    “No que diz respeito à nossa dívida para com Deus, a ‘escrita da dívida’ contra nós foi removida por Cristo. Um aviso de que a dívida havia sido paga foi afixado em lugar público quando Jesus foi ‘pregado na cruz’. Essa seção desarmou as potestades e os principados do mal, tornando o triunfo de Jesus sobre eles um espetáculo público.” (SPROUL, R.C. Salvo de quê? Compreendendo o significado da salvação. Tradução de Fabiani Medeiros. São Paulo: Vida, 2006, p.81).
  2. Substitutiva:
    “(…) sua morte foi substitutiva ou vicária. Assim como os sacrifícios do Antigo Testamento tinham um caráter substitutivo, assim também Cristo, que cumpriu e substituiu aqueles sacrifícios antigos, ofereceu-se como o ‘cordeiro de Deus’ no lugar dos pecadores.” (SEVERA, Zacarias de Aguiar. Manual de Teologia Sistemática. Curitiba: AD Santos, 2014, pp.203-204).
  3. Esboço de bênçãos:
    “Romanos 8.1-17 trata de seis bênçãos da nova aliança concedidas ao cristão e procedentes do Espírito: justificação (v.1), obediência (v. 2-8,12,13), habitação do Espírito (v.9,10), ressurreição (v.11), adoção (v.14-16) e herança (v.17). Romanos 8.18-30 acrescenta outra bênção da nova aliança procedente do Espírito: glória (por meio do sofrimento) (…).” (PATE, C. Marvin. Romanos. Tradução de Suzana Klassen e Vanderlei Ortigosa. São Paulo: Vida Nova, 2015, p.166).
  4. Obediência:
    “(…) ao enviar seu Filho ao mundo como homem para vencer o pecado, Deus resolveu o dilema de como capacitar os seres humanos para obedecer-lhe. A morte sacrificial de Cristo derrotou o pecado e substitui-o pela obediência no cristão. As profecias da nova aliança do Antigo Testamento (p. ex., Jr 31.31-34; Ez 26.26-28) associavam a nova aliança com a obediência sincera alcançada pelo Espírito.” (Ibidem, p.167).
  5. Uma obra completa:
    “(…) Jesus realizou quatro coisas importantíssimas: expiação, propiciação, redenção e reconciliação. Primeiro, Ele removeu a culpa do nosso pecado ao assumi-la na cruz (expiação). Segundo, Ele satisfez a ira de Deus contra o pecado ao morrer na cruz (propiciação). Terceiro, Ele nos resgatou do domínio do pecado e do reino de Satanás (redenção). Por fim, Ele eliminou a distância que havia entre nós e Deus (reconciliação). Nisto vemos a obra completa que Jesus realizou na cruz (Rm 3.23-25; 5.10,11; 2 Co 5.19; Cl 1.20-23; 1 Jo 2.2).” (MCALISTER, John. Seminário Teológico de Base: fundamentos da Teologia – Jesus Cristo e o Espírito Santo. Rio de Janeiro: Anno Domini, 2013, pp.29-30).

Dicas da lição 8 – “Anatomia do pecado”

Anatomia do pecado

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Dicas

  • Vídeo: O Dr. e Pr. Russel Shedd fala sobre “pecado e pecadinhos”. Ele fala sobre a diferença sobre estes. Exiba este vídeo no item 3. Acesso o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=j9n3WVXRG7A.
  • Dinâmica: Para o item 2, falando sobre corrupção herdada, aplique a seguinte dinâmica:
    Material: Papel, caneta e pedaço de tecido (venda).
    1 – Escreva na folha de papel: “É pecado ficar em pé enquanto todos estão sentados”. Não deixe que ninguém veja essa frase antes da dinâmica começar;
    2 – Peça que todos fiquem sentados e escolha uma pessoa para participar da dinâmica. Cubra os olhos dessa pessoa e peça que ela fique em pé;
    3 – Sente-se e mostre a frase para todas as pessoas presente, peça que ninguém leia a frase em voz alta.
    4 – Pergunte para a pessoa que está em pé e com os olhos vedados se ela está cometendo algum pecado naquele momento. Naturalmente a pessoa dirá que “não”, pois não está vendo a frase que está escrita no papel. Pergunte mais vezes e insista.
    5 – Peça para a pessoa retirar a veda e ler a frase, diga que o que está escrito é só um exemplo. Fale para ela: “Já que você agora sabe que está cometendo um pecado o que você irá fazer? – Naturalmente a pessoa irá se sentar!
    (Pecado & Arrependimento. Disponível em: http://ibcbh.com.br/celulas/dinamicas-tematicas/> Acesso: 21/11/17).
    Aplicação: Mostre para classe, que sem um conhecimento da Palavra, estamos cegos e não sabemos discernir o pecado. Com conhecimento bíblico é possível saber tanto sobre a “culpa herdada” e a “corrupção herdada”.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

    1. Resumo sobre pecado:
      “(…) o pecado não é nada além de fazer o que Deus proíbe (como Adão e Eva fi zeram em Gn 3) ou não fazer o que ele manda. É a terrível declaração de independência da criatura dependente em relação ao Criador. A ausência do exercício da fé significa não levar a sério nossa pecaminosidade, mas valorizar nossa autonomia.” (SHEDD, Russell P. Pecados e pecadinhos. São Paulo: Shedd Publicações, 2015, p.11).
    2. Pecados alisados:
      “(…) conceito integral de pecado praticamente sumiu da sociedade em geral, e tem sido abrandado em muitas igrejas para não ferir a consciência moderna. Na verdade, as palavras severas que a Bíblia usa em relação ao pecado foram banidas de nosso meio. As pessoas não adulteram mais; elas têm casos. Os executivos não roubam; eles cometem fraude.” (BRIDGES, Jerry. Pecados intocáveis. Tradução: Eulália Pacheco Kregness. São Paulo: Vida Nova, 2012, p.19).
    3. Pecados ignorados:
      “(…) como se comportam as igrejas evangélicas conservadoras? [o pecado] (…) foi redirecionado para os que não fazem parte de nosso meio e cometem pecados flagrantes como aborto, homossexualismo, assassinato, ou os famosos crimes do colarinho branco do mundo corporativo. É fácil condenarmos esses pecados óbvios enquanto ignoramos nossos pecados de fofoca, orgulho, inveja, amargura, luxúria, ou até nossa falta de qualidades amáveis que Paulo chama de fruto do Espírito (v. Gl 5.22,23).” (Ibidem, p.19).
    4. Pecado e pecados:
      “A discussão do pecado deve começar com uma distinção clara entre ‘pecado’ e ‘pecados’. A distinção não é singular e plural, mas entre um atributo e os efeitos inevitáveis desse atributo. Assim, pecados são atos (ou omissão de atos). Pecado, por sua vez, é a natureza que produz pecados como fruto.” (STURZ, Richard J. Teologia sistemática. Tradução: Lucy Yamaki. São Paulo: Vida Nova, 2012, p.352).
    5. Pecado contra a Lei de Deus:
      “(…) a Escritura define o pecado como a rebelião contra a vontade de Deus como revelada na lei moral. Nem Adão esteve isento das exigências da lei, pois ‘o primeiro pecado constituiu na transgressão do mandamento probativo e, dessa forma, na transgressão de toda a lei moral de Deus’. E as várias palavras que a Bíblia usa para designar o pecado, tais como transgressão, desobediência, injustiça, impiedade e iniquidade, reforçam isto.” (FERREIRA, F. & MYATT, A. Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. São Paulo: Vida Nova, 2007, p.465).

Dicas da lição 7 – “A história da queda”

A história da queda

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Dicas

  • Dinâmica: Para dar “vida” à história da queda, escolha dois alunos (um homem e uma mulher) para fazerem o papel de Adão e Eva; Providencie um cesto com algumas frutas. Escolha uma para ser a fruta proibida. (se desejar estimule-os a encenar o fato de Gn 3).
    Leia o seguinte treco da Escritura em Gn 2.15-17. Peça que sua aluna morda a fruta e o dê ao aluno. Em seguida, pergunte qual foi o pecado? Certamente, a desobediência será a resposta.
    Após este momento, traga pedaços de papel, distribua em classe, junto a canetas e lápis e peça para que escrevam as consequências da desobediência: Distanciamento de Deus; Ruptura nos relacionamentos humanos; prejuízos à natureza; escravidão ao pecado; sentença de morte. Diga que expliquem cada consequência. Utilize o texto de Gn 3.8-24 e no item 3, onde você pode aplicar melhor esta dinâmica. (adaptado de: http://ebdnoronha.blogspot.com.br/2015/06/dinamica-da-licao-01-queda-juvenis.html).
  • Vídeo: Pode usar este vídeo para falar sobre o mito de que o “fruto proibido” seria a maçã e pra acrescentar algumas coisas a sua aula. Use este vídeo no item 2 “a concretização da queda”. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=-HaIm5QRp5Q
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

    1. A importância de Gn 3:
      “(…) as respostas satisfatórias às grandes questões da humanidade, as perguntas sobre conhecimento, morte, sexualidade e nascimento, sofrimento, trabalho, fome, roupas e preocupações em relação à morte (…) [estão neste capítulo]”. (BRÄUMER, Hansjörg. Gênesis I: comentário Esperança. Tradução: Doris Köber. Curitiba: Esperança, 2016, p.69).
    2. Suscitar dúvida:
      “O propósito é suscitar dúvida, e por isso, sua tradução mais aproximada seria: ‘Será mesmo que?’ Lutero começa a pergunta com: ‘Sim, mas será…?’, e comenta sua tradução: ‘Não consigo reproduzir bem o hebraico, nem em alemão nem em latim, pois a palavra ‘aph ki soa como se alguém torcesse o nariz, rindo e zombando de mim’.” (Ibidem, 70).
    3. No lugar de Deus:
      “(…) ‘Quem sou eu?’ A resposta correta era que Adão e Eva eram criaturas de Deus, dependentes dele e sempre subordinadas a ele, seu Criador e Senhor. Mas Eva, e depois Adão, sucumbiram à tentação de ser ‘como Deus’ (Gn 3.5), tentando assim colocar-se no lugar de Deus.” (GRUDEM, Wayne A. Teologia Sistemática. Tradução: Norio Yamakami et al. São Paulo: Vida Nova, 1999, p.405).
    4. Insensatez:
      “Na verdade não faz sentido que Satanás se tenha rebelado contra Deus na esperança de poder exaltar-se acima de Deus. Nem que Adão e Eva tenham pensado que poderia advir algum benefício da desobediência às palavras de seu Criador. Foram decisões insensatas. [Logo, todo pecado é insensato.]” (Ibidem, p.406).
    5. Consequências:
      “Assim, pareceu bem a Deus afligir os humanos depois que foram perdoados pelo seu pecado para que, assim, fossem admoestados e lembrados do que aconteceu no paraíso e naturalmente dessem graças a Deus porque, embora merecessem ser perpetuamente condenados, foram libertados pela misericórdia de Deus por intermédio do filho da virgem.” (THOMPSON, John L. Comentário Bíblico da Reforma: Gênesis 1-11. Tradução de Heber de Carlos Campos Jr. et al. São Paulo: Cultura Cristã, 2015, p.223).

Dicas da lição 6 – “Quem é a serpente?”

A composição humana

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Dicas

  • Antes do item 2. A estratégia do inimigo, apliquem dinâmica abaixo:
    “Como está de resistência?!”
    – Material:
    Uma sacola de papel
    Uma caixa reforçada de papel (tipo caixa de leite ou suco)
    Uma jarra cheia d’água
    Uma vasilha para evitar encharcar tudo

    – Como fazer:
    Ponha numa mesa, diante da classe, os materiais de que vai precisar: a sacola de papel, a caixa de papel, a jarra d’água e a vasilha para quando você for encher a sacola, utilizar embaixo para evitar molhar a mesa.
    Apresente a classe a sacola de papel, fale de que é feita e sobre seu grau de resistência, faça a mesma coisa com a caixa de leite, diga que tanto a sacola quanto a caixa são do mesmo material, ou seja, papel, mas o grau de revestimento e resistência de cada uma delas é diferente.
    Peça um voluntário para segurar a sacola de papel enquanto você pega a jarra com água e enche a sacola d’água, à medida que for enchendo d’água interaja com eles, indagando até que ponto aquela sacola suportará a pressão … (use a vasilha embaixo da sacola enquanto enche de água, assim, se romper, não molha a mesa e tudo ao redor…)
    Após encher um pouco a sacola de papel pergunte até quando ela vai suportar, ressalte que a sacola está toda encharcada e visivelmente fragilizada a ponto de romper de vez a qualquer momento…
    Depois, faça o mesmo procedimento com a caixa de leite/suco e compare a reação de ambas em relação à água, são do mesmo material, mas com resistências diferentes! Por quê?! Dê oportunidade para eles falarem.
    Depois leia 1 Pedro 5:8-9: Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.
    Explique, aplique e discuta com eles a importância do cristão resistir as tentações do adversário e que para isso, é preciso se esforçar para se proteger, para melhor ter forças e com a graça do Senhor, vencer a estratégia do inimigo, como será explanado na sequencia do estudo.
    Enquanto a caixa aguenta e resiste, a sacola só encharca, absorvendo tudo de imediato sem nenhuma resistência, pergunte: Você é igual a sacola ou a caixa? Você resiste ou cede logo? (não precisam responder, é só pra refletir).
    Argumento que resistindo à tentação na primeira vez que surgir, será mais fácil resistir da próxima vez, se continuar resistindo, vai ficando cada vez mais fácil resistir tendo sempre a submissão a Palavra de Deus como base (Tg 4:7-8). Mas o oposto também acontece, se cedermos da primeira vez à tentação, fica mais difícil resistir da próxima vez que formos cercados por ela, se continuar caindo será fácil cair novamente, pois pode tornar-se um hábito e levar até mesmo a um vício.
  • Vídeo: Antes do item 3. O legado do inimigo, reproduza o vídeo “Advogado do Diabo” com um trecho do filme disponível no link: https://youtu.be/Y01cpwDFfDg
    Discorra sobre como o diabo é ardiloso em sua fala, assim como foi com Adão e Eva, denegrindo a Palavra do Criador, faz ainda hoje para confundir as pessoas, por isso, é necessário mantermos a fé em Deus sempre alertas.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.
    Para concluir a aula, após o desafio da semana, sugira uma oração de confissão com a classe, para que sejam fortalecidos a resistirem às tentações do inimigo, conforme orienta Tiago 4:7-10 – Leia o texto se for oportuno.

 

 

Comentários Adicionais

    1. Antiga Serpente:
      “Este nome nos lembra da primeira aparição de Satanás na história. Ele espreitava Eva no paraíso e convenceu o primeiro casal a pecar. ‘Antiga’ sugere que está no mundo há muito tempo e, também, que é bem conhecido. Paulo afirma que ‘a serpente enganou Eva com a sua astúcia’ (2 Co 11.3; Gn 3.4-13), destacando a inteligência utilizada com a intenção de seduzir. A serpente se esconde, não mostra o veneno inoculado por suas presas. Uma característica de Satanás é que ele não anuncia o destino do caminho que recomenda nem revela as consequências das prazeirosas atividades que promove.” (SHEDD, Russell. O mundo, a carne e o diabo. São Paulo: Vida Nova, 1995, pp.87-88).
    2. Diabo:
      “Este nome é formado de uma transliteração do grego diabolos e significa ‘acusador’, ‘difamador’, ‘madizente’. Nada menos de 35 vezes na Bíblia, este título descritivo salienta um caráter dominado pelo ódio e desprezo. Aparentemente, nada satisfaz mais o diabo do que a oportunidade de envergonhar o Pai celestial, por meio de acusações levantadas contra os filhos. Semelhantemente, ele se sente realizado sempre que consegue reproduzir o seu caráter num cristão que difama seu irmão ou igreja.” (Ibidem, pp.87-88).
    3. Autoexaltação:
      “Satanás passou seu próprio pecado à humanidade no fato de a autoexaltação ser a quinta-essência do pecado. Ela assume várias formas, desde a necessidade de ter o ego ‘massageado’ à cobiça por coisas que pertencem aos outros. O homem demonstra sua afinidade com Satanás quando sente necessidade de ser o centro da atenção.” (STURZ, Richard J. Teologia sistemática. Tradução: Lucy Yamaki. São Paulo: Vida Nova, 2012, p.241).
    4. Arrogância derrubada:
      “(…) depois de declarar que ele [Satanás] se faria ‘como o Altíssimo’ ([Is 14] v.14), diz-se que o rei caiu dos céus (v.12,15). Embora seja provável que Isaías não tivesse em mente um ser angelical, suas palavras parecem ir muito mais além dos sonhos de qualquer governante humano. Embora o Antigo Testamento como um todo trate muito pouco da atividade satânica e demoníaca, passagens inteiras parecem retratar o orgulho rebelde como a causa da queda de Satanás.” (Ibidem, p.351).
    5. Por que Satanás entrou no mundo?:
      “(…) podemos dizer que quando Satanás entrou no mundo santo criado de Deus, ele o fez por designação divina, porque ele está debaixo da autoridade divina. Satanás não atua a não ser dentro dos limites estabelecidos por Deus porque Deus tem domínio e autoridade sobre todas as potestades, dominações e reinos no mundo espiritual e do mundo físico.” (CAMPOS, Heber de. O habitat humano: o paraíso perdido. São Paulo: Hagnos, 2012, pp. 22-23).

Dicas da lição 5 – “A composição humana”

A composição humana

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Dicas

  • Vídeo: Para iniciar a lição, veicule a seus alunos, a cena da novela da TV Globo “O profeta”, que mostra a ideia vigente na sociedade e para a maioria dos cristãos, sobre a questão da alma ser imortal. Explique que apesar da popularidade desta concepção, tal forma de pensar é antibiblica. Explique que é sobre a forma correta de ver a composição humana, que a lição tratará. Acesse o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Uj3-HpIzIHM.
  • Elementos visuais: Para o item 1 “A constituição do ser humano”, leve alguns objetos, como vaso de barro e saquinho de terra, para mostrar como e do que os seres humanos foram feitos. Para o item 3 “A constituição integral do ser humano”, leve uma jarra com agua e fale sobre a ilustração da água com a unidade humana. Se preferir, mostre essas imagens no Datashow ou faça impressão delas.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

    1. Sobre a composição:
      “A tradição semita (…), acredita que as dimensões material e imaterial do ser humano são indissociáveis, isto é, uma não existe sem a outra, sendo o ser humano uma unidade material-imaterial. (…) a natureza humana é uma unidade corpo+espírito, que recebe o nome de alma: ‘Formou o Senhor Deus o homem do pó da terra (adamah, corpo) e soprou nele o fôlego de vida (ruah, espírito), e ele se tornou alma vivente (nephesh, alma), diz Gênesis (2:7). (…) assim a Bíblia descreve o ser humano: corpo+espírito=alma.” (KIVITZ, Ed René. O livro mais mal-humorado da Bíblia. São Paulo: Mundo Cristão, 2009, p.64).
    2. Ser total:
      “Quando aplicada a uma pessoa (nephesh, alma), não se refere a uma parte específica de um ser humano. As Escrituras consideram uma pessoa como um todo composto, completamente relacionado com Deus e não dividido de alguma maneira (Dt 6.5; c.f. 1Ts 5.23).” (BÍBLIA de estudo palavras-chave hebraico e grego. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p.1804).
    3. Alma na visão de Jesus:
      “O homem aqui [Mt 10:28] não é visto pela perspectiva do dualismo grego, que o considera como uma alma aprisionada em um corpo. Deus fez o homem em sua existência corporal e a salvação é completada apenas por ocasião da ressurreição do corpo.” (ALLEN, Clifton J. Comentário Bíblico Broadman: Novo Testamento: volume 8. Tradução: Adiel Almeida de Oliveira. São Paulo: JUERP, 1986, p.177).
    4. Dicotomia, ideia platonista:
      “Platão ensinava que o corpo era matéria perecível mas que a alma existia no mundo celestial em forma ou idéia pura, antes da sua encarnação no corpo humano. A alma, portanto, era incriada e imortal – uma parte da deidade. O corpo é a prisão da alma; a alma está trancada no corpo como uma ostra na sua concha. Na ocasião da morte, a alma volta ao mundo celestial, ou para ser reencarnada em algum outro corpo. A adaptação que Aristóteles fez de Platão, ao dividir a alma nos seus aspectos anima e racional, foi desenvolvida ainda mais na doutrina católico-romana através de Tomás de Aquino, que ensinava que a alma era criada no céu e colocada no corpo em formação na ocasião da ‘vivificação’ no ventre materno.” (ELWEll, Walter A. Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Tradução: Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.465).
    5. Totalidade paulina:
      “(…) quando a Bíblia diz, por exemplo: … todo espírito, alma e corpo de vocês (1 Ts 5:23), essas expressões equivalem a “todo ser de vocês”. Quando nos depararmos com passagens bíblicas em que as palavras “alma” e “espírito” são usados para se referir às intenções, à vontade, ao coração, ao intelecto, à vida interior etc., não devemos entender que estão ensinando que o ser humano possui espírito ou alma independentes. Neles, não está se tratando da constituição do ser humano, que, como vimos, é: corpo + espírito = alma (o ser total). Este é o ensino das Escrituras.” (O Doutrinal: Nossa crença ponto a ponta. São Paulo: GEVC, 2012, p.263).

Dicas da lição 4 – “Os gêneros na Bíblia”

Os gêneros na Bíblia

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Dicas

  • Na parte introdutória da lição:
    Passe o vídeo do pastor Augustus Nicodemus explicando sobre a questão sociológica da Ideologia de gênero.
    Baixe em https://www.youtube.com/watch?v=cQMjpX9Rgx8
    E cuide para não passar do minuto 2:45’ porque o restante é apenas propaganda.
  • Imagem: Portal Guiame
  • No 2º tópico: O propósito dos gêneros
    Apresente esta imagem explicando sobre o modelo de relacionamento completo descrito por Deus em sua palavra.

  • No terceiro tópico: A ideologia de gênero
    Expliquea confusão da ideologia de gênero mostrando esse vídeo https://www.youtube.com/watch?v=Al0c8HPPNOY, onde um Deputado alemão ironiza essa ideologia. Se não há sexo e a ideologia de gênero esta ligada na forma como cada pessoa expressar sua sexualidade, então não há limites para nenhum gênero. Após isso leve seus alunos a pensarem na perfeição Divina ao nos criar: homem e mulher.
  • Concluindo a lição:
    Finalize com esse vídeo curto e simples da CNN combatendo a ideologia de gênero encontrado em https://youtu.be/moVZY5ht7Fo.


 

Comentários Adicionais

    1. Existência dependente:
      “O ser humano não está sozinho. Sua existência baseia-se na de- pendência de outra pessoa. Aqui a expressão hebraica para ‘homem e mulher’ não ‘isch e i’achar, mas sachar e nekebah, ‘macho e fêmea’. O primeiro para ressaltar a ideia de casal, o segundo destaca a diferença sexual. A dupla sexualidade é parte integrante da criação do ser huma- no.” (BRÄUMER, Hansjörg. Comentário Esperança: Gênesis 1. Tradução de Doris Körber. Curitiba: Esperança, 2016, p.49).
    2. Iguais e diferentes:
      “O homem e a mulher são iguais em valor e posição diante de Deus. Essa igualdade ca mais clara no Novo Testamento. Jesus reuniu em tor- no de si homens e mulheres e envolveu ambos no seu ministério. O após- tolo Paulo declarou que em Cristo ‘não há homem nem mulher, porque todos vós sois um em Cristo Jesus’ (Gl 3.28). O apóstolo Pedro a rma aos maridos que as mulheres são ‘herdeiras convosco da graça da vida’ (1Pe 3.7).” (SEVERA, Zacarias de Aguiar. Manual de Teologia Sistemática. Curitiba: AD Santos, 2014, p.134).
    3. Associa pediátrica americana contra a ideologia de gênero:
      “Uma das associações médicas de pediatria mais in uentes dos Esta- dos Unidos publicou uma dura nota contra a teoria de gênero – também chamada de ideologia de gênero – como fundamento de políticas públi- cas. A declaração do American College of Pediatricians alerta educadores e parlamentares para que rejeitem qualquer medida que condicione as crianças a aceitarem como normal ‘uma vida que personi que química e cirurgicamente o sexo oposto’. A nota do grupo médico a rma, enfati- camente que ‘os fatos, não a ideologia, é que determinam a realidade’. [Leia completo no link ao lado]. (Associação de pediatria dos EUA decla- ra-se formalmente contra a ideologia de gênero. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/associacao-de-pediatria-dos-estados-unidos-declara-se-formalmente-contra-a-ideologia-de-genero/. Acesso em: 12 de setembro de 2017).
    4. Parceiro e parceira:
      “Deus nos criou seres sociais. Uma vez que ele é amor e que nos criou à sua imagem, ele nos deu uma capacidade de amarmos e sermos amados. Ele planejou que vivêssemos em comunidade, e não em solidão. Em par- ticular, Deus continua: ‘Farei para ele alguém que o auxilie e lhe corres- ponda’. Além disso, essa ‘auxiliadora’ ou companhia, que Deus declarou ser ‘idônea’ (…), deveria ser também sua parceira sexual, com a qual ele se tornaria ‘uma só carne’, de tal maneira que ambos pudessem, a par- tir daquele momento, consumar seu amor e procriar.” (STOTT, John. Os cristãos e os desa os contemporâneos. Tradução: Meire Portes Santos. Viçosa: Ultimato, 2014, p.479).
    5. A a rmação da heterossexualidade:
      “Essa distinção entre o homem e a mulher é de fundamental importân- cia. Daí ter sido mencionada no texto que narra a criação do ser humano. É também a base a reprovação de Deus ao homossexualismo, pois, se Ele quisesse que o homem e a mulher mantivessem relações homossexuais, teria, decerto, feito – de modo simultâneo – um casal de homens e outro de mulheres.” (GILBERTO, Antonio (ed.). et al. Teologia Sistemática Pen- tecostal. 2 ed. Rio de Janeiro: 2008, p.259).

Dicas da lição 3 – “O DNA do Criador”

O propósito da vida

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Dicas

  • Dinâmica: Faça a dinâmica “Imagem e semelhança”, no item 2 “Aspectos da semelhança”.
    Objetivos: Tornar as diferenças individuais, a semelhanças anatômicas e a “imagem e semelhança” de Deus perceptíveis aos presentes na classe.
    Tempo: 5 minutos, fora a explicação do item 2 da lição dentro da dinâmica.
    Material: 1 folha de papel e 1 caneta distribuídos previamente aos alunos.
    Desenvolvimento: – Oriente seus alunos a fazerem um desenho do rosto da pessoa que está mais próxima dele na sala de aula, sem se preocupar com a perfeição dos traços, e dê 1 (um) minuto para essa tarefa.
    – Você também, de posse de um papel e caneta, escolha um dos alunos como seu modelo e faça seu desenho de rosto nesse um minuto, com traços bem simples, para mostrar aos alunos que a perfeição do desenho não é importante ali. De preferência, faça-o num flipchart para que todos possam vê-lo depois.
    – Dê mais 1 (um) minuto para que os alunos mostrem seus desenhos ao seu companheiro “modelo” e peça para que eles apontem, no desenho, os detalhes fisionômicos como boca, nariz, olhos e orelhas ao companheiro da classe.
    – Quando esse momento de descontração se arrefecer, remetendo-se ao comentário do item 2 ou da(s) resposta(s) à pergunta 3 e mostrando o seu próprio desenho, faça três observações sobre a percepção que cada um teve ao desenhar um rosto de alguém que está no ambiente:
    1. SOMOS DIFERENTES UNS DOS OUTROS: o formato do rosto e os itens fisionômicos (cor dos olhos, formato do nariz, cor da pele, etc) são perceptivelmente diferentes em todos os que estão na sala de aula. Isso nos dá a característica da individualidade, de sermos únicos no planeta.
    2. SOMOS SEMELHANTES UNS AOS OUTROS: Todos têm dois olhos, um nariz, uma boca e duas orelhas distribuídos na área do corpo chamada “cabeça”. É um pequeno detalhe da obra-prima da criação, da perfeição da obra das mãos de Deus.
    3. FOMOS CRIADOS À IMAGEM CONFORME A SEMELHANÇA DE DEUS: Aí desenvolva o assunto central do item 2 ensinado na lição.
  • Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=YRWF5ZQxgRE, ideal para firmar a reflexão do item 3 “Para que estamos aqui?”.
  • Debate: No item 2 da parte “II VIVENCIANDO A DOUTRINA”, provoque os alunos com perguntas do tipo: “você recicla seu lixo?”, “o que você faz com a embalagem do doce comido dentro do seu carro enquanto está em trânsito?”, “durante o banho, você fecha a torneira do chuveiro enquanto se ensaboa?”, “o que faz com a água de enxague da sua lavadora de roupa?”, “onde você joga o óleo usado na fritura?”. Caso perceba que sua aula não chegará em tempo hábil para essa reflexão, faça o debate logo após o item 3 “Para que estamos aqui?”.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

    1. Grandes Humanos:
      “O homem é verdadeiramente coroado ‘de glória e de honra’ (Sl 8.5) para manter uma posição como essa. De acordo com Hebreus, o homem foi feito ‘um pouco menor do que os anjos’ (2.7), mas sua posição é de fato muito elevada. Todo mundo foi colocado sob o homem – os animais, a terra em si com todos os seus tesouros, todas as obras das mãos de Deus (…)” (WILLIAMS, J. Rodman. Teologia sistemática: uma perspectiva pentecostal. São Paulo: Vida, 2011, p.174).
    2. Impressões de Deus:
      “Deus existe em pluralidade (‘façamos o homem’), não deseja que o homem exista em singularidade: ele criou o homem em forma de macho e fêmea. Deus, que não é só, pois em si mesmo é a comunhão de Pai, Filho e Espírito, não pretende que o homem fi que só (‘Não é bom que o homem esteja só’). Assim, ele fez uma mulher para participar da vida do homem. Uma vez que ela é ‘osso’ de seus ‘ossos’ e ‘carne’ de sua ‘carne’, o homem não pode de fato existir sem ela.” (Ibidem, p.176).
    3. A imagem de Deus em nós:
      “A imagem se refere aos elementos presentes na constituição humana que tornam possível o cumprimento do destino humano. A imagem inclui faculdades da personalidade que fazem com que os seres humanos, à semelhança de Deus, sejam capazes de interagir com outras pessoas, de pensar e refletir, e de tomar decisões livremente.” (ERICKSON, Millard J. Teologia Sistemática. Tradução: Robson Malkomes, et al. São Paulo: Vida Nova, 2015, p.499).
    4. Domínio humano:
      “O exercício do domínio é uma consequência da imagem de Deus. A humanidade deve conhecer e controlar a criação, desenvolvendo-a até o potencial máximo para o próprio bem e para Deus. Isso também significa exercer domínio sobre nossas personalidades e habilidades. Observe-se que o exercício do domínio fazia parte da intenção original de Deus para humanidade (…).” (Ibidem, p.502).
    5. Imagem representativa:
      “No Antigo Testamento, a palavra tselem significa imagem, fac-símile, padrão, a representação de um ídolo. Já demût significa o que é semelhante ou comparável, a imagem de algo esculpido, não necessariamente para ser louvado, mas para representar.” (FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. São Paulo: Vida Nova, 2007, p.397).

Dicas da lição 2 – “O propósito da vida”

O propósito da vida

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Dicas

  • Dinâmica: Distribua entre seus alunos folhas de sulfite e canetas, com a pergunta: “Qual o sentido da vida?”. Diga para escreverem com suas próprias palavras e em seguida, exponha para classe o que anotaram. Aplique esta dinâmica no item 1.
  • Vídeo: Para os itens 2 e 3, mostre para seus alunos o vídeo “O sentido da vida”, neste link: https://www.youtube.com/watch?v=IKKQhmK84ps, onde o reverendo Hernandes Dias Lopes, fala sobre o sentido da vida. Ele faz um resumo do que abordaremos na lição desta semana. Em seguida, peça que seus alunos destaquem partes importantes do vídeo.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

    1. Reconhecedores da glória eterna:
      “Quando as Escrituras nos ordenam a ‘dar glória a Deus’, isso não significa que ele não possui glória até que demos. Aqui a linguagem nos engana. A teologia cristã conhece a ‘glória incriada’ a que Jesus certa vez se referiu (Jo 17.5). Deus é inerentemente glorioso e perfeitamente feliz. Nós apenas temos o privilégio e a obrigação de reconhecer sua glória, sem ressentimento no coração, e expressar isso em particular ou na adoração pública.” (CULVER, Robert Duncan. Teologia Sistemática: São Paulo: Shedd Publicações, 2012, p.409).
    2. Vaidade:
      “A palavra vaidade aparece no livro do Eclesiastes 35 vezes e pode ser traduzida por inutilidade, futilidade, ausência de sentido. Haroldo de Campos usa a expressão névoa de nada, e tem pelo menos três sentidos, ou três aplicações básicas. Vaidade pode se referir àquilo que é passageiro, efêmero e transitório. (…) Vaidade também indica o que é fútil, sem sentido ou sem significado. (…) Vaidade também pode significar algo incompreensível ou enigmático.” (KIVITZ, Ed René. O livro mais mal-humorado da Bíblia: a acidez da vida e a sabedoria do Eclesiastes. São Paulo: Mundo Cristão, 2009, p.18).
    3. Ec 7:29:
      “Ele [sábio] se volta para o que foi revelado, baseando-se evidentemente em Gênesis 1-3. (…) o versículo 29 nos dá a certeza restauradora de que nossas muitas astúcias (nosso obscurecimento moral, nossa recusa a andarmos corretamente) são nossa culpa, não nosso destino. Já é muito mau termos estragado o que era perfeito; isso é culpa. As palavras, Deus fez o homem reto, muito embora tenham seus efeitos trágicos, já são suficientes para levantar uma questão sobre o refrão ‘vaidade de vaidades’. Considerando que ‘futilidade’ não foi a primeira palavra enunciada sobre o nosso mundo, também não tem de ser a última”. (KIDNER, Dereck. A mensagem do Eclesiastes. Tradução: Yolanda Mirdsa Krievin. 2 ed. São Paulo: ABU Editora, 2004, pp.59-60).
    4. Como Dom de Deus:
      “(…) o propósito da vida não pode ser encontrado em nenhuma das próprias coisas boas em si mesmas neste mundo. Todas as coisas que chamamos de ‘bens’ da vida – a saúde, a riqueza, as posses, a posição, os prazeres sensuais, as honras e o prestígio – escapam das mãos das pessoas a menos que as recebamos como um dom de Deus.” (KAISER JR., Walter C. Comentários do Antigo Testamento: Eclesiastes. Tradução: Paulo Sergio Gomes. São Paulo: Cultura Cristã, 2015, p.74).
    5. Viver para obedecer:
      “Qual é o ‘proveito’ de se viver? O que o ser humano recebe por todo o seu trabalho? Ele recebe o Deus vivo! E todo o proveito do ser humano consiste em temê-lo e obedecer-lhe a Palavra. Os homens não são animais racionais, mas seres responsáveis, destinados a viver e confrontar o passado com Deus que eles temeram ou desprezaram. (Ibidem, p.162).

Dicas da lição 1 – “Criados por Deus”

Criados por Deus

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Dicas

  • Vídeos: Para os itens 1 e 3, passe aos seus alunos o vídeo “Assinatura da Santíssima Trindade – Prof Adauto Lourenço”. Nele o professor, por sinais encontrados na natureza, temos uma evidência da criação de Deus. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=yPXoLyVGdDc.
    Para o item 2, temos outro vídeo do prof. Adauto, onde ele responde a pergunta: “A criação foi feita em 6 dias literais ou não literais?. Acesse aqui: https://www.youtube.com/watch?v=xeOlXsb0g-0.
  • Aula interativa: Separe a sua turma em duplas ou trios, ou em dois grupos, para que falem sobre os três primeiros dias (Gn 1.3-13), e outro grupo, sobre os três últimos dias (Gn 1.14-31). Eles devem fazer uma leitura do texto e depois expor os assuntos. Se puder previamente fazer esta divisão para que na hora da aula exponham de várias maneiras estes assuntos. Esta dinâmica será aplicada no item 3. Separe uns 10 a 15 minutos para as duas apresentações.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

    1. Começo:
      “No princípio. No termo reschita, começo, unclui rosch: cabeça, dianteira, aquilo que precede uma série ou um processo. Na dianteira da história dos céus e da terra está a criação do mundo. A criação dos céus e a da terra é a base e o começo da História. (BRÄUMER, Hansjörg. Gênesis I: comentário Esperança. Tradução: Doris Köber. Curitiba: Esperança, 2016, p.32).
    2. Bíblia sempre acima:
      “Ainda que existam variantes no conceito de criacionismo, a principal característica desse ponto de vista é que ele tem a Bíblia como sua única base. A ciência pode contribuir para nosso entendimento, mas jamais deve controlar ou mudar nossa interpretação das Escrituras para acomodar suas descobertas.” (RYRIE, Charles Caldwell. Teologia básica ao alcance de todos. Tradução de Jarbas Aragão. São Paulo: Mundo Cristão, 2004p.197).
    3. Adão o primeiro homem:
      “(…) a criação ensina que Deus criou o primeiro homem à sua imagem e semelhança a partir do pó da terra e com seu sopro de vida (Gn 1:27; 2:7). Nunca existiu uma criatura subumana ou um processo de evolução. Os criacionistas possuem pontos de vista diferentes em relação aos dias da criação, mas para alguém ser um criacionista é preciso acreditar que o registro bíblico é historicamente factual e que Adão foi o primeiro homem.” (Idem).
    4. Criação acima de tudo:
      “A doutrina cristã da Criação não depende da confirmação da teoria do design inteligente. O tipo de argumento científico oferecido pelos proponentes do design inteligente realmente apoia e torna mais provável a posição da criação, mas a presença da inteligência não requer o Deus cristão. Por outro lado, ainda que essa teoria se mostre inadequada, a doutrina da Criação não será destruída por isso.” (ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. Tradução de Lucy Yamakami. São Paulo: Vida Nova, 1997, p.379).
    5. Criatividade do nada:
      “O ato criador ex nihilo da parte de Deus foi um ato sem igual, diferente de qualquer ato natural ou humano com que temos familiaridade. O relacionamento entre dois eventos finitos. Por isso, a doutrina teológica da criação não pode ser examinada segundo a moda da ciência contemporânea, que pela sua própria definição trata somente dos relacionamentos dos eventos finitos dentro dos limites e fronteiras.” (ELWEll, Walter A. Enciclopédia histórico-teológica da Igreja Cristã. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.369).

Dicas da lição 14 – “Exercício do conserto”

Exercício do conserto

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Dicas

  • Vídeo: Para o início da lição, veio o vídeo deste link: https://www.youtube.com/watch?v=gpIgYReDYN4. Ele mostra o texto bíblico que será utilizado nesta lição.
  • Dinâmica: Faça a dinâmica “Espelho, espelho meu.”, no item 3 “reconheça suas falhas”.
    Objetivos: olhar para si, elogiar-se e ouvir elogios dos colegas de sala.
    Tempo: 10 min.
    Material: 1 espelho médio ou grande.
    Desenvolvimento: Após conversar como era nossa passada maneira de viver, antes de conhecer a Cristo; o que se lembra de bom e de ruim; se gostou ou não; relembre suas atitudes antes da conversão… o orientador pede a um voluntário que venha até a frente de espelho, olhe e diga o que está vendo: qualidades, defeitos, bonito, feio, detalhes do corpo. O orientador após ouvir a descrição dos estudantes, deve lembrar detalhes não percebidos e os elogia, pede aos colegas de sala que falem das características da pessoa que está se olhando no espelho, termina a descrição, bem os demais que queiram realizar sua descrição, ou o orientador convida outro aluno da sala para se olhar no espelho.
    Variantes: Cada participante ao finalizar sua descrição se encoraja a mudar as atitudes que precisam ser concertadas.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

    1. Argila e humanidade:
      “[Jr 18:1-17] Esta passagem mostra como Jeremias percebeu a maneira com que o Oleiro divino maneja sua argila humana, observando como o oleiro trabalhava. O trabalho com cerâmica era muito comum por todo Oriente Próximo e ninguém em Judá deixaria de entender as lições que Deus queria ensinar. O registro foi feito provavelmente no começo do reinado de Jeoaquim.” (Harrison, R. K. Jeremias e lamentações: introdução e comentário. Tradução: Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.86).
    2. Transformação constante:
      “[Fp 1.6] (…). Aqui Paulo ensina que não é suficiente que essa boa obra tenha começado em nós, mas ela deve ser completada. Para que isso aconteça, é imperativo que sejamos obedientes a Deus e que não resistamos à ação do Espírito Santo em nós.” (Tomlin, Graham. Comentário bíblico da Reforma – Filipenses e Colossenses. Tradução: Vagner Barbosa. São Paulo: Cultura Cristã, 2015, p.60).
    3. Barro transformado:
      “(…) para surpresa de Jeremias, o vaso se quebrou na mão do oleiro. Será que uma onda de tristeza tomou conta do oleiro? Se sim, isso não o refreou de usar suas hábeis mãos. Ele quebrou o vaso desfigurado em uma massa disforme e começou novamente a amassar o barro. Depois de trabalhar e refinar o vaso, ele voltou (nota de rodapé da KJV: ‘retornou e fez’) a fazer outro vaso.” (Price, Ross E. et al. Comentário Bíblico: Isaías a Daniel. Tradução: Valdemar Kroker e Haroldo Janzen. 3 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p.307).
    4. A tristeza julgadora de Deus:
      “Algo em Israel – ‘uma pedra de tropeço’ ou ‘uma rocha de ofensa’ – desfigurou a obra do Artesão. Deus está triste com a impureza da vida da nação. As coisas não podem continuar como estão. Nessa situação, somente o perdão não será suficiente. O juízo é inevitável. Não há outro jeito senão quebrar e refinar a forma de vida nacional existente, e então tornar a fazer outro vaso (…).” (Idem).
    5. A importância do arrependimento:
      “Jeremias afirma que Deus é soberano sobre toda humanidade (cf. Am 9:7, Mq 1:2-4, etc.). O termo antropomórfico arrepender-se indica mais uma mudança de tratamento que será dispensado a Israel por causa de seu comportamento modificado, do que uma mudança de mente (cf. Nm 23:19). Novamente a responsabilidade está sobe o povo: é ele que determina seu destino.” (Harrison, R. K. Jeremias e lamentações: introdução e comentário. Tradução: Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, p.86).

Dicas da lição 13 – “Exercício da comunhão”

Exercício da comunhão

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  • Para ouvir o podcast desta lição, clique AQUI.

 

Dicas

  • Vídeo: Acesse este link: https://www.youtube.com/watch?v=2Z2eX8A4vk8, e mostre a seus alunos o vídeo: Por que eu preciso de outras pessoas se eu já tenho a Jesus? Nele, o pastor americano John Piper, nos fala da importância da comunhão. Relacione o vídeo com o conteúdo da lição e principalmente com o item 1 “Praticar a mutualidade cristã”.
  • Dinâmica: Distribua entre seus alunos folhas de sulfite, canetas e/ou lápis, para fazerem a seguinte dinâmica. Com base nos mandamentos da mutualidade e dos dons espirituais apresentados nos itens 1 e 2, peça que seus alunos façam um desenho, escrevam o trecho de uma música ou façam uma frase/ou poesia que represente o mandamento de mutualidade ou dom espiritual. Peça que os que têm acesso a internet em seus celulares procurem uma imagem que mostre a importância da comunhão.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  • A solidão pode prejudicar a sua saúde mental, revela pesquisa:
    Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, indica que a solidão pode levar ao desenvolvimento de ansiedade social, depressão e paranoia.
    A pesquisadora Michelle Lim, do Centro de Pesquisa Psicológica e Cerebral de Swinburne, explica que é fácil confundir solidão e depressão, mas que as duas são coisas diferentes. A solidão é um conjunto de sentimentos negativos que surgem a partir do contraste das relações e cotidiano que uma pessoa tem e as que ela deseja ter. Já a depressão afeta como a pessoa se sente no geral.
    Lim acredita que é necessário prestar atenção na solidão. “Nós não fomos desenvolvidos para sermos solitários. Somos uma espécie social”, afirma ela na divulgação do estudo. “A pessoa solitária tem mais chance de ter depressão, ansiedade social e paranoia. Isso pode se desenvolver em questão de meses.”
    No momento a pesquisadora está desenvolvendo um aplicativo que ajudará a identificar pessoas cujas saúdes mentais correm risco de serem afetadas. Enquanto a ferramenta não é lançada, Lim deixa algumas dicas do que alguém solitário pode fazer: reconheça a solidão e entenda que é um sinal para fazer algo diferente do que você geralmente faz; tente interagir com os outros de forma positiva, incluindo comidas saudáveis, exercícios e ar fresco; mostre linguagem corporal positiva e tente se interessar pelo que os outros falam; consulte um terapeuta ou converse com alguém de confiança, não deixe aquilo que te faz mal te consumir.”
  1. Dons para comunhão:
    “A evidência da presença do Espírito na vida do crente serve ao bem comum da comunidade inteira. O Espírito usa os dons do cristão individual para a edificação da Igreja (comparar com Ef 4.12), um tema que Paulo mais tarde aplica em sua discussão sobre a utilidade de falar em línguas ([1Co] 14.4). A intenção aqui é promover o bem comum e proibir qualquer pessoa de usar um dom em proveito pessoal. Paulo não descarta que o dom em si pode trazer benefício para a pessoa, mas Deus confere dons sobre o seu povo para que todos possam ser edificados (14.26).” (Kistemaker, Simon. Comentário do Novo Testamento: 1 Coríntios. Tradução: Helen Hope Gordon da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.582).
  2. Crescer em amor:
    “Visto que o mandamento do mútuo amor é essencialmente ligado com o ensino de Jesus (Jo 13.34), é apropriado que a Ele seja dirigida a petição: vos faça crescer, e aumentar no amor; mas isto pode ser demasiadamente sutil. Os dois verbos são sinônimos, e sua combinação simplesmente reforça a ideia: ‘vos faça abundar grandemente’ é o pensamento.” (Marshall, I. Howard. I e II Tessalonicenses: introdução e comentário. Tradução: Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 1984, p.126).
  3. “Hyper” amor (2 Ts 1:3):
    “O verbo usado, um composto com hyper, expressa crescimento vigoroso, e é de uma forma que Paulo gosta de usar. A palavra ocorre somente aqui (…). (…) o mútuo amor dos leitores, de uns para com os outros, vai aumentando. Este amor estava sendo demonstrado por todos na igreja, e este também é sinal de maturidade espiritual.” (Ibidem, p.204).
  4. Uma salvação individual/coletiva:
    “O propósito de Deus – que foi concebido em uma eternidade passada, está sendo trabalhado na história e será aperfeiçoado na eternidade por vir – não é salvar almas individuais isoladas uma da outra da outra e assim perpetuar nossa solidão, mas construir uma igreja, congregar um povo se proveniente de toda nação e cultura.” (Stott, John. Como ser cristão: um guia prático para a fé cristã. Tradução de Marcos Davi S. Stuernagel, Silêda S. Steuernagel. Viçosa: Ultimato, 2016, p.157).

Dicas da lição 12 – “Exercício da solitude”

Exercício da solitude

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Dicas

  • Versículos distribuídos: O tópico 1 explica o que é solitude (p.87), ele traz 5 casos em que Jesus praticou este exercício, distribua entre a classe os respectivos textos, peça que meditem em silêncio (3 min.) e em seguida expliquem o texto e apliquem em suas vidas. Use a metodologia de leitura da Bíblia do estudo 2. Mostre que esta forma de leitura se aplica ao exercício desta semana como explica o item 2 (p.88).
  • Chuva de ideias: Escreva num quando branco, flip chart ou anotando no celular para depois enviar via WhatsApp, as ideias sobre lugares tanto no bairro como na cidade onde, além de suas casas, poderiam praticar a solitude. A ideia é que reunindo várias possiblidades, sua classe possa definitivamente colocar este exercício como uma prática na agenda devocional.
  • Vídeo: Mostre para seus alunos o vídeo “A Solitude com Deus e a Oração” do pr. Ricardo Agreste, onde ele fala sobre a importância de estar a sós com Deus. O vídeo deve ser veiculado apenas até 3min32s, pois seu áudio só vai até aí. É um vídeo incentivador a prática desta disciplina. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=mT0Hq-b1SmE&t=52s.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. A dificuldade para a solitude:
    “No que se refere à busca pela solitude, vivemos em uma atmosfera negativa, tão invisível, tão permanente e tão enervante quanto a densa umidade em uma tarde de verão. O mundo de hoje não compreende a necessidade presente no homem ou na mulher de estar só.” (Manning, Brennan. Convite à solitude. Tradução de Fabiano Medeiros. São Paulo: Mundo Cristão, 2010, p.12).
  2. O benefício de se estar a sós:
    “Na realidade, momentos assim estão entre os mais importantes da vida – quando se está só. Certos mananciais são acessados somente quando estamos a sós. O artista sabe que precisa estar só para criar; o escritor, para desenvolver seus pensamentos; o músico, para compor; o santo, para orar.” (Ibidem, p.12).
  3. Espaços de silêncio:
    “Um lugar tranquilo não é necessariamente um espaço geográfico, uma ilha deserta ou uma pequena cabana no alto de uma montanha. É apenas um lugar onde nos encontramos com Cristo. Podemos transformar lugares hostis e barulhentos em pequenos momentos de oração e ações de graça. Um assento de ônibus, uma parada no trânsito, um intervalo entre reuniões, uma pausa no meio dia.” (Barbosa, Ricardo. Janelas para vida: resgatando a espiritualidade do cotidiano. 2 ed. Curitiba: Encontro, pp.66-67).
  4. Geografias de solitude:
    “(…) precisamos também dos lugares geográficos. Precisamos dos jardins de oração ou desertos de solitude. O mapa biográfico dos santos está repleto de lugares e altares onde se dão seus encontros com Deus; são os lugares seguros e tranquilos onde paramos para orar, ouvir, ser tocados e ter nosso coração e visão abertos para o mundo de Deus, um mundo que não é dominado pelos gigantes, mas pelo Deus eterno.” (Ibidem, pp.67, 69).

Dicas da lição 11 – “Exercício da mente”

Exercício da mente

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Dicas

  • Para o início da lição, realize a seguinte dinâmica para ilustrar os perigos da mente que é corrompida pelo pecado. Para essa dinâmica você vai precisar de 01 objeto pesado ou uma fruta grande (melancia ou jaca). Inicie a dinâmica falando sobre o pecado e suas consequências, reforce também o fardo que o homem carrega quando peca. Depois disso, peça que um aluno fique em pé na frente da turma. Entregue o objeto ou a fruta para este aluno e continuem falando sobre o pecado e suas consequências para a mente e para a vida do ser humano. Enquanto você fala, pergunte ao aluno se o objeto está muito pesado ou se está incomodando. A partir da resposta do aluno, reflita que nossa mente precisa ser renovada e controlada pelo Espírito Santo. Somente assim, conseguiremos nos libertar das implicações e dos prejuízos que o pecado traz para as nossas vidas. Nesse momento, retire o objeto ou a fruta das mãos do aluno e coloquem sobre uma mesa ou cadeira, reforçando que somente uma mente cativa a Cristo pode vencer o pecado.
  • No final do tópico Explicando na Bíblia, distribua uma folha de papel para cada um de seus alunos. A seguir, peça que eles escrevam o que significa ter a mente renovada por Jesus. Logo depois, relacione a resposta de sua sala com o que vocês têm refletido no decorrer da lição.
  • Para ilustrar o tópico Exercitando na vida, peça que seus alunos façam um exercício prático, cujo objetivo é refletir sobre a transformação e a renovação que acontece na vida daquele que recebe a salvação e o Espírito Santo. Para esse exercício você precisa providenciar: 01 porção de milho de pipoca, 01 porção de pipoca, alguns piruás (grãos que não estouraram) e 01 porção de óleo. Mostre para os alunos uma porção de milho de pipoca “natural” e outra de pipoca pronta. Pergunte a eles se sabem o que acontece com o milho para que ele se transforme em pipoca. Deixe que eles respondam e espere as respostas. Provavelmente, os alunos vão falar que após colocar o milho numa panela com óleo e com ação do fogo, os grãos estouram. Debatam a respeito deste processo de transformação do grão duro em pipoca macia. Tal processo pode ser uma ilustração do estado de mudança que ocorre na vida de quem aceita ser renovado por Cristo, através de sua Palavra, o que liberta o homem da casca dura do pecado. No final, você pode distribuir a pipoca aos participantes. Encerre esta ilustração refletindo nisto: o milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim também acontece conosco. As grandes transformações acontecem quando dedicamos a nossa vida a Cristo e temos a mente renovado pelo Espírito Santo. Quem não vivencia tal renovação, permanece do mesmo jeito a vida inteira. Mas, o que dizer dos piruás (grãos que não estouraram)? São as pessoas que resistem à ação de Deus em suas vidas não possuem as suas mentes transformadas por Cristo. Sendo assim, encerramos esta atividade com a seguinte pergunta: como está a sua mente? Transformada pelo evangelho ou endurecida pelo pecado?
  • Depois do tópico Exercitando na vida, peça que seus alunos deem exemplos práticos de como cada um de nós podemos ter a nossa mente renovada por Cristo. Diga a eles que respondam e meditem na seguinte questão: como podemos exercitar a nossa mente à luz da Bíblia Sagrada?
  • Por fim, peça que eles reflitam em sua vida e no que aprenderam nesta semana, através do estudo da Palavra de Deus. Finalize reforçando aos seus alunos a importância de exercitarem as suas mentes e sujeitá-las a Cristo, conforme a vontade de Deus registrada nas Escrituras.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. Praticar o conhecimento:
    “A Bíblia parte do pressuposto de que o ser humano é um ser racional, que Deus comunica sua vontade por meio do conhecimento e que os seres humanos são capazes de entender esse conhecimento, mesmo com a mente caída. (Nañez, Rick M. Pentecostal de coração e mente: um chamado ao dom divino do intelecto. Tradução: Ana Schaffer. São Paulo: Vida, 2007, p.44).
  2. Renovação constante:
    “(…) aqueles que uma vez andaram ‘na inutilidade dos seus pensamentos‘ (Ef 4.17) são convidados a serem renovados ‘no [seu] modo de pensar’ (v.23) e a continuamente serem transformados ‘pela renovação da sua mente’ (Rm 12.2; no grego, ‘pensamento’ e ‘mente’ vêm da mesma raiz, nous). E aqueles que desejarem se ocupar de pensamentos puros devem permitir que ‘as coisas do alto’ ocupem a sua mente (Cl 3:1-10) e responder ao chamado com a mente preparada, pronta para agir (1 Pe 1.13).” (Ibidem, p.45).
  3. Centro de decisões:
    “O que está em discussão aqui é o coração como a fonte das atividades do corpo (…). Convém lembrar que os antigos atribuíam as funções do corpo ao coração: suas expressões faciais ([Pv] 15.13), sua língua (12.23; 15.28) e seus outros membros (6.18). O plural se refere às muitas e diversas questões da vida manifestadas nos diferentes membros do corpo. De acordo com Delitzch, a metáfora sugere não apenas que a vida tem suas fontes no coração, ‘mas também que a direção que ela toma é determinada pelo coração.” (Waltke, Bruce. Comentários do Antigo testamento: Provérbios: vol. 01. Tradução: Susana Klassen. São Paulo: Cultura Cristã, 2011, pp.385-386).
  4. Mente de Cristo em nós:
    “Paulo indica que a mente de uma pessoa espiritual precisa estar em harmonia com a mente de Deus. Quando o homem é controlado pelo Espírito de Deus, ele deseja cumprir a lei de Deus, fazer a vontade de Deus e refletir a glória de Deus. A expressão mente de Cristo, (…) significa o conhecimento que o crente tem de Cristo pela ação do Espírito e a apropriação da mensagem do evangelho.” (Kistemaker, Simon. Comentário do Novo Testamento: 1 Coríntios. Tradução: Helen Hope Gordon da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.139).
  5. Sondar a mente:
    “(…) sondar (…) denota ação de examinar profundamente todo interior, como se fosse com o auxílio de uma sonda, aparelho com o qual é possível conhecer o fundo do mar, o subsolo, a atmosfera (sonda meteorológica), o espaço (…). Daí a súplica do salmista: ‘Sonda-me [enfia uma sonda dentro de mim], ó Deus, e conhece o meu coração’ (Sl 139.23).” (César, Elben. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4. ed. Viçosa: Ultimato, 2005, pp.78-79).

Dicas da lição 10 – “O exercício do serviço”

O exercício do serviço

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Dicas

  • Dinâmica: Antes de a classe chegar, prepare sua sala ou o espaço que usa para ministrar a lição. Deixe algumas coisas fora do lugar. Se for um espaço com cadeiras individuais, deixe-as desordenadas; se sua igreja utiliza a mesa para direção da EB, deixe-a sem toalha (coloque-a dobrada em cima da mesa); deixe os vasos sem flores e ao lado deles, as mesmas; Enfim, pense no que você pode deixar fora do lugar no espaço que ensina. A ideia é que os alunos sejam proativos e estejam dispostos arrumar.
    Combine com o pastor, missionária ou missionário, os diáconos e diaconisas e com a pessoa responsável pela zeladoria (se for o caso) a não se preocuparem, pois trata-se de uma dinâmica para. Mostre que assim, devemos nos dedicar em outros serviços as pessoas. Só revele a intenção de tudo aquilo no final da lição. Fale de que o serviço requer pro atividade e atenção as necessidades.
  • Vídeo: Mostre para seus alunos, um vídeo sobre “COMO SERVIR A DEUS”, do pastor presbiteriano Antonio Junior, que aborda de maneira simples, como podemos nos exercitar na arte de servir. Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=3OHPBoAZ7QQ.
  • Instituições: Recolha o endereço de algumas instituições sociais do bairro onde sua igreja está, ou da cidade, e mostre para seus alunos a variedade de lugares para serem visitados. Se desejar, divida sua classe em duplas ou trios para ir a esses lugares. Marque um dia para conversarem como foi a experiência de ir lá. Aplique isto ao fim da lição.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. Coroa, sim; cruz, não:
    “Em contraste a esse anúncio de sofrimento e de morte, vemos o pedido de Tiago e João e da mãe deles, Salomé [Mt 20:21]. Jesus falou sobre uma cruz, mas eles estavam mais interessados numa coroa. Desejavam reservar para si tronos especiais! Temos a impressão de que era Salomé quem estava interessada em promover os fi lhos”. (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento. Vol. 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p. 97).
  2. Um pedido carnal:
    “Outro elemento que podemos observar é a falta de visão celestial, pois estavam pensando em termos mundanos: Tiago e João desejavam ‘reinar’ sobre os outros discípulos da mesma forma que os gentios não salvos reinavam sobre seus subalternos. Seu pedido [Mt 20:21] foi carnal e egoísta, pois estavam pedindo glória para si mesmos, não para o Senhor”. (Idem).
  3. Quanta humilhação!:
    “Ele se rebaixou ainda mais, tornando-se obediente até a morte. Jesus viveu uma vida da mais absoluta obediência (cf. Rm 5.19; Hb 5.8,9; 10.5-14); ‘e obedeceu a Deus até a morte’ (NTLH). Tal morte, além do mais, era morte de cruz. Uma morte excruciante e vexaminosa, uma maldição aos olhos dos judeus por causa do que a lei dizia em Deuteronômio 21.23 (Gl 3.13)”. (Carson D. A. [et al]. Comentário bíblico: vida nova. Tradução: Carlos E. S. Lopes; James Reis, Lucília Marques P. da Silva; Márcio L. Redondo e Valdemar Kroker. São Paulo: Vida Nova, 2009, 1883).
  4. Sem amor, nada feito:
    “O amor, como é definido nas Escrituras, é o princípio de todo relacionamento cristão, inclusive o processo de servir uns aos outros. Sem amor igual ao de Cristo nossos relacionamentos seriam dominados por egoísmo e dependência dolorosa. Servir aos outros seria uma experiência negativa, mas guiados pelo divino princípio do amor servir os outros se torna uma maneira poderosa de mostrar a fé em Jesus Cristo”. (Getz, Gene A. Um por todos, todos por um. Tradução: Ana Vitória Esteves de Souza. Brasília: Palavra, 2006, p. 97).
  5. A chave da grandeza:
    “A chave para a grandeza não está na posição ou no poder, mas no caráter. Não recebemos um trono apenas orando com os lábios, mas sim pagando com a vida. Devemos nos identificar com Jesus Cristo em seu serviço e sofrimento, pois nem mesmo ele pôde alcançar o trono sem antes passar pela cruz”. (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento. Vol. 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p. 98).

Dicas da lição 9 – “Exercício do descanso”

Exercício do descanso

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Dicas

  • Para o início da lição, distribua uma folha de papel para cada um de seus alunos. A seguir, peça que eles escrevam a sua agenda da semana, de domingo a sexta-feira. Diga a eles para serem os mais específicos possíveis. A seguir, peça que compartilhem na classe sobre as suas agendas. Diante do que eles compartilharem, reflita juntamente com a classe sobre a necessidade do descanso semanal também no momento em que vivemos. Estimule sua classe a pensar sobre o propósito de Deus ao instituir este dia de descanso semanal.
  • No final do tópico Explicando na Bíblia, divida a sala em duplas e disponibilize para cada dupla a matéria desta reportagem abaixo:
    Um em cada cinco japoneses pode morrer de tanto trabalhar, alerta governo
    Um em cada cinco japoneses economicamente ativo pode morrer de exaustão, de acordo com um relatório do governo sobre esse fenômeno característico da sociedade japonesa.
    O Japão registra anualmente centenas de falecimentos por exaustão (causadora de infarto, acidente vascular cerebral e suicídio) e numerosos problemas de saúde graves, o que resulta em processos judiciais e em pedidos para que o problema seja resolvido.
    O relatório faz parte do livro branco sobre o ‘karoshi’, a morte por fadiga no trabalho, um documento aprovado na sexta-feira pelo gabinete do primeiro-ministro, Shinzo Abe.
    Embora a imagem típica do japonês que trabalha muitas horas e toma o último trem para voltar para casa esteja mudando, os trabalhadores do país passam mais horas em seu local de trabalho do que os que vivem em outras economias modernas.
    Segundo o relatório, 22,7% das companhias japonesas consultadas entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016 declarou que seus funcionários faziam mais de 80 horas extras por mês.

    Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2016/10/08/interna_internacional,812312/um-em-cada-cinco-japoneses-pode-morrer-de-exaustao-alerta-governo.shtml.
    Oriente as duplas a relacionar o conteúdo desta reportagem à importância do descanso semanal bíblico proposto por Deus. Peça que a classe analise também as consequências para cada um de nós da desobediência a esse exercício devocional tão importante: o descanso.
  • Para encerrar o tópico Exercitando na vida, peça que seus alunos façam um exercício prático. Solicite a eles que escrevam numa folha de sulfite (que pode ser a mesma que utilizaram para escrever a agenda) de que forma (na prática) eles vão exercitar o sábado para aprimorarem a sua comunhão com Deus e com o próximo. Enfatize para a sua classe a relevância de praticarmos o que aprendemos na Palavra de Deus.
  • Para finalizar a lição, assista ao seguinte vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=lEHBfdxvxrk. Motive seus alunos a exercitarem o princípio bíblico do descanso sempre considerando os ensinamentos da Palavra De Deus. Reforce ainda para eles que o estudo dos exercícios devocionais (dentre eles o descanso) tem o objetivo de sobreviver e fortalecer a nossa vida cristã.
  • Por fim, peça que eles reflitam em sua vida e no que aprenderam nesta semana, através do estudo da Palavra de Deus. Finalize reforçando aos seus alunos a importância de praticarem o sábado conforme a vontade de Deus registrada nas Escrituras.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

Brasileiro é o profissional mais estressado do mundo, revela estudo:
“A Sala de Emprego desta semana fala sobre um assunto que atinge muitos trabalhadores: estresse. O brasileiro é o profissional mais estressado do mundo, segundo pesquisa realizada pela consultoria de recrutamento Robert Half. O motivo principal é o excesso da carga de trabalho.
A pressão por resultados, o excesso de trabalho e a falta de reconhecimento são fatores que tornam os profi ssionais brasileiros os mais estressados do mundo. A pesquisa foi feita em 13 países com diretores de grandes empresas.
No Brasil, 42% dos entrevistados afirmaram que os funcionários enfrentam estresse e ansiedade, número muito acima da média mundial, que é de 11%. Os dados do Ministério da Previdência confi rmam o problema: desde 2010, houve um aumento de 41,9% no número de afastamentos causados por estresse grave e dificuldade de adaptação.
‘O que no passado era feito por 10,15 trabalhadores, hoje é feito por um, dois ou três. Então, há um aumento da sobrecarga mental, da responsabilidade no ambiente de trabalho e isso também gera adoecimento mental. Isso também agrava as funções psicológicas e mentais do trabalhador’, analisa Marco Antonio Peres, diretor do Departamento de Políticas de Saúde Ocupacional do Ministério da Previdência.
Entre os sintomas causados pelo estresse estão: a fadiga mental, quando a pessoa dorme e acorda cansada, a mudança repentina de humor e a alteração de peso (tem gente que engorda ou emagrece em
pouco tempo).
Em Curitiba, uma montadora criou estratégias para diminuir os efeitos da pressão por resultados, como horário flexível, academia de ginástica e aulas de dança para os funcionários.
O investimento da empresa na qualidade de vida dos trabalhadores se reflete diretamente nos resultados da montadora. Como funcionário feliz rende mais e trabalha melhor, na empresa não há afastamentos por estresse. Bom para os dois lados, empresa e empregado.”

  1. Depois do homem:
    “O homem foi criado antes do sábado (Gn 1.26 – 2.3). O sábado foi instituído para ser uma bênção para o homem: para mantê-lo saudável, útil, alegre e santo, dando-lhe condições de meditar calmamente nas obras do seu Criador, podendo deleitar-se em Jeová (Is 58.13,14), e olhar adiante, com grande expectativa, para o ‘repouso que resta para o povo de Deus’ (Hb 4.9).” (Hendriksen, William. Comentários do Novo Testamento: Marcos. Tradução: Elias Dantas. São Paulo: Cultura Cristã, 2003, p.144).
  2. Menor que Jesus:
    “‘O Filho do Homem é Senhor também do sábado’, ou, como literalmente diz o original: ‘Senhor é o Filho do Homem, mesmo do sábado’. Ele é maior do que o templo (Mt 12.6), maior do que Jonas (12.41), maior do que Salomão (12.42), e, assim, maior que o sábado também!” (Idem).
  3. Sábado positivo:
    “(…) os casos de vida furtivos, como desamor, tédio, hipocrisia, tristeza no sábado, esta verdade era esquecida [a alegria no sábado]. O sentido positivo do mandamento fora encoberto, alienado da vida em Deus, acorrentado, inerte. O sábado verdadeiro se tornara em ídolo. O sábado, criado bom por Deus mas depois acorrentado, é ‘restaurado’ pelo Messias (…).” (Pohl, Adolf. O Evangelho de Marcos: Comentário Esperança. Tradução: Hans Udo Fuchs. Curitiba: Esperança, 1998, p.123).
  4. Sábado original:
    “O ser humano em Cristo não tem mais uma relação a dois com o sábado, em que este se torna grande demais para ele. Em seu lugar surge um triângulo: o ser humano, o sábado, o Senhor do sábado. Com Jesus o sábado é reintroduzido no reinado de Deus. Ele não é abolido, mas reorientado para o seu sentido antigo, original e eterno.” (Ibidem, p.124).