Dicas da lição 8 – “Exercício do regozijo”

Exercício do regozijo

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Dicas

  • 1: Estabeleça a diferença entre a Alegria comum e a Alegria que só encontramos em Deus. O professor pode exemplificar em um quadro e pedir auxílio dos alunos para encontrar essas diferenças.
  • 2: Coloque vários momentos de nossas vidas que naturalmente nos alegramos: aniversários, conquistas, formaturas, casamentos, nascimentos e etc. Ressalte que nenhum desses momentos é eterno e que os momentos ruins também chegam. Em seguida, coloque situações e problemas pelos quais passamos e peça para que eles escrevam num papel pontos positivos mesmo em meio à dificuldades.
    Ex: Motivos para se alegrar em meio:
    – à uma crise financeira;
    – em meio à uma enfermidade;
    – em meio à uma crise familiar.
  • 3. Vídeo: Para introduzir o tópico 3, exiba o vídeo do link: https://youtu.be/jjS0WXy4FdU
  • 4. Dinâmica: Divida a classe em dois grupos e dê o tempo de 5 minutos para eles encontrarem o maior número de versículos da Bíblia (não pode versão eletrônica) e músicas com as palavras Alegria, Júbilo e Regozijo. Em seguida, conclua ressaltando a importância da Leitura e meditação na Bíblia para encontrarmos a Alegria que vem de Deus, fazendo um propósito de buscar na oração e comunhão com Deus e com os irmãos exercitar essa prática espiritual.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. Conceito:
    “A prática da alegria é a arte de oferecer resistência à tristeza por meio do contentamento proporcionado pela presença de Deus na vida daquele que o busca e da descoberta e exploração das muitas e variadas minas de alegria que estão à margem do caminho em direção à vida eterna.” (CÉSAR, Elben. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4. ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.145).
  2. Jesus, nossa alegria:
    “A promessa é clara: Jesus nos dá sua alegria. Jesus é de fato a alegria dos homens. Quando seu nascimento foi anunciado, sua vinda foi descrita como uma notícia portadora de alegria. Quando foi batizado, o Pai externou alegria. Deus, portanto, está interessa do na nossa alegria. É por isso que compartilha conosco sua alegria.” (Azevedo, Israel. Academia da alma. São Paulo: Vox Litteris, 2013, pp.79-80).
  3. Triste alegria:
    “A ideia de alegria que predomina no nosso tempo, feita de ação e de diversão, pode acabar nos roubando a alegria, pois são insuficientes e até mesmo falsas. Embora possa haver muito riso e felicidade numa festa, no coração de quem ri pode haver também muita tristeza. Essa visão de alegria nos rouba a alegria completa em Jesus, que independe do sucesso material, sexual, profissional. Depende, sim, de permanecermos em Jesus.” (Ibidem, pp.82-83).
  4. A alegria leva ao louvor:
    “A alegria propicia o louvor: ‘Está alguém alegre? Cante louvores’ (Tg 5.13). À alegria se conjuga o louvor, ao louvor se conjuga a música e à música se conjuga a expressão corporal. Momentos de intensa alegria foram descarregados na música e na dança, como no exemplo de Miriã, logo depois da travessia do mar Vermelho (Êx 15.20-21). Os motivos de alegria do cristão são diametralmente opostos aos motivos seculares; estes, na verdade, produzem mais sensação do que condição de bem-estar. A alegria dos secularizados depende do ter, e não do ser; de receber, e não de dar; de galgar posições, e não de servir; de proteger-se, e não de arriscar-se pelo Senhor.” (Estudos bíblicos Ultimato: A Prática da Alegria. Disponível em: http://ultimato.com.br/sites/estudos-biblicos/assunto/vida-crista/pratica-da-alegria/. Acesso: 06 de junho de 2017).
  5. Alegria em Filipenses:
    “O que ele [Paulo] espera é que os cristãos enfrentem a vida, o seu campo de batalha diário, não com murmurações, reclamações, ou uma atitude negativa diante dos problemas, como se Deus estivesse de braços cruzados, ou tivesse prazer nos sofrimentos deles, mas com atitude de alegria, sabendo que o Senhor é soberano em todas as coisas.” (Amora, Sandro. Filipenses: desenvolvendo a mentalidade cristã. Goiânia: Editora Cruz, 2017, pp.119-120).

Dicas da lição 7 – “Exercício do desabafo”

Exercício do desabafo

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Dicas

  • Dinâmica: Distribua um papel para cada aluno. Em seguida peça a eles que escrevam algo que tem angustiado, preocupado e trazido ansiedade ao seu coração. Garanta a eles que ninguém verá o que eles escreveram. Em seguida peça para que eles dobrem o papel (como se fosse uma carta) e coloquem no verso o destinatário: Deus. A ideia é mostrar que o desabafo é exatamente isto: Dirigir a Deus tudo aquilo que lhe causa ansiedade e preocupação.
  • Dinâmica 2: Pegue uma caixa e objetos razoavelmente pesados. Passe a caixa vazia e diga aos alunos que ela simboliza o coração humano. Distribua os objetos para cada aluno e peça para que a caixa passe de mão em mão. A medida que a caixa chegar ao aluno este deverá colocar o objeto na caixa dizendo algo que normalmente traz preocupação ao coração (desemprego, doença, decepção etc.). Ao passar a caixa para os alunos esta ficará mais cheia de objetos e consequentemente mais pesada. A ideia é mostrar que é assim que o coração fica quando vamos acumulando esses pesos dentro de nós mesmos: ficamos sobrecarregados. Explique, então, que é preciso tirar esses objetos ou pesos do coração para que ele fique leve novamente. Mostre que o desabafo é isto.
  • Vídeo: Um vídeo em que Augusto Cury fala sobre a ansiedade como o mal do século. Ele não fala da oração, daí a importância de ressaltar o exercício de desabafo para a ansiedade. Gerir a mente, como sugere o autor, pode ser feito por meio da oração e do desabafo: https://www.youtube.com/watch?v=tVryM26EEeU
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. Falta de desabafo faz mal a alma:
    “O EXCESSO DE ANSIEDADE, provocado pelo acúmulo de problemas, dificuldades, decepções , frustrações e sofrimento cria uma situação insuportável. Os casos mais graves podem dar ocasião ao álcool, às drogas e até o suicídio. Costumam também produzir distúrbios emocionais e doenças mentais. A falta de desabafo faz mal à alma e ao corpo.” (César, Elben. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4. ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.35).
  2. “Se eu quiser falar com Deus… tenho que desabafar”:
    “‘Seu eu quiser falar com Deus, tenho que fi car a sós, tenho que apagar a luz, tenho que calar a voz’, registrou o cantor Gilberto Gil em uma música que se tornou conhecida e cantada por muitos. Na Bíblia, lemos exatamente o contrário, como fez Davi: ‘Derramo diante dele [do Senhor] o meu lamento; a ele apresento a minha angústia’ (Sl 142.2). Podemos – e devemos – nos aproximar de Deus sem reservas, sem cerimônias, sem medo de sermos incompreendidos, pois ‘Deus não se ofende quando ouve absurdos nem pune o sobrecarregado quando ele se expõe’”. (Mendes, Lilian. Pode falar sem reservas. Revista O Clarim: Ed. 64. São Paulo: FESOFAP, 2015, p.3).
  3. Ansiedade e desabafo:
    “A palavra grega traduzida por ansiosos, em Filipenses 4:6, significa ‘atraídos para direções diferentes’. nossas esperanças nos puxam para um lado, nossos medos para o outro, e a tensão torna-se insuportável. O sentido da palavra ansiedade é associado a angústia, que pode significar ‘estreiteza, aperto’.” (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento. Vol. 2. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.123).
  4. Desabafo é “derramar-se diante de Deus”:
    “Davi não apenas clama a Deus clama ao Senhor em voz alta, mas também suplica fervorosamente com seu coração. Era um jovem piedoso, que servia ao Senhor e a seu rei, no entanto, se encontrava numa caverna [contexto do Salmo 142], se escondendo feito um criminoso. Naquele momento, porém, sua situação era desesperadora. Seus sentimentos estavam tão reprimidos dentro dele que Davi precisou ‘derramá-los’ perante o Senhor (43:4; 62:8; sobrescrito de 102).” (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento: volume III, poéticos. Tradução de Susana Klassen. São Paulo: Geográfica editora, 2006, p. 348).
  5. Quando desabafar vira murmuração:
    “O desabafo deixa de ser desabafo quando não se fala mais com Deus, mas contra Deus. Aí entra a murmuração, que é pecado e pecado grave (1 Co 10.10). A murmuração é própria para falar mal de Deus: ‘Ele não é o que diz ser, não faz o que promete, não ama como diz que ama’. Só serve para agravar o problema.” (CÉSAR, Elben. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4. ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.43).

Dicas da lição 6 – “Exercício da confissão”

Exercício da confissão

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Dicas

  • Introdução: Comece a aula ressaltando que a confissão além de ser um exercício devocional, para o fortalecimento espiritual do cristão, deve ser praticado sempre que houver pecado, por ser tratar também de um mandamento bíblico, não fazê-lo a Deus é pecado, e ao irmão também, pois será desobediência a Palavra de Deus.
  • Dinâmica: Material: um copo com água, uma colher, sal, um ovo e pires.
    – Pode ser feita após a exposição do item 2. O resultado da confissão (na pergunta 3). Enquanto estiver falando do que acontece com quem esconde o pecado, coloque o ovo dentro do copo com água e chame a atenção pelo fato do ovo afundar rapidamente.
    – Retire com uma colher o ovo de dentro do copo e coloque-o no pires.Fale sobre a importância do sal nos alimentos, que conserva e dá sabor. Compare o sal com a graça de Deus em nossa vida.
    – Coloque o sal na água do copo. Mexa com a colher por uns instantes para que se dissolva, enquanto o sal se dissolve, desaparecendo, fazer a comparação que quando confessamos nossos pecados e estes vão se consumindo até desaparecerem ao receberem o perdão e purificação dos pecados.Diga que assim como os alimentos sem sal ficam ruins, sem gosto, nossa vida em pecado é também ruim, sem graça, sem alegria.
    – Agora coloque o ovo dentro da água salgada (ele irá flutuar) e vá dizendo o que acontece com quem se confessa: fica leve, livre de todo o peso que tinha antes de confessar-se, com a remoção da culpa.
    – Diga qual a importância de confessarmos os pecados sempre e de vivermos pela graça de Deus sem uma vida de pecado para que sempre vivamos leves e sem o sofrimento (consequências) que o pecado gera em nós.
  • Vídeo: Disponível em: https://youtu.be/Gify6UyihVU
    Utilize o vídeo, Disponível no link acima, na segunda aplicação (2. Confessando nossos pecados ao irmão, em verdadeira humildade) e pergunta 6.
    Estimule a pratica da confissão de pecados a um cristão maduro ou ao líder da igreja, pela importância no processo de cura que existe neste exercício e também pela seriedade da disciplina eclesiástica, quando necessário, também para o tratamento e restauração pessoal e comunitário.
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Comentários Adicionais

  1. Davi e confissão:
    “O rei não precisou fazer penitência nem passar por um ‘período de sursis’; tudo o que teve de fazer para que o Senhor o perdoasse foi confessar sinceramente seus pecados (1 Jo 1:9). O fardo da transgressão foi removido, a dívida foi cancelada, o que estava distorcido se endireitou, e o Senhor não registrou os pecados de Davi”. (Wiersbe, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento: poéticos. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.150).
  2. Agostinho e confissão:
    “Para Agostinho, confessar é desnudar a alma e o coração diante de Deus, de nós mesmos e dos outros. É através deste ato que o homem passa a conhecer-se a si mesmo. Para ele, praticar a verdade é tornar claro quem ele é. Agostinho sabia que é possível ao homem enganar-se a si mesmo e construir uma imagem falsa perante o próximo, mas diante de Deus é impossível que o homem esconda sua verdadeira face.” (Barbosa, Ricardo. Janelas para vida: resgatando a espiritualidade do cotidiano. 2 ed. Curitiba: Encontro, 2008, pp. 172-173).
  3. Arrependimento e confissão:
    “Falar da Prática Devocional da confissão é falar de metanoia, de arrependimento, de mudança de mente, de transformação da vida! Confessar é alcançar a graça divina e entender que nada foge ao olhar de Deus, nada escapa ao olhar do Espírito Santo.” (Leonardo Jr., João; Freitas, Eleilton William S. Caia na real: proposta de vida real para um tempo virtual. São Paulo: GEVC, 2010, p.110).
  4. Providência e confissão:
    “A CONFISSÃO DE PECADO é uma providência tornada possível pela misericórdia divina para sanar as fraquezas cometidas ao longo da caminhada cristã. A confissão verdadeira remove a crise provocada pelo pecado e restaura a comunhão perdida ou arranhada.” (César, Elben. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4. ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.45).
  5. Confissão, uma porta aberta!:
    “A porta aberta da confissão do pecado está aberta de par a par por duas razões de acordo com o registro de João. A primeira está relacionada com a incapacidade do crente de alcançar o alvo mais elevado (…) [Não pecar]. A segunda está relacionada com a capacidade de Jesus de fazer e ser ‘a propiciação pelos nossos pecados’. (…) (I Jo 2.1-2).” (Ibidem, pp.45-46).

Dicas da lição 5 – “Exercício da vigilância”

Exercício da vigilância

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Dinâmica

Desenhando com olhos fechados

  • Material: Papel e Caneta
  • Entregue uma folha de papel e uma caneta para seus alunos (as). Peça para que eles desenhem algo com os olhos fechados, como: casa, carro, avião, bicicleta entre outros.
  • Depois peça para que eles abram os olhos e vejam como ficou o desenho. Certamente irão se divertir com o rabisco, leve eles a pensar como poderiam desenhar melhor. E explique que assim é a nossa vida sem vigilância, um grande rabisco. Mas quando estamos com os nossos olhos espirituais abertos e andando segundo a vontade de Deus tudo fica melhor.
  • Ilustração: Utilize a notícia do Jornal Estadão falando da falta de vigilância no Parque Aclimação em SP (pode procurar notícias semelhantes da sua região) para ilustrar como é nossa vida espiritual sem os devidos cuidados espirituais.
  • Levem seus alunos a pensar que assim fica nosso coração e nossa mente sem a vigilância, mas que Deus pode nos limpar e produzir um ambiente agradável de relacionamento com Ele.

Desafio da Semana

Comentários Adicionais

  1. Vigie e ore:
    “A Bíblia diz que o rei Uzias edificou torres de vigia no deserto e cavou muitas cisternas, porque tinha muito gado, tanto nos vales como nas campinas (2 Cr 26.10). Esta associação entre torres e cis- ternas coincide com a associação entre vigiar e orar. O gado de Uzias precisava de proteção e de água.” (César, Elben M. Lenz. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4 ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p. 87).
  2. Resista, sempre!:
    “Daniel resistiu ao decreto do rei da Pérsia e não deixou de orar a Deus (Dn 6.1-28), não obstante a irrevogabilidade das leis dos medos e dos persas, não obstante o seu alto cargo no governo de Dario (um dos três presidentes dos 120 sátrapas do império), não obstante a pavorosa sen- tença de morte (cova de leões) a que estava sujeito se não obedecesse a ordem do rei”. (Ibidem, p. 128).
  3. Uma noite na cova:
    “A cova dos leões era um grande buraco com uma parede divisória móvel, que podia ser puxada para cima, permitindo que os leões pas- sassem de um lado para o outro. O tratador punha comida do lado vazio e, depois, levantava a divisória para que os leões fossem até ali e se ali- mentassem. […] Os animais não eram alimentados com frequência nem em grande quantidade, a m de que o apetite deles estivesse preparado para o caso de haver uma execução.” (Wiersbe, Warren W. Comentário Exercício da vigilância Bíblico Expositivo: Antigo Testamento. Vol 4. Profético. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográ ca editora, 2006, p.345).
  4. Sempre alerta:
    “Uma pessoa pode estar plenamente desperta sicamente, e ainda sucumbir em meio à tentação, mas se mantiver espiritualmente desper- ta, se com o coração e mente estiver ‘alerta’ ou ‘vigilante’, então vence- rá a tentação. A tentação para os discípulos era a de serem eles in éis a Jesus. Já sabemos que eles, inclusive Pedro, não permaneceram alertas, nem zeram fervoroso uso da oração, e por tanto sucumbiram ante a tentação. (Hendriksen, William. Comentário do Novo Testamento: Ma- teus. Vol. 2. Tradução: Valter Graciliano Martins. São Paulo: Cultura Cris- tã, 2001, p.588).
  5. Não durma:
    “A sonolência alcançara uma vez mais a vitória sobre o desejo que tinham de manter-se despertos e de permanecer vigilantes. ‘Seus olhos estavam carregados de sono’, porque o coração deles não estava cheio de oração. E assim Jesus tinha de sustentar a batalha completamente so- zinho. Não recebe auxílio algum da parte dos homens, nem mesmo dos Doze, agora reduzidos a onze”. (Ibidem, p.589).

Dicas da lição 4 – “Exercício do jejum”

Exercício do jejum

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Dicas

  • Vídeo: Neste link: https://www.youtube.com/watch?v=y_iccpuWfN0, o Bispo Walter McAlister responde a pergunta “Como se faz jejum?”. Você pode utilizar o vídeo no item 3 “as formas de jejuns”. São importantes conselhos para nossa vida espiritual.

Dinâmica: No início da lição leve uma cesta ou bandeja com frutas; ou uma caixa de bombons; facas plásticas; e papel toalha.
Execução: Divida entre seus alunos e alunas, as frutas e/ou os bombons. Em seguida, peça para que cada pessoa descasque sua fruta ou abra os bombons. Fale que fiquem a vontade. Se perceber que vão comer, peça para que não façam isso ainda e guardem os alimentos no papel toalha. A ideia é mostrar que, apesar de terem a permissão de comer devem abrir mão de fazerem naquele momento, assim como fazemos no jejum. Ao final da aula libere-os para comerem. Aplique esta dinâmica nos itens 1 e 2.

Desafio da Semana

Comentários Adicionais

  1. A Importância do jejum:
    “Dentre todas as Práticas Devocionais disponibilizadas na Bíblia, uma das mais reais para a igreja, num tempo extremamente virtual como o nosso, é o Jejum. Quando o lho de Deus jejua, nega-se a si mesmo. Quando Jejua, além de se expressar oralmente, pratica uma das mais profundas expressões de amor ao Senhor.” (Leonardo Jr., João; Freitas, Eleilton William S. Caia na real: proposta de vida real para um tempo vir- tual. São Paulo: GEVC, 2010, p.74).
  2. Jejum no Antigo Testamento:
    “O jejum tinha lugar importante no Antigo Testamento. A raiz da pa- lavra que traduzimos por jejuar signi ca ‘a igir a alma’ ou ‘negar-se a si mesmo’. Aquele que jejuava não punha em dúvida que o alimento era bom e destinado por Deus para benefício do corpo e alma, para prover relacionamento entre o homem e Deus. Expressava, porém, muitas coisas ao abster-se voluntariamente do alimento por tempo determinado.” (Pen- tecost, J. Dwight. O sermão da Montanha. Tradução de Luiz Aparecido Caruso. São Paulo: Vida, 1988, p.126).
  3. Dependente de Deus:
    “(…) o jejum signi cava que o indivíduo renunciava às exigências natu- rais do organismo e ao prazer natural de comer, confessando total depen- dência de Deus. Con ava em que Deus o sustentasse dia a dia como o faria se tomasse alimento. Abstendo-se dele, Deus o sustentaria de modo sobrenatural. O jejum manifestava, pois, total dependência de Deus em tempos de tristeza, angústia, (…) con ssão de pecado, ou em momentos de oração.” (Ibidem, p.128).
  4. Anseio por Deus:
    “O jejum alimentar é a união do corpo à fome que o espírito tem de Deus. Mesmo após um jejum de um dia, percebo que mais prontamente passo a experimentar o desejo ardente por Deus expresso no salmo 63: ‘Ó Deus, tu és meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água’.” (Manning, Brennan. Convite à solitude. Tradução de Fabiano Me- deiros. São Paulo: Mundo Cristão, 2010 , p.124).
  5. Jejum e justiça:
    “O jejum é o clamor da pessoa por inteiro, corpo e alma, um anelo de que a justiça de Deus seja revelada. Por essa razão, os fariseus e os discí- pulos jejuavam. Jesus disse: ‘Vocês não precisam jejuar agora. Aquilo de que vocês tinham fome, aquilo por que ansiavam, está aqui’ [O próprio Jesus].” (Idem).

Dicas da lição 3 – "Exercício da Oração"

Exercício da Oração

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Dicas

  • Tabela: Leve para sua classe, uma tabela de tempo, para que seus alunos e alunas, pensem sobre seu dia a dia e escolham o melhor horário de oração. Tente mostrar, como podem priorizar esse exercício. Se quiser, pode pedir para preencherem ali ou ainda no dia da aula em casa. Aplique esta dinâmica no item 1, a frequência da oração.
    Obs.: Você pode reforçar o Projeto 100 dias de oração, falando sobre a importância de participar e ainda pode desenvolver um período de oração, com dias pelos números de estudantes da sua classe, para que cada um se responsabilize por um dia de oração. Peça que orem para que sua classe cresça em todos os aspectos do ensino cristão.

    Dia Hora
    Domingo
    Segunda
    Terça
    Quarta
    Quinta
    Sexta
    Sábado
  • Dinâmica: Para o item 2, “o conteúdo de oração”, faça a seguinte dinâmica:
    Materiais: Bexigas, papel e caneta ou lápis e um marcador permanente (caneta marcadora de cd e etc.).
    Execução: Distribua as bexigas para cada aluno ou aluna. Dobre o sulfite em quatro partes e dê uma parte para cada um. Peça que no papel escrevam seu nome e um pedido de oração. Depois de feito isto, diga para colocarem dentro da bexiga, encherem e escreverem seus nomes nas mesmas (com a caneta permanente) devem ainda, e pé e jogaram os balões para cima. Se preferir, peça que repassam uns para os outros de mão a mão. A ideia é que ninguém fique com sua bexiga. Quando tiverem trocados todas as bexigas, fale para estourarem e depois o dever de orar pela pessoa e pedido da bexiga. (O tempo deve ser de 5 a 10 minutos).
  • Lição: Temos de nos dedicar a orar uns pelos outros, como nos mostra o item 2, falando que a intercessão é um importante conteúdo de nossa oração. Além do mais, da forma como procuramos distribuir as bexigas, devemos nos preocupar mais com os outros, como nos propõe o item 3, modelo de oração, que fala sobre o “Pai nosso”.
    (Adaptado de: Pré-adolescentes – Lição 06: A Oração na Igreja (Dinâmica). Disponível em: http://ebdinterativa.com.br/pre-adolescentes-licao-06-a-oracao-na-igreja-dinamica/. Acesso: 10 de julho de 2017).
  • Vídeo: Escolha o melhor momento de sua aula para exibir o vídeo “ORAÇÃO” do reverendo Hernandes Dias Lopes. Mostre a sua classe como é importante tal disciplina. Acesse neste link: https://www.youtube.com/watch?v=vakN0z–Kj0&t=3s.
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Comentários Adicionais

  1. Aprenda a orar:
    “A oração exige um aprendizado contínuo. Tanto Jesus como Tiago tocaram nesse assunto. O Senhor declarou a Tiago e João: ‘Não sabeis o que pedis’ (Mt 20.22). E o irmão do Senhor chamou a atenção de seus leitores para o fato de a oração deles não ser respondida porque eles pediam mal, para esbanjar em seus prazeres”. (César, Elben M. Lenz. Práticas devocionais: exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4 ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.32)
  2. A oração persistente:
    “A Bíblia está repleta de exemplos de persistência na oração. Elias orou sete vezes no monte Carmelo (1Rs 18.42-44). Daniel orou por 21 dias acerca de uma única questão (Dn 10). Jesus orou três vezes no jardim do Getsêmani, por causa da prova que estava prestes a enfrentar (Mt 26.36-44). A Igreja Primitiva fez contínuas orações por Pedro, que estava agrilhoado na prisão (At 12.5)”. (Brandt, Robert L.; Bicket, Zenas J. O Espírito nos ajuda a orar. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p.273)
  3. Ore disciplinadamente:
    “Porque a oração é de grande importância e porque o homem é naturalmente indisciplinado, é bom que haja algum horário fixo de oração, como acontece até hoje entre judeus e muçulmanos. Daniel se obrigava a orar de joelhos três vezes ao dia (Dn 6.10). O próprio Davi fazia o mesmo em intervalos regulares de, talvez, seis horas… (Sl 55.17)”. (César, Elben M. Lenz. Práticas devocionais: exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4 ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.29.)
  4. Deus diz “sim”:
    “Deus diz sim a muitas de nossas orações. É animador listar os sins de Deus nas orações contidas na história bíblica. Isaque orou por sua mulher estéril, e Rebeca concebeu (Gn 25.21). Israel clamou contra a dura servidão de Faraó, e Deus ouviu o seu gemido e o tirou de lá com poderosa mão (Êx 2.23-25). Moisés intercedeu pelo povo, e o fogo do Senhor, que já havia consumido extremidades do arraial, apagou (Nm 11.1-3)”. (Ibidem, p. 27)
  5. Deus diz “não”:
    “Mas Deus diz não também a não poucas orações, mesmo que elas sejam proferidas por pessoas de caráter e de fé. Moisés implorou ao Senhor permissão para passar o Jordão e ver a terra da promessa, e Deus lhe disse: ‘Basta! Não me fales mais nisto’ (Dt 3.23-29). Apesar de ter sido um homem de oração, Davi orou sentidamente pelo filho recém-nascido gravemente enfermo, e Deus levou a criança depois de uma semana de intensa oração e jejum (2 Sm 12.15-23).” (Ibidem, p. 28.)

Dicas da lição 2 – "Academia Espiritual"

Academia Espiritual

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Dicas

  • Exercício Espiritual: Você pode usar como exemplo de leitura devocional da palavra (item 1), a Leitura orante da Bíblia, que envolve fazer repetidas leituras com perguntas específicas: 1. O que o texto está dizendo? 2. Meditar no que Deus está me falando; 3. Orar o que o texto me faz dizer a Deus; 4. Qual o meu novo olhar? Contemplar a partir de sua palavra.
  • Vídeo: Exiba em classe o vídeo legendado do Pr. Jhon Piper “A bíblia não é chata”, sobre a grandeza da leitura bíblica, logo no item 1 (Leitura) Ou durante a respectiva pergunta (Questão 2). Segue o Link: https://www.youtube.com/watch?v=wshTAViyzh4
  • Dinâmica: Durante a Explicação ou questão relacionada (Questão 3) ao item Escolha três, no máximo 4 pessoas da classe, e pergunte a elas: “Compartilhe com a classe uma experiência de meditação devocional da palavra em que você ouviu claramente a orientação de Deus para uma situação específica de sua vida.” Após as respostas você poderá comentar com a classe a importância prática de se ouvir Deus através da meditação da palavra.
    Obs: Procure combinar com essas pessoas ao menos um dia antes, se possível, para que elas tenham tempo de pensar em suas respostas.
  • Sugestão: No Item 2 do “Exercitando na Vida”, Você pode sugerir aos alunos que façam o plano de leitura anual da bíblia de maneira devocional. Além te termos o plano de leitura anual em nossa lição durante todo o ano, sugerimos também o plano de leitura anual da SBB (Sociedade Bíblica do Brasil): Disponível para Download AQUI
    Fonte: http://www.sbb.org.br/conteudo-interativo/planos-de-leitura-da-biblia/
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

Comentários Adicionais

  1. Definindo o exercício:
    “A prática da leitura da Palavra de Deus é a arte de procurar o Senhor nas páginas das Sagradas Escrituras até achar, de enxergar toda a riqueza que está por trás da mera letra, de ouvir a voz de Deus, de relacionar texto com texto e de sugar o leite contido na Palavra revelada e escrita, tanto nas passagens mais claras como nas passagens aparentemente menos atraentes, mediante uma leitura responsável e o auxílio do Espírito Santo.” (César, Elben M. Lenz. Práticas devocionais: exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4 ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.13).
  2. Várias leituras:
    “Existem a leitura acadêmica (em busca do conhecimento para aumentar o cabedal da cultura); a leitura apologética (em busca de argumentos para defender um ponto de vista), a leitura homilética (em busca do sermão para pregar domingo); a leitura supertisiosa (em busca de ‘recadinhos’ da parte de Deus para resolver algum problema pessoal) e a leitura devocional (em busca do próprio Deus para saciar a sede interior). A leitura devocional é única e não pode ser comparada nem substituída pelas demais.” (Ibidem, p.15).
  3. Desafios à leitura:
    “Os desafios dessa Prática Devocional Diária chamada Leitura e Meditação na palavra de Deus são: conscientização, envolvimento, preparo e organização. Para levar a efeito o estudo da Palavra, deve-se considerar tal Prática Devocional como algo que esteja em primeiro lugar na escala de valores e prioridades da vida!” (Leonardo Jr., João; Freitas, Eleilton William S. Caia na real: proposta de vida real para um tempo virtual. São Paulo: GEVC, 2010, p. 64).
  4. Leitura transformadora:
    “Ler a Bíblia não é sempre a mesma coisa que ouvir a Palavra de Deus. Uma coisa nem sempre implica na outra. Ouvir a Deus exige numa postura, uma atitude diante de Sua Palavra. A Leitura Devocional é uma forma de nos colocarmos diante de Deus e sua Palavra como quem de fato deseja ouvir, meditar, orar e contemplar. É dessa postura que nasce, não apenas o prazer, pela Palavra de Deus, mas também a experiência transformadora do poder da graça divina.” (Barbosa, Ricardo. Janelas para vida: resgatando a espiritualidade do cotidiano. 2 ed. Curitiba: Encontro, p.64).
  5. Testemunho de leitura:
    “‘É absolutamente necessário, a fim de que a felicidade no Senhor possa continuar, que as Escrituras sejam lidas regularmente. Nós devemos especificamente, com regularidade, ler as Escrituras sequencialmente e não escolher um capítulo aqui e outro ali. Se fizermos assim, seremos sempre anões espirituais. Eu digo isso a vocês carinhosamente. Durante os primeiros quatro anos depois da minha conversão eu não fiz nenhum progresso porque eu negligenciei a Bíblia. Mas quando eu li regularmente através da Bíblia toda. Eu imediatamente progredi. Então minha paz e alegria continuaram mais e mais. Eu tenho feito isso há 47 anos. Eu li a Bíblia inteira aproximadamente 100 vezes e eu sempre acho revigorante. Assim minha paz e alegria têm aumentado mais e mais.’ (D. L. Moody)” (Pimentel, Vinícius Musselma. 10 planos de leitura bíblica e orante para 2017. Disponível em: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2016/12/10-planos-de-leitura-biblica-e-orante-para-2017/. Acessado: 01 de junho de 2017).

Dicas da lição 1 – “Exercício da entrega”

Exercício da entrega

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Dicas

  • Vídeo: Exiba em classe, na introdução da lição, o vídeo, onde o pr. Alan Rocha, diretor do DEC, apresenta a nova série de lições para este trimestre. Se desejar, envie o mesmo nos grupos de WhatsApp, para que, vejam e comentem o que acharam e quais suas expectativas para os próximos meses. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=TX5RYW5NJHA
  • Dinâmica: Para iniciar a lição faça a seguinte dinâmica: arrume alguns halteres (pesos), fixando em cada um o nome das 14 disciplinas da série. Você pode arrumar, 7 e colocar duas disciplinas em cada lado. Se não, baixe a figura abaixo e cole o nomes das disciplinas (na figura 1, cole duas disciplinas. Na figura 2, somente uma).
    Em seguida, peça a seus alunos e alunas, que peguem cada, ou distribua cada haltere, conforme o número de presentes, para mostrar que, a série deste trimestre é sobre exercita-se espiritualmente, por isso é preciso a mobilização de todos.
  • Entrevista: Você pode convidar um profissional de educação física, ou alguém da igreja local, que faça exercícios físicos regularmente, para estar falando e respondendo questões da classe sobre a importância da atividade física. Essa dinâmica deve ser feita, ainda no inicio da lição. Fale sobre a importância de cuidar do corpo, fazendo contrapontos da importância de estar na academia espiritual (vida cristã), entregando a vida a Deus.
  • Tabela de entrega: Diante do conteúdo aprendido nesta lição 1, imprima uma tabela, para ajuda-los na prática da entrega. A tabela tem as 14 linhas correspondentes às lições.
    Legenda:
    Desafio da semana: Marque um ok, se tem praticado as dicas dadas na lição para cada semana.
    Projetos: Escreva projetos que você deseja executar (faculdade, emprego, ministério, questões familiares e etc.).
    Dificuldades: Escreva alguns impedimentos para cumprimento destas metas.
    Progressos: Anote cada conquista e cada mudança.
    Obs.:
    A ideia é refletir se temos colocado todas as coisas diante de Deus, em oração e confiança. Faça isso até o fim da série (não post nada) e no final junto à classe, compartilhe as dificuldades e avanços, agradecendo a Deus.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

Comentários Adicionais

  1. Conceituando práticas devocionais:
    “(…) Práticas devem ser entendidas como ações regulares, hábitos ‘encarnados’, exercícios constantes; Devocional deve ser entendido como atitude piedosa, zelosa, reverente, sincera e fervorosa. O Dicionário Houaiss traz, a respeito da palavra devoção, uma expressão linda: ‘ação de se dedicar, voto com que alguém se dedica, se consagra’.” (Leonardo Jr., João; FREITAS, Eleilton William S. Caia na real: proposta de vida real para um tempo virtual. São Paulo: GEVC, 2010, p.47).
  2. Entrega no hebraico:
    “A palavra hebraica traduzida entrega é lit. ‘rolar’, como no caso de se ver livre de um fardo (cf. Js 5:9). Chega a ser empregada simplesmente como sinônimo de confiar algo a alguém (Pv 16:3), ou ‘confiar’ (…)”. (Kidner, Derek. Introdução e comentário aos livros do I e II dos Salmos – Salmos 1-72. Tradução: Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.171).
  3. Culto lógico:
    “Paulo fundamenta seu apelo por sacrifícios vivos e santos, afirmando que este é o nosso ‘culto racional’. Em outra tradução lemos: ‘… que é o vosso culto espiritual’. O apóstolo está na verdade dizendo: ‘culto lógico’. O que poderia ser mais lógico ou razoável do que oferecer todo o nosso ser a Deus como oferta de louvor, culto e adoração com os santos no altar?” (Sproul, R. C. Estudos bíblicos expositivos em Romanos. Tradução: Heloísa Cavallari e Marcio Santana. São Paulo: Cultura Cristã, 2011, p.371).
  4. Entregar-se, mas não deixar de caminhar:
    “Somos chamados a entregar o nosso caminho ao Senhor, mas não a parar de caminhar. Sigamos caminhando e entreguemos nossa caminhada ao Senhor. Ele nos redime do passado. Ele nos ilumina o presente. Ele nos sinaliza o futuro.” (Azevedo, Israel. Academia da alma. São Paulo: Vox Litteris, 2013, p.25).
  5. Não entregar a Deus nossa vida, é ateísmo:
    “Ainda conservamos parte de nosso ‘complexo de Deus’, o mesmo complexo que provocou a nossa queda, com Adão. A ansiedade também produz certo tipo de ateísmo: o ateísmo funcional, praticado por quem acha que nada acontecerá, a menos que façamos alguma coisa; para esses, conquanto conservem uma linguagem cristã e louvem a Deus nos cultos, Deus está morto ou em coma. Como Deus não pode fazer nada, nós temos de fazer… e rápido! [Fujamos disso!]”. (Ibidem, p.14).

Dicas da Lição 13 – “A perceptível presença de Deus”

A perceptível presença de Deus

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Dicas

  • Dinâmica Para introduzir a lição, fale para seus alunos e alunas, lerem a lição e diante do texto que embasa o estudo, Atos 4.23-31, façam vídeos curtos, relatando sinais que já viram na comunidade local e em igrejas sérias, que a semelhança do que acontecia na igreja primitiva, mostram que Deus está presente e a igreja sensível. Você pode exibi-los durante a introdução durante a aula na classe. Se não tiver Datashow, compartilhe no WhatsApp dos alunos e alunas de sua turma, e peça pra assistirem na aula ou antes dela.
  • Vídeo: Para o item 2 “A oração”, exiba o vídeo, “Poder da Oração (Avivamento na Bíblia e na História) – Russell Shedd”, deste link: https://www.youtube.com/watch?v=DNLA844pRqw, que trata de mostrar a importância da oração no avivamento.

 

Comentários Adicionais

  1. A oração poderosa:
    “A igreja é o povo que busca a Deus em oração nas horas de dificuldades. A oração é a arma de guerra. Quando nos curvamos diante de Deus, levantamo-nos diante dos homens. Quando colocamos nossos olhos em Deus, perdemos o medo da ameaça dos homens.” (LOPES, Hernandes Dias. 2Coríntios: o triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. São Paulo: Hagnos, 2008, p.103).
  2. Resposta à oração:
    “Em resposta a oração sincera e unânime: 1) tremeu o lugar e, segundo comentou Crisóstomo, ‘aquilo os tornou inabaláveis’; 2) todos ficaram cheios do Espírito Santo; e 3) em resposta ao seu pedido específico (v.29) [At 4], anunciaram a palavra de Deus, com intrepidez (v.31).” (STOTT, John R. W. A mensagem de Atos: até os confins da terra. Tradução de Markus André Hediger e Lucy Yamakami. São Paulo: ABU, 1994, p.110).
  3. Aprovação divina:
    “Por semelhante modo, Deus demonstrou sua aprovação divina aos apóstolos fazendo tremer a casa onde se encontravam, e aparentemente usou um terremoto para conseguir esse efeito. Deus deu um sinal aos apóstolos de que assim como sacudiu a casa com um terremoto, assim também faria o mundo tremer com o evangelho de Cristo.” (Kistemaker, Simon. Comentário do Novo Testamento: Atos. Tradução: Ézia Mullins e Neuza Batista da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2006, pp.232).
  4. Pregadores corajosos:
    “A expressão com intrepidez se torna significativa e descreve adequadamente o falar dos apóstolos e seus ajudantes. Eles são proclamadores ‘da palavra de Deus’, que no contexto de Atos é sinônimo do evangelho de Jesus Cristo. Lucas fornece um lampejo dessa intrepidez quando escreve em passagem subsequente: ‘E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e pregar as boas-novas de que Jesus é o Cristo.” (Idem).
  5. Poder para pregar:
    “Não pediram proteção, pediram poder. Não pediram fogo do céu para destruir os inimigos (ver Lc 9:51-56), pediram poder do céu para pregar a Palavra e curar os enfermos (ver Mt 5:10-12, 43-48). Seu grande desejo era ousadia diante da oposição (ver At 4.17). A ênfase é sobre a mão de Deus operando na vida da Igreja (At 4:28, 30), não sobre a mão humana trabalhando para Deus.” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento. Vol. 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.542).

Dicas da Lição 12 – “E se o remédio não for tomado?”

E se o remédio não for tomado?

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Dicas

  • Dinâmica Levar alguns remédios para sala de aula, e perguntar aos alunos (as), se conhecem o nome do remédio e para que doença ele é eficaz. Perguntar se sabem qual são as doses a serem ingeridas e a frequência. Fazer as seguintes perguntas:
    O que acontece quando não é dado o remédio?
    O que acontece quando não é aplicada a doses certa?
    O que é preciso saber para medicar alguém?

    Obs.: Você poderá pedir para que alguns alunos ou alunas, que desejarem e que tomam remédios com frequência, levem no dia da aula os medicamentos, para falarem sobre a importância de seguirem a receita médica.
  • Dinâmica 2: Pegue uma caixa de medicamento vazia.
    Numa folha de papel escreva os seguintes nomes: perdão, serviço, nova aliança, desânimo, reconciliação, santidade, generosidade, valorização pastoral, ingenuidade e espinho na carne. Recorte-os e os coloque dentro da caixa.
    Passe à classe, que deve ir tirando os papeis, mostrando que eram essas as “pílulas” que os coríntios deveriam tomar para serem igreja sadia novamente. Mostre que a lição desta semana trata disso.
  • Vídeo: Para o item 5 “a busca da mutualidade”, mostre o vídeo sobre “Mutualidade – Mandamentos Recíprocos”. Explicando após a exibição, os textos citados no trecho em estudo na lição. Veja o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=EuT3yOg6T3g.

 

Comentários Adicionais

  1. Sexualidade deturpada:
    “Paulo temia encontrar muitos crentes ainda prisioneiros dos mesmos pecados e aberrações sexuais que caracterizam sua vida pagã. Impureza, prostituição e lascívia são termos progressivos que revelam uma completa decadência moral.” (LOPES, Hernandes Dias. 2Coríntios: o triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. São Paulo: Hagnos, 2008, p.278).
  2. O propósito de crescer:
    “O crente não pode ficar estagnado. Ele precisa ser santificado na verdade. Sua vida precisa ser transformada de glória em glória na imagem de Cristo. Para alcançar esse propósito, os coríntios precisariam abandonar os ensinos errados dos falsos apóstolos, acertarem seus relacionamentos uns com os outros ([2Co] 12.20). E romperam com as práticas imorais (12.21).” (Ibidem, p.291).
  3. O beijo santo:
    “Saudar um ao outro com beijo santo, prática radicada na cultura judaica, era e ainda é costumeiro e esperado (Rm 16.16; 1Co 16.20; 1Ts 5.26; 1Pe 5.14). Um toque de leve dos lábios face a face, comum em muitas sociedades do Oriente Médio e outros lugares, era prática padrão na Igreja Primitiva. O beijo não era no sentido erótico, pois os escritores das epístolas chamavam de santa essa prática.” (KISTEMAKER, Simon. 2 Coríntios. Tradução: Helen Hope Gordon da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.639).
  4. A Trindade:
    “A ordem das pessoas da Divindade – Filho, Pai e Espírito Santo, – ao contrário da ordem mais usual de Pai, Filho e Espírito Santo, talvez se deva um pouco à enorme ênfase no autossacrifício e no rebaixamento pessoal presentes nesses capítulos (cf. 8.9), uma vez que essas virtudes foram tão magnificamente manifestadas por Cristo. A graça mostrada por Cristo expulsa nosso ciúmes e sectarismo; e a comunhão com o Espírito Santo cria entre nós transforma em algo a mesquinha arrogância de mentes focadas em si mesmas.” (CARSON, D. A. Um modelo de maturidade cristã. Tradução: Marcia B. Medeiros; Vanderson Moura da Silva; Marcos Vasconcelos. São Paulo: Vida Nova, 2017, p.189).
  5. Comunhão:
    “A palavra comunhão é a tradução de koinonia, que significa essencialmente pode ser interpretada como sendo nossa participação do Espírito Santo; nesse caso, Espírito Santo é a Pessoa da qual os cristãos participam (…). Pode-se também entender que essa expressão significa comunhão criada pelo Espírito Santo (…).” (KRUSE, Colin. 2 Coríntios: introdução e comentário. Tradução de Oswaldo Ramos. São Paulo: Vida Nova, pp.239).

Dicas da Lição 11 – “A terapia do espinho na carne”

A terapia do espinho na carne

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Dicas

  • Para o início da lição, divida sua classe em duplas e distribua uma folha de papel para cada uma delas. A seguir, peça que cada dupla escreva exemplos de pessoas mencionadas na Bíblia Sagrada que foram vencidas pelo orgulho. Os alunos (as) devem escrever também sobre as consequências do orgulho para esses personagens bíblicos. Diga aos seus alunos para compartilharem o que escreveram e relacione a resposta deles com o tópico 1. O motivo da terapia.
  • Para finalizar o primeiro tópico da lição, escreva num lugar em que os alunos possam visualizar a seguinte frase de Agostinho: “O orgulho é a fonte de todas as fraquezas, por que é a fonte de todos os vícios.” A seguir, peça que seus alunos escrevam de que forma a terapia utilizada por Deus para tratar de Paulo ajudava-o a não se orgulhar e nem se envaidecer. Diga a seus alunos (as) para listarem no papel quais são os principais desafios que eles têm enfrentado para viverem dependentes da graça de Deus.
  • Para encerrar o tópico Aplicando o Ensino da Carta, peça que a classe reflita no seguinte texto retirado do site da revista Ultimato, cujo título é O que posso aprender com meu espinho na carne. Professor, se achar melhor, imprima esse fragmento e disponibilize para cada um de seus alunos, para agilizar a leitura.
    Segue o fragmento do texto de autoria de Renan Vinicius: “É interessante destacar o que Paulo diz no versículo seguinte: “três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim” (2 Coríntios 12:8 NVI). Muitas vezes, com nossa natureza pecaminosa, tendemos a pensar que Paulo, por ser um plantador de igrejas, teria uns pontinhos a mais com Deus e, por isso, seu pedido seria prontamente aceito. A verdade é que, com Deus, as coisas não funcionam na base da permuta, da justiça própria, como estamos tão acostumados neste mundo. A resposta de Deus para Paulo é simples: “Minha graça é suficiente a você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Coríntios 12:9 NVI). Muito provavelmente boa parte das pessoas ficaria revoltada com esta resposta de Deus e, até mesmo, “exigiria” uma absolvição, mas as próximas palavras de Paulo são lindas: “Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco, é que sou forte” (2 Coríntios 12:9-10 NVI). Refletindo sobre esse texto, penso que meu espinho na carne me faz entender que sou extremamente dependente de Deus. Sem o seu amor e a sua misericórdia, não passo de alguém que não consegue sequer lutar contra sua natureza corrompida pelo pecado. Ao mesmo tempo, o meu espinho na carne me faz ser solidário com meus irmãos, buscando ajudá-los em suas lutas e tribulações. O meu espinho na carne me faz desejar, cada dia mais, que nosso Salvador e Senhor, Jesus Cristo, volte o quanto antes, pois como disse Paulo, “considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Romanos 8:18 NVI).”. Diga a seus alunos (as) para relacionarem o que este texto enfatiza com a importância de reconhecermos o tratamento de Deus em nossas vidas. Peça também que eles compartilhem suas impressões (sempre baseadas na Palavra de Deus) a respeito do que significa depender somente da graça do Senhor em todas as situações que enfrentarmos.
  • Para finalizar a lição, assista ao seguinte vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=HGyRUhSlT8U e peça que seus alunos reflitam sobre as várias situações em que Deus tem conferido graça para que eles continuem firmes em Cristo Jesus, mesmo tendo que enfrentar os mais diversos espinhos na carne. Diga a seus alunos (as) que compartilhem com os outros como Deus tem tratado da vida deles, conferindo graça mais do que abundante.
  • Por fim, peça que eles reflitam em sua vida e no que aprenderam nesta semana, através do estudo da Palavra de Deus. Finalize reforçando aos seus alunos a importância de reconhecerem que Deus trata de nossa vida também através dos “espinhos na carne”, e que a graça e o cuidado de Deus são mais do que suficiente para vivermos.

 

Comentários Adicionais

  1. O paraíso:
    “A palavra ‘paraíso’ foi tomada por empréstimo do persa antigo e se refere ao ‘bosque’ ou jardim murado que um nobre podia ter como parte de sua propriedade. Adotada pelos judeus falantes do grego, logo passou a fazer referência ao jardim do Éden, o primeiro paraíso. Pelo fato de muitos judeus considerarem o estado final como, num certo sentido, a restauração do Éden, esse estado final de bem-aventurança passou a ser chamado o paraíso de Deus (Ap 2.7).” (CARSON, D. A. Um modelo de maturidade cristã. Tradução: Marcia B. Medeiros; Vanderson Moura da Silva; Marcos Vasconcelos. São Paulo: Vida Nova, 2017, p.141).
  2. Arrebatamento:
    “Diz o apóstolo que foi arrebatado até ao terceiro céu ([2Co 12] v.2) e logo depois foi arrebatado ao paraíso (v.3). Ele utilizou o mesmo verbo, ‘arrebatar’ (harpazo) em 1 Tessalonicenses 4:17, ao falar dos crentes vivos que hão de ser ‘arrebatados’ a fim de encontrar-se com o Senhor nos ares.” (KRUSE, Colin. 2 Coríntios: introdução e comentário. Tradução de Oswaldo Ramos. São Paulo: Vida Nova, 1994, p.214).
  3. Os céus:
    “Entre os contemporâneos de Paulo havia diferentes cosmologias em voga, as quais retratavam três, cinco ou sete céus, aos quais se referiam como sendo uma série de camadas hemisféricas acima da Terra. Tem sido sugerido que a referência na oração dedicatória de Salomão a ‘céus, e até o céu dos céus’ (…), em 1 Reis 8.27, deu origem, pelo menos entre os judeus, à noção de que os céus tem três esferas ou camadas.” (Ibidem, pp.214-215).
  4. O espinho:
    “(…) perturbações espirituais. Calvino acreditava que o espinho na carne de Paulo consistia nessas tentações que o afligiam. (…) perseguição e oposição. Lutero pensava que o espinho na carne de Paulo eram as muitas e variadas perseguições (…). (…) enfermidades físicas. A lista abrange desde epilepsia, gagueira, enxaqueca, ataques de febre malária até deficiência visual.” (LOPES, Hernandes Dias. 2Coríntios: o triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. São Paulo: Hagnos, 2008, p.266).
  5. A fraqueza forte:
    “‘Você quer dizer que não preciso ser superforte e suportar cada provação apoiando em meus próprios recursos’. Nada disso. De fato, a única maneira de qualificar-se para receber a força dele é quando admite sua fraqueza, quando admite que não é capaz nem forte; quando Paulo, estiver disposto a não se gabar de nada além da sua fraqueza e do poder de Deus.” (SWINDOLL, Charles R. Paulo: um homem de coragem e graça. Tradução de São Paulo: Mundo Cristão, 2003, p.282).

Dicas da Lição 10 – "A igreja não pode ser ingênua"

A igreja não pode ser ingênua

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Dicas

  • Vídeo: Para abertura da lição, durante os tópicos ou na aplicação exiba o vídeo “Fuja dos Falsos Mestres”, neste link: https://www.youtube.com/watch?v=wZ8_dPlgsYs. O vídeo faz um resumo sobre a importância de a igreja estar em alerta quantos aos que ensinam contra o evangelho, mesmo que usem o nome de Jesus.
  • Infográfico: Para o item 2 “Os ensinamentos”, mostre um infográfico para seus alunos e alunas, das duas principais características faladas por Paulo, que marcavam os falsos apóstolos. Você pode mandar via redes sociais aos seus alunos e alunas durante a semana, pedindo que pesquisem e falem mais sobre isso na aula.
  • Dinâmica: Distribuas folhas de papel entre seus alunos e alunas, pedindo para que escrevam que atitudes tomariam para enfrentar as falsas doutrinas e os falsos doutrinadores. Depois faça um resumo do que diz o item 3 “O enfrentamento”, mostrando a solução paulina.

 

Comentários Adicionais

  1. A arrogância dos superapóstolos:
    “Com insolente arrogância, os falsos apóstolos se apresentavam à igreja de Corinto não apenas solapando a autoridade apostólica de Paulo, mas também pondo a si mesmos como superiores a ele. A comparação que os falsos apóstolos faziam entre eles e Paulo, dando a si mesmos nota máxima, era uma consumada tolice.” (LOPES, Hernandes Dias. 2Coríntios: o triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. São Paulo: Hagnos, 2008, pp.244-245).
  2. Obreiros fraudulentos:
    “(…) Falsos apóstolos, pseudoapóstolos. Alguém que trabalha, trabalhador. (…) fraudulentos, enganadores, trapaceiros. O significado básico da palavra é ‘isca de peixe’ daí, qualquer estratagema para enganar ou prender.” (RIENECKER, Fritz. Chave linguística do Novo Testamento grego. Tradução de Gordon Chown e Júlio Paulo T. Zabatiero. São Paulo: Vida Nova, 1995, p.362).
  3. Outro cristo:
    “Recusando-se a ouvir de modo obediente as Escrituras, essas pessoas evitavam a inevitabilidade de ter de suportar sofrimentos por Cristo. Ao contrário, eles provavelmente falavam de um Jesus vitorioso que fazia milagres, pregava boas-novas e inspirava multidões. Mas deixavam de mencionar o sofrimento, a humilhação e a morte de Jesus numa cruz cruel (…).” (KISTEMAKER, Simon. 2 Coríntios. Tradução: Helen Hope Gordon da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.506).
  4. Outro espírito:
    “O espírito deles era de arrogância, e não de humildade. Era autoritário, e não manso ([2Co] 11.20). Era inspirado por Satanás, e não por Deus (11.13-15). Eles se vangloriavam de suas obras, de seus talentos e de sua procedência, e não de suas fraquezas. Eles exaltavam a si mesmos, aplaudiam a si mesmos e repudiavam qualquer postura de abnegação.” (LOPES, Hernandes Dias. 2Coríntios: o triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. São Paulo: Hagnos, 2008, p.244).
  5. Milagres feitos por Deus:
    “Talvez os intrusos pudessem e estivessem dispostos a ostentar os próprios milagres. Os coríntios podiam, então, indagar se Paulo achava que não eram dignos de receber seus milagres. A resposta do apóstolo nesse caso seria: Não, vocês também foram testemunhas de muitos milagres típicos do ministério apostólico, mas eles ocorreram em um contexto de grande adversidade. Esses milagres não eram amostras de exibicionismo humano, mas manifestação do poder de Deus revelado, assim como no ministério de Jesus, em meio ao sofrimento e à perseverança.” (CARSON, D. A. Um modelo de maturidade cristã. Tradução: Marcia B. Medeiros; Vanderson Moura da Silva; Marcos Vasconcelos. São Paulo: Vida Nova, 2017, pp.160-161).

Dicas da Lição 9 – "Aprenda a valorizar o seu pastor"

Aprenda a valorizar o seu pastor

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Dicas

  • Dinâmica: Para a introdução da lição, divida sua classe em duplas e distribua uma folha de papel para cada uma delas. A seguir, peça que cada dupla responda à seguinte pergunta: “Qual é a importância do pastor para a igreja?” escrevendo sua resposta na folha de sulfite. Dê a oportunidade para que eles debatam sobre as respostas e relacione com o tema da lição deste sábado: a importância do pastor para a igreja e os motivos bíblicos pelos quais devemos valorizá-lo.
  • Desafio: Ao finalizar o tópico Estudando o Ensino da Carta, peça que os alunos enumerem quais são alguns desafios que os pastores enfrentam no exercício do seu ministério. Diga a eles que reflitam também sobre a frase de Charles Spurgeon: “o maior desafio do pastor é ser pastor”. Escreva o que os alunos disseram num quadro – negro ou no flip chart. Relacione finalmente com as complexidades do trabalho pastoral que são mencionadas na lição.
  • Dinâmica: No final do tópico Aplicando o Ensino da Carta, peça que seus alunos reflitam a respeito da seguinte frase: “o Pastor não é nem um super-homem, nem um sub-homem, mas um homem de verdade e da verdade. Esse é o protótipo do Pastor segundo o coração de Deus”. Considerando o que foi estudado, desafie seus alunos a registrarem numa folha de papel algumas ações que eles vão colocar em prática com o propósito de valorizar o pastor de sua igreja.
  • Texto: se desejar, leia este texto para finalizar a lição:
    “Assim como Cristo, o Pastor também é alvo das mais desencontradas opiniões
    Se o pastor é ativo, ………………………….. é ambicioso
    Se é calmo, …………………………………….. é preguiçoso
    Se o pastor é exigente, …………………….. é intolerante
    Se não exige, ………………………………….. é displicente
    Se o pastor visita, …………………………….. é incômodo
    Se não visita, …………………………………… é irresponsável com as ovelhas
    Se o pastor se veste bem, …………………. é vaidoso
    Se veste-se mal, ………………………………. é relaxado
    Se o pastor sorri, ……………………………… é irreverente
    Se não sorri, ……………………………………. é cara dura
    Se o pastor fica com os jovens, ………….. é imaturo
    Se com os adultos, …………………………… é antiquado, ultrapassado
    Se fica com as crianças, ……………………. é infantil
    Se procura atualizar-se, …………………….. é mundano
    Se não se atualiza, ……………………………. é mente fechada
    Se o pastor cuida da família, ………………. é descuidado com a igreja
    Se cuida da igreja, …………………………….. é descuidado com a família
    Se prega muito tempo, ……………………….. é prolixo, cansativo
    Se prega pouco, ………………………………… é que não tem mensagem
    Se procura agradar a todos, ………………… é sem personalidade
    Se é positivo e procura corrigir, ……………. é parcial
    Se realiza programas novos, ……………….. é que só quer viver de promoções
    Se não realiza, …………………………………… é que não tem idéias
    Se o pastor é alegre, …………………………… é sem linha
    Se chora no púlpito, …………………………… é chorão
    Se o pastor organiza trabalhos, …………….. é explorador do rebanho
    Se não organiza, ………………………………… é que não dá trabalho ao rebanho
    Se o pastor fala alto, …………………………… é que não tem argumentos
    Se fala baixo, …………………………………….. é um coitado, não tem voz
    Se o pastor prega nas ruas, ………………….. é porque barateia o evangelho
    Se só fica na igreja, …………………………….. é acomodado nas quatro paredes”
  • Oração: Antes do desafio missionário, juntamente com os seus alunos, finalize essa lição com um momento de oração pela vida, família e ministério do pastor de sua igreja.

 

Comentários Adicionais

  1. Autoridade para servir:
    “Uma das lições mais difíceis que os discípulos de Cristo tiveram de aprender foi que, no reino de Deus, a posição e o poder não são evidência de autoridade. Jesus advertiu seus seguidores a não seguir o exemplo de liderança dos gentios que gostavam de exercer sua autoridade sobre outros e de agir como se fossem muito importantes (ver Mc 10:35-45). Nosso exemplo é Jesus Cristo, que veio como servo e ministrou aos outros. Paulo segui seu exemplo.” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento. Vol. 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.871).
  2. Julgando Paulo:
    “(…) os coríntios não haviam desenvolvido uma mentalidade espiritual o sufi ciente para discernir o que Paulo fazia. Contrastaram sua mansidão com a personalidade poderosa dos judaizantes e chegaram à conclusão de que Paulo não possuía autoridade alguma. Sem dúvida, escrevia cartas enérgicas; mas sua aparência física era fraca e seu discurso não impressionava ninguém. Em vez de exercitarem discernimento espiritual, julgavam pelas aparências.” (Idem).
  3. Acusação a Paulo:
    “Não é remota a possibilidade de que os oponentes de Paulo o tenham acusado de destruir a igreja coríntia. Caracteristicamente, Satanás se vale dos pecados que descrevem os adversários de Paulo e os aplica ao apóstolo. Mas a boa-nova de Jesus Cristo restaura esta criação violada, reconstrói suas estruturas arruinadas e transforma pecadores em santos.” (KISTEMAKER, Simon. 2 Coríntios. Tradução: Helen Hope Gordon da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.478).
  4. Interior vs. Exterior:
    “Os judaizantes eram especialistas em avaliar seu ministério, pois é muito mais fácil medir uma religião com várias atividades exteriores do que uma fé que envolve a transformação interior. O legalista pode quantificar o que faz ou deixa de fazer, mas somente o Senhor pode ver o crescimento espiritual no coração do cristão. Por vezes, os que mais crescem se sentem os mais íntimos.” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento. Vol. 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.873).
  5. Combatendo as aparências (2Co 10.7):
    “A preocupação dos coríntios com as aparências externas igualava à dos sofistas com a fala apropriada e persuasiva, mas os verdadeiros filósofos viviam a ridicularizar essa atitude (4.16-18). Os membros mais abastados da igreja de Corinto eram apaixonados pela filosofia grega; assim Paulo os repreendi aqui em seus próprios termos.” (KEENER, Craig S. Comentário bíblico Atos: Novo Testamento. Tradução de José Gabriel Said. Belo Horizonte: Atos, 2004, p.527).

Dicas da Lição 8 – "A importância da generosidade"

A importância da generosidade

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Dicas

  • Para falar sobre generosidade, comece indagando acerca dos significados e situações que a palavra pode ter. Para isto, deixe os alunos falarem e coloque as opiniões em um quadro.
  • Dinâmica dos bombons: Abra uma caixa de bombons de chocolates variados e peça para cada um escolher aquele que mais gosta. Depois que todos escolherem, você pode perguntar “Porque você escolheu este bombom?”. As respostas irão variar de acordo com as preferências de cada pessoa. Em seguida peça para que todos deem o seu bombom para a pessoa que está do lado direito. A partir disso, enfatize que a generosidade traz consigo a resignação, a preocupação com o outro, empatia…
    Resumo: “Aquilo que você deseja para você, queira também para o outro”
  • Para a discussão dos Tópicos, coloque a semelhança do contexto dos irmãos das igrejas da Macedônia com os nossos dias, em seguida, exiba o vídeo do link : https://youtu.be/YcXJe8mZrbQ
    e discuta as maiores dificuldades que nós temos quanto ao exemplo, ao estímulo, a maneira no que se refere à generosidade e os benefícios que teremos na atitude de praticá-la. Utilize os exemplos do vídeo para a discussão.
  • Quanto ao desafio da semana, se os alunos tiverem dificuldades em fazer o que foi proposto de forma individual, o professor pode pensar em atividades feitas em grupo, como por exemplo: doação de sangue; dividir itens para formar uma cesta básica e ver famílias da igreja que precisam; doação de roupas (pensando na dinâmica feita); e, principalmente, praticar a intercessão por aqueles que necessitam. Muitos são os que precisam, procuremos saber os pedidos de oração existentes na igreja. A intercessão é um bom início para desenvolvermos atitudes da generosidade que Deus quer ver em sua igreja.

 

Comentários Adicionais

  1. A generosidade no sofrimento:
    “Os crentes da Macedônia enfrentavam tribulação e pobreza. Eles eram perseguidos pelas pessoas e oprimidos pelas circunstâncias. Eles eram pressionados pela falta de quietude e pela falta de dinheiro. Essas duas situações adversas, entretanto, não os impediu de contribuírem com generosidade e alegria”. (LOPES, Hernandes Dias. 2Coríntios: o triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. São Paulo: Hagnos, 2008, p.188).
  2. A generosidade estimulante:
    “Paulo dá testemunho à igreja de Corinto sobre a graça da contribuição que Deus concedeu às igrejas da Macedônia (Filipos, Tessalônica e Beréia). Aqui o propósito do apóstolo é estimular a igreja de Corinto, que vivia numa região rica, a crescer também nessa graça, uma vez que a generosidade dos macedônios, que viviam numa região pobre, era uma expressão da graça de Deus em suas vidas”. (Ibidem, p.187).
  3. A generosidade posta à prova:
    “É interessante observar que Paulo usou o zelo dos coríntios para desafiar os macedônios, mas agora usava as igrejas da Macedônia para desafiar os coríntios! Um ano antes, os coríntios haviam se comprometido, com todo entusiasmo, a participar da oferta, mas até então não haviam tomado qualquer providência nesse sentido. As igrejas da Macedônia cumpriram sua promessa, e Paulo temia ter se gloriado dos coríntios em vão”. (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento. Vol. 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.863).
  4. A generosidade submissa:
    “Quais seriam os motivos de agradecimento dos cristãos judeus? Sem dúvida, louvariam a Deus pela generosidade das igrejas gentias ao suprir suas necessidades físicas e materiais. Mas também louvariam a Deus pela submissão espiritual dos gentios, sua obediência ao Espírito de Deus que lhes deu o desejo de contribuir”. (Ibidem, p.867).
  5. A generosidade providente:
    “A igreja é uma família, e nessa família nenhuma pessoa deveria passar necessidade. O que Deus nos dá com abundância deve estar a serviço de Deus na assistência aos necessitados. Os recursos de Deus para suprir os necessitados estão em nossas mãos. Toda a provisão de Deus para o avanço do seu reino estão em nossas mãos. Somos mordomos de Deus, e não donos de seus recursos”. (LOPES, Hernandes Dias. 2Coríntios: o triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. São Paulo: Hagnos, 2008, p.213).

Dicas da Lição 7 – "A restauração da santidade"

A restauração da santidade

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Dicas

  • Vídeo: Para o item 1, exiba em classe o seguinte vídeo “Não Vos Prendais a Jugo Desigual”, neste link: https://www.youtube.com/watch?v=3esGm3_qJ8c. Neste vídeo, a opinião de um importante teólogo inglês do século 20 chamado Arthur W. Pink, que fala sobre o significado e a aplicação da expressão do “jugo desigual” que aparece na lição desta semana.
  • Dinâmica: Faça uma dinâmica que abrange todo conteúdo da lição, enfatizando o tema da santidade. A ideia é explicar ao aluno (a) como se dá o processo de santificação na vida dos salvos em Cristo. Escolha o momento que desejar para aplicar esta atividade. (duração de 5 a 10 minutos)
    Material
    Para realizar esta dinâmica você precisará dos seguintes objetos:
    Jarra transparente;
    10 copos descartáveis;
    Papel;
    Caneta;
    Fita adesiva;
    Copo pequeno (transparente e cheio de café);
    Bacia rasa;
    Bandeja.
    Procedimento
    -Copo transparente de café
    Para ilustrar o processo de santificação, comece a dinâmica apresentando o copo pequeno, transparente, cheio de café. Fale que ele representa o pecado que atuou como “senhor” no coração da pessoa até o momento que em que recebeu o Senhor Jesus.-Café dentro da jarra vazia
    Derrame o café dentro da jarra vazia e fale sobre o estrago que o pecado faz na vida da pessoa. Continue explicando que, após a salvação, o Espírito Santo começa o processo no homem interior.-Bandeja com vários copos descartáveis
    Apresente uma bandeja com vários copos descartáveis cheios de água cristalina, simbolizando o Espírito Santo. Nos copos, estarão escritos por fora, as ações que só podem ser realizadas com a participação do Espírito Santo. Exemplos:
    Oração, ler a Bíblia, viver em comunhão com os irmãos, obedecer a voz de Deus, perdoar o próximo, amar o próximo, fazer a vontade de Deus, confiar em Deus, falar sempre a verdade, ser cheio do Espírito santo. etc.-Jarra dentro da bacia rasa
    Peça que os alunos (as) observem a bandeja e fiquem atentos. Conforme a solicitação do professor, cada aluno (a) deve se levantar e derramar um copo de água cristalina dentro da jarra. Quando esta já estiver cheia, coloque-a dentro da bacia para não vazar e continue a dinâmica até a água transbordar e sua cor se tornar clara. Encerre dizendo que só tem uma vida santa aquele cristão cheio do Espírito Santo. Nele, as obras da carne e o pecado desaparecem até o fim de sua vida.(Dinâmica de: http://ebdcriativa.blogspot.com.br/2010/09/dinamica-santificacao.html)

 

Comentários Adicionais

  1. Jugo desigual:
    “Ele [Paulo] se baseia [2Co] 6.14 (‘jugo desigual’) em Deuteronômio 22.10 (cf. Lv 19.19) que pode ter sido o propósito de reforçar a proibição da lei do casamento inter-religioso (cf. Dt 7.3; Ed 9.12; Ne 13.25). Ausência de harmonia entre o sábio e o estulto, justo e iníquo, e entre Israel e os gentios tinha valor central no pensamento judaico e veterotestamentário. Os judeus muito religiosos podiam trabalhar juntos, porém, os mais religiosos e os menos religiosos impunham alguns limites.” (KEENER, Craig S. Comentário bíblico Atos: Novo Testamento. Tradução de José Gabriel Said. Belo Horizonte: Atos, 2004, p.522).
  2. Nada de ídolos no templo!:
    “[sobre 2Co 6.16,17] (…) A lei judaica proibia negociar com os gentios durante festivais pagãos ou em qualquer outra circunstância que fosse associada a idolatria. O povo judeu não procurava interferir nos templos pagãos. Contudo, quando um imperador planejou introduzir um ídolo no templo de Jerusalém, menos de duas décadas antes que Paulo escrevesse 2 Coríntios, o povo judeu já estava pronto para revoltar-se contra isso, não o permitiria.” (Idem).
  3. Cristãos se perdendo:
    “Quem são as pessoas que levam os cristãos a se perderem? Os pagãos que convidavam os coríntios a refeições nos templos pagãos eram adoradores de ídolos. Assim como comer à mesa do Senhor é participar do Senhor, assim também comer à mesa de um ídolo é participar de uma religião falsa. Esse comportamento é uma afronta ao Senhor.” (KISTEMAKER, Simon. 2 Coríntios. Tradução: Helen Hope Gordon da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.321).
  4. Estilo de vida diferente:
    “[Paulo] Ele diz que o crente não tem parte na vida do incrédulo. Com essas palavras ele não esta dizendo que crentes não podem ter contato nenhum com os incrédulos, pois então os crentes teriam de sair do mundo (1Co 5.10). Ele instrui os crentes a não compartilharem do estilo de vida dos incrédulos .” (Ibidem, p.324).
  5. Não se contaminar:
    “Para os israelitas do Antigo Testamento, tocar um cadáver ou ter qualquer contato com o fluxo de uma ferida inflamada provocava a contaminação. É evidente que o cristão de hoje não se contamina espiritualmente pelo toque, mas o princípio é o mesmo. Não devemos nos associar com o que pode comprometer nosso testemunho ou nos levar à desobediência.” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento. Vol. 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, pp. 853-854).