Dicas da lição em casa – Estudo 1 “A família do rei”

Prepare a lição dessa semana, pensando em qual lugar da casa você pode fazer um estudo bem dinâmico e participativo. Lembre-se que durante a quarentena, os estudos precisam acontecer para que a fé da família seja fortalecida. Se você tem algum familiar ou amigo surdo, não esqueça de mandar a lição em libras, disponíveis no portaliap.org. Boa Escola Bíblica em casa.
INTRODUÇÃO (p. 7)
Envie aos seus alunos ou mostre a seus familiares, antes ou no sábado quando es-tudar a lição, o vídeo “Deus conosco”. Nele, o diretor da editora Promessa e vice-presidente da Convenção Geral, faz a apresentação da série que estudará o Evangelho de Mateus. No vídeo, pr. Eleilton explica um pouco quem é o escritor e sobre o livro que leva seu nome.
Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=KXvgo-kkRn0
Duração: 6min13s
MAPA MENTAL – item 2 “Propósito” (p.9)
Para o item 2, faça o dowload de um mapa mental que traz os propósitos do Evan-gelho de Mateus. Nesta imagem, você vai poder fixar os principais pontos do livro. Distri-bua nos seus gurpos de alunos e familiares que estudarão a lição, ou a quem desejar.
GENEALOGOA – item 3 (p. 10) e aplicações (pp. 11 e 12)
Um sermão do pr. Hernandes Dias Lopes ajuda a entender o significado das genea-logias, nele, o pregador destaca os pecados dos citados nas genealogias e como a graça de Deus, em Cristo, os alcançou. Compartilha via WhatsApp com seus alunos.
Acesse o sermão aqui: http://hernandesdiaslopes.com.br/licoes-importantes-da-genealogia-de-jesus/.
#LiçãoNaFamiliaPromessista
Tire fotos e selfies do estudo da lição em família, nesse e nos próximos estudos neste monmento de quarentena. Mostre que você e sua família estudaram a última lição da série de Esdras e Ester, “Tempo de Recomeçar”. Publique na sua rede social preferida, com a hashtag #LiçãoNaFamiliaPromessista. Isso criará um incentivo para que mais pessoas, se envolvam com os próximos estudos, e para que vejamos que mesmo diante da pandemia, a igreja continua abrindo a Bíblia.

Dicas da lição em casa – Estudo 13: “Sim, quero recomeçar”

Prepare a lição dessa semana, pensando em qual lugar da casa você pode fazer um estudo bem dinâmico e participativo. Lembre-se que durante a quarentena, os estudos precisam acontecer para que a fé da família seja fortalecida.
Se você tem algum familiar ou amigo surdo, não esqueça de mandar a lição em libras, disponíveis no portaliap.org. Boa Escola Bíblica em casa.
 
LEITURA COLETIVA DA PALAVRA
Aproveitando que nossas lições serão domésticas, faça uma leitura coletiva de Esdras capitulo dez, o texto que embasa a lição dessa semana. São 44 versículos que podem ser lidos por todos que puderem. Veja divisão abaixo:
Ed 10:1-8
Ed 10:9-15
Ed 10:16-24
Ed 10:25-34
Ed 10:35-44
 
INFOGRÁFICO “CASAMENTO ESTRANGEIRO”
Baixe e compartilhe nos grupos de WhatsApp, da igreja e da família, o infográfico, que explica porque os casamentos estrangeiros eram tão graves, e qual a atitude tomada por Esdras em Israel, frente a essa situação. Mostre que isso era uma demonstração concreta de arrependimento neste contexto.
 
RECAPITULE A LIÇÃO BÍBLICA
Você pode recapitular partes da lição “Tempo de recomeçar”. Pergunte a seus familiares o seguinte:

  • Qual estudo mais impactou?
  • O que de novo aprendeu em relação a Esdras e Ester?
  • Alguma frase marcou você?
  • Como os estudos influenciaram em sua prática de vida?

MOMENTO DE REFLEXÃO
Nas duas aplicações da lição, há duas atitudes práticas que se relacionam ao recomeço, humlidade para reconhecer os erros e firmeza para corrigí-los. Neste momento faça uma reflexão em família:

  • O que podemos mudar como família?
  • Como está nosso culto a Deus?
  • No que não estamos se importando, uns com os outros?

Crie quantas questões reflexivas quiser. Ore em família para que Deus abençõe recomeços!
 
#LiçãoNaFamiliaPromessista
Tire fotos e selfies do estudo da lição em família, nesse e nos próximos estudos neste monmento de quarentena. Mostre que você e sua família estudaram a última lição da série de Esdras e Ester, “Tempo de Recomeçar”. Publique na sua rede social preferida, com a hashtag #LiçãoNaFamiliaPromessista. Isso criará um incentivo para que mais pessoas, se envolvam com os próximos estudos, e para que vejamos que mesmo diante da pandemia, a igreja continua abrindo a Bíblia.
 

UMA VEZ SALVO, SEMPRE SALVO?

No meio acadêmico não é difícil ouvir o famoso chavão: “Uma vez salvo, sempre salvo”. É sobre ele que queremos falar neste texto. É correto fazer tal afirmação? Um cristão pode ou não perder a salvação? Sobre esta questão, existem dois grupos de defensores: (1) os que ensinam que ela não pode ser perdida; (2) e os que ensinam que ela pode ser perdida.
Mas, e a Bíblia, o que ela diz? Nela, aparentemente, há base para a defesa das duas posições; só “aparentemente”. Um exame mais cuidadoso mostrará que a segunda opção é a mais correta. Comecemos com os textos bíblicos que, em primeira instância, parecem negar a doutrina de que um crente pode perder a sua salvação e cair da graça. Dois textos principais se destacam como os mais usados para defender esta doutrina: João 6:38-40 e 10:27-30.
O primeiro deles diz: a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia (Jo 6:39). Esta afirmação foi dita por Jesus. Com base nela, alguns autores afirmam que os que foram dados pelo Pai ao Filho, jamais se perderão. Dizem que todos os que verdadeiramente creram em Cristo permanecerão fiéis até o dia final. Mas, será isso que o texto está dizendo?
Em primeiro lugar, observe atentamente a expressão: a vontade de quem me enviou (grifo nosso). Jesus está dizendo que, a manutenção da salvação de todos aqueles que lhes foram dados, é a vontade de Deus. Entenda bem, esta é a “vontade” de Deus. Isso não significa que será assim. Em I Timóteo 2:4 lemos que Deus, nosso Salvador: …deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Veja, isso é um desejo, mas não significa que acontecerá. Todos os homens serão salvos? Todas as pessoas de todos os tempos conhecerão a verdade?
Muito bem, mas você ainda pode questionar: Mas esta é a vontade de Deus para Jesus – que nenhum eu perca de todos os que me deu (grifo nosso) -, sendo assim, se alguém se perder, isso não significaria que Jesus não estaria cumprindo a vontade do Pai? A resposta é não! O fato de alguns se perderem mesmo sendo enviados por Deus, não quer dizer que Jesus não está cumprindo a vontade do Pai. No que diz respeito a Ele neste processo, ele fará de tudo para que todos sejam salvos.
Mas, agora leiamos o que diz o versículo seguinte: De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia (Jo 6:40 – grifo nosso). Preste atenção nas palavras “vir” e “crer”, destacadas no texto. No texto original os termos são theõron (ver) e pisteúon (crer). Estes dois verbos estão em um tempo grego chamado “particípio presente”, que indica uma ação continuada ou repetida.
Então, a idéia dos termos no versículo é: a vontade de meu Pai é que todo homem que “continuar olhando” o Filho e “continuar crendo” nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Nós recebemos a salvação pela graça e escolhemos continuar crendo ou não. Por causa do livre arbítrio, as pessoas podem escolher abandonar a Cristo, se apostatar.
Deus não quer que isso aconteça, e o Filho, através do Espírito, se empenha para que não ocorra. Todavia, é possível que aconteça. Se o ser humano não puder fazer esta escolha, como alguns ensinam, infere-se que ele não tem o direito de escolher. E, nesse caso, não é de fato livre.
O outro texto usado para amparar a doutrina que diz que uma vez salvo, sempre salvo, é João 10:27-28, que diz: As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão (grifo nosso). Por causa desta afirmação grifada, alguns entendem que este texto está ensinando que uma pessoa que se rendeu a Cristo está eternamente segura, independente do que faz no que diz respeito ao seu relacionamento com Deus.
Entretanto, o que o texto está apresentando é uma preciosa promessa de que “nada exterior ao homem pode destruí-lo, enquanto ele estiver depositando sua fé em Deus”.[1] Ou seja, ninguém arrebatar uma pessoa da mão de Deus, só ela mesmo. Aqui, o mesmo principio do livre arbítrio, trabalhado no texto anterior, é ressaltado.
Agora, quanto aos textos que ensinam que o salvo precisa preservar a sua salvação, podemos citar vários deles. De início, pensemos no que disse Jesus sobre esse respeito. Ele alertou os seus discípulos, quanto ao perigo de serem desviados e abandonarem a caminhada cristã (Mt 24:3-14). Será que ele faria isso, se não houvesse a possibilidade de isso acontecer?
Além do mais, em algumas ocasiões, Jesus enfatizou a necessidade de permanecer fiel até o fim (cf. Jo 8:31-32; Mt 10:22; 24:13; Ap 2:10). “Mas quem perseverar…” dizia Jesus. Porque esta expressão se é impossível que alguém que creia nele não persevere? Isso é uma prova evidente de que, é possível alguém que creu, não perseverar. Paulo também mostra que é preciso permanecer na fé: agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis, se é que permaneceis na fé (Cl 1:22-23 – grifo nosso). Além de Paulo, no livro de Hebreus, existem dois alertas que não fazem sentido se o crente não puder realmente se desviar e se apostatar (cf. 2:1; 3:12-14).
A Bíblia insta aos crentes a continuar na fé: Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança (Hb 6:11). Esse encorajamento foi feito, porque neste mesmo capítulo de Hebreus, existe um texto claro que diz ser possível se apostatar e assim, perder a salvação: É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo (…), e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento (Hb 6:4-6).
A palavra “caíram” não se refere a um simples tropeço de um cristão fraco, mas a apostasia; a uma “rejeição deliberada de Jesus Cristo”.[2] Para eles não há chance de arrependimento, pois para si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, sujeitando-o à desonra pública (Hb 6:6 – NVI). Eles não choram mais pelo sangue derramado na cruz. Ignoram-no, e agora, o envergonham abertamente pela sua apostasia.
Não podemos nos esquecer que Hebreus não está sendo escrito para crentes simpatizantes, mas para cristãos regeneradas. Cristãos regenerados também continuam correndo o risco de se apostatarem de maneira final e irrevogável[3]: …se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo (Hb 10:26-27).
O texto de Hebreus não nos diz se alguém chegou a esse ponto. Entretanto, o que fica muito claro é que, se o terrível pecado da apostasia de pessoas salvas não fosse ao menos remotamente possível, todas estas admoestações não teriam sentido algum.
Precisamos perseverar! …corramos com perseverança a carreira especial que Deus pôs diante de nós (Hb 12:1 – BV). Por fim, lembramos que, dizer que nós precisamos preservar a nossa salvação, não é defender salvação por meio das obras. É preciso um pouco de cuidado nesta parte. A salvação é recebida gratuitamente pela fé. É pela fé, também, que permanecemos no caminho. Todo o nosso esforço para fazer a vontade de Deus é uma resposta grata a salvação que recebemos gratuitamente. Por amor, e só por amor, devemos perseverar até o fim. A salvação é, do início ao fim, pura graça de Deus para os seres humanos!
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 
EARLE, Ralph; MAYFIELD, Joseph H. Comentário Bíblico Beacon. Vol. 7, Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
 
TAYLOR, Richard S. e outros. Comentário Bíblico Beacon. Vol. 10, Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
 
[1] Earle; Mayfield (2006:100).
[2] Taylor e outros (2006:57).
[3] Ibidem.

Semana de Oração – Clamor pelo mundo

A igreja precisa ser resistente e continuar no apoio aos que sofrem e no clamor a Deus em favor do mundo. Convocamos os promessistas a participarem das ações da semana de oração “Clamor pelo mundo”.
Amanhã (21-03) às 9h, publicaremos em nossas redes sociais um vídeo ao vivo, direcionado àqueles que participarão desse tempo de oração. Fique atento!
Acesse o link, baixe o e-book da semana de oração e compartilhe com seus amigos.

Comunicado Oficial 19/03

NOTA OFICIAL AOS PROMESSISTAS
A Igreja Adventista da Promessa tem acompanhado atentamente os desdobramentos da crise que afeta o mundo, nosso país e nossas cidades. Como afirmado em nota anterior, realizamos reunião da Junta Geral Deliberativa (JGD), na tarde de 18 de março de 2020, em caráter excepcional e emergencial. O propósito foi decidir por medidas que representam a nossa parcela de contribuição com a saúde pública, com o testemunho cristão diante de toda a sociedade e com a responsabilidade institucional que recai sobre nós, para o bem de nossas famílias e dos grupos que têm maior risco de vida em relação à COVID 19.
Segue abaixo algumas decisões e recomendações da JGD para os promessistas:
1- JRDs E ASSEMBLEIAS REGIONAIS
Estamos em período de Juntas Regionais e Assembleias nas Convenções Regionais e, de acordo com o aval da diretoria Jurídica da IAP, decidimos, por motivo de força maior, pelo adiamento de todas as Assembleias que não foram realizadas, sem data definida de remarcação, até que as recomendações de isolamento social terminem, com exceção da Convenção Regional Sul que tem apoio cartorário para a realização da Assembleia em ambiente virtual.
2- OUTROS EVENTOS REGIONAIS
Solicitamos a avaliação criteriosa por parte de cada Diretoria de Convenção Regional para que eventos agendados no intervalo dos próximos 60 dias sejam cancelados, adiados ou, se realizados, que se priorize por plataformas digitais de transmissão, sem aglomerações presenciais.
3- JUNTA GERAL DELIBERATIVA DE MAIO/2020
Agindo com a coerência necessária, a partir das mesmas motivações de cuidado com os deslocamentos e os públicos de maior risco, a reunião ordinária da JGD de maio/2020 será realizada em ambiente virtual, sendo, inclusive, uma medida econômica para contenção de despesas administrativas.
4- IGREJAS LOCAIS FRENTE AO ISOLAMENTO SOCIAL
A JGD conjuntamente decidiu que em todos os Estados ou municípios que houver decretos recomendando o isolamento social, as IAPs locais devem cumprir, em atitude de cidadania, amor ao próximo, solidariedade e testemunho cristão. Em Estados ou municípios que ainda não têm decretos de isolamento ou que, por hora, limitam
aglomerações até um número específico de pessoas, as IAPs locais devem seguir as recomendações. Mesmo nesses casos, os Conselhos locais têm autonomia para decidir pela suspensão das atividades presenciais, se assim entenderem, com a anuência de suas respectivas Diretorias Regionais, tendo em vista seus contextos locais.
Pastores e líderes precisam estar à disposição e buscar proporcionar recursos para que os irmãos e irmãs permaneçam unidos e alimentados na fé: cultos on-line, outras ações nas plataformas digitais e, também, à disposição para visitas presenciais em casos de necessidade, afinal, aliado à prudência a igreja também exerce a sua fé, em tempos de crise, sendo resistente e contundente no serviço aos que precisam de apoio. Vale
ressaltar a real necessidade de que os membros permaneçam fiéis em seus dízimos e ofertas. Fique atento aos comunicados de suas respectivas Convenções Regionais e igrejas locais, na divulgação dos melhores meios para que isso possa ser efetivado em todo o país. Ainda que a decisão de seu Conselho Local seja pela manutenção dos
encontros presenciais, a JGD adverte:
– Diminuir o tempo dos encontros ao mínimo necessário;
– Evitar contatos físicos;
– Manter distância física razoável entre as cadeiras;
– Atenção aos demais cuidados de higiene amplamente divulgados.
– Por amor cristão, desestimule a participação de pessoas com maior risco:
– Pessoas com 60 anos ou mais;
– Pessoas com doenças crônicas;
– Pessoas com problemas respiratórios;
– Gestantes e Lactantes
5- CAMPANHA DE ORAÇÃO “CLAMOR PELO MUNDO”
A JGD está mobilizada e compreendendo seu papel e responsabilidade quanto à oração pelo mundo, pelo Brasil, pelas cidades, pelos profissionais de saúde e por todos os promessistas. Assim, antecipamos, para início nesse sábado, uma semana de oração (que vai de sábado a sábado) com o tema: “Clamor pelo Mundo”. Ao final da semana de oração, a campanha permanece – todos os sábados, domingos e quartas-feiras em transmissões ao vivo, quando reservaremos uma hora de clamor a Deus pelo mundo.
Acompanhe as redes sociais da IAP para participar. Essa ação em nada invalida campanhas de oração locais ou regionais. A ideia é cumprir nosso papel na unidade, na missão e no avivamento da igreja em tempos de crise. Ressaltamos que qualquer ação é fundamental, portanto, não pare seu compromisso de oração por conta dessa
iniciativa institucional – estamos todos juntos diante de Deus para que possamos superar em definitivo esse momento tão delicado de nosso pequeno e conectado planeta Terra.
A igreja não para, afinal, a igreja não são prédios. Nós somos a igreja de Cristo Jesus e a luz do evangelho continuará brilhando por meio de nossas atitudes de cidadania, de serviço à população e de manifestações de comunhão e louvor ao Deus criador de todo o universo. Mesmo em ambientes virtuais ou na intimidade de nossas casas. Que Deus tenha misericórdia de nós. Amém!
JUNTA GERAL DELIBERATIVA DA IGREJA ADVENTISTA DA PROMESSA
19 de março de 2020.
 
NOTA OFICIAL AOS PROMESSISTAS_JGD

Nota Oficial – Coronavírus

Por ocasião do avanço da doença Coronavírus (Covid-19) – já considerado uma pandemia -, que apresenta altos índices de contágio, em várias partes do Brasil e do mundo, a liderança geral da Igreja Adventista da Promessa entende, como instituição religiosa organizada, que deve tomar todos os cuidados necessários para proteger seus funcionários, colaboradores, bem como os mais de 85 mil membros e frequentadores espalhados em nossas congregações, no Brasil e no mundo. Todas as ações preventivas estão sendo tomadas, com muita oração, prudência e equilíbrio, para evitar qualquer tipo de constrangimento.
Mais do que observar as ações que todo o mundo tem feito, para frear o avanço do vírus, acreditamos que é nosso dever fazer parte da solução. Nosso escritório encontra-se no centro de São Paulo, região que tem inspirado cuidados do governo e da Prefeitura da cidade, o que nos leva a decidir pela liberação dos funcionários que trabalham no escritório geral, para que trabalhem de suas casas, pois entendemos ser uma atitude de respeito e cuidado para com nossos colaboradores. O expediente será normal, quanto ao horário; portanto, qualquer comunicação poderá ser feita com qualquer colaborador, através dos contatos amplamente divulgados. Quanto aos pastores da Diretoria Geral, estarão todos de plantão constante, nesse período, para atendimento às lideranças da Igreja Adventista da Promessa, em qualquer horário.
Além dessa ação, estaremos em reunião on-line, em caráter extraordinário, com a liderança da nossa denominação em todo o Brasil, no dia 18 de março, com o propósito de estabelecer ações que colaborem para frear o avanço da Covid-19 em nosso país, promover a estabilidade institucional e o fortalecimento espiritual de toda a nossa denominação. Dentre essas ações, certamente iniciaremos uma semana de oração em favor do mundo, pois acreditamos que a oração do justo é poderosa e eficaz (Tiago 5.16)
Orientações atualizadas serão divulgadas, em nosso site institucional (www.portaliap.org) e nossas redes sociais. Por isso, pedimos que fiquem atentos. Ainda que estejamos vivendo momentos difíceis, aproveitamos para reforçar nossa confiança na promessa feita por Jesus, em Mateus 28.20: “Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”. Amém.
DIRETORIA GERAL
Igreja Adventista da Promessa

A fé e a prudência em tempos de coronavírus

“Nesse porto, o centurião encontrou um navio de Alexandria, que estava de partida para a Itália, e nos fez embarcar nele. Navegando vagarosamente muitos dias, foi com dificuldade que chegamos às imediações de Cnido. Não nos sendo permitido prosseguir, por causa do vento contrário, navegamos ao abrigo de Creta, na altura de Salmona.
Costeando a ilha com dificuldade, chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia. Depois de muito tempo, tendo-se tornado a navegação perigosa, e já passado o tempo do Dia do Jejum, Paulo os aconselhou, dizendo: — Senhores, vejo que a viagem vai ser trabalhosa, com dano e muito prejuízo, não só da carga e do navio, mas também da nossa vida. Porém o centurião dava mais crédito ao piloto e ao mestre do navio do que ao que Paulo dizia.”

Você deve conhecer o capítulo 27 de Atos. Ele é dos mais incríveis e vívidos de todo o Novo Testamento. Lucas relatou com um nível de detalhe impressionante a viagem do prisioneiro Paulo até Roma. Antes, quero somente relembrar alguns detalhes que compõem o cenário desse capítulo. Essa história começa no capítulo 20. Paulo está em Mileto e convoca uma reunião com diversos líderes (At. 20.17) e comunica sua decisão de ir a Jerusalém. Vários deles tentam demover Paulo da ideia. Já mais próximo de Jerusalém, em Cesareia, novamente tentam demover Paulo da viagem à Jerusalém e ele apresenta sua fé veemente: “O que estão fazendo, ao chorar assim e partir o meu coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.” – At. 21.13. Note a convicção de Paulo quanto a “morrer por Jesus”. A partir daí, ele é preso (injustamente) em Jerusalém e apela a César. No início do capítulo 27, Paulo é enviado a Roma, sob a custódia do centurião Júlio. Um homem da guerra, pouco afeito a temores, corajoso. Depois de alguns contratempos na viagem, a embarcação está em Bons Portos e tudo indica que o mar não está favorável para a navegação. Então, aparece Paulo, o prudente, que aconselha ao centurião a ficar ali por mais alguns dias, devido a possibilidade de danos materiais e físicos se a decisão fosse contrária.  O texto diz que Júlio prefere ouvir o mestre do navio e o seu piloto, do que seguir o conselho de Paulo.
Quem é o homem da fé nesse texto? Júlio, os comandantes do navio ou Paulo? A resposta é óbvia: Paulo é o homem que conhece as promessas e o poder de Deus. Paulo, ao longo de sua carreira cristã, já viu e viveu muita coisa, inclusive milagres e livramentos. Paulo, como lemos, não tem medo de enfrentar a morte por Jesus. O detalhe é que nada disso retira o fato de que o homem da fé também é o único prudente na cena. O centurião, o mestre e o piloto são homens do mar, são profissionais, são valentes e não se deixaram impedir por um prisioneiro e seus receios. A única coisa que parece que eles não têm é fé. Quem decide ser prudente? O homem da fé. Quem decide ser ousado e enfrentar os ventos contrários e as ciladas do mar? Os homens valentes e experimentados na vida marítima.
Isso precisa nos falar alguma coisa. Ter as devidas precauções, cuidados e seguir as orientações não se trata de falta de fé, mas da prudência necessária aos homens de fé em tempos ou situações de crise evidente. A dinâmica do Espírito que nos dá ousadia para viver e morrer por Jesus é aliada da sabedoria bíblica, da prudência e da convicção que devemos ter cuidado de nós mesmos (I Tm. 4.16). É hora de abençoarmos as pessoas com o cuidado necessário e o compromisso de cidadania para o bem de nossas comunidades locais. Sem alarmismo ou medo, mas com fé e prudência. É hora de testemunharmos da nossa fé em Cristo por meio da coerência, da boa vontade e da celebração da vida, protegendo nossos idosos, as crianças e os demais grupos de risco. O coronavírus vai passar, assim esperamos. Os tempos ruins também iriam passar e eles poderiam viajar com mais tranquilidade para Roma. A melhor decisão era ficar em Bons Portos, mas eles decidiram partir e, por conta de Paulo, Deus entrou com providência. Por fim, perceba que Deus não se decepcionou com a prudência de Paulo, mas ele viu a bênção e o milagre da salvação em meio ao mar bravio. Ele não tentou a Deus, partindo de peito aberto para uma situação de alto risco, mas ele foi socorrido diante da crise.
Tenhamos fé em Deus, que a desesperança não nos contamine. Mas, também, sejamos prudentes. Afinal homens de fé também são homens prudentes. Sejamos homens e mulheres de Deus nesses tempos difíceis em que passa o nosso mundo. Que a fé não seja desculpa para não exercermos a prudência. E, também, que a prudência não seja revestida de medo. Que a sua fé e a sua prudência glorifiquem a Deus durante essa crise de saúde que estamos enfrentando.
 
 

#DAVIEGOLIAS – “QUANTO BALDE DE ÁGUA FRIA!”

Por quarenta dias a voz de Golias ecoou no Vale de Elá entre os exércitos Israelitas. Cada vez que ia e voltava o gigante parecia maior para as tropas amedrontadas com sua presença pessoal. Até mesmo o rei estava com medo. Mas menino, de aproximadamente 20 anos ou menos, ousou perguntar aos soldados medrosos, sobre a recompensa que o rei daria aos que lutassem contra o gigante (1 Sm 17:24-27).

E porque Davi ousou perguntar sobre Golias? Porque se disporia lutar contra o mesmo. Ele não tinha seus olhos no tamanho do gigante, mas no tamanho do seu Deus. Diferente do povo de Israel, que não demonstravam confiar em Deus. Pois bem, depois de suas perguntas e de sua disposição para enfrentar Golias, Davi começa a receber uma série de “baldes de água fria”. Um balde de água fria é uma situação inesperada, que tenta nos fazer desistir, que tenta transformar nossas expectativas em desilusão.

Em primeiro lugar, Davi foi criticado. O irmão de Davi o ridicularizou quando soube que ele estava fazendo perguntas sobre Golias. Na verdade, com suas palavras invejosas Eliabe tentava esconder sua covardia. Davi não permitiu que aquelas palavras o entristecesse, pois sabia que era em Deus que devia confiar (1 Sm 17:28-29).

Em segundo lugar, Davi foi desmotivado. O próprio Saul, olhando de maneira racional, também desencorajou Davi: não poderás ir pelejar contra ele (1 Sm 17:33). Mas, ele se esqueceu de colocar Deus na equação. Só olhou para Davi e sua inexperiência. Saul não sabia que estava na frente do futuro rei de Israel, na verdade no maior deles. Não sabia que estava na frente naquele que livraria Israel da mão dos estrangeiros.

Davi já havia experimentado o poder de Deus em sua vida. Ele já havia visto Deus lhe dar forças para derrotar um leão e um urso. O texto quer que suponhamos que ele fez isso por intervenção divina! Agora, via Golias como mais um animal atacando as ovelhas de Israel e queria, como um pastor usado por Deus, lutar contra ele (1 Sm 17:34-37).

Apesar das críticas e conselhos desanimadores, Davi confiou no Senhor e foi! O que você faz diante dos “baldes de água fria” que tentam jogar contra você, quando decide fazer a obra de Deus? Quando decide pelejar e militar no exército do Senhor? Davi não se deixou abater, nem com as críticas das pessoas de sua própria família, nem com a avaliação negativa por parte do rei. Ele estava indo batalhar em nome do Deus vivo. Não dê ouvido aos pessimistas. Não dê ouvidos às críticas invejosas. Não dê ouvidos aqueles que tentarem lhe desencorajar com palavras de desânimo. Confia no Senhor e vai!

Dicas da Lição 12 “Uma sincera confissão”

Sua aula deve ser planejada antecipadamente, em oração e dependência do Espírito. Faça alterações das dicas conforme a sua realidade e torne a aula mais dinâmica. Não se esqueça de baixar os slides e acessar as lições em vídeo com libras, caso precise.
 
Mini-Teatro
Comece a introdução da sua aula, com um mini-teatro, montando uma cena em que duas pessoas brigam por algum motivo (discussões políticas, pontos religiosos e etc.). Crie uma situação em que os envolvidos fiquem ofendidos um com o outro e, portanto, deixem de se falar.
Pare a cena e explique, que para a situação voltar a ser como antes, as duas pessoas devem relembrar o que fizeram, detectar os pontos de atrito, e concederem o perdão. Depois de sua fala, os dois relembram a discussão, pedem perdão um ao outro e voltam a ter comunhão.
Cenário: Você pode usar duas cadeiras, onde os personagens se olhem.
Aplicação: Faça um paralelo com o assunto estudado na lição, como explicado na introdução (p. 89)
 
Palavras-Chave
A lição desta semana está divida em 4 tópicos explicativos e dois aplicativos, baseada em Esdras 9. Nela, existem palavras que servem para nortear a interatividade com a classe. Você pode reuni-las em uma imagem com essas palavras-chave, imprimi-las e distribuí-la a seus alunos em sala.
 
Item 1 (p. 90): #Clareza (Ed 9:1-2)
Item 2 (p. 91): #Insensibilidade (Ed 9:3-4)
Item 3 (p. 91): #Empatia (Ed 9:5-6)
Item 4 (p. 92): #Confiança, #Liberdade (Ed 9:7 ao 15)
Aplicação 1 (p. 93): #Conhecimento, #Lei
Aplicação 2 (p. 94): #Confissão, #Graça
 
Vídeo sobre Confissão de pecados
No melhor momento de sua aula, mostre a seus alunos o vídeo: “Preciso confessar meus pecados a Deus”. Nesse vídeo, Pr. Augustus Nicodemus faz uma explicação profunda e rápida sobre o significado da confissão e sua importância. O vídeo tem 2min55s. Se em sua igreja não houve projetor, envie o vídeo via WhatsApp para que os alunos assistam e discutam o que aprenderam sobre o assunto tema da lição.
 
Veja o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=rMjdIFFSUGg

QUAL A ALTURA DAS CHAMAS DO INFERNO?

por Eleilton William de Souza Freitas
O que é inferno? Pegue o dicionário e você terá, dentre outras, pelo menos estas duas respostas: 1) De acordo com a mitologia, habitação dos mortos; 2) De acordo com a religião, lugar destinado ao castigo eterno da alma dos pecadores, por oposição ao céu.[1] Além destes, segundo Champlin, a palavra “inferno” é de origem latina (infernus) e significa “o que está embaixo”, “inferior”. De acordo com as mitologias gregas e romanas, o inferno diz respeito às prisões subterrâneas onde as almas ficam encarceradas depois da morte física, sendo atormentadas.[2] Pois bem, será que algum destes entendimentos é o bíblico, sobre o inferno? Quando os tradutores colocaram esta palavra nas Bíblias em português, podiam até estar com este conceito em mente, mas segundo o que cremos, ele não pode se sustentar, à luz da exegese bíblica.
Apesar de esta palavra aparecer em nossas Bíblias, em português, esta concepção não é a bíblica, nem judaica nem cristã. Não existe, no presente, nenhum lugar chamado inferno nos termos que nos são apresentados, isto é, como lugar de tortura, onde os ímpios estão sendo torturados. Segundo o nosso entendimento, em linhas gerais, as palavras “inferno” que aparecem na Bíblia tem dois sentidos: Em primeiro lugar refere-se à sepultura, que é destino de todos (justos e injustos); e, em segundo lugar, ao lugar apresentado na Bíblia como sendo o destino final dos ímpios, onde estes serão jogados, depois do juízo final, e aniquilados, isto é, destruídos completamente. Vejamos, então, estes dois conceitos:
 
Inferno como sepultura
A Bíblia é clara em dizer que a sepultura – o pó da terra – é o lugar para onde vão todos os mortos (Ec 3:19-20; Sl 104:19; Jó 17:1; 30:23; 34:15; Jo 5:28). Biblicamente, este é o chamado estado intermediário. Neste estado não planejam (Sl 146:4); não têm consciência (Ec 9:5-6); não podem louvar a Deus (Sl 6:5). Só sairão dali por ocasião da ressurreição do último dia (Jo 5:28). Observe que no evangelho, quando Jesus ressuscitou Lázaro, este não foi chamado a descer do céu. A ordem de Jesus foi direcionada ao sepulcro onde este estava (Jo 11:43-44).
A palavra hebraica sheol e a palavra grega correspondente (gr. hades), traduzidas em nossas Bíblias por “inferno”, dizem respeito a sepultura ou cova (cf. Dt 32:22; Sl 9:17; 116:3; Pv 5:5; 9:18; Os 13:14; Mt 11:23; 16:18; Lc 10:15; 16:25). Segundo a Bíblia, todos vão para o sheol ou hades, e não somente os injustos (Ec 6:6; Jó 3:17-19). Até Jesus o foi. O livro de Atos afirma que o corpo de Jesus foi para o hades (At 2:27,31). Obviamente que o sentido é sepultura!
 
Inferno como destino final dos ímpios
Com relação ao futuro dos ímpios, depois do juízo final, Jesus falou mesmo sobre um lugar destinado àqueles que serão rejeitados no julgamento. Para este lugar só vão os ímpios. Quando falou sobre ele, Jesus usou o termo grego Geena, traduzido em nossas Bíblias também por “inferno”. Geena é uma referência ao “Vale de Hinom” (Js 15:8), um estreito vale que margeava Jerusalém pelo sul. Neste vale os israelitas queimaram, num período de sua história, crianças a Moloque (2 Rs 23:10; 2 Cr 28:3; 33:6; Jr 7:31-32). Por isso este vale passou a ser símbolo da condenação final. Os judeus usaram este nome para denotar o lugar de punição futura. [3] Jesus também faz uso deste termo neste sentido (cf. Mt 5:22, 29-30; 10:28; 18:9; 23:15, 33; Mc 9:43, 45, 47; Lc 12:5). O Geena é o local que melhor corresponde ao imaginário popular sobre o inferno, pois, aparentemente, indica um local  exclusivamente preparado para o castigo de pessoas condenadas no juízo final (cf. Mt 25:13, 33; 25:41, 46). Deus trará este juízo com fogo (Sf 1:14-18; Ml 4:1; Mt 3:12). Ele está, em sua maioria, associado com fogo (cf. Mt 5:22; 13:42,50; 18:8; Mc 9:43,47; Mt 25:41).
Este fogo, por sua vez, é chamado de “eterno”. No Novo Testamento temos tanto a expressão “Geena de fogo”, quanto “fogo eterno”. Daí surge os questionamentos: as pessoas enviadas para o Geena (inferno), depois do juízo final, serão atormentadas e torturadas de modo consciente para todo o sempre, ou serão aniquiladas, isto é, deixarão de existir, serão completamente destruídas? Segundo acreditamos, os ímpios serão aniquilados ao invés de ficarem sendo atormentados para todo o sempre. Naum escreveu sobre uma época em que os ímpios seriam completamente destruídos (1:15). O Salmo 37:10, neste sentido, também diz: … o ímpio não mais existirá; olharás para onde ele mora, mas ele não estará ali. O Senhor extinguirá a maldade completamente: … não ficará nem raiz nem ramo (Ml 4:1). A destruição completa de todo mal é comparada ao desaparecimento da fumaça: Mas os ímpios perecerão (…) desaparecerão, sim, como fumaça se desfarão (Sl 37:20). O diabo também será destruído, pois Jesus veio a este mundo também com esse objetivo (Hb 2:14).
John Stott[4] afirma que o vocabulário de destruição é usado frequentemente em relação ao destino final dos ímpios. Jesus fala sobre temer o que pode “destruir” a alma no Geena (Mt 10:28). Em vários outros textos bíblicos temos a ideia de destruição (1 Ts 5:2-3; 2 Ts 1:9; 2 Pd 3:7; Tg 4:12), de os ímpios sendo “consumidos” ou devorados (Hb 10:25-27; Ap 20:9), de “perecer” (Jo 3:16; 10:28; 17:12; Rm 2:12; 2 Pd 3:9). Segundo Stott, [5] se os crentes são aqueles que estão sendo salvos (hoi sõzomenoi), os ímpios são aqueles que estão perecendo (hoi apollumenoi). Veja os textos (1 Co 1:18; 2 Co 2:15; 4:3; 2 Ts 2:10). É difícil imaginarmos um processo perpetuamente inclusivo de perecer. Assim como os salvos serão definitivamente salvos, os que estão perecendo perecerão por completo!
Quanto ao “fogo eterno” e ao “castigo eterno”, citados por Jesus, precisamos levar em conta, também, o uso da palavra eterno, que é a tradução da palavra grega aiônios. Esse termo, muitas vezes, é usado não para se referir à duração de algo, mas aos seus resultados permanentes. Em Judas 7, temos um exemplo comprobatório dessa afirmação: Sodoma e Gomorra (…) foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno. Neste texto, “eterno” não se refere à duração; afinal, Sodoma e Gomorra não estão queimando até os dias de hoje. O fogo foi eterno em seus resultados ou efeitos, isto é, as cidades foram totalmente queimadas. Ao mencionar o fogo eterno, Jesus se refere à destruição eterna dos perdidos, não ao tormento eterno destes. [6] O mesmo vale para a referência que ele faz a “castigo eterno” (Mt 25:46). Jesus está se referindo a uma punição de efeito permanente. Que o Senhor nos livre disso!
 
Só a Ele a glória!
 
BIBLIOGRAFIA
 
BACCHIOCCHI, Samuele. Imortalidade ou Ressurreição?. Engenheiro Coelho: Unaspress, 2007.
 
CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5 Ed., São Paulo: Hagnos, 2001.
 
EDWARDS, David L.; STOTT, John. Evangelical essentials: a liberal-evangelical dialogue, London: Hodder & Stoughton, 1988.
 
ROBINSON, Edward. Léxico Grego do Novo Testamento. Tradução: Paulo Sérgio Gomes. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
 
 
[1] Busca pelo verbete Inferno (In) Dicionário da Língua Portuguesa Priberam. Disponível em: http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=inferno > Acesso em 25/06/2013.
[2] Champlin (2001:323).
[3] Robinson (2012:173).
[4] Para mais detalhes: Edwards; Stott (1988:312-329).
[5] Idem.
[6] Bacchiocchi (2007:199).

CORONAVÍRUS – MENSAGEM DA CONVENÇÃO GERAL AOS PROMESSISTAS:

MENSAGEM DA CONVENÇÃO GERAL AOS PROMESSISTAS:

Queridos irmãos e queridas irmãos, a paz do Senhor Jesus a todos. Muitas são as preocupações e mensagens que temos recebido sobre o coronavírus. Já publicamos a alguns dias atrás texto com ênfase no esclarecimento e prevenção e outras ações nas redes sociais que publicaremos nos próximos dias. Além disso, queremos aproveitar esse espaço para apresentar algumas outras recomendações:

1-      Devemos nos precaver, em todo o território latino americano, mas não devemos entrar em estado de choque ou contribuir com distribuição de fake news, que mais atrapalha do que ajuda o serviço de saúde do nosso país;

2-      É importante tomarmos cuidado com grandes aglomerações de pessoas e, por isso, devemos praticar os hábitos de higiene que estão fartamente divulgados na mídia;

3-      Ao ir à igreja temos o gostoso hábito de cumprimentar uns aos outros com aperto de mão e abraços. Pelo menos dentro desse período de crise do vírus, pedimos que todos sejam orientados a evitar esses cumprimentos, diminuindo o risco de contágio;

4-      Se apresentar sintomas (fartamente divulgados) ou estiver doente, dê preferência por ficar em casa;

5-      Se houver ceia programada ou apresentação de crianças nos próximos dias, converse com a liderança para que seja combinado o adiamento;

6-      Ofereça álcool gel na entrada e saída de todos os cultos;

7-      Tome maior cuidado com as crianças e tenha maior atenção com nossos idosos, faixa de maior risco da doença.

Por tudo isso, entendemos que tomando os devidos cuidados, devemos nos manter congregando e unidos em oração por nossos irmãos em Cristo, pelo Brasil e pelo mundo, em especial por aqueles que têm sofrido com sintomas, estão infectados ou em situação de risco de vida. São muitas as crises que nosso país tem passado e essa pandemia mundial só aumenta o temor e a insegurança de viver em nossos dias, mas seguimos confiando em Jesus e cumprindo a missão, por meio da palavra e da ação, na expectativa de que tudo volte a normalidade. Ore ao Senhor, levante um clamor pelo mundo e que o próprio Deus tenha misericórdia de nós. Que possamos em meio a crise, descansar seguros no amor de Jesus Cristo.

 

Diretoria Geral da IAP.

 

DICAS DA LIÇÃO 11 “O desafio do recomeço”

Sua aula deve ser planejada antecipadamente, em oração e dependência do Espírito. Faça alterações das dicas conforme a sua realidade e torne sua aula mais dinâmica. Não se esqueça de baixar os slides e acessar as lições em vídeo com libras, caso precise.
 
PERFIL DE ESDRAS
Para o item 1 – “As credenciais de Esdras”. Mostre a sua classe o infográfico que detalha quem era o sacerdote Esdras e a importância de suas funções para Israel. Baixe a imagem e comente as credencias com seus alunos de forma interativa. No dia da aula, utilize a imagem no projetor, imprima ou mande via WhatsApp.
 
CARTA DE ARTAXERXES
No item 2 – “A carta de Artaxerxes” utilize as recomendações expostas no texto da lição, na página 83, para mostrar os deveres de Esdras, eles estão divididos em sete, e devem ser colocados em formas retangulares e distribuído na classe. Cada aluno que receber o retângulo, poderá comentar o assunto.
 

 
 
 
1. Inspecionar Judá e Jerusalém (Ed 7:14)
 
 
 
 

 

 
 
 
2. Levar as doações do rei e de seus conselheiros e as ofertas dos judeus residentes na Babilônia, além dos utensílios sagrados do templo (v.15-16);
 
 
 

 

 
 
 
3. Entregar esses tesouros no templo (v. 17-20)
 
 
 
 

 

 
 
4. Informar aos tesoureiros das regiões próximas a Jerusalém as isenções de impostos (v.21-24)
 
 

 

 
 
 
5. Designar juízes e magistrados para julgar (v.25a)
 
 
 
 

 

 
 
 
6. Ensinar ao povo essa lei (v.25b)
 
 
 

 

 
 
 
7. Aplicar punições aos que desobedecerem às leis de Deus e do império (v.26)
 
 

 
 
DINÂMICA DA MOCHILA
Para os itens 3 e 4 (pp. 83-84) utiliza uma mochila com os seguintes itens, escrito em folhas dobradas de papel e/ou objetos que se relacionem com o que os tópicos descrevem:
 

  • Lista com nomes – (Cerca de 1500 homens, e por volta de 5 mil pessoas, contando com familiares).

 

  • Recrutamento de levitas – (Destaque a leitura de Ed 8:15-20, que traz informações sobre o recrutamento).

 

  • Jejum Coletivo – (Ed 8:21-23)

 

  • Recursos financeiros – (25 toneladas de prata e 8 toneladas de ouro).

 
Coloque os papeis e/ou objetos na mochila e leve para a classe. No momento do item, pegue a mochila e pergunte sobre os itens essenciais para uma viagem. Em seguida as respostas, abra a bolsa e peça que os alunos vão tirando os itens utilizados por Esdras em seu retorno para Jerusalém. Aplique o tópico falando sobre planejamento para realização de qualquer projeto na vida.
 
DINÂMICA DO ALVO
Para o item aplicativo “A vida cristã é uma jornada em que devemos ter objetivos nobres” (p. 85) leve para sua classe um “tiro ao alvo” e faça as perguntas da aplicação: “Quais são objetivos que lhe movem na vida? Ganhar dinheiro e ficar rico? Ter sucesso profissional? Quais são os alvos que você tem para sua família? Ter alvos nobres faz toda diferença na vida. Quer ter um alvo sublime? ”
Após essas perguntas, repasse o alvo de mão em mão e peça que seus alunos respondem as questões sobre os objetivos de suas vidas.
Finalize falando sobre a importância de fazer tudo para glória de Deus.

The Send

Se os participantes estiverem com o mover do Espírito Santo dentro de si, o mundo inteiro poderá ser impactado

 
“Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
E o que ceifa recebe galardão, e ajunta fruto para a vida eterna; para que, assim o que semeia como o que ceifa, ambos se alegrem” (João 4:35-36)
O fim de semana do dia 08/02/2020 foi especial pra todo cristão. Pessoas de todo Brasil e da América do Sul se encontraram para participar do THE SEND BRASIL. Muita gente mesmo… de todas as denominações, ministérios com participação massiva de jovens! Pude acompanhar um pouco as transmissões ao vivo e notava-se o ambiente festivo e propício para tomada de decisões relevantes para essa geração.
Foi um evento especial e intenso. As mensagens foram impactantes, os louvores marcantes. Vi, ouvi e conheci vários jovens que lá estiveram. Era notável o fervilhar em seus corações. Eles estavam eufóricos e prontos para dizer: “me envie… estou pronto… eu vou”.
Como isso é maravilhoso… como é especial ver jovens dispostos a redefinir suas vidas pelo Evangelho. Como é glorioso perceber que muitos tiveram a chance de encontrar seu propósito de vida em Cristo. Foram mais de 170 mil participantes… Uau! Já pensou no impacto disso? Eu pensei e se estes estiverem com o mover do Espírito Santo ardendo dentro de si, em poucos anos, o mundo inteiro poderá ser impactado.
Então ficam algumas perguntas e penso que elas devam ser enraizadas em cada coração (principalmente dos que estiveram lá): o que vai ser feito disso? De toda a Palavra dada e recebida? Foi só um show ou mais… muito mais? A qual geração você pertence: a que ouve e pratica ou a que só quis curtir algo que todos estavam curtindo? Você esteve lá pra ser marcado pela Palavra ou para ser marcado nas redes sociais? Para marcar as novas gerações com a pregação do Evangelho ou só pra ganhar curtidas ou visualizações no face e insta?
Se não foi só mais um show, se você ouve e pratica, se foi pra ser marcado, se você foi para marcar… então iremos ver nossos jovens compartilhando o que aprenderam. Além disso, o que vamos ver são nossos jovens VIVENDO o que aprenderam. E se assim fizerem vai ser uma benção para Igreja de CRISTO!
Se não foi só mais um show, se você ouve e pratica, se foi pra ser marcado, se você foi para marcar… então iremos ver muito mais do mãos levantadas, veremos mãos estendidas. Veremos muito mais do que saltos de alegria, veremos joelhos dobrados diante do Rei! Veremos muito mais do que espontaneidade, veremos submissão ao Dono da Obra. Veremos mais do que um país que louva a Cristo,  veremos um país que vive o que Cristo ensinou e fez!
O Senhor reina! Façamos com que outros conheçam essa verdade. Que sejamos  parte dos que plantam, vão, enviam e colhem.
Se seu coração e mente estavam realmente lá, vai ser uma benção. Caso contrário será só mais um álbum nas suas redes sociais.
Então viva o que Deus espera de você. Cumpra o propósito da sua vida, vivendo a vida dEle!
 
 
 

Dicas da lição 10 – "É tempo de celebração"

Sua aula deve ser planejada antecipadamente, em oração e dependência do Espírito. Faça alterações das dicas conforme a sua realidade e torne sua aula mais dinâmica. Não se esqueça de baixar os slides e acessar as lições em vídeo com libras, caso precise.
 
Vídeo do “Dia D”
Para a introdução da Lição (p. 73) ou a aplicação “1 – Celebre sempre as vitórias que Deus lhe concedeu!” (p. 77), mostre a seus alunos um vídeo (aproximadamente 5min) que fala sobre as comemorações dos 75 anos do “Dia D”. O vídeo produzido pelo canal de notícias BandNews mostra os detalhes deste dia histórico no término da Segunda Guerra Mundial. Veja o vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=mov_WPuSNNA
(Obs. Fazer o link do vídeo com o assunto tratado na lição/ e ou aplicação, embasado nos capítulos 9 e 10 de Ester).
 
Pontos-Chave do item 1
Para o tópico 1 “As condições para o triunfo” (pp. 74-75), sugerimos alguns “pontos-chave” para que fique fácil do professor (a) ministrar esta parte da lição.
 
1 Ponto: “Qual a sua história?” (Parágrafos 1 e 2)
O trecho fala sobre os improváveis, Ester e Mardoque, serem instrumentos contra um grande império, para dar vitória ao povo de Deus. Pergunte a sua classe sobre histórias improváveis que ouviram, seja em sua família ou na sociedade.
 
2 Ponto: “As armas dos judeus” (Parágrafos 3, 4 e 5)
Este trecho detalha como aconteceu a vitória dos judeus e a derrota dos seus inimigos, enfocando:
– A expectativa dos inimigos (parágrafo 3)
– O enfrentamento dos judeus (parágrafo 4)
– A vitória retumbante (parágrafo 5)
 
3 Ponto: “A intervenção de Deus” (Parágrafo 6)
O último parágrafo do item 1 traz a intervenção de Deus como foco principal. Mostra claramente como o Senhor conduziu este momento da história dos hebreus e dos pagãos. Utilize este trecho para refletir com sua classe sobre como o Senhor vem intervindo na História.
Fotos da Festa do Purim
Para o item 2 “Os resultados do triunfo” (pp. 75-76), mostre a sua classe, no momento da aula no datashow  ou enviando via WhatsApp, a seguinte notícia: “Festa do Purim toma conta das ruas em Israel”.  O registro foi divulgado pelo Portal R7 e conta como os judeus comemoram na atualidade a festa de 2500 anos atrás. Faça uma ligação de como ela resiste ao tempo, pois celebra um grande livramento de Deus para com os judeus: https://noticias.r7.com/internacional/fotos/festa-do-purim-toma-conta-das-ruas-em-israel-veja-fotos-01032018#!/foto/4.
 
Mapa Mental “Festa do Purim”
O mapa mental também ajuda a elucidar o item 2, mostrando quatro detalhes da “Festa do Purim”, para que fique mais fixado na mente de seus alunos como aquela celebração era e é feita pelos judeus. Faça o download abaixo.
 

Dicas da lição 9 – "O magnífico livramento"

Monte sua aula antecipadamente em oração e dependência do Espírito. Faça alterações das dicas conforme a sua realidade e torne sua aula mais dinâmica. Não se esqueça de baixar os slides e de acessar as lições em vídeo com libras, caso precise.
 
Entrevista “Uma virada na minha vida”
Para introdução da aula, convide alguém que tem um fato surpreendente em sua vida. A idéia é que ele ou ela relatem sobre os momentos em que sua história complicou, até o livramento dado pelo Senhor. Dedique uns 5 minutos, com uma ou duas histórias, para mostrar que assim como Deus agiu nessas vidas, na época de Mardoqueu e da rainha Ester, também percebeu-se suas ações.
 
Dinâmica “Coração de Ester”
Para discutir o item 2, “Ester intercedeu pelo livramento” (pp. 67-68), leve para aula um coração desenhado em uma cartolina, escrito acima dele “Coração de Ester”. Distribua tiras de papel e caneta ou lápis, para que os alunos coloquem em uma palavra as qualidades que a rainha revela através de seu comportamento para com sua nação. Depois vá colando no coração, a medida que cada um for terminando, àquelas expressões. Professor (a), se sua classe dispuser de quadro branco, desenhe nele o coração e vá anotando dentro dele as percepções dos alunos sobre a soberana.
 
“Diário Oficial da Pérsia”
Para o item 1, “Mardoqueu auxiliou no livramento” (p.67), ou item 3 “Assuero decretou o livramento” (p. 68), imprima ou compartilhe via WhatsApp a imagem abaixo que traz trechos do decreto à favor do povo judeu, que deveria se defender e atacar de toda tentativa de extermínio. Use a imagem para analisar esse novo decreto que seria usado a favor dos compatriotas de Mardoqueu e Ester.
 
 
 

Quatro maneiras de acabar com sua igreja

Atitudes que comprometem a vida da igreja e que devemos evitar

Diversos fatores envolvem a vida de uma igreja. É óbvio que ao fazermos essa afirmação, não estamos nos referindo aos fatores ontológicos da igreja, pois nesse sentido, nada falta à igreja, pois é sustentada pelo próprio Cristo que é o Senhor dela. Por outro lado, o cotidiano de uma igreja se relaciona com diversas atividades que o Senhor da igreja, Jesus Cristo, entregou a homens e mulheres. Neste sentido, relaciono algumas atitudes que comprometem a vida da igreja.
1 – Falte aos cultos da sua igreja. Uma das maneiras mais eficientes de acabar com a sua igreja é quando você deixa de frequentar os cultos públicos. Quanto menos se vai à igreja, mais a igreja fica ameaçada. Não é possível que você acredite na igreja, entenda a igreja como um lugar onde os salvos em Cristo são edificados, e mesmo assim, não frequente a igreja. Sua contribuição será generosa para o fim da sua igreja. Frequentar a igreja é parte fundamental do desenvolvimento e crescimento mútuo. Quem não frequenta os cultos, acaba sofrendo de fraqueza, de soberba, e o reflexo disso é acabar com a comunidade. O escritor ao Hebreus, capítulo 10, v. 25, nos chama atenção para esse fato: “não deixemos de congregar, como é o costume de alguns, mas encorajemos uns aos outros, ainda mais quando se aproxima o dia”.
2 – Não se envolva com os ministérios da sua igreja. Outra maneira comum de acabar com a sua igreja, é simplesmente cruzar os braços. Deus dá à igreja dons, mas também dá ministérios. Tudo isso tem um fim comum: edificar os salvos em Cristo. O pertencimento à uma comunidade nos impulsiona para mais do que apenas frequentar os cultos, mas para que façamos parte da igreja; quando insistimos em negar esse chamado, vamos aumentando a nossa contribuição para acabar com a nossa igreja.  Todo cristão recebeu de Deus um dom, um talento natural, e tudo isso precisa contribuir para o crescimento e desenvolvimento da igreja local. Paulo afirma em Efésios, capítulo 4, v. 11, que Deus concede dons e ministérios para o aperfeiçoamento da igreja. Quando não nos envolvemos, matamos a nossa igreja de inanição.
3 – Não colabore com os dízimos e ofertas da sua igreja. Uma igreja precisa da provisão financeira para continuar existindo. Neste ponto, alguns dsavisados poderiam afirmar: “mas a igreja sou eu…”. Bom, em primeiro lugar, igreja é plural, e nunca singular. Não existe o “eu sou a igreja”, nós somos igreja. A igreja, enquanto comunidade física, possui um local físico e, consequentemente, contas de água, luz, telefone, internet, suprimentos dos mais variados. Além disso, a missão da igreja de levar o evangelho e chamar pessoas à Cristo também precisa ser custeada. Como tudo é sustentado e viabilizado? Através das contribuições financeiras. Quando você não contribui financeiramente com a sua igreja, você está automaticamente contribuindo para que ela deixe de existir. Não é apenas isso. Paulo chama a nossa atenção para que a contribuição seja alegre, voluntária, porque Deus ama aquele que doa dessa maneira. (2 Co 9.7).
4 – Fale mal da sua igreja em todos os lugares. Existem pessoas que dão uma contribuição extraordinária para o fim da sua igreja, criticando sem medida. Para pessoas assim, nada está bom na igreja, nada dá certo e nada presta. O problema é que como elas não se envolvem, não participam e não contribuem para melhorar as coisas, acabam por desabafando em redes sociais ou para pessoas em igual situação. O resultado é desastroso, vai aos poucos minando a força da igreja, e por fim, acabam com ela. Nossa igreja local é o lugar da comunidade, lugar de edificação mútua, de generosidade, respeito, mas acima de tudo, é o lugar onde somos acolhidos e acolhemos. A igreja é perfeita? Não, nesse plano terreno ela jamais será, mas ela continua sendo o local onde Deus decidiu reunir o seu povo salvo de todos os lugares. Cristo amou a igreja, Cristo se entregou por ela, para que ela seja purificada, portanto, não podemos negligenciar o sacrifício de Cristo por ela, falando mal da noiva de Cristo. (Ef. 5.25-27).
É evidente que esta não é a lista completa dos fatores que levam uma igreja ao fim, mas nos ajuda a refletir sobre o nosso papel no desenvolvimento da comunidade local. Jesus ama a igreja, morreu por ela, para que fosse entregue sem máculas diante de Deus. Portanto, precisamos amar nossa igreja local, e fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que ela seja edificada e cresça na proclamação do Evangelho de Jesus Cristo.