Tocando Vidas

A música faz parte de nosso cotidiano desde muito cedo. Ainda no ventre, é difícil imaginar um bebe, que mesmo por uma única vez, não tenha ouvido a mãe cantarolar mesmo que um só pequeno trecho de uma canção.

Somos bombardeados com música em praticamente todos os lugares que frequentamos, supermercados, elevadores, estabelecimentos, na rua e ainda em nossos smartphones, conectados, quase que sempre, em diferentes plataformas de música e até sociais.

Também já faz parte do senso comum que a música promove o desenvolvimento de nossas potencialidades criativas, cognitivas, motoras e sensoriais, com todos os estímulos contidos em sua prática ou simplesmente em sua apreciação.

Para os cristãos a música se faz presente desde o princípio, com a apresentação de Jubal, pai dos primeiros instrumentistas (Gn 4:21), desde sempre Deus é o grande compositor do universo!

O projeto TOCANDO VIDAS nasce com a missão de estreitar a relação entre a música e as pessoas, começando bem cedo com as crianças, e promovendo o desenvolvimento de nossos pequenos com a consciência de que a arte é um presente dado por Deus para nós, podendo ser utilizada com ferramenta de proclamação do Evangelho de Cristo.

AFINIDADES E DIVERGÊNCIAS ENTRE MUSICALIDADE, MUSICALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO MUSICAL

AFINIDADES E DIVERGÊNCIAS ENTRE MUSICALIDADE, MUSICALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO MUSICAL

 

por

Andressa Leal Lopes

Resumo:

O ensino da música, quando aplicado de forma correta, é fundamental em todas as fases da vida do ser humano, pois desenvolve habilidades específicas como a percepção e memória auditiva, coordenação fina e grossa, raciocínio lógico, memória muscular e espacial, entre outras habilidades do fazer musical que são desenvolvidas dentro de três grandes eixos do ensino da música. 

O pressuposto do estudo apresentado em minha monografia consiste em três conceitos fundamentais na iniciação musical, os quais colocamos em três grandes eixos.

  • O primeiro eixo é a musicalidade que consiste, segundo o presente pressuposto, na vivência musical, ou seja, todo e qualquer contato que o ser-humano já teve com a música de forma indireta, sem nenhum objetivo a ser alcançado ou desenvolvido. Cuervo e Maffioletti (2018) afirmam que é uma característica humana ao alcance de todos e por isso o vemos como o maior eixo.
  • O segundo eixo está contido dentro de musicalidade, nomeamos de musicalização, é o eixo de transição e um dos mais importantes, pois traz o início do processo construtivo da música a partir da vivência musical com finalidade de tornar-se sensível a música (PENNA, 1990) e desenvolver habilidades específicas no que diz à percepção musical sendo elas: o movimento, audição, sensibilidade, apreciação, criatividade, o ritmo, melodia, harmonia (CRISTAL, 2018).
  • Por fim, o terceiro e último eixo que está contido dentro de musicalização, responsável pelo início de uma longa jornada no ensino da música nomeamos de educação musical, cujo papel é aprimorar as habilidades adquiridas na musicalização (ABREU, 2011) e avançando para o desenvolvimento cultural e psicomotor, estimulando o contato com diferentes linguagens, contribuindo para a sociabilidade e democratizando o acesso à arte (NADAL, 2010), gerando entendimento, raciocínio, reflexão sobre o que se reproduz ligado ao intérprete de instrumentos musicais ou cantor ou no fazer musical ligado a criatividade: compositor, arranjador, improvisador…

Dada a importância do estudo e uso correto dos termos no processo de ensino-aprendizagem da música, considera-se necessário realizar outros estudos voltados para (a) práticas pedagógicas que desenvolva a Musicalidade, (b) práticas pedagógicas que desenvolva a Musicalização, (c) práticas pedagógicas que desenvolva a educação musical, estudo específico do ensino da música.

 

Referência 

LEAL, Andressa. Afinidades e divergente entre musicalidade, musicalização e educação musical. 2020. Monografia (Licenciatura em Música). Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) / Instituto Villa-Lobos.

ELE ESTÁ VIVO!

No final do sábado – exatamente três dias e três noites depois de sua morte (Mt 12:40) -, Jesus ressuscitou! A pregação apostólica era enfática, neste sentido: Deus ressuscitou este Jesus, e todos nós somos testemunhas desse fato (At 2:32). A ressurreição foi um evento tão impactante que, os cristãos, desde muito cedo, decidiram comemorar isso todos os anos. 

O nome desta celebração é páscoa. Para os cristãos, ela possuía um significado diferente do que para os judeus, que também possuíam uma festa com esse nome. A páscoa judaica celebrava a libertação do Egito. A páscoa cristã, numa tentativa de se desvencilhar do judaísmo, celebra a ressurreição de Jesus.

E quando a páscoa cristã começou a ser celebrada? No segundo século, num período pós-apostólico. Obviamente, não foi Jesus quem ordenou que a páscoa fosse celebrada nestes moldes e nem os apóstolos. Infelizmente, com o correr dos anos, alguns elementos pagãos foram adicionados à celebração e ressignificados, tais como ovo e coelho. Fato é que a data da páscoa é comemorada em quase todos os países do mundo até os nossos dias.

Não desejo, neste texto, discutir juízo de valor sobre esta decisão dos cristãos do segundo século e nem o formato que a páscoa ganhou atualmente, mas, concentro-me tão somente no tema principal por trás desta celebração: a ressurreição de Jesus. A ressurreição de Cristo é mesmo um evento importante? Segundo cremos, sim! Listamos ao menos quatro razões, abaixo:

  1. A ressurreição é prova da divindade de Jesus: e que mediante o Espírito de santidade foi declarado Filho de Deus com poder, pela sua ressurreição dentre os mortos: Jesus Cristo, nosso Senhor (Rm 1:4). Observe a relação de causa no texto: “foi declarado” … “pela ressurreição”. A ressurreição de Cristo foi um evento tão poderoso que só atesta que Ele é divino, que é o Filho de Deus! 
  2. A ressurreição de Jesus é a base da nossa regeneração: Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos (1 Pd 1:3). Pedro diz que a base da nossa nova vida é a ressurreição de Jesus. É por causa da ressurreição de Jesus que podemos ser nova criação! 
  3. A ressurreição de Jesus é o alicerce da justificação: Ele foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação (Rm 4:25). A justificação é a declaração legal da parte de Deus que garante que nós somos justos e nossa condenação foi cancelada. A base desta obra espiritual é a ressurreição de Jesus. A ressurreição mostra que a obra redentora do Filho foi aceita pelo Pai e eficaz. Por conta disso, podemos ser justificados. Nossa condenação pode ser eliminada, porque a morte que era nossa Jesus experimentou e venceu!
  4. A ressurreição Jesus atesta a razão para nossa fé: E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados (1 Co 15:17). Para Paulo, se Cristo não ressuscitou a pregação apostólica era sem sentido e mentirosa e os cristãos ainda estavam em seus pecados. Cristo morreu para que nossos pecados fossem perdoados. A prova de que o Pai aceitou o sacrifício do Filho é a ressurreição. Por causa disso nossos pecados foram perdoados!

Existem outros textos do Novo Testamento que falam sobre a importância da ressurreição de Jesus. Mas, fiquemos nestes quatro, apenas. Eles são suficientes para, neste domingo, chamado de “páscoa”, refletirmos na importância destes eventos e glorificarmos a Deus. Não deixe que os ovos de páscoa roubem de você a bênção de se alegrar hoje com a ressurreição de Jesus. Ele está vivo! 

Mesmo num período de isolamento e pouca movimentação, creia… Jesus venceu a morte. Ele está conosco. Nele temos esperança de que novos recomeços são sempre possíveis! 

Eleilton William – é pastor, mestre em Teologia e diretor da Editora Promessa (editorapromessa.com.br)

DESLUMBRAMENTO E SUBMISSÃO

Chegamos ao mês de dezembro, o último do ano. Neste mês, comemora-se, mundo a fora, uma das festas mais conhecidas: o Natal, onde se celebra o nascimento de Cristo. A palavra “natal” significa “nascimento”. Pois bem, queremos aproveitar esta data em que se fala de “natal com papai Noel” para refletir sobre um natal “sem papai Noel”; um natal com Jesus. Em Lucas 1:26-38 Maria recebe a notícia de que seria a mãe do Salvador. Ela é informada que o Rei nasceria. 

 

Todo aquele que segue a Jesus e o serve em algum ministério, também tem esta consciência de que o Rei veio (ou ao menos deveria ter!). Antes de sermos músicos ou ministros, somos discípulos de Jesus. Mas, como reagir diante da vinda dele? Queria lhe desafiar a adotar duas posturas, para ser ainda mais assertivo em seu ministério. 

 

Deslumbramento frente a graça de Cristo

Esta passagem do evangelho de Lucas conta-nos que o anjo Gabriel visitou um vilarejo simples, de Nazaré, uma cidade com menos de dois mil habitantes. E, numa das casas humildes daquele lugar, encontrou uma adolescente de nome Maria. O anjo a saudou de modo especial (v.28). Como ela reagiu? Com extrema surpresa! (v.29). Porque a surpresa? É bem possível que seja por conta de Maria ter consciência de sua pecaminosidade. Era como se ela dissesse: “Como assim? Será que Gabriel não errou o endereço?”

 

O termo grego para “pensar” traz a ideia de “colocar lado a lado diferentes razões; tomar os argumentos em consideração; pensar sobre; deliberar”. Ela está refletindo seriamente sobre o que ouviu. Na sequência, Gabriel a informa que ela seria mãe do Salvador (vs. 30-31). Desde o início, o nascimento do salvador é singular por isso. Ele veio para gente simples. Ele veio para gente disposta a maravilhar-se por sua graça, reconhecendo não ser merecedor de tamanha dádiva. Gente que reconhece sua pecaminosidade. Essa é a boa nova do evangelho. A história do nascimento de Cristo lembra-nos disso: Jesus veio para gente como eu e você; ele veio em direção aos pecadores. Se você tem o privilégio de servir a Cristo, tenha certeza, não é por conta de seus atos de justiça, mas por conta da graça de Deus. 

 

Submissão frente ao senhorio de Cristo

Na sequência do texto, fica claro que o personagem mais importante da revelação do anjo Gabriel não é Maria, mas Jesus. Ele é grande e poderoso. Gabriel explica para Maria quem é aquele que ela daria à luz (vs.32-35). Mesmo sem entender tudo, aquela jovem decide aceitar a missão que Deus estava confiando a ela. Ela decide perder o controle da própria vida para viver a vontade de Deus: “Aqui está a serva do Senhor, cumpra em mim a tua palavra” (v.38). 

 

Esse é o nosso grande desafio diante da notícia que Jesus veio: submetermo-nos a ele. Nossa vida, nosso futuro, nossa história. Ser cristão significa deixar o controle da própria vida e dizer “Aqui estou Senhor, faça a sua vontade na minha vida”. O Natal é um convite para abandonar a nossa autonomia pessoal e viver a nossa vida direcionada pelo Rei que veio! A história do nascimento de Cristo fala do Rei que veio. Como vamos responder a vinda do Rei? Sugerimos-lhe, o caminho de Maria: o deslumbramento e a submissão. Você está disposto a servi-lo com humildade e comprometimento em seu ministério? 

 

Por que o caminho de Maria é o melhor? Porque sabemos que Jesus veio para mudar completamente a história da humanidade. Todo os que o seguem são unidos por meio da cruz para pertencerem a mesma família: ele derrubou muros de inimizades. Eles também são desafios a saírem em missão pelo mundo (proclamando a história do nascimento, morte e ressurreição), no poder do Espírito. Continuemos proclamando esta história, com nossa voz, nossa vida, nossa canção, nossos instrumentos, enfim, com tudo o que somos, para que mais pessoas também se deslumbrem com a graça de Deus e decidam humildemente serem submissas a Ele. 

Para teólogo, Eclesiastes é um salva-vidas nestes tempos de pandemia. Confira a entrevista

“O sentido da vida: a mensagem de Eclesiastes e Cantares” é o tema da nova série de Lições Bíblicas de número 335 para estudos na Escola Bíblica, nas Igrejas Adventistas da Promessa, no 2º trimestre de 2021 (abril a junho). Nada mais propício de se pensar, diante do mais delicado e crítico momento da pandemia para muitos países, como o Brasil, em que o número diário de mortos, passou de 4 mil.

No meio desse cenário desolador, a nova série de estudos se propõe a trazer um bálsamo de esperança e tocar, no meio da “tempestade”, temas como: o sentido da vida, o prazer, a morte, a fé que convive com tragédias, o casamento etc. Nessa entrevista ao Promessistas.org, o secretário da Editora Promessa, doutorando em Filosofia pela PUC-São Paulo, presbítero na Promessa em Santana e um dos editores da série de lições, Kassio Passos Lopes, conta como os dois livros de sabedoria bíblica podem dar rumo à vida, mesmo em meio ao caos que vivemos.

Promessistas.org: A pandemia tirou o sentido da vida de muitos. Como a nova série de lições pode ajudar na redescoberta de sentido?

Pb. Kassio Passos Lopes: “Momentos de intenso sofrimento, como a pandemia que vivemos, normalmente nos levam a questionar o sentido da vida, pois, por vezes, irrefletidamente, tornamos o gozar de boa saúde, o prazer do entretenimento, a realização profissional, a aquisição de bens ou consumo de produtos, os planos de viagem e os relacionamentos amorosos como razões para nosso viver, isto é, motivos pelos quais nos levantamos todos os dias para trabalhar, estudar, ganhar dinheiro. Contudo, quando tudo isso nos é tirado, como acontece em uma quarentena, nos vemos desnudos daquilo que era, ainda que implicitamente, a razão de vivermos.

Eclesiastes explora precisamente o erro de tomar trabalho, saúde, empreendimentos, dinheiro, entretenimento, prazeres dos mais diversos, como objetivos últimos de nossa existência. Primeiro, porque eles não satisfazem de modo pleno um coração que anseia pelo que é eterno; segundo, porque, em uma vida fugaz como a nossa, eles são transitórios e não podemos nos agarrar a eles para sempre – eles são, na linguagem do sábio de Eclesiastes, hebel, ou seja, vaidade.

Assim, Eclesiastes, especialmente neste tempo de pandemia, nos faz olhar acima do sol, para aquele que nos criou e que controla o tempo e encontrar nele o sentido de nossas vidas. Eclesiastes é um salva-vidas, ainda numa pandemia dessas. Ele pode trazer o verdadeiro sentido da existência para as pessoas que perderam o motivo pelo qual viver”.

 

Qual o maior desafio de escrever sobre Eclesiastes e Cantares para os dias de hoje?

Pb. Kassio: “O maior desafio de escrever sobre Eclesiastes e Cantares é mostrar Deus como o sentido para a vida. Deve-se fugir da busca desenfreada de prazeres. Deve-se fugir também, da via dos ascetas, dos legalistas, dos ativistas que não param por um segundo ou dos workaholics (que só pensam no trabalho) e dos avarentos, que idolatram tanto o dinheiro que se privam das coisas boas para não perder seu acúmulo monetário.

Eclesiastes e Cantares, contudo, nos apontam uma terceira via. Ela nos mostra que, se o sentido da vida está em nosso Criador, não devemos fazer dos prazeres deste mundo o motivo de nossa existência. Não precisamos idolatrar os prazeres da vida nem nos privar deles, mas podemos desfrutá-los com intensidade e temor, diante de Deus. Abordar esse assunto é um desafio porque, normalmente, vivemos em extremos.

 

Eclesiastes mostra um homem que reflete diversas partes de sua vida; um mau humor é visto. Como as inquietações de Salomão se relacionam com as nossas?

Pb. Kassio: “O prefácio ou a introdução de Eclesiastes é a chave para entender do que o livro trata. O sábio explora a resposta para a seguinte questão: A gente gasta a vida trabalhando, se esforçando e, afinal, que vantagem leva em tudo isso? (Ec 1:3). O termo “vantagem” ou “proveito” (como a Almeida Revista e Corrigida traduz) é a palavra hebraica yitrôn, que era um termo comercial, trazendo a ideia de “lucro”. A expressão alude ao mundo de negócios da época, em que um comerciante avaliava o lucro de uma negociação e determinava se valia a pena, se fazia sentido ou não.

O pregador está avaliando a vida, se ela faz sentido, buscando determinar qual a razão de tudo o que fazemos neste mundo. Isso faz do livro de Eclesiastes um tratado sobre a vida. Nós nos identificamos com Salomão, pois também nos questionamos, por vezes, se aquilo que fazemos tem algum sentido, se valem a pena nossos esforços nesta vida, e pensar dói, pois leva-nos a quebrar nossas ilusões (de que teremos saúde para sempre, de que teremos longevidade, de que nada de ruim pode nos acontecer, de que teremos alegria o tempo todo etc.) e os falsos deuses que, por vezes, construímos em nosso coração (o sexo, o dinheiro, o trabalho, as posses e os bens, os prazeres etc.).

O aparente mau humor de Eclesiastes vem daí, de uma seriedade em analisar a vida como ela é, desconstruindo ilusões e ídolos de nosso coração, algo extremamente doloroso. O sábio faz isso para que olhemos acima dos céus e O encontremos, e, à luz de sua sabedoria, vivamos neste mundo marcado pela queda adâmica, isto é, pela morte, pelo sofrimento, pela injustiça, pela efemeridade, mas com contentamento, alegria e temor a Deus, aguardando pela eternidade”.

 

Os princípios de Cantares podem ajudar a salvar muitos casamentos?

Pb. Kassio: “O livro de Cantares celebra o amor romântico entre um homem e uma mulher, mostrando a conjugalidade como uma fonte de deleite e prazer que devem ser desfrutados. Temos aqui uma teologia bíblica do amor. Sendo a Bíblia o manual do criador para a sua criatura, por que ele não dedicaria um livro inteiro a essa área tão especial da vida humana?

A sexualidade e o desejo sexual no seio matrimonial são tratados de maneira muito desinibida e sem bloqueios: o autor mostra que devem ser considerados extremamente naturais e prazerosos, bênçãos de Deus para os seres humanos que ele criou. Por que razão, por vezes, há receio de tratar desse assunto na igreja? Afinal de contas, quem criou o sexo? Quem fez o casamento? Quem idealizou o amor romântico entre o esposo e a esposa, que devem ser uma só carne? A resposta é Deus.

Promiscuidade e erotização desregrada não passam de distorções pecaminosas da prazerosa vida sexual e romântica que Deus criou no princípio, a fim de proporcionar prazer dentro da relação conjugal.  Longe de condenar, a Bíblia sacraliza o amor entre e um homem e uma mulher, mostrando-o como dádiva divina em Cântico dos cânticos. Mas, por muito tempo, o livro foi interpretado apenas como uma alegoria do amor de Deus (o esposo) por Israel (sua noiva), ou do amor de Jesus por sua igreja, e a dimensão tão importante da vida humana, que é tratada no livro dos Cânticos, acabou obscurecida.

Também, por muito tempo, uma filosofia dualista e ascética, que vê o ser humano cindido entre corpo e alma – sendo o corpo essencialmente mau e a alma essencialmente boa –, exerceu influência na cristandade e em sua ideia de espiritualidade, fazendo com que muitos cristãos entendessem que os prazeres do corpo (comer, beber, ter relações sexuais etc.) deveriam ser regrados, a fim de que se santificasse a alma, o elemento bom do ser humano. Ainda encontramos reminiscências desta equivocada teologia dualista, quando vemos pessoas dizendo que as coisas espirituais nada têm a ver com o corpo.

Cantares nos livra dessa visão equivocada, mostrando a legitimidade de nos deleitarmos nos prazeres do corpo e do amor conjugal, criados por Deus. Sendo assim, o livro de Cantares pode motivar os casais a repensar, em seu diálogo, o tempo em que desfrutam das bênçãos da vida a dois; pode entusiasmar os casais a buscar uma relação mais amorosa, a procurar a satisfação mútua, a alegria recíproca, a resgatar o romantismo perdido e a viver a sexualidade como presente de Deus para nós.  Sem dúvida, se levarmos a sério a sabedoria deste livro, nossos casamentos serão abençoados pelo bondoso Criador”.

 

Saiba mais sobre as Lições Bíblicas: https://promessistas.org/licoes-biblicas/o-sentido-da-vida/;

Assinaturas: https://editorapromessa.com.br/produto/licoes-biblicas-edicao-335/.

Por: Ministério de Comunicação.

Dicas da Lição 2 “Prazer a todo custo”

Confira as dicas da lição desta semana, com vídeo, dinâmica e frase destacada do estudo para memorização.

Dica um | Vídeo sobre hedonismo

Exiba a seus alunos o vídeo “Hedonismo, felicidade é ter o máximo de prazer possível”, ele ajuda a compreender uma das palavras-chave da lição, o hedonismo. Entenda de maneira filosófica, o que a sabedoria bíblica ensina. Abra sua aula pedindo a compreensão da classe sobre o assunto.

Acesse o vídeo aqui e discuta com seus alunos: https://www.youtube.com/watch?v=2KjWXIl5yR8.

 

Dica dois | Dinâmica do suco de limão

            Para compreender o excesso de prazer da vida, como algo negativo, utilize a dinâmica do suco de limão em seu ensino. Ajude seus alunos a visualizarem o que deseja ensina.

 

Material: Faça um suco de limão em uma jarra e utilize dois copos. Em deles, adoce o suco na medida certa, e no outro copo, coloque excesso de açúcar ou adoçante, a depender do aluno. Faça de um jeito que eles não percebam qual como tem o suco é mais doce e excessivamente doce.

 

Moral da dinâmica: o suco adoçado no ponto certo representa a vida com equilíbrio, já o suco muito adoçado representa a vida desregrada, onde o saber perde o sentido. A ideia é reforçar que a busca dele como finalidade existencial, se torna inútil, e o equilíbrio diante das riquezas, do legado e do trabalho é o caminho para satisfação verdadeira.

(Você pode aplicar a dinâmica ao final dos itens explicativos 1, 2 e 3).

 

Frase para memorização: “É Deus que nos proporciona os meios para a satisfação verdadeira”.

Páscoa contínua

Pois Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que celebremos a festa, não com fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade (1 Co 5:7-8, grifos nossos).

Paulo diz que Cristo é a “nossa páscoa”, e depois exorta: “celebremos a festa”. Em que sentido o apóstolo quer que “celebremos a festa”? É importante sabermos desta resposta, pois é um mandamento para os cristãos. Não creio que ele faz esta exortação em termos literais. Paulo não está pedindo que os cristãos celebrem a páscoa judaica, senão ele estaria diminuindo o significado da expiação de Jesus, o cordeiro sacrificado de modo definitivo (verdade que ele também abordou neste texto). Na verdade, ele usa a cerimônia da celebração da páscoa entre os judeus como uma metáfora para a vida cristã. Vamos tentar entender esta metáfora?

O contexto de 1 Coríntios 5 é o pecado. Paulo está oferecendo orientações à igreja sobre como agir frente a um pecador imoral que não quer se arrepender. Nas orientações de Paulo este pecador deve ser excluído da comunhão da igreja (v.5), pois um pouco de fermento pode levedar toda a massa (v.6). Ele usa o “fermento” aqui como símbolo do pecado. Na linguagem deste texto, se ninguém tomar atitude contra este irmão, ele vai acabar influenciando outros. Daí entra a imagem da comemoração da páscoa judaica. Paulo diz: Lançai fora o fermento velho… (v.7a). Quando se aproximava a época de comemorar a páscoa, o judeu se livrava de todo o fermento que houvesse em casa, pois junto com a páscoa eles comemoravam a festa dos pães asmos, em que ficavam sete dias sem comer pão com fermento. Tudo isso era feito antes do cordeiro ser oferecido no templo.

 

Levando-se em conta que o fermento era símbolo do pecado, e este contexto mencionado, não é difícil deduzir o que Paulo está pedindo. Assim como os judeus tinham de se livrar de todo o velho fermento de suas casas e comer pão sem fermento durante sete dias, os cristãos devem se livrar do pecado em sua vida. Devem fazer isto para mostrar que são “nova massa”, isto é, um novo povo em Cristo. A razão? Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado (v. 7b). Cristo é o sacrifício perfeito. Ele é a solução do pecado no meio do seu povo. Os nossos pecados foram perdoados por ele na cruz, definitivamente. Somos libertos da penalidade do pecado, e estamos sendo libertos de seu poder. Por isso devemos lutar contra o pecado em nossa vida cristã! Apressadamente nos livremos de todo fermento velho!

 

À luz desta explicação, chegamos à expressão “Pelo que celebremos a festa”. Que festa? Não a páscoa judaica e nem mesmo a ceia do Senhor. Ele está comparando a vida cristã com uma festa da páscoa contínua. Podemos nos alegrar, continuamente, porque Cristo nos limpou dos nossos pecados! “Celebrar a páscoa”, neste texto, é viver esta certeza da vida cristã. Como? Fugindo do pecado (não com o velho fermento), vivendo a nova vida (comendo os asmos da sinceridade e da verdade).

 

Metaforicamente falando, a vida cristã é uma páscoa contínua. E neste sentido, podemos celebrá-la. Por isso o título do artigo: “Celebremos a Páscoa”. Celebramos Cristo, nossa páscoa, louvando e nos alegrando em Deus todos os dias pelo que foi feito no calvário, onde nossos pecados foram perdoados, e vivendo a nova vida, fugindo a todo custo das más influências do pecado.

 

Para este período de páscoa, onde pessoas de todo o nosso país celebram esta festa, você pode simplesmente dizer que é contra tudo e demonizar a palavra “páscoa”, o coelho, o ovo, etc.; ou aproveitar estes dias, mesmo a despeito destes elementos, para falar da verdadeira páscoa, que todo cristão deve e pode comemorar todos os dias. Por este texto, você já sabe da minha escolha.

 

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Eleiton William. É pastor e mestre em Teologia. É vice-presidente da Convenção Geral da IAP e Diretor da Editora Promessa.

Sexta-feira da paixão?

A sexta-feira da paixão, dentro da chamada semana santa, é uma data utilizada para se lembrar e celebrar a crucificação de Jesus em favor dos pecadores. Esta celebração acontece numa sexta-feira porque, grande parte dos evangélicos crê que Jesus morreu numa sexta-feira. Não vemos problemas de celebrarmos a Deus pela morte de Jesus. Aliás, os cristãos possuem uma celebração em que fazem questão de trazer a memória o evento da cruz: a ceia do Senhor. Contudo, neste texto, temos por objetivo refletir: Jesus morreu mesmo numa sexta e ressuscitou num domingo? De maneira objetiva, nossa resposta é não. Vamos ao que a Bíblia diz.

 

Jesus foi crucificado no dia 14 de abibe, numa quarta-feira, e ressuscitado no dia 17 de abibe, no sábado, momentos antes do pôr-do-sol. Agora, veremos as razões por que chegamos a essa conclusão. É muito claro, pela leitura dos evangelhos, que Jesus foi traído e preso na mesma noite em que ceou com seus discípulos. Sobre essa noite, o Evangelho de João diz: Ora, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai … (13:1).

 

Em outra versão, lemos: Faltava somente um dia para a Festa da Páscoa (NTLH). Nessa noite, Jesus foi traído, preso e julgado pelo Sinédrio (cf. Mt 26:47-75; Mc 14:43-72; Lc 22:47-71; Jo 18:1-27), e, ao amanhecer, levado diante de Pilatos para também ser julgado (cf. Mc 15:1-15; Lc 23:1-25; Jo 18:28-19:16). Na manhã desse mesmo dia, por volta da hora terceira (nove da manhã), ele foi crucificado (cf. Mt 27:32-56; Mc 15:21-41; Lc 23:33-49).

 

De acordo com João 19:14, esse era o dia da preparação da Páscoa. Tal informação é importantíssima. O dia chamado de “preparação da Páscoa” era o dia em que os cordeiros eram levados até o templo para serem mortos, a fim de serem comidos à noite. A páscoa era a primeira festa do calendário judaico. Era celebrada todo ano, dia catorze do primeiro mês [abibe] ao entardecer (Lv 23:5). E era exatamente neste dia que os cordeiros eram mortos. Então, se Jesus morreu no dia em que os cordeiros eram sacrificados, morreu no dia 14 de abibe, por ocasião da celebração da Páscoa.

 

Segundo acreditamos, nesse ano, 14 de abibe caiu em uma quarta-feira. Isto é totalmente coerente a Bíblia. Você já entenderá o porquê. Nesse dia, houve trevas sobre toda a terra, desde a hora sexta até a hora nona (Mt 26:45). Jesus entregou o seu espírito por volta da hora nona – três da tarde (Mt 27:46-50). Horas depois, no cair da tarde desse mesmo dia, 14 de abibe, foi sepultado, conforme dizem os evangelhos (cf. Mt 27:57-60; Mc 15:42-46). Então, guarde esta informação: Jesus foi sepultado pouco antes do pôr-do-sol do dia 14 de abibe, uma quarta-feira. A nossa pergunta agora é: Quanto tempo ele permaneceu no sepulcro? Deixemos que ele mesmo responda.

 

No evangelho de Mateus, temos uma declaração bastante enfática de Jesus: assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra (Mt 12:40 – grifo nosso). O “coração da terra” é uma referência à sepultura. Jesus deixou bem claro que ficaria três dias e três noites ali. Ele foi específico. O texto de Jonas, que trata sobre a experiência do profeta, também é específico: … e esteve Jonas três dias e três noites no ventre do peixe (Jn 1:17). Sendo assim, levando em conta que ele foi sepultado antes do pôr-do-sol do dia 14 de abibe, deveria ressuscitar, também, antes do pôr-do-sol do dia 17 de abibe, em cumprimento de sua palavra. E assim foi.

 

Cristo esteve morto três dias e três noites inteiras. No final do sábado, quando as mulheres foram ao sepulcro de Jesus, ele já havia ressuscitado (Mt 28:1,6; Mc 16:1-2; Lc 24:1; Jo 20:1). Agora grave isto: os textos estão tratando do momento da ida delas ao sepulcro e não do dia da ressurreição. Nenhum texto afirma que ele ressuscitou no domingo. Cremos que Jesus ressuscitou antes do pôr-do-sol do dia anterior a este que estava começando. Que dia é o anterior ao domingo? Sábado! Jesus ressuscitou no sábado, momentos antes do pôr-do-sol. Para ter ficado três dias e três noites no coração da terra, temos de concordar que ele foi colocado no túmulo em uma quarta-feira, momentos antes do pôr-do-sol.¹ 14 de abibe caiu em uma quarta-feira, e 17, num sábado. A sexta-feira da paixão deveria ser quarta-feira da paixão.

 

Numa quarta-feira, no monte caveira, Jesus foi crucificado e morreu por nós. Por meio de sua morte, hoje podemos ter vida! Por meio de sua morte, nossa dividida diante de Deus pode ser perdoada. O sangue dele fez propiciação pelos nossos pecados (Rm 3:25). Por isso, não deixe de agradecê-lo, todos os dias de sua vida, por aquilo que Ele fez na cruz! Fomos salvos graciosamente por conta do episódio da paixão. Que tal agradecê-lo por tão grande amor no dia hoje também?

 

Eleilton William é pastor e mestre em teologia, além de ser o vice-presidente geral da Convenção Geral das Igrejas Adventista da Promessa e Diretor da Editora Promessa.

¹(1ª Noite: De quarta para quinta. 1º Dia: Quinta. 2ª Noite: De quinta para sexta. 2º Dia: Sexta. 3ª Noite: De sexta para sábado. 3º Dia: Sábado).

Elas fazem a diferença: ação solidária marca prática de mulheres da Convenção Baixo Amazonas

Tudo começou em meio à mais adversa circunstância, quando a diretora do Ministério de Mulheres da Convenção Baixo Amazonas das igrejas Adventistas da Promessa, Dsa. Iracema Leal de Farias Guimarães, começou um tratamento de um câncer de mama, no final de 2014. Após o tratamento, em 2015, no dia 24 de janeiro de 2016, já curada da doença, resolveu, com outras irmãs de sua igreja local, distribuir sopa, roupas e contar seu testemunho de cura, proclamando o nome do Senhor, em hospitais e casas de apoio de Santarém (PA).

As visitas eram motivadas por um voto pessoal feito a Deus. Uma das mulheres que iam com ela era sua irmã, Dsa. Lecina Leal de Farias, que não venceu a batalha contra o câncer, mas dorme no Senhor. Antes da pandemia, as visitas eram constantes a casas de apoio e à ala oncológica do Hospital Regional Baixo Amazonas, em Santarém (PA). Não demorou muito para que o projeto ganhasse a região e, por meio de uma solicitação da Dsa. Rute, diretora do Ministério de Mulheres da gestão anterior, passasse a acontecer em várias igrejas locais.

O trabalho feminino tem sido bastante frutífero na convenção. Os ministérios locais seguem uma agenda sugerida pelo regional, com ações que unem evangelização e ação social em vários lugares. “Isso é muito pouco. Precisamos fazer mais. É importante levar a Palavra de Deus e o pão material”, incentiva a atual diretora regional de Mulheres, Dsa. Iracema.

 

Trabalho constante, mesmo na pandemia

As comemorações ao Dia Internacional da Mulher movimentaram o Ministério Regional este mês, nas igrejas locais. As mulheres da Igreja Adventista da Promessa de Boa Vista, em Juruti (PA) realizaram, no dia 8 de Março, uma ação evangelística. Foram entregues kits de evangelização (folheto, Revista O Clarim e mensagem local) e lanches para 20 famílias não crentes. Algumas delas aceitaram fazer estudos bíblicos e deram seus nomes para oração.

Já em Óbidos (PA), o Ministério de Mulheres da Primeira Igreja Adventista da Promessa foi até a Santa Casa com um café da manhã, obedecendo a todos os cuidados, devido à pandemia. Já os promessistas da Segunda igreja estão engajados em realizar ações evangelísticas e sociais nesse mês da mulher, nos hospitais, nas praças, nas feiras e nos bairros. Outra ação foi realizada pelos promessistas da terceira igreja de Óbidos: com um evangelismo no bairro São Francisco, foram alcançadas 30 famílias, que foram cadastradas para serem assistidas durante o ano, através das bases missionárias (pequenos grupos) e das ações do ministério.

Além do Dia da Mulher, foi realizada, nos 89 anos da Promessa, no Pronto Socorro 24h, outra ação que levou: bolo de pote e literatura, louvor e pregação do evangelho. “Foi um momento maravilhoso. O Espírito Santo se fez presente do início ao fim, encorajando as mulheres que, até então, tinham medo de pegar o vírus”, testemunha irmã Layane, do Ministério de Mulheres de Óbidos (PA).  Essa ideia surgiu devido à igreja sempre orar pelos profissionais de saúde e os doentes. Foi um momento de alegria e consolo para os profissionais da área.

O projeto “Oração e Ação” iniciou, no dia 08 de maio de 2020, ações em lotéricas. Foi feita a mobilização quanto aos cuidados com o coronavírus. Essa ação alcançou mais de mil pessoas, que receberam álcool gel e água. Muitas pessoas acabaram manifestando o desejo de conhecer a fé dos voluntários e deram seus nomes para oração e contatos para estudo.

 

Ação em outras cidades

Com outros nomes, ações evangelísticas e solidárias, como “Amor e Ação”, no Município de Altamira (PA), e “Ação de Amor”, em Juruti (PA), têm sido uma prática constante dos ministérios de mulheres locais. Nesta última ação, sopas são distribuídas nas casas de pessoas que não podem sair para comprar comida.

O trabalho segue, apesar da pandemia, com todos os cuidados. Muitos estudos são feitos de maneira on-line, acendendo a esperança de que, num futuro próximo, as pessoas possam voltar a se reunir presencialmente. Sem patrocínio externo, a ajuda dos próprios promessistas tem sido constante para a concretização das ações. A Editora Promessa fornece edições passadas de O Clarim, com preço mais acessível, colaborando para que o trabalho constante das mulheres da Convenção Baixo-Amazonas não pare.

 

Por: Ministério de Comunicação da Convenção Geral

Fotos: Ministério de Mulheres Convenção Baixo-Amazonas/Reprodução

 

Dicas da Lição 1 “A busca de sentido”

As dicas da Lição 1 ajudam você a dar uma aula mais dinâmica. Confira um vídeo de apresentação, uma dinâmica de ensino e um material de apoio.

Dica um | Vídeo de apresentação

Envie a seus alunos ou exiba na hora de sua aula, presencial ou virtual, o vídeo de apresentação da Lição Bíblica 335 – O Sentido da Vida: a mensagem de Eclesiastes e Cantares. Nele, o Pr. Genilson Soares da Silva, explica os contextos dos estudos para o trimestre. Diante do vídeo assistido, pergunte a sua classe: “Qual a expectativa com os estudos da série – o sentido da vida?”.

Acesse o vídeo na área das Lições: https://promessistas.org/licoes-biblicas/o-sentido-da-vida/ ou no canal da Igreja Adventista da Promessa no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=KOaiO9XAlos.

 

Dica dois | Dinâmica “bolha de sabão”

Você pode introduzir o conteúdo explicativo, com a dinâmica “bolha de sabão” para explicar o sentido da palavra “vaidade”, que aparece de maneira farta em todo o livro de Eclesiastes.

Material: Brinquedo “bolha de sabão” ou imagens impressas de bolhas de sabão ou no formato da bolha.

(Alerta: Evitar fazer a dinâmica presencial, já que em alguns casos, é necessário assoprar no objeto, ou fazê-la sem assoprar para fazer as bolhas, devido o risco de contaminação pelo novo coronavírus).

Execução: Ao começar a falar do assunto, da busca sentido da vida, pegue o brinquedo e solte as bolhas de sabão, ou as imagens e mostre à classe (imagem abaixo), e em seguida, diga que a palavra “vaidade” tem esse sentido: as bolhas estouram rápido, assim é a busca por sentido nas coisas erradas e não em Deus.

Ao final, cite o pensamento do teólogo Russel Shedd:

“Temática [do livro]. A vaidade das coisas terrenas e a inutilidade dos esforços humanos em se conseguir a felicidade verdadeira. A palavra ‘vaidade’ se encontra 37 vezes neste livro, referindo-se Salomão às coisas que se acham ‘debaixo do sol’; esta última expressão aparece 29 vezes. Comparação ‘vaidade’ com ‘bolha de sabão’: pode ser explicada como futilidade, inanidade, insignificância (Rm 8.20)”.

(Shedd, Russel P. Bíblia de Estudo Shedd. 2 ed. São Paulo: Vida Nova, p. 959).

Dica três | Material de apoio
Para ajudar no aprofundamento, as dicas trazem o material do Seminário Temático 2019. Baixe a exposição 1 – Tudo é vaidade – a Tese, feita pelo Pr. Kassio Passos Lopes, secretário da Editora promessa. Esse material corresponde aos capítulos 1 e 2 do livro, podendo ajudar na Lição 2.

Acesse o link e baixe a exposição: https://portalcetap.org/exposicao1st2019download/.

Igreja Adventista da Promessa vira ponto de vacinação em São Paulo (SP)

Mesmo não abrindo o templo para a celebração dos cultos, devido às restrições da pandemia do novo coronavírus, em São Paulo (SP), o estacionamento da Igreja Adventista da Promessa de Vila Medeiros, Zona Norte da cidade, se tornou um lugar de vacinação contra a Covid-19, neste sábado, 27 de março.

A igreja foi procurada pela direção da Unidade Básica de Saúde (UBS) de Vila Medeiros, através de seu gerente, Carlos Eduardo para que o espaço, fosse usado na campanha de imunização. Agentes da Prefeitura de São Paulo aprovaram o funcionamento.

Isso ocorreu, pelo motivo de o posto de saúde próximo da igreja,  que é pequeno, estar atendendo casos de Covid-19, o que geraria grande aglomeração para fazer a vacinação. A expectativa é que cerca de 350 pessoas sejam imunizadas, num horário que se estende, das 7h da manhã às 17h.

Segundo o Pr. Alan Pereira Rocha, responsável pela igreja, já são anos de parceria com a UBS, que utiliza os espaços da igreja para atividades ligadas à saúde e ao bem-estar das pessoas que procuram a unidade. “A igreja de Vila Medeiros abraçou a ideia, até porque, esse tipo de ação, faz parte da ideia de ela ser uma comunidade relevante para o bairro,” testemunha o pastor.

Com o espaço cedido, a boa experiência testemunhada pelos profissionais de saúde e da direção do posto, segundo o Pr. Alan, é certo que a igreja se torne um posto de vacinação oficial para as pessoas do bairro, numa forma de mostrar como está aberta para sua vizinhança e preocupada integralmente com a vida humana, um bom testemunho de compaixão e do Evangelho de Deus.

 

Distribuição de cestas básicas começam em Moçambique

Desde segunda-feira, dia 22 de março de 2021, os missionários Christian e Josiane França, com uma equipe de colaboradores, dedicaram tempo e esforços para compor as 300 cestas que começam a ser entregues, a partir de hoje, quinta-feira, 25 de março.

 

As cestas são compostas por:

10kg de arroz.

10kg de chima (um tipo de farinha de milho.

1 frasco de óleo, 1 kg de açúcar.

1kg de sal.

1 barra de sabão em pedra.

A escolha dos produtos está baseada na cultura local e naquilo que pudesse ser usado sem depender muito de outros ingredientes, além dos melhores preços encontrados.

Os missionários, o povo moçambicano e a Junta de Missões da Igreja Adventista da Promessa agradecem à igreja e ao povo brasileiro pela generosidade demonstrada até esta etapa da campanha.

Os próximos desafios estão ligados à distribuição das cestas. A falta de segurança é preocupante, visto que são muitas pessoas passando fome nas localidades onde elas serão distribuídas. Há risco de haver grandes aglomerações e isso preocupa os missionários. Um estudo e o planejamento das rotas, dos locais de entrega e da forma de distribuição já foi feito para minimizar esses fatores. Estima-se que a entrega das 300 cestas seja feita em, no máximo, uma semana.

O Projeto Moçambique atende mais de 3 mil pessoas e tem sede na cidade de Nampula, Moçambique, África. O foco do projeto, por meio dos programas Plantando Esperança e PEPE (Programa de Educação Pré-escolar) é o de levar saúde, sustentabilidade, educação, cidadania e estrutura eclesiástica àquela nação.

 

PARA CONHECER OS PROJETOS DA JUNTA DE MISSÕES ACESSE:

www.juntademissoes.com.br

www.juntademissoes.com.br/plantando_esperanca/index.html

www.sosmocambique.com.br

Instagram – @juntademissoes

Facebook – @juntademissoes

 

DADOS PARA CONTRIBUIÇÃO

  • TED

BRADESCO – Ag 0099 – CC 302.252-8

Convenção Geral das Igrejas Adventistas da Promessa

CNPJ 62.678.412/0001-32

 

  • PIX para transferências

contato@juntademissoes.com.br

 

  • Doações com Cartão de Crédito

https://pag.ae/bkvbb3b

 

5 razões para se cadastrar na Plataforma EU SOU PRO

Vem aí uma ferramenta para quem é empreendedor e empreendedora – a plataforma EU SOU PRO –, com lançamento para o dia 30 de março de 2021, às 20h (horário de Brasília), durante uma live no canal do YouTube Promessistas Brasil. A plataforma receberá cadastros de empreendedores de todo o país.

O serviço é oferecido pela Secretaria de Empreendedores da Convenção Geral das igrejas Adventistas da Promessa, com o objetivo de conectar empreendedores, capacitá-los para o desenvolvimento de seus negócios e estimulá-los a contribuir com a expansão do evangelho de Jesus Cristo.

A plataforma EU SOU PRO vai direcionar os empreendedores a atuar em três direções: Educação, Serviços e Missão. Nela, serão encontradas orientações importantes para os negócios. Confira 5 razões para se cadastrar na plataforma:

 

  1. Conexão com outros empreendedores e mais oportunidades de fazer negócios

A plataforma EU SOU PRO vai contribuir para que empreendedores que empreendedores em todo o país conheçam outros negócios e formem parcerias.

 

  1. Espaço para anunciar produtos e serviços

A plataforma dará visibilidade para o empreendedor que nela se cadastrar, sendo um importante espaço para divulgação e aquisição de produtos e serviços.

 

  1. Aprimoramento de conhecimentos

A EU SOU PRO vai disponibilizar cursos, ferramentas e capacitações que ajudarão na condução dos negócios, além de direcionar quem empreende a missão de Deus.

 

  1. Consulta a especialistas

Especialistas estarão disponíveis na plataforma para dar orientação e direcionamento em várias áreas.

 

  1. Exercício da gratidão

Envolver-se no reino de Deus é uma forma de gratidão por tudo que o Pai tem dado. A plataforma ajudará nesse exercício.

 

Fique ligado nas redes sociais da Secretaria de Empreendedores: Facebook e Instagram.

Dicas da Lição 13 “A redenção da cidade”

Veja as dicas para tornarem sua aula da Escola Bíblica, presencial ou virtual, mais dinâmica:

Dica um | Pergunta reflexiva

Comece a lição, com uma pergunta reflexiva: “Como você imagina a cidade santa, de Apocalipse 21:10?”. Instigue seus alunos e alunas, a pensarem sobre os novos céus e a nova terra, e o desejo de estar lá. Mostre a eles, que essa esperança serve como fé e motivação, diante da pesada caminhada que vivemos nesta terra. Para responderem, eles podem usar imagens e sons.

 

Dica dois | Infográfico

Para ensinar a lição, baixe o infográfico que destaca cada tópico do estudo com as leituras indicadas. É uma forma de tornar mais dinâmica sua aula. Distribua para seus alunos e alunas:

Dica três | Texto de apoio

            Sugerimos como texto de apoio, para o item 2, da parte aplicativa (pp.114-115), trecho do artigo, do falecido Bispo Anglicano Dom Robson Cavalcanti, nele, o pastor mostra a importância da vivência ética cristã na sociedade, assunto relacionado com  a proposta da Lição:

“A singularidade de Cristo, da sua Igreja e da Missão da sua Igreja, se relacionam, por fim, com a Ética da sua Igreja. Ética que tem como fontes a Lei e os Profetas, os exemplos e os discursos de Jesus e o ensino apostólico, que foi pensada pelos Pais Apostólicos e os Pais da Igreja, pelos Concílios da Igreja Indivisa e pelos Reformadores, mais uma vez estabelecendo um consenso dos fiéis iluminados pelo Espírito Santo. A Ética do Reino de Deus, que não se confunde com a moral cultural de cada tempo e lugar, embora com elas interaja. Ética, em seu conjunto de valores, que diz respeito não somente a reconstrução do novo homem à imagem do varão perfeito, e como fruto do Espírito (o que implica em caráter, temperamento e sentimentos renovados), em permanente processo de superação da obra da carne, mas que se projeta na promoção desses valores, como a honestidade, a justiça e a paz, nas relações interpessoais e na vida das comunidades, instituições e nações, como antecipação possível, ensaio e vanguarda da nova humanidade que habitará um dia o novo céu e a nova terra.”

Leia completo: https://www.ultimato.com.br/conteudo/a-singularidade-de-jesus-cristo.

 

Dica quatro | Recapitule

Para encerrar a lição, reserve uns 5 minutos, e peça que seus alunos e alunas lembrem sobre o que aprenderam com a série de Lições Bíblicas “Uma igreja para a cidade”:

             – Ensino mais marcante.

            – Novo conteúdo aprendido.

            – Desafios a praticar.

Importante ressaltar, que a série acabou, mas os ensinamentos da Lição não.

 

 

Primeiras ajudas chegam a Moçambique

A ajuda para a composição das cestas básicas começa a chegar a Moçambique. Os missionários Pr. Chistian e Josilene França, e um grupo de voluntários, passaram a tarde desta quinta-feira (18/3), fazendo pesquisas de preços e descontos na cidade de Nampula.

Para compor as cestas, um item é indispensável: a “chima”. Um tipo de farelo de milho, que é o prato principal da culinária do país. Os missionários acreditam que no início da próxima semana terão a “chima”, e então, organizam as cestas e entregam às famílias. Confira o vídeo:

 

Ajude a campanha “SOS Moçambique”

Apesar de a ajuda começar a chegar, ainda há um longo caminho a ser percorrido. Até agora, segundo a Junta de Missões, aproximadamente 600 cestas já estão garantidas, por meio de diversas parcerias, entre instituições e pessoas físicas. Porém, ainda há cerca de outras 600 cestas para completar o período de ajuda, de 4 meses. Veja o vídeo de balanço:

Faça sua doação agora. Confira a imagem abaixo:

Campanha de solidariedade é destaque em TV de Goiás

Uma live solidária para atender as necessidades do projeto “SOS Moçambique” e aos promessistas de Goiás, tornou-se destaque no telejornal “Bom Dia Goiás”, da TV Anhanguera, afiliada à Rede Globo. Realizada pela Convenção Goiás das Igrejas Adventistas da Promessa, com a participação da Junta de Missões da Convenção Geral.

A reportagem destacou a fala do superintendente regional, Pr. Rogério Assunção, sobre o valor das cestas que serão encaminhadas para as famílias africanas. “Estamos arrecadando cestas básicas pelo custo de 100 reais cada uma para as famílias que estão passando por uma necessidade extrema, agora, em Moçambique, por causa de questões relacionadas à saúde e ao clima, que provocam um transtorno terrível para a região”, pontuou o superintendente.

Além da ajuda aos africanos, a live teve por objetivo mobilizar doadores aos promessistas que precisam de ajuda na Convenção. Ao fim da reportagem, a apresentadora destacou que as igrejas, do interior e da capital, são pontos de coleta e disponibilizou um número para informações e doações aos que se interessarem: (62) 98102-7173. Confira o vídeo com a reportagem aqui. 

 

Para doar ao projeto “SOS Moçambique”:

TED BRADESCO – Ag 0099 – CC 302.252-8

Convenção Geral das Igrejas Adventistas da Promessa

CNPJ 62.678.412/0001-32

PIX para transferências                          

contato@juntademissoes.com.br