Fora da caverna

Lá está a jornada mais importante de nossas vidas

Em I Reis 19.11-12, lemos: “E Deus lhe disse: Sai para fora, e põe-te neste monte perante o Senhor…”
Por vezes, em nossa caminhada, enfrentamos situações difíceis e dolorosas. E somos tentados a achar que estamos sozinhos e esquecidos por Deus. O profeta Elias vivenciou esta situação. Escondido no interior da caverna, ele lamentava a injustiça que estava sofrendo e o sentimento de abandono tomou conta de seu coração.
O lugar perfeito para Elias era o aconchego que encontrou na caverna, mas o lugar que Deus queria que ele estivesse era do lado de fora…
Em tempos cavernosos, Deus quer nos falar, mas por vezes estamos fechados em nossas emoções e não conseguimos ouvi-lo. A nossa razão está aberta para a fé, mas as emoções estão fechadas para o agir de Deus.
Conhecemos a Palavra, no entanto não desenvolvemos em nós o que ela ensina… “Entrega tuas preocupações ao Senhor! Ele te sustentará; jamais permitirá que o justo venha a cair.” (Sl.55:22)
Deus nos chama para sair do lugar perfeito, que achamos ter no fundo da alma para nos esconder e ir para onde Ele está: fora da caverna… Lá está a jornada mais importante de nossa vida.
Elias tinha cumprido com sucesso sua missão, mas após encontrar-se com Deus fora da caverna, sua vida tomou um novo rumo e Deus deu a ele um recomeço.
Deus quer tratar nossas emoções…
1. Descubra o que coloca você para baixo.
2. Quais os sentimentos que permanecem em seu coração e que precisam do tratamento divino. O Espirito Santo ajudará você a superá-los e a pensar nas coisas do alto.
3. Deus tem para você uma linda jornada fora da caverna!

Ilma Souza, ministra de Educação Cristã, professora do Seminário Betel Brasileiro, membro da equipe de Mulheres em Ministério/SP, esposa de pastor na Primeira Igreja Batista da Enseada no Guarujá (SP).

Você é grato?

A benção do Senhor se revela em coisas simples, do nosso cotidiano

“Assim diz o Senhor: Como quando se acha mosto num cacho de uvas, dizem: Não o desperdices, pois há bênção nele, assim farei por amor de meus servos, que não os destrua a todos”  Isaías 65.8.
A benção do Senhor em coisas simples, como em um cacho de uvas, pode ser ampliada nas coisas que cotidianamente comemos, saboreamos e não damos graças a Deus, pois são muito comuns. Em muitos casos, até desperdiçamos o precioso alimento com suas fontes de vitaminas e sais minerais.
É sabido por nós que o desperdício do que se planta e do que se colhe no nosso país  é muito grande. A revista Veja publicou há algum tempo uma reportagem que afirmava que a terra produz alimentos que dariam para alimentar a população mundial 23 vezes. Então a benção de Deus é mal administrada pelos homens.
A comida, a bebida, segundo o profeta, alegraria o povo de Deus, Ele próprio estaria providenciando aos fiéis (Is 65.13) Estes deveriam aproveitar a benção de Deus nas coisas simples, com os nutrientes necessários à boa saúde.
Viva uma vida simples: “… vivei a vida comum do lar, com discernimento” (1 Pe 3.7). Quando uma pessoa fica impossibilitada fisicamente, as coisas que ela praticava normalmente, o que mais sentirá falta, serão as coisas corriqueiras e simples. Valorize o sabor que Deus traz à sua vida, viva com qualidade.
Quando servimos a este Deus Todo Poderoso, que se revela por Jesus Cristo, que tomou a forma de servo para vir até nós, em um cacho de uvas encontramos motivos para dar graças pela benção saborosa. Glorificamos a Ele e dizemos: “quão variadas são as obras do Senhor. Elas são manifestas nas coisas simples do nosso cotidiano.”
Pondere agora: pelo que você deve dar graças?

Pr. Omar Figueiredo congrega na IAP em Pq. Edu Chaves (São Paulo, SP).

Dicas da lição 13 – “A missão foi realizada”

A missão foi realizada

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Dicas

Recapitulação: Ao abordar a introdução, faça uma recapitulação dos doze primeiros estudos da série e sugira aos alunos que expressem o que mais lhes chamou a atenção em cada um desses estudos.
Dinâmica: Distribua caneta e papel para os alunos e peça-lhes para escreverem o que imaginam ser um mundo renovado e sem pecado. Para que eles tenham uma base, você pode sugerir que respondam às perguntas: “No mundo sem pecado haverá engano?”; “no mundo sem pecado haverá políticos corruptos?”; “no mundo sem pecado haverá tragédias?”. Depois que todos responderem, enfatize que as bênçãos advindas da promessa de Jesus acerca do mundo renovado e sem pecado, se realizarão e, que, enquanto isso, devemos cumprir nossa missão de proclamar o evangelho.
Intercessão: Após o término da lição, sugira que cada aluno, de posse do que escreveu como parte da dinâmica anteriormente mencionada, ore em favor de alguns povos para que sejam alcançados pelo evangelho e sejam parte do reino futuro. Escreva previamente os nomes de alguns países em pedaços de papel e os distribua entre os alunos.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_13.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. Multidões salvas como fruto da missão
    “No livro de Apocalipse, há outra referência à promessa de Deus a Abraão (7.9ss). João vê numa visão uma ‘grande multidão que ninguém podia enumerar’. É uma multidão internacional, vinda ‘de todas as nações, tribos, povos e línguas’. Ela está ‘em pé diante do trono’, o símbolo do Reino de Deus. Isto é, seu Reino chegou finalmente, e a multidão está desfrutando todas as bênçãos de seu afável governo. Ela está abrigada em sua presença. Seus dias de fome, sede e calor no deserto se acabaram. Finalmente, ela entrou na terra prometida, descrita agora não como ‘uma terra que mana leite e mel’, mas como uma terra irrigada com fontes de ‘água viva’, que jamais secarão. Mas como a multidão herdou essas bênçãos? Em parte, porque veio ‘da grande tribulação’ (evidentemente uma referência à vida cristã com todas as suas provações e sofrimentos), mas principalmente porque ‘lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro’, isto é, foram purificados do pecado e vestidos de justiça pelos méritos da morte de Jesus Cristo, ‘razão por que se acham diante do trono de Deus’”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, pp. 38,39).
  2. O Apocalipse mostra o resultado final da missão
    “É comovente vislumbrar na eternidade futura o cumprimento final dessa antiga promessa de Deus a Abraão. Todos os elementos essenciais da promessa podem ser identificados. Aí estão os descendentes espirituais de Abraão, uma ‘grande multidão que ninguém podia enumerar’, incontáveis como os grãos de areia da praia e as estrelas do céu. Estão aí também ‘todas as famílias da terra’ sendo abençoadas, pois a multidão inumerável é composta de pessoas de todas as nações. Aí está ainda a terra prometida, a saber, todas as ricas bênçãos que fluem do governo cheio da graça de Deus. E, acima de tudo, está Jesus Cristo, a semente de Abraão, que derramou seu sangue por nossa redenção e concede suas bênçãos a todos os que o invocam para serem salvos”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 39).
  3. Um olhar para a eternidade
    “O apóstolo João, quando lhe foi dada a chance de dar uma espiadinha pela ‘porta aberta no céu’, viu uma grande multidão em pé diante do trono de Deus. Todos estavam vestidos com vestes brancas (o símbolo da justiça), seguravam palmas nas mãos (o símbolo da vitória) e juntavam-se a um poderoso coro de adoração, atribuindo a sua salvação a Deus e ao Cordeiro. João descreve também essa grande multidão como vindo ‘de todas as nações, tribos, povos e línguas’. Portanto, a missão da igreja não será em vão. Pelo contrário, resultará em um enorme ajuntamento de pessoas, uma multidão multi-racial e multinacional, cujas diferentes línguas e culturas, ao invés de impedir, irão enriquecer sua incessante celebração da graça de Deus. A multidão redimida será também incontável. Somente então a antiga promessa de Deus a Abraão se cumprirá totalmente. Para enfatizar que não haveria limites para o número de descendentes de Abraão, tanto física (os judeus) como espiritualmente (os crentes, quer judeus ou gentios), Deus prometeu que eles seriam mais numerosos do que o pó da terra, as estrelas do céu e a areia na praia do mar. Cada uma destas metáforas simboliza incontabilidade”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.147).
  4. O Apocalipse é o clímax da missão
    “‘Farei a tua descendência como o pó da terra; de maneira que se alguém puder contar o pó da terra, então se contará também a tua descendência’. ‘Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes’. Com o conhecimento que nós temos acerca do universo, neste século XX, parece que as miríades de miríades de estrelas dos bilhões de galáxias realmente chegam a somar tanto quanto todos os grãos de areia e as partículas de pó do mundo todo. Mesmo que tenhamos que continuar sem saber como é que Deus vai conseguir fazer isso, entrementes nós podemos nos regozijar com o fato de que a obra missionária da igreja irá chegar a esse clímax, para honra e glória de Deus. Nós acabamos de ver, a partir deste breve panorama da Escritura, que o Deus do Antigo Testamento é um Deus missionário (ele chamou uma família a fim de abençoar todas as famílias da terra); que o Cristo dos Evangelhos é um Cristo missionário (ele comissionou a igreja para ir e fazer discípulos de todas as nações); que o Espírito Santo dos Atos dos Apóstolos é um Espírito missionário (ele impulsionou a igreja a fim de testemunhar); que a igreja das Epístolas é uma igreja missionária (uma comunidade mundial com uma vocação mundial); e que o clímax do Apocalipse será um clímax missionário (uma incontável multidão internacional). (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.148).

Se teu coração doer…

Pastores e esposas, lembrem que vocês são “gente”

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” (Pv 4.23)
O coração é apresentado na Bíblia como o centro dos sentimentos, dos afetos e da própria vida. É do coração que fluem as emoções, os desejos, as aspirações e vontades. Assim, se o coração estiver alegre embeleza o rosto, mas a tristeza deixa a pessoa abatida (Pv.15:13 NTLH). Então, se estiver afetado de amarguras, além de causar doenças psicossomáticas, as emoções negativas terão poder de reduzir a capacidade intelectual e bloquear, inclusive, o fluir de Deus em nossa vida.
Jeremias 17:9 é um dos textos mais enigmáticos. O profeta faz uma observação – o coração é enganoso, e em seguida pergunta: Quem é capaz de compreendê-lo?
Os sentimentos de tristeza e alegria colorem o fundo afetivo da vida psíquica de todo ser humano. Não há receitas e nem fórmulas mágicas para estarmos alegres em tempo integral e a tristeza constitui – se na resposta humana às situações de perda, derrota, desapontamento e outras adversidades.
Não é de hoje que somos surpreendidos com alguns casos de suicídio, seja de celebridades, pessoas próximas ou ainda casos veiculados na mídia, e chocados a pergunta sempre é: “Por quê”? Mas quando a vítima faz parte do ministério pastoral que não suportou as pressões e os desafios internos e externos, a notícia é devastadora e deixa todos perplexos.
Segundo a OMS, cerca de três mil pessoas cometem suicídio no mundo por dia, isto quer dizer que a cada 40 segundos uma pessoa põe fim à própria vida. O Instituto Schaeffer, dos Estados Unidos, chegou a pesquisar sobre a saúde mental de líderes religiosos e revelou que 70% dos pastores lutam constantemente com a depressão, e 71% estão “esgotados” física e mentalmente. Ainda de acordo com esta pesquisa, 80% dos pastores acreditam que o ministério pastoral afeta negativamente suas famílias e 70% dizem não ter um amigo próximo. Assim como o número geral de suicídios, os casos com vítimas que lideram igrejas também têm a depressão como principal causa.
A depressão é uma doença e em determinados casos pode mesmo constituir risco de vida, requerendo tratamento especializado. Os principais sintomas da depressão são tristeza evidente ou um sofrimento de vazio interior, esgotamento, estado de ansiedade, agitação interior, perturbações ao nível de raciocínio e do sono, dificuldade em tomar decisões simples, a concentração fica desequilibrada por conta de uma atividade longa e excessiva dos hormônios de estresse. Essa superatividade, somada com a cultura do autoengano, que se tem espalhado no meio das igrejas evangélicas onde as pessoas com crenças superficiais e descompromissados com a palavra de Deus requerem dos pastores resultados automáticos em querer ter e não se preocupam em querer ser o cristão que Jesus espera que seja, os problemas financeiros ou familiares, cobranças excessivas, as decepções, a competição eclesiástica, a falta de amigos etc, podem gerar o gatilho para que ministeriais tirem a própria vida.
É triste, mas muitos buscam na morte o alívio, uma forma de fugir daquilo que o deprime; um desejo de reparação da alegria, da salvação, de escape, da dor e não da vida.
Queridos, vocês são homens e mulheres que representam Deus aqui na terra mas até Jesus precisou ser amparado em momento de insuportável dor na alma. (Lc 22.43) E vocês não são diferentes: vocês são gente, seres humanos imperfeitos que choram, pecam, precisam de atenção, dependem de oração, necessitam de ajuda, de perdão, que precisam aprender administrar seu tempo com a igreja e família, tirar férias, cuidar da saúde, ter amigos, conhecer melhor seu temperamento, e buscar ajuda profissional se preciso for.
Aprendam a desenvolver meios para enfrentar seus medos, suas dificuldades e desafios. Peçam ajuda sem constrangimento ou vergonha. Falem sobre sua dor, exponham seus sentimentos e isso irá nutrir a coragem para viver e a capacidade para lidar com as contrariedades e frustações. O salmista Davi deixou uma dica valiosa depois que fez uma análise sobre o seu sofrimento e então falou pra si mesmo: “Por que você está abatida, ó minha alma? Por que está tão perturbada dentro de mim? Pare com isso! Ponha sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; o qual é a salvação da minha face, e o meu Deus” Sl 42.11.
Deus é maravilhoso, está sempre presente e nos envia pessoas dispostas a ouvir e estender a mão.

Dsa. Zildeli Ferreira do Carmo Del Pozzo congrega na IAP em Vila Kéllen (Campo Grande – MS) e atua no Ministério de Vida Pastoral – Convenção Sul Matogrossense.

Cerimônia emocionante

Casamento na IAP em Itatiba (SP) viraliza na internet

O casamento de Juliana Navarro e José Carlos Navarro, na IAP em Itatiba (SP), no início do mês, já gerou mais de 63 mil compartilhamentos e quatro mil comentários na página do Instituto Phala – Centro de Desenvolvimento para Surdos.
A noiva resolveu surpreender o noivo, surdo, interpretando na língua de sinais a canção “Que bom que Você Chegou”, de Bruna Karla. O vídeo é emocionante (veja no link).
Ambos congregam na IAP em Itatiba, onde se conheceram há oito meses. Como ela tem um irmão também surdo, se interessou pelo curso de Libras ministrado na igreja. Não imaginou que isso facilitaria a comunicação com seu futuro marido.
Um lindo trabalho de inclusão, que testemunha a importância de uma igreja missional.
Leia matéria completa publicada no G1 no link https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2018/09/19/noiva-que-emocionou-igreja-ao-traduzir-musica-em-lingua-de-sinais-ensaiou-por-dois-meses.ghtml

Vigília em 29.09

Encerramento dos 100 dias de oração

Venha passar uma noite conosco, adorando e clamando ao Senhor Jesus. Não fique de fora. Teremos ônibus saindo de cada uma das nossas 4 igrejas da Convenção da Geral. Procure seu pastor e reserve já sua vaga. Certamente, será uma noite de muito poder de Deus.

Dicas da lição 12 – “Avivamento missionário”

Avivamento missionário

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Dicas

Debate: Ao finalizar o estudo da primeira parte da lição “Conhecendo o ensino bíblico”, divida a sua classe em três ou quatro grupos de debate. Peça para cada grupo eleger um relator (que terá uma folha de papel e uma caneta em mãos). O relator de cada grupo deverá listar 3 (três) ações que se pareçam com avivamento, mas não é. Também deverá listar 5 (cinco) ações que caracterizam um verdadeiro avivamento bíblico. O relator deverá incentivar a participação de todos do seu grupo e ele deverá anotar apenas a súmula de cada item.
REGRAS CLARAS AOS GRUPOS: 1) Não citar nome de nenhuma denominação; 2) Não delongar nas opiniões; 3) Não trazer testemunhos ou histórias ao debate; 4) Não fazer zombarias, não fazer críticas pessoais e nem fazer críticas à IAP (não é o objetivo do estudo); 5) Considerar todas as opiniões sem contradizê-las, ainda que não haja concordância do relator ou da maioria do grupo.
TEMPO: 10 minutos para o debate.
CONCLUSÃO: Findo o tempo de debate, cada relator deverá ler a súmula das 3 ações que se pareçam com avivamento, mas não é e a súmula das 5 ações que caracterizam um verdadeiro avivamento SEM TECER QUAISQUER COMENTÁRIOS.
OBJETIVO: Ter a percepção do quanto a sua classe aprendeu sobre o avivamento missionário durante a semana para você nortear a sua aula nas necessidades essenciais para um avivamento na sua comunidade e tornar o estudo relevante e interessante.
Dados estatísticos: Após o estudo da segunda parte da lição “Praticando o ensino bíblico” apresente, na tela do Datashow, um quadro com dados estatísticos da sua igreja, tais como:
• Número de cadastrados na igreja;
• Número de convertidos a Cristo nos últimos 2 anos;
• Número de batismos nas águas nos últimos 2 anos;
• Número de batizados no Espírito Santo nos últimos 2 anos;
• Quantidade de vigílias promovidas por sua igreja nos últimos 4 anos;
• Número de participantes na última Ceia do Senhor;
• Quantidade de grupos de estudo ou “pequenos grupos” em atividade;
• Número de eventos com caráter evangelístico (passeatas, cultos, distribuição de folhetos, etc) nos últimos 2 anos;
• Número de eventos de solidariedade promovidos pela sua igreja nos últimos 2 anos;
• Quantidade de lições “Identidade missional” vendidas até o momento;
• Quantidade dos presentes na aula (a que você está ensinando)
Com vistas ao quadro, lance a pergunta: “Você acha que precisamos de um avivamento?”. Dê total liberdade para as manifestações que virão a partir dessa reflexão.
MATERIAL: Durante a semana procure o pastor e, talvez, o(a) secretário(a) da igreja para obter dados reais da sua estatística. Não se baseie, jamais, em suposições ou especulações, sob risco de ameaçar gravemente a credibilidade da sua aula.
OBJETIVO: O tema da aula é propício para que o estudo saia do campo da mera reflexão teológica e acadêmica e se converta em conscientização da necessidade de uma busca de avivamento real, da migração da teoria para a prática.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_12.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. A vinda do Espírito e a missão
    “Primeira: a vinda do Espírito Santo no dia de Pentecostes correspondeu à chegada de um Espírito missionário que colocou no coração dos discípulos um grande desejo de divulgar o que receberam; capacitou-os a transmitir aos outros aquilo que receberam; revelou-lhes uma necessidade dos seres humanos que somente ele poderia suprir; guiou-os para alcançar cada vez mais o mundo gentílico, quebrando qualquer barreira de preconceito que pudesse impedir seu testemunho. Segunda: os que receberam o Espírito Santo tornaram-se testemunhas (At 1.8; 8.4; 16.5; l Ts 1.8). Terceira: o Espírito, o Espírito missionário, foi dado a todos. Quem recebeu o Espírito também expressava aquele anseio pela conversão do mundo que o Espírito inspirou, mesmo que fosse apenas por aprovação e apoio aos esforços dos outros. O que era desconhecido — até mesmo inconcebível na Igreja primitiva — era que os cristãos pudessem se opor, desvalorizar ou deixar de apoiar os que trabalhavam na promoção do conhecimento de Cristo nas regiões além”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 378).

  2. O Espírito Santo: o fundamento da missão!
    “[…] um princípio bíblico fundamental ao labor missionário: missão e avivamento relaciona-se como o calor e a combustão. Isto é, os dois fazem parte do mesmo fenômeno. O fogo esquenta somente à medida que queima, e a intensidade do calor é diretamente proporcional ao volume da combustão. […] A igreja avivada nada mais é que uma igreja missionária. O Pentecostes segue necessariamente a Grande Comissão. Eis alguns exemplos: Paulo, o apóstolo (que corresponde a “missionário”) entre os gentios (G12.8), prontamente confessou a dependência do Espírito para o exercício de sua missão. Recordou e sintetizou que o amplo percurso de todo o seu ministério se realizava ‘por palavra e por obras, por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo’ (Rm 15.18,19; v. ICo 2.4). Lucas confirma que o evangelho atingiu ‘todos os habitantes da Ásia […], tanto judeus como gregos’, quando ‘Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários’ (At 19.10,11)”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 379).

  3. Uma história de avivamento missionário
    “Considere também Columba, apóstolo aos escoceses, os antigos pictos do século VI. Um historiador relatou que ele ‘estava tão incessantemente empenhado, dia e noite, nos exercícios incansáveis de oração e jejum que o peso desses exercícios parecia mais do que poderia tolerar. Em tudo isso, ele foi amado por todos, pois uma alegria santa, radiante em seu rosto, revelava a alegria e a felicidade com as quais o Espírito Santo enchera seu coração’. Quando o rei Brude dos Pictos impediu que Columba entrasse na cidade, o missionário, fora dos portões da cidade, orou até que o rei cedesse, e o rei também se rendeu a Cristo! Os movimentos missionários sempre nasciam de um avivamento espiritual poderoso”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 379).

  4. Missão e avivamento
    “[…] missão e avivamento relacionam-se como o calor e a combustão. Os dois fazem parte do mesmo fenômeno. Tal relação é evidência de que a vida cristã não se reduz nem a um misticismo que escapa do envolvimento neste mundo, nem se reduz a um mero ativismo sem a direção histórica que somente o projeto do Reino de Deus pode oferecer. Uma visão sem uma tarefa gera um sonhador, Uma tarefa sem uma visão gera trabalho penoso, Uma visão com uma tarefa gera um missionário. A verdadeira espiritualidade é uma Espiritualidade, fruto do Espírito Santo e nascida de um avivamento genuíno. O verdadeiro ativismo nasce naturalmente dessa Espiritualidade e se orienta pelo Reino de Deus. O ativismo e a espiritualidade cristãos são duas dimensões da mesma realidade”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, pp. 380,381).

Primeiros Socorros

V Simpósio de Capacitação reúne 42 casais
Começou neste sábado, em Valinhos (SP), o V Simpósio de Capacitação para Casais Ministeriais e Lideranças Regionais. São pastores e esposas que foram chamados por Deus para cuidar de famílias pastorais, que serão ministrados sob o tema “Primeiros Socorros – Ajuda para o Pastor e Esposa”. Sob a liderança do MVP – Ministério de Vida Pastoral da Convenção Geral, estão participante 42 casais.
Pr. Aldo de Oliveira, diretor do MVP, abriu o evento falando da importância dos cuidadores adotarem as famílias pastorais , assim como Deus nos adotou em Cristo.
Neste momento, o psicólogo e terapeuta cristão, doutorando em Psiquiatria pela USP, fala sobre competências e limites no aconselhamento. “Você, como cuidador, faz parte do quadro de risco para burnout, então você precisa se conhecer e se cuidar.”

Pedido de Oração

Vamos continuar em oração pelo Pb. Adilson, de Marília (SP)

O Pb. Adilson Leonardo, da IAP 25 de Janeiro em Marília (SP), está iniciando nesta semana uma etapa de 30 sessões de quimioterapia e radioterapia, para combater um tumor encontrado no cérebro. Ele já foi alvo do milagre de Deus pois passou pela cirurgia de sério risco, para retirada de parte do tumor, há algumas semanas e a mão de Deus conduziu tudo. Mas vamos continuar clamando para que o tratamento seja eficaz e que o Espírito de Deus esteja sobre ele. Oremos também pela esposa, Eunice, e os filhos Larissa e Danilo, para que todos desfrutem da paz do Senhor.
Pb. Adilson é primo do Pr. João Leonardo Junior, diretor jurídico da Convenção Geral da IAP.

Pedido de oração

Está internado em Campo Grande (MS), em coma induzido, o irmão Osias da Silveira (neto do Pr. João Augusto) . Mais conhecido como “irmão Zizinho” , ele congrega na IAP em Corumbá (MS). A família pede oração pois seu estado de saúde é muito grave.

Um lamento sobre o Museu Nacional

É importante, sim, olhar para o passado; a própria Bíblia nos ensina

No dia 2 de setembro, uma notícia deixou uma grande parte dos brasileiros estarrecidos: o incêndio no Museu Nacional, na cidade do Rio de janeiro e que destruiu a maior parte de seu rico acervo e de suas dependências. Este acontecimento certamente causou comoção entre a população em geral, entre estudiosos, pesquisadores e todos aqueles que reconhecem a importância de um local desse para a história e cultura de nosso país.
Como historiadora, carioca e uma frequentadora apaixonada do lugar, confesso que fiquei muito triste em ver a imagem de um dos maiores patrimônios artísticos, históricos, culturais e científicos do mundo ser devorado pelas chamas. Solidarizo-me também com os professores, pesquisadores, cientistas e toda a equipe que trabalhou e trabalhava nas dependências do Museu Nacional, mesmo enfrentando os dilemas e desafios de funções acadêmicas que não são muito valorizadas no Brasil.
O que aconteceu com o Museu Nacional me fez refletir sobre o valor do passado para nós. Nas páginas da Bíblia Sagrada, existe uma orientação muito interessante: “Lembrem-se dos dias do passado; considerem as gerações há muito passadas. Perguntem aos seus pais, e estes lhes contarão, aos seus líderes, e eles lhes explicarão.” (Deuteronômio 32: 7).
Moisés estava incentivando o povo a olhar para o passado, considerando o agir, a graça e a misericórdia de Deus. Os israelitas estavam prestes a entrar na Terra Prometida, o que poderia fazer com que se esquecessem do passado. Todavia, eles foram avisados que deveriam lembrar-se constantemente do que Deus havia feito por eles: de escravos, o Senhor fez deles um povo livre e prestes a morar numa terra que produzia leite e mel. Com certeza, eles tiveram experiências dolorosas no passado, mas até mesmo tais situações deveriam ser lembradas com o objetivo de aproximá-los de Deus. Seja em meio às vitórias, seja em meio às derrotas, os israelitas foram motivados a olhar para o passado tendo em vista o cuidado do seu Deus Soberano, Senhor e Libertador.
Se formos pensar no nosso próprio passado, cada um de nós vai observá-lo de forma única. Para alguns, o passado foi uma experiência tão ruim que preferimos esquecê-lo. Já para outros, o passado foi a melhor fase da vida, deixando alguns de nós presos numa redoma de nostalgia e saudosismo. Através da Bíblia Sagrada, aprendemos que o passado deve ser encarado não como algo que nos aprisione ou que nos sufoque, mas sim como uma motivação para nos aproximarmos cada vez mais de Cristo, nosso Deus, Senhor e Salvador. Se vivemos maravilhosas experiências no passado, precisamos agradecer a Cristo por seu cuidado, seu favor e sua graça sempre derramados sobre nós. Além disso, devemos estreitar cada vez mais nosso relacionamento com ele, que é o Senhor do nosso passado, presente e futuro. Todavia, se tivemos experiências terríveis e dolorosas no nosso passado, ou se vivemos afastados de Cristo, tenhamos em mente que Jesus é aquele que nos cura, nos restaura, nos liberta e nos salva. É nele, e somente nele, que podemos viver plenamente.
Por fim, lembrarmo-nos do nosso passado é importante sim, pois dessa forma reconhecemos que fomos libertos da escravidão do pecado para vivermos o presente e o futuro num relacionamento profundo com Cristo. Da mesma forma, é fundamental refletirmos que o propósito de Deus para todos nós é que nosso presente (e nosso futuro consequentemente) sejam dedicados a Jesus Cristo, o Deus que veio em forma de homem e que morreu numa cruz em nosso lugar, para que nossos pecados fossem perdoados. Em Cristo, o nosso passado torna-se instrumento de aprendizado, já o presente consiste numa vida plena e abundante (mesmo em meio às lutas, problemas e adversidades) e o futuro está alicerçado na fé e esperança de uma vida eterna com o Deus que era, é e há de vir (Ap 1: 8).
Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP), é vice-diretora do Ministério Infantojuvenil Regional da Convenção Noroeste Paulista e atua no Ministério de Vida Pastoral da Convenção

Pastor: solteiro ou casado, o que é melhor?

O ministério é um chamado divino, autenticado pelo Espírito Santo, e não por uma certidão de casamento

“Se não for o Senhor, o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda. ” – Sl 127.1 – NVI
Quando pensamos em casal pastoral, nos lembramos no doce que é servido em casamentos, o “bem-casado”, aquele bolinho com delicioso recheio de doce de leite. Um casal pastoral bem resolvido e unido no Ministério é agradável como esse doce, por que o exemplo de vida fala mais alto e os membros da igreja são bem atendidos. Há alegria, amor, satisfação, confiança, parceria, união, solidez e autenticação de Ministério. Todos veem este casal trabalhando para a glória de Deus. Por outro lado, quando o pastor possui uma esposa que não o apoia, há muita insatisfação e muitos problemas não são resolvidos.
Mas a aspiração ao casamento não pode funcionar como pressão para os jovens pastores se casarem logo. Quando eles iniciam o Seminário, não faltam pretendentes. O Ministério parece ser algo que se desempenha sem problemas e o pastor, uma pessoa ideal, pois carrega em suas funções um certo “status”. No entanto, dizemos ao aspirante do Ministério ou ao jovem pastor solteiro, não se precipite. Alguns detalhes são importantes:
Passos naturais do casamento
Os passos naturais são: amizade, namoro, noivado e casamento. Amizade é para conhecimento prévio. O conhecimento virtual pode esconder a verdadeira personalidade. Namoro é para aprofundamento do conhecimento no contexto familiar e dos propósitos futuros. Se há um chamado claro para o Ministério Pastoral, isto deve ser dito no namoro. Nem sempre a primeira impressão é a que fica. Na dúvida, não prossiga.
Noivado é para preparação física, emocional, espiritual e financeira para o casamento. E casamento é para usufruírem juntos do propósito de Deus para a vida e o Ministério. Mas quando o namoro acontece sem se conhecer plenamente o futuro cônjuge, sem se discutir claramente o futuro ou baseado apenas na paixão, pode resultar num casamento fracassado. Ou então, um namoro muito apressado, sem a preparação devida, sem os cônjuges assimilarem o estilo de vida bastante peculiar, que é o pastorado.
Convicção divina
Deus é o construtor do lar. Não é assim o texto acima? “Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção.” Confie mais em Deus e menos em si próprio. Não confunda a vontade de Deus com o fascínio da beleza física e do romantismo. Provérbios 31.30 – “A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme ao Senhor será elogiada.” Já no namoro, é preciso mais razão que emoção. Fica muito mal o pastor ou futuro pastor ter muitas namoradas antes de se casar. O mesmo Deus que trouxe uma companheira idônea para Adão, trará também, no tempo certo, a companheira de vida e de Ministério.
Conversão
Ela realmente é convertida? A pergunta não é se ela já nasceu em um lar cristão, se a família é importante na igreja local, se frequenta assiduamente os cultos, se é batizada ou tem cargos na igreja local. Mas o mais importante é saber se ela teve um encontro com Cristo e este passou a ser “Senhor e Salvador” da sua vida. Não precisa ser perfeita, aliás, não existe cônjuge perfeito, mas precisa ser convertida e não apenas convencida. A função maior do Ministério é levar salvação aos outros. Como fazer isto se a esposa não entrou neste processo?
Ministério é assumir a cruz de Cristo
Ela precisa saber que o Ministério é cruz. Que precisa viver Lucas 9.23 “Jesus dizia a todos: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me.” Que o seu futuro esposo terá três patrões: a consciência, Deus e a Igreja (liderança). Que assim como o esposo, terá que dizer não para muitas coisas. Terá financeiramente para o básico. Fará mudanças às vezes indesejadas. Seu esposo será um homem público, a qualquer hora do dia poderá ser solicitado e por isso não terá horário fixo para as suas atividades. Dependendo da estrutura da igreja local, o seu lar poderá ser bastante frequentado. Embora não seja necessário que seja “Pastora”, haverá visitas ou aconselhamentos nos quais será importante a sua presença.
Pastor pode ser solteiro?
E para os pastores que optam por não se casarem? Pastor deve, necessariamente, ser casado? A resposta é “preferencialmente” e não “necessariamente” ou “obrigatoriamente”. A Bíblia diz: “Quem encontra uma esposa encontra algo excelente; recebeu uma bênção do Senhor.” (Pv 18.22). Vida a dois é bom, facilita muitas coisas no Ministério, contudo, não é pré-requisito obrigatório. Não é nenhum demérito ou pecado ser solteiro no Ministério. Ninguém é obrigado a se casar, muito menos urgentemente. Temos vários pastores solteiros em nosso Ministério e são homens de Deus e aprovados. Em 1 Coríntios 7.7 temos o exemplo e conselho do apóstolo Paulo neste particular: “Gostaria que todos os homens fossem como eu; mas cada um tem o seu próprio dom da parte de Deus; um de um modo, outro de outro. ” Permanecer solteiro para sempre, de acordo com este texto, é um dom. Se alguém tem convicção deste dom, permaneça solteiro. Mas como Paulo prosseguiu: “… se não conseguem controlar-se, devem casar-se, pois é melhor casar-se do que ficar ardendo de desejo.” (1 Co 7.9). O ministério é um chamado divino, autenticado pelo Espírito Santo e não por uma certidão de casamento.
Solteiros ou casados, devemos ter a mesma convicção de Paulo: “Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus.” – Fl 1.6 (grifo nosso).

Pr. Elias Alves Ferreira congrega na IAP em Boqueirão (Curitiba, PR) e integra a equipe do Ministério de Vida Pastoral – Convenção Geral.

Dicas da lição 11 – “Os opositores da missão”

Os opositores da missão

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Dicas

Oração: Separe um momento na semana e ore pelos alunos da Escola Bíblica de sua IAP. É muito importante que você peça ao Espírito Santo para preparar os corações e iluminar o entendimento dos alunos para que o ensino seja eficaz e transformador.
Sugestão de Leitura: Ao iniciar o tópico 1: Quem são os opositores, sugira a dica de leitura do Livro “Cartas de um diabo a seu aprendiz” do autor C. S. Lewis da Thomas Nelson Brasil.
Vídeo: Antes de iniciar o tópico 2: Como agem os opositores, mostre o vídeo denominado “5 estratégias do diabo para enganar os filhos de Deus”: https://www.youtube.com/watch?v=0foNWkDgj2A
Dinâmica: Para finalizar, no tópico 3: Como combater os opositores, realize a dinâmica Estratégias de Guerra.
Material: Tiras de papel.
Desenvolvimento: Escreva em três tiras de papel, a pergunta: “Em sua opinião, o que é necessário para se vencer uma batalha?”. Depois, coloque-as debaixo de três cadeiras/ bancos, antes dos integrantes chegarem. Então, antes do estudo, peça para todos conferirem embaixo da cadeira. Os “sorteados” deverão responder a pergunta. A partir dessa discussão poderemos abordar sobre as estratégias de como podemos vencer o diabo e seus demônios.
Aplicação: O professor deverá explicar que uma guerra não se ganha lutando de qualquer forma. Ressalte que as estratégias, o conhecimento do adversário e a preparação são indispensáveis para se ganhar qualquer tipo de batalha não importando o nível ou área de atuação, seja ela de esfera espiritual, financeira, familiar, sentimental e etc.
Direcionamento de Perguntas: No item “Praticando o ensino bíblico”, divida a classe em dois grupos e peça para um representante de cada grupo responder as perguntas 5 e 6 respectivamente em no máximo 3 minutos. Abra espaço para a outra equipe fazer comentários se for necessário. A atividade deve durar no máximo 10 minutos.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_11.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. O inimigo da missão do Reino de Deus
    “O inimigo do Reino de Deus é Satanás. Cristo deve reinar até que tenha colocado Satanás sob seus pés. Essa vitória também aguarda a vinda de Cristo. Durante o Milênio, Satanás será amarrado no abismo. Só no final do Milênio ele será lançado no lago de fogo. Contudo, descobrimos que Cristo já derrotou Satanás. A vitória do Reino de Deus não é apenas futura: uma grande vitória inicial já aconteceu. Cristo participou da carne e do sangue. Ele encarnou ‘para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida’ (Hb 2.14,15). A palavra traduzida por ‘destruir’ é a mesma encontrada em 2Timóteo 1.10 e I Coríntios 15.24,26. Cristo anulou o poder da morte. Ele anulou também o poder de Satanás”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p.90).

  2. A vitória sobre os opositores é certa
    “Satanás ainda anda ao redor como um leão que ruge em perseguição ao povo de Deus (I Pe 5.8) e se insinua como um anjo de luz nos círculos religiosos (2 Co 11.14). Entretanto, ele é um inimigo derrotado. Seu poder, isto é, seu domínio foi desfeito. Seu destino é certo. Uma vitória decisiva, ou melhor, a vitória decisiva foi ganha. Cristo expulsa demônios, libertando os homens da escravidão satânica, demonstrando que o Reino de Deus liberta os homens da escravidão de Satanás. O Reino tira-os das trevas e os conduz à luz salvadora e restauradora do evangelho. Estas são as boas novas acerca do Reino de Deus: Satanás está derrotado e podemos ser libertados do temor demoníaco e do mal satânico para conhecer a gloriosa liberdade dos filhos de Deus”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 90, 91).

  3. A igreja em sua missão luta contra Satanás
    “[…] temos uma mensagem de poder para levar ao mundo. E o evangelho do Reino. Durante o desenrolar desta era, duas forças estão operando: o poder do mal e o Reino de Deus. O mundo é o cenário de um conflito. As forças do mal estão investindo contra o povo de Deus, mas o evangelho do Reino está investindo contra o reino de Satanás […] Cristo despojou Satanás da autoridade que este possuía. O Reino de Deus tem investido contra o reino de Satanás. Apresente era tem sido atacada pela era vindoura, na pessoa de Cristo. Toda a autoridade agora é de Cristo, mas ele só demonstrará essa autoridade, naquela gloriosa vitória final, quando regressar a esta terra. No entanto, a autoridade já pertence a ele. Satanás foi derrotado e está sob ataque. A morte foi vencida. O pecado foi lançado por terra. Cristo detém ‘toda a autoridade’. ‘Ide, portanto…’ Por quê? Porque toda a autoridade e todo o poder pertencem a ele e porque ele está esperando que terminemos nossa tarefa. Dele é o Reino. Ele reina no céu e manifesta seu Reino na terra, em sua Igreja e por meio dela. Quando concluirmos nossa tarefa, ele voltará para estabelecer seu Reino em glória. A nós foi dado não apenas aguardar, mas também apressar ‘a vinda do Dia de Deus’ (2 Pe 3.12). Essa é a missão do evangelho do Reino. Essa é nossa missão”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, pp. 95,97).

  4. Missão e batalha espiritual
    “Devemos entender que estamos numa batalha espiritual. Fazer a obra de evangelista, querer ver o mundo todo salvo, servir a cristo, é atacar diretamente o inimigo, Satanás. De acordo com a Bíblia, quem não tem Cristo pertence a Satanás (Mt 13.38), e, logicamente, quando você começa a orar pela salvação de alguém, e depois começa a evangelizá-lo, o inimigo não vai gostar e fará tudo para não perder a vida que está sob o seu domínio. Você já tentou tirar um osso da boca de um cão faminto? Que tal tirar a carne de um leão esfomeado? Saiba, então, que quando você decidiu servir a Cristo, fez uma declaração de guerra contra Satanás; mas a vitória já está garantida por Jesus. Aleluia! A Bíblia apresenta alguns aspectos desta batalha. Em Colossenses 1.13, ela diz: ‘Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor’. Veja a obra maravilhosa que Cristo fez por nós: outrora estávamos no império das trevas, cegos espiritualmente, longe de Deus, sem esperança, escravizados, cheios de medo, sem saber nada sobre o futuro, sob o domínio de Satanás. Mas Deus, por Sua grande misericórdia, libertou-nos do império das trevas e transportou-nos para o reino de Cristo. Que grandiosa salvação! Aleluia! Mas, como isto se deu? Foi quando alguém orou por nós e mostrou-nos a verdade do evangelho. Portanto, quando saímos para pregar ou desejamos fazer a obra missionária, devemos entender que estamos resgatando vidas do reino de Satanás, levando-as para o reino de Cristo.” (Queiroz, Edson. A igreja local e missões. Vida Nova: São Paulo, 1987.p.25).

Uma experiência extraordinária

Saber que fomos separadas por Deus, para servir, é algo indescritível

“Ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres. (Ef 4:11)
O ministério pastoral pode ser descrito de muitas maneiras e exercê-lo significa realizar tarefas diversificadas. Os pastores são criados por Deus para serem pastores. Não é uma questão de escolha. Eles não escolhem ser pastores, mas são escolhidos de acordo com o plano e propósito divino e muitos são separados desde o ventre. (Jr 1:5).
Ser pastor não é uma questão de possuir uma coleção de dons espirituais, mas é um dom próprio.
Saber que foi separado por Deus é, com certeza, magnífico. Depois de ter conhecimento pessoal de Jesus Cristo como Senhor e Salvador, ter certeza desse chamado é a garantia de conservar-se na rota correta do ministério. É saber que os altos e baixos da vida ministerial serão ao lado daquele que tudo pode, é confiar que foi autorizado para pregar a Palavra e ministrar os sacramentos, é saber que foi escolhido para ouvir a confissão de pecado, sem julgamentos. É ter a certeza de que Deus é a sua força enquanto executa suas tarefas.
Viver ao lado de um homem chamado por Deus para tratar, aqui na Terra, de coisas eternas é um privilégio, apesar de experiências dolorosas e cheias de ansiedade, em certas ocasiões.
Vivemos o ministério com intensidade porque acompanhamos a vida de nosso companheiro. Vemos a sua preparação diária, seu sucesso, fracassos, esgotamento, relacionamento com a congregação e deveres familiares.
Dividimos sua presença com a comunidade, ouvimos suas orações diárias e clamores pela Igreja do Deus vivo, pela sua casa, ministério e pela sua vida. Escutamos o testemunho de vidas que são abençoadas e alcançadas através do poder de Deus.
Lamentamos sim, sua ausência, por conta das atribuições inerentes a sua função e viagens, mas sabemos que ele é um representante de Deus que inspira confiança, que celebra a amizade com os membros, que aplica seus conselhos dentro de um contexto bíblico, que ministra a Palavra de Deus, orando para que Cristo seja o centro da vida de cada um.
O ministério pastoral envolve sempre duas coisas: aprender a ouvir a voz de Deus e aprender a ouvir o ser humano. Aprender a amar as pessoas com compaixão é absolutamente necessário, mas conhecer, amar a Deus e a sua vontade é imprescindível e temos que entender isso.
Saber que o pastor foi chamado para pregação, ensino, visitação, orientação espiritual, disciplina eclesiástica para conduzir vidas em direção aos céus sob os cuidados do Supremo Pastor, e que nós, como esposas, fomos escolhidas para ser ajudadoras nesta missão, é sentir o quanto Deus nos ama e deseja que nós sejamos dependentes dele.
Os sofrimentos existem são reais mas viver sob a potente mão de Deus é uma experiência extraordinária. Devemos estar dispostas a transformar fraquezas em forças e, mesmo quando isso não for possível, devemos procurar oportunidades para que Deus seja glorificado até mesmo em nossos fracassos e sofrimentos. Deus não comete erros e sempre está operando em nós, à medida que continua a nos aperfeiçoar e edificar, até a volta de Cristo.

Dsa. Zildelí Ferreira do Carmo Del Pozzo congrega na IAP em Vila Kéllen (Campo Grande – MS) e atua no Ministério de Vida Pastoral – Convenção Sul Matogrossense.

Dicas da lição 10 – “É preciso contextualizar”

É preciso contextualizar

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Dicas

Oração: Separe um momento na semana e ore pelos alunos da Escola Bíblica de sua IAP. Peça a Deus direção e sabedoria para que Ele fale a cada coração no estudo da presente lição e que todos os professores possam ser instrumentos para o ensino de Sua Palavra.
Sugestão de Leitura: Livro “Contextualização” do autor Bruce J. Nicholls da Editora Vida Nova.
Dinâmica: Após o término do tópico 1, cite o título do tópico 2 O equilíbrio na contextualização” e realize a seguinte dinâmica:
O objetivo da atividade é verificar se as pessoas realmente conhecem a cultura em que estão inseridas. Como estamos falando de uma lição que é ensinada em várias partes do Brasil e do mundo, estaremos sendo bem abrangentes para atender a todos os públicos.

  • Material: Caneta e papel.
  • Participantes: 3 a 4 pessoas
  • Tempo estimado: 8 minutos
  • Dê uma folha de papel e uma caneta para cada participante e peça para que eles respondam na folha as seguintes perguntas: 1) Em qual data e por quem foi descoberto o seu país?; 2) Qual a história do nome do seu estado? 3) Qual a data de aniversário da Cidade onde reside? 4) Quantos habitantes residem em seu estado?; 5) Quem é o governador do seu estado e o prefeito do seu município?

Objetivo: Levar os alunos a refletirem sobre o nível de conhecimento da sua cultura local e como isso pode influenciar em uma oportunidade para evangelizar alguém. Discuta com os demais participantes sobre a importância de se conhecer a cultura de onde estamos inseridos para utilizarmos como estratégia de evangelismo.
Direcionamento de Perguntas: No item “Praticando o ensino bíblico”, divida a classe em dois grupos e peça para um representante de cada grupo responder as perguntas 5 e 6 respectivamente em no máximo 3 minutos. Abra espaço para a outra equipe fazer comentários se for necessário. A atividade deve durar no máximo 10 minutos.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_10.mp3; utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag
 

Comentários Adicionais

    1. Uma de nição de contextualização – “A contextualização da mensagem, linguística e culturalmente, é um instrumento para uma boa comunicação, que transmita o evangelho de forma clara e compreensível, e Paulo a utilizava abundantemente ao falar distintamente a judeus e gentios, escravos e livres, senhores e servos. Também Jesus, ao propor transformar pescadores em pescadores de homens, ao utilizar em seus sermões a candeia que ilumina, a semente lançada em diferentes solos, o joio e o trigo no mesmo campo, a dracma que se perdeu, as redes abarrotadas de peixes, fez isso para que o essencial da Palavra chegue de maneira inteligível para a pessoa, sociedade e cultura que o ouve”. (Lidório, Ronaldo. Contextualização missionária, desa os, questões e diretrizes. Barbara Helen Burns, ed — São Paulo: Vida Nova, 2011, p.29).
    2. O que é cultura e cosmovisão? – “O termo ‘cultura’ é o rótulo que os antropólogos atribuem aos costumes estruturados e pressuposições de cosmovisão que os povos utilizam para governar sua vida. Cultura (incluindo a cosmovisão) é o modo de vida de um povo, seu planejamento de vida, seu modo de lidar com o ambiente biológico, físico e social. Consiste em pressuposições apreendidas e padronizadas (cosmovisão), em conceitos e comportamentos e na arte resultante (cultura material). A cosmovisão, o nível profundo da cultura, é o conjunto culturalmente estruturado de pressuposições (incluindo valores e compromissos/ alianças) que serve como base para que um povo perceba e responda à realidade. A cosmovisão não está separada da cultura. Ela está incluída na cultura como o nível mais profundo de pressuposições nas quais um povo baseia sua vida (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. p.393).
    3. Contextualizar é facilitar o acesso a igreja – “[…] contextualizar é facilitar ao máximo o acesso à igreja sem comprometer a verdade da crença cristã. Assim, o que se busca é uma verdade atemporal e métodos modernos […] Jesus é relevante para todas as pessoas, todos os tempos, todos os lugares, todas as culturas e todas as circunstâncias. Eles estão comprometidos em transpor quaisquer barreiras culturais […] para que as pessoas possam claramente ouvir a mensagem de Jesus […] toda a igreja e cercada de culturas, subculturas e tribos de pessoas que estão tão perdidas e são tão culturalmente diferentes do cristianismo evangélico ocidental quanto um morador vilarejo indiano”’. (Driscoll, Mark. Igreja Vintage: questões atemporais e métodos atuais. Tradução Érica Silveira Campos. Niterói: Tempo de Colheita, 2011, pp.207, 208).
    4. Contextualização no primeiro século – “A contextualização do cristianismo faz parte do registro do Novo Testamento. É o processo no qual os apóstolos se envolveram ao comunicar aos de fala grega a mensagem cristã que chegou a eles na língua e na cultura aramaica. A m de contextualizar o cristianismo aos que falavam grego, os apóstolos expressaram a verdade cristã no padrão de pensamento de seus receptores. Palavras e conceitos de cada cultura foram usados para explicar temas como Deus, igreja, pecado, conversão, arrependimento, iniciação, ‘palavra’ (logos) e outras áreas importantes da vida e da prática cristãs. As igrejas gregas primitivas corriam o risco de serem dominadas pelas práticas religiosas judaicas, porque seus líderes eram judeus. Contudo, Deus enviou o apóstolo Paulo e outros, que enfrentaram os cristãos judeus e lutaram pela implantação de um cristianismo contextualizado para os gentios de fala grega. Para isso, Paulo teve de travar uma batalha contra muitos líderes judeus que achavam ser a tarefa dos pregadores cristãos simplesmente impor conceitos teológicos judaicos aos novos convertidos (v. At 15). Os judeus conservadores eram os heréticos contra os quais Paulo lutou, pelo direito dos cristãos de fala grega, a fim de que estes pudessem ter o evangelho em sua língua e cultura. Concluímos, com base nas passagens de Atos 10 e 15, que é plano de Deus que o cristianismo bíblico seja “reencarnado” em cada língua e em cada cultura ao longo da História”. (Perspectivas no movimento cristão mundial. Editado por Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne, Kevin D. Bradford; — São Paulo: Vida Nova, 2009, p. 398).