Missões Radical

Projeto começa oficialmente neste fim de semana

A primeira turma de jovens está a caminho o da Argentina para a etapa inicial do projeto Missões Radical, uma parceria da Fumap e da Junta de Missões.
O primeiro país a receber a equipe é a Argentina. O desafio: ajudar na construção da IAP em Santa Marta, na cidade de Tristán Suárez, localizada na Zona Sul da Grande Buenos Aires.
O grupo de missionários radicais é liderado pelos pastores Junior Mendes e Osmar Pedro, e contam com o apoio do pastor local, Anderson Guarnieri.
Pedimos a todos que orem a Deus para que o trabalho seja bem sucedido e a fim de que o projeto deixe uma contribuição relevante para a IAP argentina.
Se você deseja contribuir com uma oferta para esse projeto, entre em contato com a Fumap ou com a Junta de missões, no e-mail: secretaria@fumap.portaliap.org.
Para mais informações sobre o projeto, CLIQUE AQUI.

Dia festivo no Maranhão

Batismo e ceia reúnem muitos irmãos

No dia 28 de abril, as IAPs do Distrito de São Luís – MA (Missão Meio Norte) realizaram o batismo de 22 pessoas, para glória de Deus! À noite, todos participaram da Ceia do Senhor, numa linda festa em que comungaram 84 pessoas. O templo da IAP no Bairro Laranjal, em São José de Ribamar, onde aconteceu o culto, ficou lotado, com cerca de 130 pessoas participantes. Foi uma bênção!​

Nota de falecimento

Pb. José Rodrigues, de Novo Gama (GO)

Com consternação, informamos que, neste domingo, dormiu no Senhor o Pb. José Rodrigues, da IAP em Pedregal (Novo Gama – GO). Ele foi um fiel servo de Cristo, em seus 94 anos. Oremos pela família enlutada e pela IAP local, para que o Espírito Santo console os corações.

Que chamado é esse?

Deus nos capacita a animar os aflitos, apesar de nossas lutas diárias

“O Senhor Deus me deu o seu Espírito, pois ele me escolheu para levar boas notícias aos pobres; Ele me enviou para animar os aflitos, para anunciar a libertação dos escravos e a liberdade para os que estão na prisão.” Is.61:1
Dentre os chamados descritos no texto de Isaías 61.1, um dos que mais me desperta a atenção é para animar os aflitos.
Vivemos em um mundo onde existem problemas de todas as formas e profundidades, perturbações, dificuldades, tristezas, desespero, corações contritos por conta da correria do dia a dia e da agitação dos centros urbanos, etc. Sofremos por conta do esgotamento intelectual devido às preocupações, sofremos por conta do esgotamento físico provocado por um mundo agitado e exigente, sofremos por conta de um mundo materialista incapaz de oferecer alternativas espirituais que satisfaça o homem interior, sofremos com a crise financeira que desestrutura lares, sofremos com o crescimento da agressividade e da violência em todos os níveis.
A vida, com certeza, é cheia de emoções que podem dar um colorido especial à nossa caminhada ou torná-la opaca e sem brilho.
Os sentimentos não são uma mera decoração das emoções, qualquer coisa que possamos guardar ou jogar fora. Os sentimentos geralmente são revelações do nosso estado de vida: medo, ira, remorso, tristeza, preocupação, decepção, vergonha, alegria, esperança, gratidão, felicidade. A forma como processamos as nossas emoções varia de acordo com nosso temperamento, personalidade, nossa história de vida e dos conceitos adquiridos pelas nossa fé.
As emoções, no dia a dia, nos servem de estímulos. Elas estabelecem nossa rota, nos direcionam e, até mesmo, nos corrigem. Considerando que a vida é como uma acrobacia na corda bamba, a maior parte dos sentimentos são expressões de uma luta contínua para atingir o equilíbrio.
Mas como podemos aumentar nosso próprio bem estar, mesmo em situações adversas? Existem duas maneiras de mudar o nosso dia a dia com decisão e ação: exercitar a gratidão, pois ela aumenta a apreciação das coisas boas e que nos edificam; e praticar o perdão, já que este diminui o poder dos acontecimentos negativos em promover a amargura.
Podemos sim reescrever a nossa história, transformando as más lembranças e não nos realimentando de emoções negativas. O perdão proporciona saúde física e emocional, portanto, é fundamental! Que Deus nos ajude a exercitar o auto perdão (por meio do qual podemos começar de novo, subtraindo o aprendizado da experiência sem rancores), e ainda praticar o perdão em nossos relacionamentos interpessoais (em família, na igreja e na comunidade).
A Palavra do Senhor nos faz lembrar em Provérbios 15:3 que “o Senhor Deus vê o que acontece em toda parte” e que “o Senhor Deus é bom. Em tempos difíceis ele salva o seu povo e cuida dos que procuram a sua proteção” (Naum1.7).
Por conta das emoções negativas, muitos permanecem com profundas feridas provenientes de experiências do passado. Algumas vêm da infância e continuam presentes, outras vêm de casamentos desestruturados e escolhas incertas, mas Jesus, em Mateus 19.26, nos diz que há restauração para nós, porque “…para Deus, tudo é possível”.
Certos que seremos auxiliados pelo Senhor, confessemos nossas mágoas porque o Senhor nos ouve, “Ele fica perto dos que estão desanimados e salva os que perderam a esperança” (Sl 34:18). Compreenda que Deus perdoou as nossas culpas, então, devemos ser “uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como Deus, em Cristo vos perdoou” (Ef.4:22).
Além das nossas lutas diárias, Deus nos chamou para animar os aflitos. Com certeza, Ele está conosco nesta missão. O apóstolo Pedro nos lembra que devemos entregar nossas preocupações a Deus, porque ele cuida de nós (I Pedro 5:7). Louvado seja o Senhor pelo seu cuidado para com os seus. Que Deus abençoe o nosso ministério em todo o tempo!

Dsa. Zildeli F. Carmo Del Pozzo congrega na IAP em Vila Kellen (Campo Grande – MS) e atua no Ministério de Vida Pastoral (MVP) – Convenção Sul Matogrossense

Dicas da lição 8 – "A liberdade do evangelho"

A liberdade do evangelho

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Dicas

Testemunho: Ao iniciar o estudo da lição, chame uma pessoa, previamente convidada, para dar um breve testemunho pessoal de sua transformação por meio do evangelho de Jesus. O testemunho deve ser breve, não podendo ultrapassar 3 minutos.
Dinâmica: Caixas de papelão e papel sulfite.
Para explicar o item 2: Uma ilustração adequada, use duas caixas de papelão pequenas (podem ser do tamanho de uma caixa de sapatos). Uma delas representará Agar; a outra representará Sara.
Na caixa que representará Agar, ponha papéis sulfite, escritos em cada um deles, em letras grandes: filhos para a escravidão; salvação pelas obras; Ismael; Jerusalém terrena.
Na caixa que representará Sara, ponha papéis sulfite, escritos em cada um deles, em letras grandes: filhos para a liberdade; salvação pela fé; Isaque; Jerusalém celestial. À medida em que os papéis forem sendo tirados das respectivas caixas, o (a) professor (a) da classe discutirá com a classe sobre o que estiver escrito neles.
Ilustração: Ao estudar o item 3: Uma aplicação necessária, leia para a classe a ilustração denominada: Um presente especial. A mesma pode ser encontrada acessando-se o link: https://ipbicara.wordpress.com/2012/06/14/ilustracao-sobre-graca/ Após a leitura, faça uma ligação entre a ilustração apresentada e a Graça de Deus, mostrando a importância do sacrifício de Jesus e a impotência de nossas obras quanto ao mérito da salvação.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Sobre a alegoria
      “Algumas pessoas ficam incomodadas por Agar (na história real, uma vítima inocente) representar algo negativo em Gálatas 4, ao passo que Sara (na história real, uma colaboradora incrédula de Abraão) representa algo positivo. Precisamos nos lembrar, contudo, que o próprio Paulo ressalta: “isso é uma alegoria” (v.24). Em outras palavras, embora devamos ler o relato como uma história verídica e com ele aprender lições teológicas e morais, não é o que Paulo está fazendo aqui. Ele considera essa história uma ilustração muito boa e simbólica da graça e das obras […]. Apenas quer usá-la como ilustração de uma verdade bíblica. Como vimos, quer usá-la para virar o jogo contra seus oponentes”. (KELLER, Timothy. Gálatas para você. Tradução de Jurandy Bravo. São Paulo: Vida Nova, 2015, pp.128-129).
    2. A estratégia de Paulo
      “Uma vez que os judaizantes costumavam apelar para a Lei, Paulo aceita seu desafio e emprega a própria Lei para provar que os cristãos não estão mais sob o jugo do legalismo. Usa a história conhecida de Ismael e Isaque (Gn 16-21), extraindo desse relato verdades espirituais acerca da relação do cristão com a Lei de Moisés. Os acontecimentos descritos são reais, mas Paulo os emprega na forma de alegoria, ou seja, de uma narrativa com significado subjacente mais profundo”. (WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento: volume 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.927).
    3. Não alegorize, a não ser que a Bíblia assim o faça
      “A forma de Paulo usar Gênesis nesta seção não significa que podemos descobrir “significados ocultos” em todos os acontecimentos do Antigo Testamento. Se usarmos essa abordagem em nosso estudo da Bíblia, poderemos encontrar praticamente qualquer significado que desejarmos, e é assim que surgem muitos falsos ensinamentos. O Espírito Santo inspirou Paulo a discernir o significado subjacente dessa história em Gênesis. Devemos sempre interpretar o Antigo Testamento à luz do Novo Testamento, e, quando o Novo Testamento assim o permitir, podemos buscar alguns significados que não se encontram imediatamente visíveis. De outro modo, devemos aceitar as declarações objetivas das Escrituras sem tentar “espiritualizar” tudo”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento: volume 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André, SP: Geográfica, 2006, p. 921)
    4. Mestres que escravizavam
      “Sem dúvida, os judaizantes eram homens carismáticos. Possuíam credenciais de autoridades religiosas (2 Co 3:1), apresentavam padrões elevados e tinham grande cuidado com o que comiam e bebiam. Realizavam um trabalho bem-sucedido de granjear convertidos e de divulgar suas realizações (Gl 4:17, 18, 6:12-14). Tinham regras e parâmetros que abrangiam todas as áreas da vida; com isso, seus seguidores podiam identificar com facilidade quem era ‘espiritual’ e quem não era. No entanto, os judaizantes conduziam o povo à escravidão e derrota, não à liberdade e vitória, e seus seguidores não conseguiam distinguir entre uma coisa e outra”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento: volume 1. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André, SP: Geográfica, 2006, p. 931)
    5. Libertos da maldição da lei
      “O que Paulo quer dizer quando fala de liberdade? Antes de tudo ela implica libertação. Esta libertação às vezes é concebida como sendo um resgate da culpa e do poder do pecado (Rm 6.18); e, portanto, de uma consciência acusadora (Hb 10.22), da ira de Deus (Rm 5.1; cf. Hb 10.27) e da tirania de Satanás (2 Tm 2.26; cf. Hb 2.14). Contudo, embora tudo isto esteja provavelmente incluído no uso que Paulo faz do termo aqui (G15.1,13), o contexto indica que ele está pensando particularmente em ser liberto da “lei”, ou seja, em ser liberto daquela maldição que a lei pronunciou contra o pecador que esteve tentando com extremo esforço – decerto sem qualquer sucesso -, alcançar sua própria justiça (G13.13,22-26; 4.1 -7), mas que agora, pela graça de Deus, se achegou a Cristo e à salvação que nele há”. (HENDRIKSEN, William. Comentário do NT – Gálatas. Tradução de Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p.276)

Nota de falecimento

Dormiu no Senhor o Pb. Mario Pedroso
Pb. Mario Pedroso, um dos pioneiros da IAP em São José do Rio Preto (SP), dormiu no Senhor na última quinta-feira, aos 81 anos, tendo deixado esposa, cinco filhos, duas netas, cinco netos e uma bisneta.
Nossos sentimos aos familiares e à igreja local. Que o Senhor console a todos.

Formatura dos seminaristas

Oito jovens separados pelo Senhor para o ministério
Acontece agora no Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP), a cerimônia de formatura do Cetap (Centro de Estudos Teológicos da IAP) –  Seminário Interno – Turma 2016/2017.
São oito jovens que foram chamados pelo Senhor para o ministério e concluíram os dois anos do Seminário Interno. Se Deus permitir, frutificarão para o Reino de Deus, anunciando o Evangelho.
Pr. Gilberto Coelho, diretor do Cetap Interno, frisou que “foram dois anos suficientes para mudar a vida deles.” E advertiu os seminaristas lutarem para servirem de forma honrada, até o final do ministério.
Compõem também a mesa dirigente os pastores Hermes Brito, presidente da IAP, Eleilton Freitas, diretor do Cetap, Ismael Braz (dirigente), Kassio Lopes (patrono), Josias Lima (paraninfo).
Pr. Eleilton lembrou dos compromissos que eles devem ter, com base em I Pedro, capítulo 2: com a Palavra de Deus, com a Igreja de Deus e com a Missão de Deus.
Os formandos desta noite foram:

  • André Araújo
  • Carlos Jefferson Souza
  • Ednardo Lopes
  • Flavio Dias
  • Idjarruri Escouto
  • Jean Maciel Menezes
  • Pablo Henrique
  • Welder Ferrari Reis

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Assembleia Extraordinaria

Serão votadas mudanças administrativas

Começou há pouco, no Espaço Promessa, em Cosmópolis, a Assembleia Geral Extraordinária da Igreja Adventista da Promessa. Hoje e amanhã serão votadas importantes pontos administrativos, visando melhorar a gestão eclesiástica. Cerca de 300 pessoas participam do evento, entre Diretoria Geral, seus Ministérios, lideranças das Diretorias Regionais e consagrados.
Na sua palavra de abertura, pr. Hermes Brito, presidente da IAP, destacou a importância dessas mudanças, que foram discutidas ao longo de meses e hoje serão definidas pela Assembleia. Que o Senhor da Igreja conduza todo esse processo.

Um “sim” consciente

Estou preparada para ser esposa de pastor?

Às vezes, somos levadas a tomar decisões, analisando somente o momento, a partir de sonhos e expectativas utópicas, sem pensar no futuro que nos aguarda.
Noto que, há alguns anos, com raras exceções, os pastores assumiam o ministério já casados, com suas famílias constituídas. Assim, os dois compreendiam e enfrentavam o ministério juntos, já com alguma experiência acumulada.
Hoje estamos vivendo outra época, em que o ministério pastoral, em muitos casos, vem antes do casamento. Neste cenário, o relacionamento monogâmico e permanente, baseado nos princípios e valores do Evangelho cristão, será construído paralelamente à carreira ministerial, repleta de desafios, pressões e variações.
O que nos leva a desejar ser esposa de pastor, diante de tantas alternativas acadêmicas e profissionais, além dos fatores sociais, emocionais e psicológicos envolvidos?
Seria o reconhecimento da igreja? Ou o status pela posição de destaque, ao lado de um ministro do Evangelho? Ou ainda, o sonho de viver um relacionamento romântico ao lado de alguém que experimenta do conhecimento da Palavra de Deus e que, portanto, será mais compreensível, quase perfeito? Seria a ilusão de que nada do que planejamos dará errado, afinal, estaremos a serviço de Cristo, não sobrando espaço para questionar a nossa felicidade virtual?
O ministério é muito mais do que isso. É sonho que se sonha com os olhos abertos. Há muita alegria envolvida mas também, em muitas situações, você deverá estar preparada para dividir o seu esposo com muitas pessoas e tarefas, um dia após o outro.
É necessário estar preparada para acompanhá-lo em missões com casais, visitas a hospitais, comemorar aniversário de casamento fora da data, arrumar a mala dele quando for necessário viajar e ficar em casa sozinha, desistir de algum posto de trabalho para recomeçar a carreira em outra cidade, estado ou país, lembrando que o chamado para o ministério também é seu.
Deus fez a mulher para ser ajudadora, não atrapalhadora. Quando Deus viu que o homem estava só, fez com que ele dormisse um sono profundo e de sua costela fez a mulher, sua companheira (Gn 2. 21-24).
Nós precisamos entender que o chamado é glorioso, mas envolve renúncias. Se insistirmos em, por exemplo, não cortar o cordão umbilical com a família, desejando morar próximo, isso pode trazer sérios problemas. Uma vez que nossa escolha foi feita, precisamos entender que a vontade do Senhor é a melhor para nossa vida e que sempre encontraremos alegrias na família cristã, em cada igreja onde estivermos.
Se você vai se casar com um pastor, é hora de decidir com razão e oração, aproveitando a ocasião para questionar o coração.
Sou casada com um pastor há 20 anos e sei bem o que é deixar pai, mãe e filha, mas sou muito feliz porque o ministério não é só dele, eu aceitei o chamado também, para juntos fazemos a obra do Senhor.
Não se iluda pelas as aparências. Ore, espere e não se precipite na decisão de se casar. Mas se você se alegra com a ideia de ajudá-lo no ministério, provavelmente o chamado já começou tomar forma em seu coração. “Que a esposa deixe o marido feliz por chegar em casa, e que este a deixa triste ao partir. ’’ (Martinho Lutero) Que isso não aconteça por desentendimento, mas por amor.

Dsa. Andréa Cristina Machado congrega na IAP em Jd. Primavera – Sumaré (SP), é pedagoga, casada com pr. Elias Higino, mãe de dois filhos e integra a equipe do Ministério de Vida Pastoral (MVP) – Convenção Geral

Novos membros

IAPs no ES realizam batismo

Para glória de Deus, no sábado (dia 12), oito pessoas assumiram publicamente seu compromisso com Jesus Cristo, recebendo o batismo nas águas, no estado do Espírito Santo. A cerimônia foi conduzida pelo Pr. Braz, envolvendo membros das IAPs em São Mateus, Sayonara e Pedro Canário.

Pedido de oração

Dsa. Dulcides (Zoca) está na UTI
Pedimos a todos que clamem a Deus pela Dsa. Dulcides Vieira Correa (Zoca), viúva do pr. Miguel Correa. Ela está na UTI em Curitiba (PR). Devido a uma queda, passou por cirurgia no fêmur. Após esse procedimento, apresentou muita sonolência e infecção no pulmão. Tem passado por vários exames, ainda sem um diagnóstico preciso sobre esta complicação no quadro. Está entubada e não está reagindo a estímulos.
Os filhos, pastores Sergio, Arnaldo e Carlinhos, pedem nossa oração, para que o Deus Todo Poderoso intervenha na vida dela.
 

É hora de se levantar

Correr para os braços do Pai é sempre a melhor decisão

O evangelho de Lucas é diferente. Ele dá um destaque especial àquelas pessoas que a sociedade desprezava. Lucas mostra que Jesus veio para buscar e salvar o que se havia perdido (Lc 19:10). Isso incluía publicanos, pecadores, pobres, ricos, judeus, samaritanos, gentios, homens, mulheres, etc.
Um dos capítulos-chave deste evangelho é o 15. Nele, Jesus conta três parábolas que expressam as mesmas verdades, através de figuras diferentes. A ovelha perdida, a moeda perdida e a parábola do filho perdido. Todas elas falam do amor de Deus pelos perdidos. Em todos os casos, sem exceção, os que estavam perdidos eram considerados preciosos.
Mas vamos refletir sobre a parábola do Filho Pródigo. Eu não sei você já ouviu uma pessoa dizendo: “eu era feliz e não sabia”. Talvez fosse essa palavra que veio à mente deste filho, mas o que realmente é ressaltado em seu coração fora o amor de um pai.
Esta parábola, nos faz pensar em pelo menos três atitudes que devemos fazer para se levantar.
1. Abrirmos os olhos para o amor do pai.
É claro que esse pai humano ilustra a atitude do Pai para com os pecadores que se arrependem: ele é rico em misericórdia e graça, e grande em amor por eles (Ef 2:1-10). Tudo isso é possível por causa do sacrifício de seu Filho na cruz.
Vamos ler novamente o versículo 17. “E caindo em si ele pensou…” Se o rapaz tivesse pensado apenas em si mesmo – na fome, na saudade e na solidão teria entrado em desespero. Mas suas circunstâncias difíceis o ajudaram a ver o pai sob outra ótica, e isso lhe deu esperança. Se o pai era tão bom com os servos, talvez se mostrasse disposto a perdoar um filho. É a bondade de Deus, não apenas a maldade do homem, que nos conduz ao arrependimento (Rm 2:4).
Mesmo depois de virar as costas para o pai, o pai sempre pensava em seu filho, seu lugar estava guardado em seu coração. Deus Pai se importa conosco. Não importa a situação em que esteja, até no profundo lamaçal, mas o pai está pensando em você e deseja que seu filho volte. Diferente das outras parábolas o pai não vai procurar o filho, mas fica de olhos fitos esperando seu filho voltar.
As vezes estamos na casa do pai em regalia, mas mesmo assim desejamos as propostas do mundo, pensando que estamos presos e não temos liberdade. Olhamos muito para fora e esquecemos de valorizar as coisas que temos dentro da casa do Pai. O pecado promete liberdade, mas traz apenas escravidão (Jo 8:34); promete sucesso, mas traz fracasso; promete vida, mas se transforma em morte (Rm 6:23).
O rapaz pensou que “se encontraria”, mas, na verdade, se perdeu! Quando Deus é deixado de fora da vida, o prazer transforma-se em escravidão. Deixe a ficha cair, abra seus olhos para o amor do pai!
2. Ter convicção de voltar para a casa do Pai.
Olhe e reflita para o início dos versículos 18 e 20 “vou voltar…então saiu”. Estamos perdidos muitas vezes fora e dentro da casa do Pai. Quando estamos fora queremos que somente nossos desejos e vontades se sobressaiam. Quando estamos dentro da casa do pai olhamos muito para as propagandas que há no mundo. Pense e haja! O pai lhe espera.
O sentido da palavra voltar (gr. αναστας) neste versículo dá o sentido de erguer-se novamente, levantar, ficar de pé. A volta acontece pela confiança que ele tem depositada no Pai e pelo amor próprio. O Pai não nos ama pelo que temos para dar, mas porque somos filhos. Uma vez sendo filho temos parte com Ele.
O filho desobediente havia envergonhado a família e a vila, e, de acordo com Deuteronômio 21:18-21, deveria ter sido morto por apedrejamento. Mas o pai, não se importando com a afronta do filho, mostrou amor para com ele.
3. Reconhecer o tratamento do Pai
No versículo 19, vemos um verbo “Trata-me”. Esta petição indica uma completa mudança de atitude. Quando deixou o lar, disse, “v.12 Dá-me…” Partiu com uma exigência egoísta; voltou com humilde oração.
Esse verbo na língua original (gr.ποιησον) pode indicar algo mais profundo, é como se o filho dissesse: Pai volte a me moldar, me trate por completo.
Deixe o Senhor tratar sua vida, o Senhor dá valor a você. Ninguém lhe dava nada, mas o Senhor, pai que está nos céus, quer que você desfrute do melhor que ele tem pra sua vida.
4. Conclusão
No Oriente, não era apropriado a um homem de idade correr, mas o pai correu ao encontro do filho. Um dos motivos óbvios para isso era seu amor por ele e seu desejo de lhe mostrar esse amor. Mas há outra questão envolvida. Em vez de apedrejamento, houve abraços e festas! Que imagem maravilhosa do que Jesus fez por nós na cruz! O filho descobriu no próprio lar tudo o que havia esperado encontrar na terra distante: roupas, joias, amigos, uma comemoração alegre, amor e segurança para o futuro. O que fez a diferença? Em lugar de dizer: “Pai, dá-me”, ele disse, “Pai, trata-me […]. Estava disposto a ser um servo! Na terra distante, o filho pródigo aprendeu o significado da miséria; mas, de volta ao lar, descobriu o significado da misericórdia. O anel era um sinal de filiação, e “a melhor roupa” (sem dúvida, do pai) era prova de que o filho estava sendo aceito de volta na família (ver Gn 41:42; Is 61:10; 2 Co 5:21). Os servos não usavam anéis, sapatos nem roupas caras. O banquete foi a maneira que o pai escolheu para demonstrar sua alegria e para compartilhá-la com outros. Se o rapaz tivesse sido tratado de acordo com a lei, teria havido um funeral, não um banquete.
É interessante observar a descrição que o pai faz da experiência do filho: estava morto, mas agora está vivo; estava perdido, mas agora foi encontrado. Essa é a experiência espiritual de todo pecador que vai até o Pai pela fé em Jesus Cristo (Jo 5:24; Ef 2:1-10).

Ms. Waldemir Junior é responsável pela IAP em Paar, na Convenção Norte

Nota de falecimento

Oremos pela família da Selma

Neste domingo, o Senhor recolheu a irmã Selma Lopes Alves, que congregava na IAP em Nova Veneza (Sumaré – SP). Ela lutou bravamente contra um câncer que reincidiu. Serva fiel ao Senhor, cremos que está guardada para a vida eterna.
Oremos por toda a família, especialmente pelo esposo e filhos.

Dicas da lição 7 – "O pastor e o evangelho"

O pastor e o evangelho

  • Para ouvir o podcast desta lição, clique AQUI.

 

Dicas

Dinâmica 1: Papel e caneta.
No inicio da aula peça para os seus alunos escreverem numa folha uma palavra que lhes faça lembrar o significado do evangelho. Observe as reações deles e identifique se realmente eles entenderam o que significa o verdadeiro evangelho. Argumente que há muitas palavras que podem ser usadas para descrever o evangelho, mas que a principal palavra que descreve o evangelho é Cristo, que é, também, o centro do evangelho. Destaque que muitas vezes falamos do que o evangelho fez por nós, testemunhamos de nós, e não quem é Cristo.
Dinâmica 2: Caixa de papel.
No item 3: A oportunidade, peça para que cada um dos seus alunos deposite as palavras que escreveram (na dinâmica 1) numa caixa de papel e sugira que falem uma situação na qual já tiveram oportunidade de falar de Cristo a alguém. Ex.: “ônibus”, “fila do banco”, etc. Em seguida, passe a caixa com as palavras escritas e peça-lhes que falem de Jesus conforme vão retirando as palavras da caixa.
Exemplo: se alguém escreveu “Amor”, “perdão”, “Graça”.
“Deus amou tanto o mundo que enviou o seu filho para perdoar os nossos pecados, sem merecermos. Nós estávamos debaixo a ira de Deus, mas pela sua graça, ele decidiu nos salvar”.
Destaque que assim como Paulo anunciou o evangelho num momento de doença, nós também podemos usar todos os nossos momentos para falar de Cristo. Não podemos esperar somente uma programação na igreja para testemunhar de Jesus.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. A idolatria da religião bíblica
      “No fim, o religioso está tão perdido e escravizado quanto o ateu. Por quê? Ambos tentam ser seu próprio salvador e senhor, mas de maneiras diferentes. […] A bem da verdade, a idolatria e a escravidão da religião são mais perigosas do que as da irreligião, ainda que menos óbvias. A pessoa irreligiosa sabe que está distante de Deus, mas a religiosa, não.” (KELLER, Timothy. Gálatas para você. Tradução de Jurandy Bravo. São Paulo: Vida Nova, 2015, p.109,111).
    2. A certeza de ser “conhecido”
      “Paulo indica aos gálatas, no versículo 9, o retorno a uma relação sadia com o Pai. […] O que faz de alguém um cristão não é tanto o fato de conhecer a Deus, mas de ser conhecido por ele. “Conhecer” na Bíblia significa mais do que a ciência intelectual. Conhecer alguém é estabelecer relacionamento pessoal com a pessoa. Portanto, diz Paulo, não é tanto seu afeto e amor por Deus, mas, sim, o afeto e amor dele por você que faz de você um cristão.” (KELLER, Timothy. Gálatas para você. Tradução de Jurandy Bravo. São Paulo: Vida Nova, 2015, pp.111-112).
    3. Doente, porém não inativo
      “A enfermidade de Paulo enfraquecia seu corpo e doía em sua carne, mas não paralisava seus pés nem fechava seus lábios. A doença de Paulo não o tornou inativo; apenas mais quebrantado e dependente da graça. Longe de impedi-lo de ir à Galácia, a enfermidade foi a causa que o levou àquela província. Longe de ser uma porta fechada para o ministério, foi uma porta aberta para a evangelização.” (LOPES, Hernandes Dias. Gálatas: A carta da liberdade cristã. São Paulo: Hagnos, 2011, p. 187).
    4. Falsos pastores
      “Devemos ter cuidado com os obreiros religiosos que desejam nossa lealdade exclusiva, pois se consideram os únicos que sabem o que é certo. Pessoas assim nos usarão enquanto puderem e depois nos abandonarão em troca de outros seguidores – e a queda será dolorosa. Cabe ao líder espiritual amar e seguir a Cristo, não promover a si mesmo e a seu ministério. [Falsos pastores amam a si próprios]”. (WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento: volume 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p. 926).
    5. Sem saber o que fazer – “Estou perplexo” (v. 20)
      “Paulo finaliza confessando que não sabe o que fazer. […] ele estava a 400 km de distância em Éfeso e, por um motivo qualquer estava impedido de ausentar-se de lá. Na verdade, tinha plena consciência das vantagens de um encontro pessoal em comparação com uma carta. […] Numa visita ele poderia reagir de acordo com a respectiva situação do diálogo e tornar-se muito mais insistente [mas, de longe, não dava pra fazer muita coisa”. (POHL, Adolf. Comentário Esperança: Carta aos Gálatas. Tradução de Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 1999, p. 157).

O mito da mãe perfeita

Cobre-se menos e desfrute das alegrias da maternidade

Certamente, a maternidade é uma das fases mais importantes da vida da mulher. Para uma grande parte de nós, mães, a vida também se divide em “antes dos filhos nascerem” e “depois dos filhos nascerem”. Ser mãe é um presente, uma dádiva, um privilégio do Senhor para nós. Não é por acaso que Deus utiliza o amor materno para ilustrar o seu grande amor por mim e por você (Is 49: 15).
No entanto, sabemos também que a maternidade é um grande desafio, que muitas vezes tem os seus “altos” e “baixos”: o seu filho fala “eu te amo, mamãe” com o olhar mais doce e carinhoso da terra, mas logo em seguida, quase a enlouquece por brigar com o irmão. Existe até um ditado popular que diz: “Ser mãe é padecer no paraíso”. E em meio a todas essas questões, nós, mães, acabamos criando em nossas cabeças um mito: o mito da mãe perfeita.
Acho que uma das perguntas que sempre nos fazemos ao longo do maravilhoso (mas, desafiador) caminho da maternidade é: será que tenho sido uma mãe boa mãe? E aqui, o sentido é quase este: “será que acertei em todas as minhas palavras e atitudes ao lidar meu filho? Eu não devia ter deixado ele comer aquele doce antes do jantar… Ah, Senhor, acho que não disciplinei minha filha da forma como deveria”… Ou então: “Deus, estou tão confusa, acho que não devia ter corrigido minha filha da forma que fiz… Hoje estou tão cansada, acho que vou fazer um miojo para eles jantarem… Nossa, o filho da minha amiga com sete anos já sabe resolver uma equação de 1º grau, enquanto o meu mal lê ou escreve. Será que a culpa é minha?”
Quem nunca deixou o filho assistir mais televisão para poder arrumar a casa ou para ter mais alguns momentos de sossego, que atire a primeira pedra. Ou, quem nunca prometeu para si mesma que o filho não iria vê-la irritada ou impaciente, mas depois de poucos minutos perdeu a paciência com o menino? Todos esses pensamentos e situações certamente passam pela nossa cabeça. Muitas vezes, trazem culpa e pressão para as nossas vidas. Pressão e culpa desnecessárias e acabam nos trazendo muito desgaste e estresse, diga-se de passagem. Isso acontece justamente por causa de uma concepção de perfeição da maternidade: é o mito da mãe perfeita. Nós construímos em nossas mentes um tipo de mãe que não existe!
Não me entendam mal: como mães e servas de Deus precisamos estar no centro da sua vontade e fazer o melhor que pudermos para os nossos filhos. Devemos amá-los, cuidar deles e educá-los conforme os princípios bíblicos. Mas, a partir do momento em que eu penso que vou alcançar a perfeição na maternidade, isso só vai me causar angústia, mágoa, desespero e confusão. Porque não somos perfeitas, assim como nossos filhos não o são. Na verdade, o que acontece é que não estamos preparadas para lidar com as nossas falhas como mães. E não tem jeito, fazemos o nosso melhor, mas erramos e somos pecadoras, o que também se reflete na maternidade (talvez até mais do que em outras situações). Erramos quando não deveríamos falhar, falamos quando deveríamos calar, ou ficamos em silêncio quando deveríamos dialogar.
A maternidade é difícil. É linda, maravilhosa, um presente, mas ainda assim, é difícil. Por isso, reconhecer que falhamos e somos imperfeitas é muito importante porque nos aproxima da graça e do amor de Deus. É ele quem vai nos ajudar, dar sabedoria e fortalecer em nossos melhores (e piores) momentos da maternidade. Por isso, quando nos desfazemos do mito de que somos perfeitas, reconhecemos nossas imperfeições e defeitos, o que nos aproxima do Senhor. É ele que age em nossas vidas, nos ajudando a ser uma mãe conforme o seu coração.
Além disso, saber de nossas limitações nos dá a chance de ensinar a nossos meninos e meninas que também erramos e isso faz com que eles aprendam que é possível errar, mas que podemos consertar o erro, pois temos um Deus que nos perdoa e nos ajuda a acertar da próxima vez. Da mesma forma, reconhecer verdadeiramente que não somos mães perfeitas tira um grande peso e uma enorme pressão de nossos ombros, o que nos ajuda a vivenciar a maternidade com mais leveza, alegria e prazer. Certamente, esta é a vontade do Senhor para nós e para nossos filhos e filhas.
Sendo assim, gostaria de finalizar este texto refletindo nas seguintes questões com você, minha amiga mãe: você é capaz de perceber o impacto maravilhoso que está deixando na vida de seus filhos? Independentemente do fato de você trabalhar fora ou em casa. Fique tranquila, sei que você já cometeu erros, mas eu também os tenho cometido. Mas, você também consegue se lembrar das vezes em que acertou, ajudada por Deus? E os momentos em que esteve presente para o seu menino ou sua menina?
Pode ter sido sentada às 3 horas da manhã aninhando uma criança que teve um pesadelo. Ou fazendo almoço com uma dispensa bem limitada. Abrindo mão de algo que você precisa para que seus filhos possam ter o que necessitam. Ajudando numa tarefa de história. Dizendo não e impondo limites. Lendo um capítulo da Bíblia. Dobrando as roupas. Ouvindo as histórias do seu filho ou de sua filha, ou dos dois. Rindo e gargalhando. Limpando rostos sujos de comida. Pendurando desenhos na parede ou na porta da geladeira. Vendo-os dormir. Orando com eles ou por eles. Ensinando a respeito de Jesus.
Que o Senhor ajude a cada uma de nós a sermos mães conforme o seu coração: com limitações e imperfeições, mas que vivenciam a graça de Deus e são fortalecidas em Cristo!

Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional da Convenção Noroeste Paulista.