DICAS DA LIÇÃO 05 – O substituto perfeito

Não deixe de colocar em prática as Dicas da Lição para o estudo dessa semana, confira os recursos propostos. 

DICA UM

Vídeo: Explicação sobre o termo ‘Expiação’

 

Para auxiliar na explicação do item 1 ou do item “Conferindo o Antigo Testamento,” indicamos o vídeo “O que é a expiação.” Nele, há uma explicação clara e rápida do termo e pode ser usado pelo professor para essas duas partes do conteúdo. Caso não seja possível exibi-lo em sala, envie o vídeo pelo WhatsApp. Após assistirem à produção, faça perguntas sobre o conteúdo, se ele acrescentou algo novo e como esclareceu o que o estudo explica.

DICA DOIS

Símbolos – Pão e vinho: 

 

Para ilustrar a oferta de Cristo pelos pecadores, utilize o conhecido símbolo do pão e vinho da ceia. Coloque um pedaço de pão sem fermento (pode utilizar o pão sírio) e um copo de suco de uva em uma bandeja; ao iniciar a explicação do tópico, mostre os dois elementos e, com cuidado, passe-os de mão em mão, e pergunte: qual é o significado destes símbolos? Por que eles foram escolhidos para a Ceia do Senhor? 

Após aguardar as respostas, cite a frase do estudo, conforme a página 34: “O corpo e o sangue do Senhor foram oferecidos por todos, para que todo aquele que nele crer viva eternamente (Lc 22:19,20; Jo 6:51).”

 

DICA TRÊS

#Compartilhe: Reforce aos seus alunos a sugestão do desafio semanal: releia as passagens bíblicas citadas no estudo, selecione uma delas e compartilhe ao final da aula; como são muitas, diga que continuem a fazer isso durante a semana. Se compartilharem nos stories, diga que marquem a @editorapromessa no Instagram.

 

Por: Editora Promessa. 

DICAS DA LIÇÃO 04 – O evento central da história

Aplique as dinâmicas para sua aula de sábado na Escola Bíblica. 

 

DICA UM

Dinâmica quebra-cabeça: Para ajudar na reflexão do item 1 – “um evento preparado”, leve para a sala de aula um quebra-cabeça e coloque-o sobre uma mesa ou cadeira. Enquanto você explica o item citado, peça a um ou dois alunos para montar o quebra-cabeça, começando pelas primeiras peças. 

Após alguns minutos, diga que eles parem e enfatize para a classe uma frase do estudo: “Assim como em um quebra-cabeça, Deus foi encaixando cada parte de seu plano na história, embora já soubesse o final.” Ou seja, Deus foi revelando seu propósito de Cristo dar sua vida por amor à humanidade.

 

DICA DOIS

Dinâmica post-it: “A cruz é, ao mesmo tempo, um lembrete da maldade e do pecado humano que precisavam ser punidos diante de Deus, que é santo, e a revelação do propósito divino de vencer o pecado e nos redimir”. Com base nessa frase que ensina que a obra de Cristo no Calvário não nos deixa esquecer o propósito do Pai com ela, escreva em papéis post-it (aqueles papéis de recado amarelinhos) os textos bíblicos do item 2 “Um evento necessário”: Rm 3:23, 3:25, Ef 2:1-3, Tt 3:3-5, Rm 5:8, Jo 3:16, Gl 2:20, Jo 10:11, 17-18, At 2:27; espalhe-os pela sala de aula (cole nos bancos) e peça aos alunos que estão próximos para efetuarem a leitura. 

Após as leituras faça as considerações em cima das leituras e diga que cada texto é a lembrança deixada nas Escrituras do amor do Pai. 

 

Dicas três

Canção ‘Bendita segurança’: Após a explicação do item 3, que enfatiza a validade do sacrifício de Jesus Cristo, pare sua aula e diga: “Vamos cantar juntos o hino de número 316 do HBJ: ‘Bendita segurança’. Ele é a expressão de quem coloca sua fé na obra do Salvador. Reserve um momento para expressar gratidão!

Se puder, grave o trecho do coro do hino sendo cantado por sua classe, marque nos stories a @editorapromessa e testemunho nas redes a fé no Salvador. 

 

Dicas quatro

Notícias de salvação: O item 4 destaca que a obra de Cristo é eficaz e tem alcançado muitas pessoas ao longo dos séculos. Para auxiliar na reflexão atual, destacamos três notícias do site Promessistas.org que devem ser compartilhadas durante a aula, demonstrando como Deus continua agindo na História.

Notícia 1: Crianças se rendem a Cristo em Retiro do MCA da Convenção Espírito Santo – promessistas.org

Notícia 2: Idosa de 93 anos é batizada nas águas em Olinda, Pernambuco – promessistas.org

Notícias 3: Em Cuamba, Moçambique, 12 novos discípulos são batizados – promessistas.org

 

 

 

Por: Editora Promessa. 

De olho na notícia, de olho na Bíblia: Guerras e rumores de guerras

Precisamos desesperadamente de uma intervenção de Deus! E ela virá!  Todos os sinais do “princípio das dores” servem para nos lembrar que Jesus virá!

 

Antes de falar das guerras e da guerra em Israel, especificamente, deixe-me dar um panorama do que o Novo Testamento diz sobre os “últimos dias”. De acordo com a perspectiva do Novo Testamento, nós já estamos vivendo os “últimos dias” (At 2:17; 1 Tm 3:1; Hb 1:2). Esta expressão se refere ao tempo que se estende entre a primeira e a segunda vinda de Cristo. Olhando para a história do ser humano sobre a Terra (pós pecado), numa linha cronológica, entramos no último período da mesma com a primeira vinda de Cristo. Mas, antes de chegar o dia da consumação e do ponto final a todo pecado e sofrimento (com a sua segunda vinda a Terra), Jesus mencionou alguns sinais indicadores que aconteceriam durante estes “últimos dias”. Podemos dividir estes sinais em dois grupos.

Em primeiro lugar, Ele falou de vários sinais que aconteceriam de maneira repetida ao longo dos últimos dias.  À medida que o fim se aproxima, estes sinais se intensificariam cada vez mais. Eles estão dentro do que Jesus chamou de “princípio das dores” (Mt 24:8). Esta expressão destacada evoca a imagem de uma mulher prestes a dar à luz e sofrendo com as intensas dores das contrações. Uma mulher em trabalho de parto tem suas dores aumentadas cada vez mais até o momento do nascimento da criança.

É essa imagem que Jesus quer que tenhamos à mente diante deste primeiro grupo de sinais: eles vão se repetindo e se intensificando cada vez mais. E que sinais estão localizados neste primeiro grupo? a) ilusão religiosa (Mt 24:5, 11); b) Guerras (Mt 24:6); c) Fome e miséria (Mt Mt 24:7); d) Epidemias e abalo econômico (Lc 21:11); e) Desastres naturais (Mt 24:7); f) Martírio, perseguição e ódio aos cristãos (Mt 24:9); g) Apostasia e traição (Mt 24:10); h) Desestruturação familiar (Mc 13:12); i) Iniquidade em alta e amor em baixa (Mt 24:12); j) Pregação do evangelho a todas as etnias (Mt 24:14).

Em segundo lugar, Jesus falou de um grupo de sinais, em seu sermão profético, que acontecerão nos dias imediatamente anteriores a sua segunda vinda. Ele fala sobre o surgimento do abominável da desolação (Mt 24:14) e de dias de tamanha tribulação como nunca houve desde o princípio do mundo, que Deus criou, até agora, e nunca jamais haverá (Mt 24:19). O abominável da desolação diz respeito ao Anticristo (2 Ts 2:3-4), um personagem histórico que surgirá no final dos tempos. O período de tribulação, diz respeito a “Grande Tribulação” que acontecerá no final dos tempos e que se iniciará com o surgimento do anticristo. Será um tempo de intensa perseguição e dor. Estes dois sinais – o surgimento do Anticristo e a Grande Tribulação -, quando se iniciarem, mostrarão que a história caminha rapidamente para a consumação. O livro do Apocalipse oferece mais detalhes sobre o tudo o que vai acontecer nestes dias, quando apresenta os juízos das sete trombetas (Ap 8-9) e das sete taças da cólera de Deus (Ap 16).

Foto: Reuters\Ibraheem Abu Mustafa\Reprodução.

 

A QUESTÃO DAS GUERRAS

Pois bem, uma vez assentada estas questões, voltemos a questão das guerras. Como mencionei, elas estão no primeiro bloco de sinais que antecedem a volta de Cristo, no período chamado “princípio das dores” (período que estamos vivendo hoje). Sobre elas, Jesus disse: “Quando, porém, ouvirdes falar em guerras e rumores de guerras, não vos perturbeis. É necessário que assim aconteça, mas ainda não é o fim” (Mc 13:7). Quando Jesus pronunciou estas palavras, o mundo vivia em “paz” (a chamada “pax romana”). Entretanto, desde que Jesus disse estas palavras, guerras tem acontecido no mundo todo. Elas trazem destruição, medo, morte. As nações já estavam em alerta por conta da guerra entre Rússia e Ucrânia. Agora, assistem preocupadas o desdobramento da guerra entre Israel e o Hamas.

 

O que a igreja deve fazer? Antes de tudo, orar. Orar pelo fim da guerra. Orar pelas famílias de israelenses e palestinos, vitimadas pelos bombardeios. Orar por Israel. Orar pelos palestinos, que por conta deste grupo terrorista, sofrem juntamente com seus familiares. Devemos orar e continuar confiando em Deus. O fim do mundo não se dará por meio de uma guerra. “Ainda não é o fim”, disse Jesus.

As guerras servem para nos lembrar que o coração do ser humano é corrompido. Elas servem para que nos indignemos contra o pecado (é revoltante ouvir algumas coisas que estão acontecendo com inocentes nesta guerra). As guerras nos lembram que, desde que o pecado entrou na história humana, não temos mais condições de resolver os nossos problemas. A ONU não vai resolver os problemas mundiais. Precisamos desesperadamente de uma intervenção de Deus! E ela virá!  Todos os sinais do “princípio das dores” servem para nos lembrar que Jesus virá!

Finalizo lembrando que os sinais do sermão profético de Jesus não servem tanto para demonstrar “quando” Ele virá, mas para nos dar a certeza de que Ele virá! Estes sinais têm acontecido ao longo deste período da história chamado últimos dias (acabamos de sair de uma pandemia), e vão intensificar cada vez mais. Contudo, quando ouvirmos falar destes sinais ou os presenciarmos, não significa que o fim do mundo chegou; eles são alertas de que o fim do mundo se aproxima, cada vez mais!

Ora vem Senhor Jesus!

 

Pr. Eleilton Freitas | Vice-Presidente da Convenção Geral das Igrejas Adventistas da Promessa no Brasil e Diretor da Editora Promessa.

Foto (capa): Reuters | Violeta Santos Moura | Reprodução.

Assista na TV Viva Promessa:

Dicas da Lição 01 – O reino eterno de Deus

Veja as dicas especiais para sua primeira aula de Escola Bíblica do trimestre. 

 

DICA UM

Vídeo de apresentação: Você pode abrir sua aula, exibindo o vídeo de apresentação das Lições Bíblicas, disponível abaixo. Nele, o Diretor da Editora Promessa, Pr. Eleilton Freitas, faz um panorama geral do conteúdo do trimestre, ao falar da temática dos estudos. O vídeo é uma boa oportunidade para ambientar sua classe com os novos estudos. 

 

DICA DOIS

Pontos-chave: Na lição deste sábado, ao invés de ler na aula todo conteúdo, você pode destacar para seus alunos os seguintes pontos: na pág. 7 – Analisando o Novo Testamento, você terá o números de vezes que a expressão “reino” aparece nos evangelhos; no tópico 1, na página 8, é destacado que “aspectos da vida” são profundamente afetados com a chegada do Reino. Destaque esses conteúdos e diga que seus alunos comentem sobre essa realidade na vida deles e dos amigos que se renderam à soberania de Jesus Cristo. 

 

DICA TRÊS

Dinâmica – Coroa: Para ilustrar sua aula, como símbolo do reino de Deus, utilize uma coroa, dessas à venda em loja de brinquedos e/ou importados; mostre à sua classe e pergunte, antes da explicação 1: Qual o conceito de reino de Deus que eles têm? A Bíblia fala muito desse assunto? Quais mudanças o reino causa na vida das pessoas? 

(Sugestão: você pode passar a coroa de mão em mão). 

 

DICA QUATRO

Dinâmica – Duas realidades: em um quadro branco ou numa folha (cartolina ou papel madeira), divina ao meio e coloque do lado esquerdo, “já”, e do lado direito, “ainda não”. Em seguida, pergunte à classe quais sinais do reino já se realizaram e estão presentes hoje, e escreva-os do lado esquerdo; já os sinais que são promessas futuras e não se realizaram, ponha-os do lado esquerdo; ao fim, comente essa dinâmica do reino de Deus e destaque sua plenitude quando Cristo voltar. 

 

DICA CINCO

Visite a área para professores e alunos, com todos os materiais de divulgação para as redes e a igreja: artes, slides, podcasts (estudos em áudio) e o capítulo 1 em pdf para baixar gratuitamente. 

– A revista pode ser adquirida no link a seguir: https://editorapromessa.com.br/produtos/a-mensagem-da-cruz-edicao-345/ 

– Assista ao programa Escola Bíblica especial – episódio 1, aqui: 

Por: APC Jornalismo. 

Celebre o tempo #08: Orar e ser submisso

Comumente ouvimos a frase: “Eu sou dono do meu nariz!”, como se não houvesse qualquer nível de dependência, senso de coletividade ou necessidade da ajuda do outro. Quando oramos, isso muda, demonstramos que somos mais dependentes do que pensamos.

 

Pare e leia: “E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram.” (Atos 13:2-3) 

Verifique: Orar é um ato de submissão, pois declaramos a superioridade de Deus, e Sua maior capacidade de agir em prol de nossas vidas. Por isso, desde o dia 7 de setembro, a Igreja Adventista da Promessa está em 70 dias de oração por sua liderança, até o dia 16 de novembro. É lógica nossa responsabilidade diante das escolhas que devemos fazer, porém, consultar a Deus sempre será uma atitude necessária. 

Somos seres limitados e não enxergamos tão longe. Também não conhecemos as intenções do coração de ninguém. Diante disso, pedir a orientação de Deus e nos consagrar diante de Sua presença nos faz caminhar melhor na vida, seja em nossas individualidades ou na igreja. Quando nos colocamos em oração e pedimos a intervenção de Deus, Ele guia Sua igreja e a dirige pelo Espírito Santo.

Aplique:  “Pai, assim como a Igreja em Antioquia, guie a Igreja Adventista da Promessa pelo Seu Espírito em suas escolhas, fale no meio de Seu povo e separe aqueles que irão dirigir Sua obra. Amém”.

Por: APC Jornalismo. 

 

Celebre o tempo #07: escolhas não excluem orações

Tomar decisões, fazer planejamentos, cronogramas e programações; a vida nos impõe a necessidade de fazer escolhas, as quais temos que tomar. Porém, mesmo diante delas, não devemos esquecer da oração.

Pare e leia: “E, orando, disseram: Tu, Senhor, conhecedor dos corações de todos, mostra qual destes dois tens escolhido, para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar.” (Atos 1:24-25) 

 

Verifique: Desde o dia 7 de setembro, a Igreja Adventista da Promessa está em 70 dias de oração por sua liderança, até o dia 16 de novembro. No ano em que haverá eleições para cargos nas convenções Geral e Regional, que demandam reflexão, escolha e voto, a oração não pode faltar.

À semelhança do que os apóstolos fizeram ao escolher Matias para o lugar de Judas, mesmo utilizando o método de um sorteio, eles pediram direção ao Senhor e entregaram o fato em suas mãos. 

Diante disso, por ser a igreja um organismo do Senhor, seus componentes devem pedir direção diante de suas escolhas, como as que os promessistas farão neste ano. Não hesite, diante de sua responsabilidade, refletir e votar, mas também em orar e pedir que o Espírito o guie.

 

Aplique:  “Senhor, conduza meu coração e mente na escolha de lideranças capazes de fazer Tua vontade e respeitar Tua Igreja. Coloco minhas decisões em suas mãos. Amém!”

Por: APC Jornalismo. 

 

Celebre o tempo #06: Nunca pare de orar

Qual é o lugar da oração em nossas agendas diárias? Muitas vezes, em nosso cotidiano tão sobrecarregado de trabalho, demandas e histórias, a oração é negligenciada, uma ferramenta importante para nos conectarmos com Deus.

Pare e leia: “Façam tudo isso orando a Deus e pedindo a ajuda dele. Orem sempre, guiados pelo Espírito de Deus. Fiquem alertas. Não desanimem e orem sempre por todo o povo de Deus.” (Efésios 6:18 NTLH) 

 

Verifique: Desde o dia 7 de setembro, a Igreja Adventista da Promessa está em oração por sua liderança, até o dia 16 de novembro. Além das orações nas casas, em cada culto de sábado de manhã, na oração final, deve-se dedicar um momento para clamar a Deus pelas eleições de 2023 na Promessa. E é aí que o texto de Paulo aos Efésios nos orienta: o dever de orar sempre!

Paulo enfatiza aqui a constância na oração (orem sempre), a influência do Espírito para direcionar nossas súplicas (Ele intercede por nós), o ânimo para perseverar na oração (não desanimem) e a abrangência da oração (por todo o povo de Deus).

Aplique:Aplique: “Pai celestial, abençoe a tua igreja para que faça da oração uma prática contínua, seja orando pela liderança, seja pelos demais discípulos, seja pelos que ainda não encontraram a fé. Que o teu Espírito nos guie. Amém!”

DICAS DA LIÇÃO 12 – Como posso honrar a Deus em meu sofrimento?

Veja os conteúdos especiais para a aula do próximo sábado, 16 de setembro. 

 

DICA UM

Vídeo – Fornalha de fogo – Não se dobrar aos ídolos do mundo

Para ilustrar a narrativa que será o tema do estudo 12, de Dn 3, sobre a fornalha ardente, exiba na abertura de sua aula o vídeo indicado. Ele faz parte da série “A Bíblia”, exibida pela Record TV. Sugerimos que o professor inicie a aula com o vídeo como uma introdução para todo o conteúdo. Enfatize com seus alunos que, apesar do livramento, a narrativa trata principalmente da fidelidade ao Senhor.

Assista ao vídeo no Youtube:

 

DICA DOIS

Pergunta importante: Nos itens 2, 3 e 4 trata dos desafios enfrentados pelos três jovens Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Pergunte a seus alunos e peça que respondam de forma silenciosa e para si mesmos a seguinte questão: “Qual pecado te assedia? Como você tem feito para obedecer?” A ideia é que a classe pare por um momento para refletir sobre como as tentações afetam a vida de todos os crentes e como é possível vencê-las mantendo a fé no Senhor. 

Utilize também em sala as perguntas da parte aplicativa. Elas ajudam o estudante a pensar e responder sobre as questões:

  1. Comente a frase: “Nossa recompensa é termos o privilégio de glorificar Jesus”.
  2. Dê exemplos de dificuldades pelas quais podemos honrar a Jesus.

 

DICA TRÊS

Atividade para casa: Na parte final da aula, distribua entre seus alunos uma folha de papel em branco, lápis ou caneta, e peça que anotem ações claras para adotar daqui para frente, relacionadas ao sofrimento e à postura de viver a Palavra de Deus. Após dar um tempo para eles anotarem, sugira que levem para casa ou para o trabalho, fixem em um lugar visível e, diariamente, leiam, reflitam e orem para que o Espírito os ajude a vivenciá-las.

Por: Editora Promessa.

Celebre o Tempo #05: Aprenda as escrituras

Você já parou para aprender? Certamente, em nossas vidas agitadas, muitas vezes não conseguimos encontrar um momento para parar, ler, refletir e diminuir o ritmo. Frequentemente, fazemos tudo de forma automática. No entanto, reservar tempo para aprender é uma necessidade se desejamos trilhar caminhos melhores.

 

Pare e leia: “E ensinava no sábado, numa das sinagogas.” (Lucas 13:10)

Verifique: Neste versículo de Lucas 13:10, é narrado que nosso Senhor Jesus Cristo estava ensinando a Palavra de Deus em uma sinagoga no sábado, como de costume. Certamente, devemos ler a Bíblia todos os dias e praticar seus ensinamentos. No entanto, no sábado, assim como Jesus ia sinagoga, devemos nos reunir com outros para ouvir o ensinamento da Palavra de Deus, seja durante a Escola Bíblica ou o Culto de Adoração na igreja. É um dia especial para aprender com aqueles que se dedicam a ensinar Sua Palavra.

O dia do Senhor é uma “pausa para o ensino”, uma oportunidade para ouvir, ler e refletir sobre Sua Palavra, para que, nos outros dias da semana, possamos ser mais fiéis a Deus e servir nosso próximo. Portanto, a cada sábado, abra seus ouvidos e esteja atento aos ensinamentos da Bíblia Sagrada.

Aplique: “Senhor Deus, que possamos desejar aprender Sua Palavra no Teu santo dia, o sábado, e que nos outros dias da semana possamos relembrar e viver, por meio da leitura das Escrituras, o que aprendemos em Teu santo dia. Amém.”

DICAS DA LIÇÃO 11 – Quando Deus está em silêncio

Saiba quais são os recursos preparados para a aula da Escola Bíblica do próximo sábado.

 

DICA UM

Perguntas reflexivas: Abra sua aula com uma série de perguntas reflexivas relacionadas ao conteúdo da lição da semana: “Você acredita que aqueles que têm dúvidas e frustrações devem orar? Você já fez isso? Você consegue lembrar de personagens bíblicos e da história da igreja que oraram mesmo em meio às dúvidas?”. 

Após as perguntas, peça aos alunos que levantem a mão e compartilhem suas respostas. No final, conecte essas reflexões ao conteúdo do estudo da semana.

 

DICAS DOIS

Dinâmica procurando perguntas: Ao abordar os itens 1 e 2 do estudo de sábado, aplique a seguinte dinâmica: dê três minutos para que seus alunos encontrem textos relacionados às dúvidas de Jó em seu livro. Após o tempo estipulado, ouça seus alunos lendo os textos encontrados. Em seguida, presenteei cada aluno com um bombom ou outro tipo de brinde por cada texto inédito apresentado. 

A ideia é demonstrar de forma rápida, envolvendo toda a classe, o quanto o patriarca, mesmo questionando o Senhor, não perdeu a fé no Redentor.

 

DICA TRÊS

Vídeo JÓ – Aprenda com a história de Jó na Bíblia: Ao final do estudo, sugerimos o seguinte vídeo, que faz um resumo da vida de Jó e celebra a restauração de sua vida, incentivando os alunos a terem fé de que suas vidas são dirigidas pelo Senhor. Você pode assistir ao vídeo aqui:

Assista o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=yB3BZOEgsIY 

Por: Editora Promessa.

Celebre o Tempo #04: Sábado na agenda

Quando precisamos de tempo para fazer algo importante, enfrentamos o desafio de encontrar uma abertura em nossa agenda. No entanto, quando se trata dos mandamentos de Deus, não deve haver hesitação; devemos comprometer-nos com o que a Palavra claramente nos instrui. Na agenda divina para Seus filhos, está o sétimo dia da semana, o dia do Senhor. 

Pare e leia: 

Gênesis 2:1-3: “Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera”. 

Verifique: O sábado não deve ser uma obrigação pesada, mas sim um compromisso gracioso. Deve ser guardado por amor a Deus e sempre constar em nossas agendas como um dia de alegre adoração ao Criador e serviço empolgante ao próximo. É um dia que já está na ‘agenda de Deus’ e deve estar na nossa também, afinal, somos filhos da obediência. 

Este dia, estabelecido pelo Senhor, é um momento de descanso para o corpo e a mente, de santificação de toda a nossa vida e de demonstração do nosso amor pela lei do Senhor e pelo cumprimento da Sua vontade.

 

Aplique: “Pai celestial, pedimos que sempre nos submetamos à Tua agenda, encontrando descanso no Teu santo dia e crescendo no amor por Ti e no serviço ao próximo. Ajuda-nos a obedecer não apenas por dever, mas por gratidão. Amém!”

 

Por: APC Jornalismo. 

Celebre o Tempo #03: desfrute do descanso

Confira o devocional #03 da nova coluna “Celebre o tempo” do Promessistas.org, para o pôr-do-sol de sábado. 

O que seria um lugar deleitoso para você? Que experiência é capaz de arrebatar seus sentidos de uma forma que minimize seus problemas por alguns instantes e o faça imaginar-se em outra dimensão? Saiba que o sábado do Senhor quando vivenciado, nos dá essa sensação.

 

Pare e leia: 

Isaías 58:13-14: “Se vigiarem os seus pés, para não profanarem o sábado; se deixarem de cuidar dos seus próprios interesses no meu santo dia; se chamarem ao sábado de ‘meu prazer’ e ‘santo dia do Senhor, digno de honra’; se guardarem o sábado, não seguindo os seus próprios caminhos, não pretendendo fazer a sua própria vontade, nem falando palavras vãs, então vocês terão no Senhor a sua fonte de alegria. Eu os farei cavalgar sobre os altos da terra e os sustentarei com a herança de Jacó, seu pai. Porque a boca do Senhor o disse.”

Verifique: Observe que o Senhor, por meio de Isaías, conclama seu povo a ter um sábado não como um dia de proibições ou fardos, mas como um dia de alegria e festa. A expressão “meu prazer”, que aparece no versículo 13, indica que devemos olhar para o dia do Senhor com uma atitude celebrativa.

Ele é um dia “santo” e “digno de honra”, como o próprio texto descreve, mas esse prazer deve ser vivenciado aos pés do Criador, em gratidão ao Salvador e desfrutando da comunhão gerada e fortalecida pelo Espírito. O sábado deve ser uma ocasião de muito louvor, oração, comunhão e anúncio da graça de Deus.

Aplique: “Senhor Deus, ajude-nos a nos deleitar em teu santo dia, a viver em adoração nesse período e em toda nossa vida; que nossa comunhão com nossos irmãos em Cristo transborde, e assim, que possamos guardar o dia do Senhor. Amém!”

 

Por: APC Jornalismo. 

 

 

DICAS DA LIÇÃO 08 – O cristão e as doenças da alma

Para a aula de sábado, confira as sugestões: uma participação especial, um vídeo sobre o profeta Elias e um Infográfico sobre os Efeitos da Ansiedade no corpo.

 

DICA UM

Participação especial: Se possível, convide um psicólogo para a aula e faça perguntas a ele sobre os principais problemas emocionais e psicológicos, a importância do tratamento médico e o papel da fé e da igreja. Ele também pode analisar os dois personagens mencionados no estudo: Elias (depressão) e o Salmista (ansiedade). Caso não seja viável a presença do profissional, peça que grave um vídeo para exibir durante a aula ou para ser enviado aos alunos via WhatsApp, analisando a temática. 

 

DICA DOIS

Vídeo sobre Elias: O vídeo que recomendamos traz 4 lições sobre a experiência de Elias na caverna. Nesse vídeo, são fornecidas explicações sobre o contexto e as experiências vivenciadas por ele. Ao exibir o vídeo, incentive seus alunos a fazerem anotações e a compartilharem suas percepções com base no que assistiram. Façam conexões com o conteúdo do item um.

Assista e compartilhe o vídeo aqui:

 

DICA TRÊS

Infográfico – Efeitos da ansiedade no corpo: Para o item dois, utilize o infográfico abaixo, que ajuda a compreender os efeitos da ansiedade no corpo. Para tornar a explicação mais dinâmica, sugerimos que, antes de analisar a arte, o professor peça a um dos alunos que leia o texto e, em seguida, ao observarem a imagem, a comparem com o texto de Salmos 55:1-11.

Link da imagem: https://www.medcentromanaus.com.br/noticias/sua-sa%C3%BAde/efeitos-da-ansiedade-no-corpo 

 

DICA GERAL: Enfatize que buscar ajuda profissional adequada não é contrário à busca de fé em Deus.

 

Por: Editora Promessa

Especial: Conhecendo Deus como Pai

Segundo a Agência Brasil, em 2022, os cartórios de Registro Civil do Brasil mostraram que nos 7 primeiros meses desse ano, 100.717 crianças foram registradas sem o nome do pai. No ano passado, durante esse mesmo período, cerca de 1.526.664 recém-nascidos nasceram, o que significa que 6,5% do total tinham apenas o nome da mãe na certidão de nascimento. Esses dados lançam luz sobre um problema comum no Brasil: a ausência da figura paterna, também conhecida como orfandade paterna.

 

Diante dessa problemática, podemos perceber que para muitas crianças, tanto no passado quanto no futuro, o Dia dos Pais pode ser uma data negligenciada, uma vez que a figura paterna está ausente em suas realidades. Superar esse desafio requer ação por parte da igreja e da sociedade, incentivando os homens a assumirem suas responsabilidades familiares e paternidade.

A Bíblia apresenta Deus como um Pai com diversas características distintas. Ele é o Pai do Senhor Jesus Cristo, o Pai da nação de Israel e o Pai dos crentes em Jesus. Ao realizar uma rápida pesquisa na plataforma online da Bíblia Sagrada, é possível encontrar mais de 44 versículos associados a paternidade de Deus.

 LEIA MAIS: 

Igreja Adventista da Promessa de El Salvador completa nove anos de consolidação

 

Vamos destacar três maneiras pelas quais a Bíblia apresenta a paternidade de Deus:

  1. Um Pai para os que não têm pai!

No Salmo 68:5-6, Deus se revela como um pai para aqueles que não têm pai: “5 Pai dos órfãos e defensor das viúvas é Deus em sua santa morada. 6 Deus dá um lar aos solitários, liberta os presos e os enriquece com fartura; mas os rebeldes vivem em terra árida.” O Senhor Deus, que habita acima de nós, se torna acessível para aqueles que necessitam do Seu amor paterno. Caso você sinta a ausência do amor de um pai terreno, pela fé, o Pai celestial se apresenta como um carinhoso provedor.

Ao mesmo tempo, Deus conserta lares, e providencia família a quem não tem; Ele pode ajudar os que clamam por um lar. A partir disso, reforçamos: Devemos incentivar homens a assumir tanto sua família, como sua paternidade, pois isso é um reflexo do amor de Deus, é uma missão sagrada.

Além disso, Deus restaura lares e pode auxiliar aqueles que clamam por um lar. A partir disso, reforçamos a importância de incentivar os homens a assumirem suas responsabilidades familiares e paternidade, uma vez que isso reflete o amor de Deus e é uma missão sagrada.

Diante da orfandade e do abandono paterno que ocorre em nosso mundo, é fundamental sempre lembrar da Paternidade de Deus e de Sua graça derramada sobre os abandonados, por meio de Cristo: “Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos!” (1 João 3:1).

  1. Um Pai a ser reverenciado!

Um dos salmos mais citados que ilustra a compreensão de Deus em relação às limitações humanas é o Salmo 103:13: “Assim como um pai se compadece de seus filhos, o Senhor se compadece dos que o temem.” É importante destacar a palavra final desse versículo: “temem” – que pode ser definida como um temor reverente, um reconhecimento da natureza divina de Deus. Ele não é nosso igual, mas está acima de nós.

Na oração ensinada por Jesus, Ele nos instrui a orar assim: “Portanto, orem assim: ‘Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome'” (Mateus 6:9). Devemos demonstrar essa santidade em nossas ações, palavras e estilo de vida. Quando obedecemos a Deus por amor, Ele se alegra e Se torna conhecido pelo mundo.

  1. Um Pai que deve ser recebido!

Além de ser reverenciado, o Pai celestial, quando reconhecido como Deus e soberano, deve ser acolhido em nossos corações: “Mas, a todos que o receberam, aos que creram no seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” (João 1:12).

Através do Filho Unigênito, Jesus Cristo, o Pai nos concede o privilégio de nos tornarmos filhos de Deus. Portanto, desfrute da Sua paternidade compassiva e consoladora, acolhendo esse presente para enriquecer a sua vida (2 Coríntios 1:3-4). Confesse hoje mesmo sua fé no Filho, e terás o Pai celestial com seu Deus.

 

Por: APC Jornalismo.

 

 

 

Celebre o Tempo #01: Razões para o Descanso

Confira o devocional #01 da nova coluna “Celebre o tempo” do Promessistas.org, para o pôr-do-sol de sábado.

 

Uma das palavras que frequentemente é evitada por coaches e orientadores é a palavra “descanso”. Afinal, dizem eles, se você parar, outros avançarão à sua frente, reduzindo suas chances de progredir, crescer, trabalhar e prosperar.

 

Pare e leia:

Êxodo 20:9-11 (NAA): ⁹ Seis dias você trabalhará e fará toda a sua obra, ¹⁰ mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem o seu filho, nem a sua filha, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu animal, nem o estrangeiro das suas portas para dentro. ¹¹ Porque em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou.

Verifique: Ao contrário do que dizem esses mentores contemporâneos, o Criador do universo estabeleceu um momento de pausa a cada semana. Na perspectiva de Deus, seis dias são designados para o trabalho e um dia é reservado para o descanso do corpo e da mente. Deus é meticuloso em sua ordem para o descanso, especificando não apenas o dia, que é o sétimo, mas também a motivação por trás dele.

Siga o exemplo do Criador, que interrompeu sua obra criativa e contemplou o que havia realizado. Portanto, o sábado é um dia de reflexão, de desacelerar e lembrar que somos frutos de Suas mãos e de Seu propósito. Devemos parar para descansar fisicamente e recordar que é por causa do Criador que temos sustento e vida.

 

Aplique: “Senhor Deus, agradecemos por nos criar à Sua imagem e semelhança. Obrigado por nos dar a oportunidade de existir para o Seu propósito: Sua glória e a alegria de saber que nos criou. Agradecemos por nos permitir pausar nossa semana e lembrar que o Senhor, nosso Criador, está presente, e somos resultados do Seu amor. Amém!”

 

Por: Agência Promessista de Comunicação.

 

 

 

 

 

Nossas Memórias: a História do Charreteiro, contada pelo Pr. Cassiano Domingos de Souza

O fundador da Igreja Adventista da Promessa, ao ser levado em uma charrete, ouviu do condutor do veículo um testemunho sobre a doutrina do batismo no Espírito Santo.

 

Uma viagem até São Paulo (SP) no ano de 1926, para uma conferência da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Santo Amaro, mudaria para sempre a história de vida e fé do Pr. João Augusto da Silveira. O fundador da Promessa, ao ser levado em uma charrete, ouviu do condutor do veículo um testemunho sobre a doutrina do batismo no Espírito Santo.

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Segundo o Pr. Cassiano Domingos de Sousa (1933-2023), em depoimento ao Documentário Rota 32, da Agência Promessista de Comunicação (APC), foi uma revolução ouvir esse testemunho. “Descia do bonde em Santo Amaro, e como não havia outra condução, ele alugou uma charrete, pegou sua mala, guarda-chuva, terno com colete e gravata, e entrou na charrete. No meio da viagem, o charreteiro começou a murmurar um hino, cantarolando”, contou o Pr. Cassiano.

 

Assista o trecho a partir de 41 minutos 29 segundos: 

 

“Aí, o Pr. João Augusto perguntou se ele era crente; ele respondeu: ‘Graças a Deus’. E de que igreja o senhor é? “Eu sou da Assembleia de Deus”, disse o charreteiro italiano. O Pr. João Augusto então comentou: “Eu gosto muito da Assembleia de Deus, mas é uma pena que vocês não guardem o sábado”. O charreteiro, por sua vez, respondeu: “Pois é, pastor, eu gosto muito da Igreja Adventista, mas é uma pena que vocês não creem no batismo com Espírito Santo”. O charreteiro perguntou: “Vocês creem?”. O Pastor afirmou: “Cremos”. “Ele disse: não!”. “O senhor é batizado com o Espírito Santo?”, perguntou; ele disse: “Sou!”. “Quem o batizou com o Espírito Santo?”, aí ele deu o nome de um pastor alemão.” E o charreteiro continuou: “Isso aí foi o batismo nas águas. Você não é batizado com o Espírito Santo, pois quem batiza é Jesus”.

Pr. João Augusto da Silveira, em 1922, aos 29 anos de idade.

Uma nova compreensão – Segundo o Pr. Cassiano, João Augusto sentiu que faltava terra embaixo dos pés, sem saber o que responder diante da doutrina apresentada. O charreteiro citou, mesmo sem saber ler a Bíblia, o que havia ouvido: que João Batista batizava com água para arrependimento, mas depois dele viria Alguém que batizaria com o Espírito. “Ele ficou preocupado. O próprio Jesus, depois de ressuscitado, disse: vocês foram batizados nas águas, batismo de João, mas depois de alguns dias vocês serão batizados com o Espírito Santo, e foi isso que se cumpriu no Pentecostes. João Augusto nem soube como responder”, testemunhou o Pr. Cassiano. A ida à Assembleia gerou uma verdadeira mudança de visão, pois a conversa com o charreteiro não saía de sua cabeça.

“E essa semente, que o charreteiro plantou no coração do Pr. João Augusto e com o passar do tempo germinou, cresceu, floresceu e frutificou”, confirmou o Pr. Valdeci. “Então, o charreteiro, praticamente, teve uma palavra muito firme com ele no começo da doutrina, no começo da fé dele na igreja, na doutrina do batismo no Espírito Santo”, reforçou o Pr. Genésio Mendes.

Após retornar para casa e estudar os textos bíblicos como Atos 2, o Pr. João Augusto chegou à conclusão de que Jesus batizava no Espírito Santo, com evidência em línguas estranhas. Assim, ele buscou a Deus até ser batizado pelo Consolador em 24 de janeiro de 1932. Algo que os promessistas devem buscar até o retorno de Cristo, para que seu testemunho do Evangelho seja corajoso e vigoroso.

 

Por: APC Jornalismo.