DICAS DA LIÇÃO 07 – A fidelidade a Deus e o sofrimento

Confira os três recursos para sua aula de sábado. Acesse e saiba quais são. 

 

DICA UM

A lição desta semana destaca o sofrimento enfrentado pelos cristãos por causa da fé em Cristo. Para introduzir o conteúdo em sua aula, utilize a seguinte matéria publicada pelo Promessistas.org:

360 milhões de cristãos são perseguidos no mundo, divulga Missão Portas Abertas 

Compartilhe o link com antecedência e, no dia da aula, peça que abram o link e realizem a leitura conjunta. Em seguida, promova uma discussão e extraia lições do que foi lido.

 

DICA DOIS

Dinâmica “Espremer”: No primeiro item da lição, “A Realidade do Sofrimento”, o estudo esclarece que quando Jesus fala que os cristãos terão ‘aflições’ no mundo (Jo 16:33), a palavra grega traduzida como “aflições” é “thlipsis,” que significa “espremer”.

Para ilustrar o significado da palavra aos estudantes, traga para a sala de aula um cacho de uva, limão ou laranja cortados ao meio, uma bacia e luvas plásticas. 

Durante a explicação da palavra que Jesus usou, demonstre a ilustração: esprema o cacho de uva ou as metades do limão/laranja na direção da bacia, usando as luvas de plástico.

Enquanto faz isso, leia João 16:33 e explique que essa ilustração representa o que os cristãos vivenciam quando enfrentam sofrimento por causa de sua fé. Portanto, a confiança constante em Jesus é essencial, pois Ele venceu o mundo.

 

DICA TRÊS

Vídeo – Programa Igreja Missionária:

Para conhecer mais conteúdo sobre os cristãos que sofrem, você pode enviar à classe o último programa disponível na TV Viva Promessa (até a publicação deste texto), extraído do ‘Momento Missionário’:

Observação: O episódio do programa que corresponde a lição da semana, é disponibilizado na sexta-feira, no bloco da noite, que começa às 20h, no YouTube.com/@tvvivapromessa

 

Por: Editora Promessa

 

DICAS DA LIÇÃO 06 – POR QUE O CRISTÃO SOFRE?

Veja as dicas da aula de sábado: Reflexão Inicial, dinâmica Refinados e o vídeo profissão de ourives. 

 

DICA UM – Reflexão inicial:

  • Inicie a aula com a pergunta que dá título ao estudo: “Por que o cristão sofre?”
  • Permita que os alunos respondam à pergunta e discutam suas perspectivas.
  • Após ouvir algumas opiniões, dê prosseguimento ao estudo.
  • Ao final da aula, retome a pergunta inicial e incentive os alunos a compartilharem novas reflexões sobre o sofrimento e a fé, depois do assunto da aula.

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DICA DOIS – Dinâmica Refinados:

  • Realize a dinâmica “Refinados” usando uma peneira de cozinha, goma de tapioca ou farinha de mandioca e uma vasilha.
  • Mostre os objetos a serem utilizados e explique a função da peneira na farinha ou goma; coloque a vasilha embaixo da peneira para evitar sujar o espaço.
  • Explique, colocando a mão na farinha ou goma coada, que assim como a peneira refina a farinha ou goma, o Senhor aperfeiçoa a vida do cristão por meio das provas e disciplinas do sofrimento.

DICA TRÊS – Vídeo profissão de ourives:

  • Mostre o vídeo “Profissão de Ourives” em sala de aula ou envie pelo WhatsApp.
  • O vídeo é uma reportagem de uma afiliada da Record TV, abordando a antiga profissão de ourives.
  • Utilize o vídeo como uma ilustração do trabalho que o Senhor faz na vida do justo nas provações, relacionando com o tema da aula.

Assista:

 

Por: Editora Promessa

DICAS DA LIÇÃO 05 – Cristãos sofrendo e ímpios prosperando

Veja as dicas de mais uma aula da Escola Bíblica: reflexões pessoais, vídeo – Quem foi Asafe na Bíblia?, quadro “Expectativa x Realidade” e exemplos de fé. 

 

DICA UM

Reflexões pessoais: Inicie sua aula com questões retiradas da introdução da lição: “Você já se questionou sobre a prosperidade dos ímpios? E sobre a morte de uma pessoa jovem e justa em contraste com uma pessoa má e idosa? Já viu alguém questionar essas situações?” A partir dessas discussões, anuncie que a lição tratará de questões ligadas ao sofrimento de pessoas que têm fé e do aparente sucesso dos que não creem em Deus.

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DICA DOIS

Vídeo – Quem foi Asafe na Bíblia?: Assista ao vídeo para obter um melhor entendimento sobre o principal personagem estudado nesta aula. As informações fornecerão detalhes sobre seu contexto, família e experiência com Deus.

Veja o vídeo aqui: 

 

DICA TRÊS

Quadro “Expectativa x Realidade”: Para abordar o tema da prosperidade temporária na vida do ímpio e do sofrimento temporário na vida do justo, criamos o quadro “Expectativa x Realidade”. Ele ajuda a explicar o conteúdo dos itens 1 e 2. A ideia da “Expectativa” está associada ao entendimento equivocado de Asafe, que pensava ser a prosperidade dos ímpios um indicador de uma vida aprovada por Deus e perfeita; já a “Realidade” mostra que, biblicamente, as coisas não eram como Asafe estava lendo. 

Baixe a imagem a seguir: 

 

DICA QUATRO

Exemplos de fé: A partir da pergunta 06, na parte explicativa, peça que seus alunos citem exemplos práticos de como a adoração pode fazer a diferença em suas vidas, reestabelecendo a confiança no Senhor.  

 

Por: Editora Promessa

Quando a igreja cuida de seus líderes 

Sempre haverá uma igreja, uma família, um irmão que será instrumento de Deus em nossas vidas.

 

Em meio a tantos apertos, a igreja de Filipenses era a “alegria” de Paulo (1:4). O sofrido pastor que tivera inúmeras experiências negativas em outros solos, agora encontrava consolo de Deus em forma de amizade e companheirismo naqueles irmãos (4:14-16). 

Em uma ocasião de necessidade, ele chegou a dizer que nenhuma outra igreja o ajudou, exceto os Filipenses (4:15); E não foi só uma vez, na verdade, eles apoiaram seu ministério do início ao fim (1:5).

Deus sempre nos assiste! Ele está presente na hora que mais precisamos. Sempre haverá uma igreja, uma família, um irmão que será instrumento de Deus em nossas vidas.

Querido pastor e esposa, Missionária e Esposo continue firme em seu chamado! Você pode contar com o Sumo Pastor em suas diferentes formas de agir, pois, possui recursos infindáveis!

Paulo termina a carta aos Filipenses com esta certeza: “O meu Deus supre todas as nossas necessidades, segundo a sua riqueza” (4:19). Creiam na rica e infalível graça de Deus.

 

Originalmente de: CETAP 

Publicado por: APC Jornalismo

Sete fatos que marcaram a história promessista pelo ministério do Pr. Cassiano

O pastor vivenciou importantes momentos da denominação. O Promessistas.org relembra alguns desses acontecimentos. 

 

Nesta terça-feira, 18, o Pr. Cassiano Domingos de Souza dormiu no Senhor, em Curitiba (PR). Ele é considerado uma das maiores lideranças da Igreja Adventista da Promessa. O pastor vivenciou importantes momentos da história promessista. O Promessistas.org relembra alguns desses acontecimentos, seguindo a instrução bíblica: “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver.” (Hebreus 13:7)

 

1. Jubilação 

Uma das fotos mais icônicas do livro “Marcos que pontilham o caminho”, segunda edição, está registrada nas páginas 102 e 103 (caderno de fotos). A imagem retrata a cerimônia de Jubilação dos Pioneiros, Pr. João Cavalcanti Netto e Pr. Godofredo Rodolfo Wanderley, realizada pelo Pr. Cassiano. Esse fato é o único que apresentamos, fora de suas gestões. Na foto, também estão presentes os pastores José da Costa Menezes, Manoel Santana Lopes e Miguel Corrêa, todos aguardam a ressurreição do Senhor.

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2. Grandes batismos 

Primeiro grande batismo em Perus (SP).

O Espírito Santo agiu poderosamente e na primeira gestão, sob responsabilidade do Pr. Cassiano, foram realizados três grandes batismos. Destacamos dois deles. O primeiro ocorreu em 1980, quando igrejas da Grande São Paulo realizaram um batismo em Perus (SP) com a presença de 3 mil pessoas. Deste grupo, 211 foram batizados nas águas, e a pregação foi feita pelo saudoso líder.

O segundo grande batismo aconteceu em 22 de janeiro de 1981, em todas as igrejas e congregações no Brasil, e na Grande São Paulo, na cidade de Mairiporã, 1500 pessoas participaram e 103 almas foram batizadas para Cristo. A programação foi dirigida pelo Pr. Cassiano e o Pr. Daniel de Oliveira, que já dorme no Senhor. (Marcos que pontilham o caminho: Páginas 223 e 224)

 

3. Grandes eventos

Nos primeiros anos de suas gestões, impulsionado pelo poder de Deus e com o apoio dos demais pastores da Diretoria Geral, foi realizada a Passeata com Cristo, que distribuiu 60 mil folhetos em um dia no centro de São Paulo, com a participação de 3.500 promessitas. Em 1982, no Jubileu de Ouro da Igreja, 6 mil pessoas foram ao Ginásio de Esportes Paulo Machado de Carvalho, no Pacaembu, São Paulo, para comemorar os 50 anos da Igreja Adventista da Promessa, e assistiram à pregação “O Batismo no Espírito Santo”, realizada pelo Pr. Cassiano. (Marcos que pontilham o caminho – Páginas 225-227)

 

4. Liberdade para mulheres no púlpito

Em entrevista à “Revista IAP em Ação”, o pastor relatou que, pelo menos até 1986, havia resistência com a presença das mulheres no púlpito,  mas nesse ano, o ponto foi aprovado e as mulheres puderam utilizá-lo a partir de então.

 

5. Criação dos batistérios 

No ano de 1988, o Presbitério Geral estudou a possibilidade do batismo nos templos e, após um minucioso estudo bíblico, chegou-se à conclusão de que não havia contradição bíblica na realização da cerimônia em batistérios. O Pr. Cassiano realizou a cerimônia no primeiro batistério da denominação instalado na Promessa Jardim Aeroporto, em Campinas, na Convenção Paulista.

 

6. Educação Teológica

Outro fato importante durante as gestões do Pr. Cassiano foi a criação da Faculdade de Teologia Adventista da Promessa (FATAP), hoje conhecida como CETAP. Em 1994, a Junta Geral Deliberativa decidiu criar a instituição, e o pastor, conhecido por seu ardor doutrinário e por dar aulas nas instituições da igreja, foi o primeiro diretor da instituição de Teologia. (Marcos que pontilham o caminho – Páginas 183; 165)

 

7. Férias pastorais e berçários 

Em sua primeira gestão,  que começou na década de 1980, quando assumiu a presidência, logo institui as férias pastorais;  ele também deu autorização para a criação do primeiro berçário, em Vila Maria, deslocando a gráfica para Vila Medeiros.

 

Com toda convicção, existem muitos outros episódios que mostram que a vida do Pr. Cassiano foi vivida para o serviço do Reino, e certamente, eles virão à mente do leitor, fatos que mostraram a força de sua liderança e submissão ao Espírito de Deus, que agiu no homem que era servo e limitado, usando-o ousadamente para Sua glória.

 

Por: APC Jornalismo. 

DICAS DA LIÇÃO 04 – O sofrimento e o papel de Satanás

Confira as dicas para aula da Escola Bíblica: Dinâmica da resistência, vídeo “você realmente conhece o Diabo?”, dinâmica “escudo da fé” e Conceitos importantes. 

 

DICA UM

Dinâmica da resistência: Para o início do estudo ou aplicação da lição, aplique a dinâmica da resistência. Você vai precisar dos seguintes materiais: uma mesa, uma vasilha, uma sacola de papel vazia, uma caixa de leite vazia e uma jarra para encher de água.

Executando: Comece dizendo à classe que todos nós somos tentados e enfrentamos muitos sofrimentos, que podem ser resultado de ataques demoníacos. Em seguida, leia o texto de 1 Pedro 5:8-9.

Coloque os materiais na mesa para a dinâmica: a sacola, a caixa e a jarra d’água. Mostre aos alunos a sacola e a caixa, falando sobre os materiais que as duas são feitas e as diferenças em sua provável resistência.

Convide um voluntário para segurar a sacola enquanto a enche de água e pergunte até que ponto a sacola resistirá e se o papel absorverá a água. Em seguida, encha a caixa de papel e questione sobre sua resistência diante da pressão da água e quanto tempo ela vai resistir.

Após a demonstração, explique que, mesmo que a sacola de plástico não estoure, ela tem mais chances de isso acontecer. Aplique a dinâmica, enfatizando que há pessoas que cedem e absorvem tudo, assim como a sacola de papel, mas aqueles que vivem a fé em Cristo podem ser resistentes às tentações e ataques malignos.

Fonte: Blog Ministério com Adolescentes/Adaptado. 

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DICA DOIS 

Vídeo “Você realmente conhece o Diabo?”: Faça uma comparação sobre a identidade do diabo, de acordo com o item 1, e a imagem de satanás na Bíblia e na história, que aparece no vídeo. Utilize o filme como um suporte para explicar o que a lição diz sobre essa figura maldosa e que não se compara a Deus. Pergunte a visão dos alunos e enfatize a visão da Bíblia. 

 

DICA TRÊS

Dinâmica “escudo da fé”: Para ilustrar o ensino do item 2 da aplicação “resisti-lhes firme na fé”, cole um desenho de um “tiro ao alvo” na capa de uma Bíblia. Mostre a seus alunos e diga: ao olhar para esse alvo, certamente, nossa mente pensa em jogar alguns dardos nele. Faça uma reflexão dizendo que os valores bíblicos nos tornam um alvo, porém, mesmo com os ataques a que somos expostos, continuaremos firmes pois os valores da palavra de Deus são eternos. 

 

DICA QUATRO

Conceitos importantes: Há vários conceitos importantes nos tópicos do estudo desta semana, conceitos sobre a responsabilidade de satanás e os demônios (Página 30); a origem do pecado (item 1); Jesus é incomparável e quem destroi as obras do diabo (item 2); males causados não só pelo diabo (item 3); e o controle de Deus sobre o sofrimento (item 4). 

Por: Editora Promessa

 

 

Dicas da Lição 03 – O sofrimento e a soberania de Deus

Veja os recursos para professores da Escola Bíblica utilizarem na próxima aula: Duas perguntas importantes, relembrando fatos, vídeo – livro de Habacuque e um Infográfico. 

 

DICA UM

Duas perguntas importantes: Utilize para o começo de sua aula, duas perguntas citadas na introdução da lição, elas podem ajudar no ponto de partida da aula: “Onde está Deus nestas horas? Por que ele não responde às minhas orações?”. Se dirija a sua classe e confira se eles em algum momento de suas vidas já as fizeram. Após, diga-lhes que Habacuque foi um profeta que perguntou a Deus essas questões porém permaneceu crendo no Soberano. 

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DICA DOIS

Relembrando fatos: Para começar sua aula, use como ponte de interação a triste notícia da invasão da creche em Santa Catarina, que causou a morte de quatro crianças. Você pode perguntar a percepção que os alunos têm sobre esse caso e como a fé pode ajudar na reflexão de um caso como esse. Para ajudar, use a notícia publicada no Promessistas.org como base: De olho na notícia, de olho na Bíblia: 4 crianças foram mortas em creche de Blumenau (SC) Nesta matéria há um testemunho de um pai e um vídeo, que podem ser usados na aula. 

 

DICA TRÊS

Vídeo – livro de Habacuque: Para aprofundar seus conhecimentos e de seus alunos, sugerimos o vídeo Habacuque, ele conta em formato de mapa mental o contexto, mensagem e reflexões do livro que será a base do estudo três da série “Quando a vida fica difícil”. Você poderá usá-lo pelo menos de duas formas: estudando-o como material extra ou utilizando durante sua aula. O vídeo tem muitas informações que ajudam num estudo mais claro. Veja o vídeo a seguir:

(Observação: Caso não tenha datashow, envie por WhatsApp). 

DICA QUATRO 

Infográfico: Para ajudar no ensino, o infográfico abaixo traz as informações referentes ao item 3 “Um desfecho glorioso”, ele explica três verdades relacionadas à sentença divina. Você pode inserir a imagem nos slides, enviar pelo WhatsApp aos seus alunos ou imprimir o recurso. 

Por: Editora Promessa

 

 

Um novo lugar para os Dez Mandamentos

A lei ocupa um lugar de proximidade e total conectividade com aqueles que pertencem a Cristo, pois está gravada na mente daqueles que foram salvos.

 

Já parou para pensar onde foram parar as tábuas dos Dez Mandamentos? Aquelas recebidas por Moisés no monte Sinai, escritas pelo dedo de Deus, e que, depois de uma “segunda edição”, foram colocadas dentro da arca da aliança, cujo paradeiro até os dias de hoje é desconhecido? Sabemos que existem muitas especulações, porém, ninguém as encontrou.

Bom, talvez a curiosidade impulsione os estudiosos do assunto e empolgue aqueles que desejariam ver as pedras com a lei moral. Na antiga aliança, os mandamentos escritos pelo dedo de Deus e colocados na arca tinham uma ênfase praticamente externa aos adoradores.

 

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Com a vinda de Jesus Cristo e a descida do Espírito, pode-se dizer que essa busca chegou ao fim, pois a Bíblia dá indícios de onde estão, figuradamente, as tábuas da lei. Isso porque, se os dez mandamentos foram escritos em tábuas de pedra na antiga aliança, na nova aliança, em Cristo, eles estão escritos no coração: “Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.” (2 Coríntios 3:3)

Observe que Paulo não critica o conteúdo das duas tábuas; ao contrário, ele mostra que a lei de Deus não se resume apenas a atitudes exteriores. Agora, a lei atua no coração. Ou seja, ela ocupa um lugar de proximidade e total conectividade com aqueles que pertencem a Cristo, pois está gravada na mente daqueles que foram salvos.

Outra indicação de que os mandamentos estão no coração daqueles que creem em Jesus é que foi o Espírito Santo quem operou essa mudança nos crentes: “Porei as minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração. Eu serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.” (Hebreus 8:10)

Esses dois textos reforçam que os crentes em Jesus, salvos pela graça, a partir dessa obra divina, passam a desejar e a colocar em prática os mandamentos de Deus. Isso é possível porque a pessoa que acredita no Salvador se torna morada do Espírito Santo, que a ajuda a obedecer (Romanos 8:9; 2 Coríntios 6:16; Tiago 4:5).

Enquanto a antiga aliança agia externamente ao adorador, a nova aliança atua internamente, através do Espírito Santo. Uma mudança de dentro para fora. Não se esqueça: devido à graça, a lei está escrita em seu coração. É possível obedecer!

 

Assista: 

 

Por: Lições Bíblicas “Igreja em tratamento”. São Paulo: GEVC, 2017, p. 31.

Editado e adaptado por: APC Jornalismo. 

Dicas da Lição 02 – A bondade de Deus e o sofrimento

Veja os recursos para sua aula de sábado: Vídeo ‘O Problema do Mal’, Personagens da aula, Dinâmica da régua e o Exercício de memória.

 

DICA UM 

Vídeo ‘O Problema do Mal – Apologética Defensiva’: No vídeo indicado para essa lição, o autor do canal Teologueiros explora o problema do mal, que tenta questionar a existência de Deus. Ele explica que o mal não invalida a existência do Senhor, e nem é equiparável a Ele. Ao exibir o vídeo, peça à atenção da turma para os argumentos apresentados e como eles auxiliam na defesa da fé.

 

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Veja o vídeo a seguir: 

(Observação: Caso não tenha datashow, envie por WhatsApp). 

 

DICA DOIS 

Personagens da aula: A lição exemplifica a bondade divina e o sofrimento humano ao citar José e Jó como exemplos. No item 1, destaca-se a razão do sofrimento de José, mesmo que ele não o entendesse quando o experimentou. Por outro lado, no exemplo de Jó, no item 2, as razões por trás do seu sofrimento estão além da compreensão humana, pois Deus é soberano. Peça aos seus alunos que reflitam sobre esses personagens e compartilhem como veem o sofrimento e a ação de Deus em suas vidas, bem como o que aprendem com essas histórias para aplicar em sua jornada de fé.

 

DICA TRÊS

Dinâmica da régua: Para explicar a “necessidade” de Deus existir para que haja um padrão moral, você pode usar uma régua como exemplo durante a aula. Ao abordar o item três – Prova Contrária, mostre a régua e explique que ela é usada para medir coisas e não o contrário. A régua possui regras e estabelece um padrão de medida. Da mesma forma, Deus é o padrão moral, como menciona a lição: “Apenas se Deus existir, e se ele for bom e justo, e estabelecer o que é o bem e o mal, é que esses males realizados aos seres humanos se tornam fundamentalmente condenáveis” (Gn 9:6; Is 5:20).

 

DICA QUATRO

Exercício de memória: Para que seus alunos interajam em aula sobre a bondade de Deus, de acordo com o item 4 e a pergunta 4, peça que citem algumas coisas boas que lhes aconteceram no último mês, mesmo diante de situações difíceis, em seguida, diga para serem gratos a Deus, dizendo: “Muito obrigado, Deus bondoso!”. 

 

Por: Editora Promessa

 

 

O ritual do Lava Pés: o sentido desta cerimônia em nossos dias

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13:4-7)

 

O amor ágape é incondicional e poderoso. Esse amor recebido de Deus, nos impulsiona a amarmos os nossos semelhantes, apesar das diferenças e dificuldades relacionais que há entre nós. Ouvi de um certo pregador a frase: O AMOR é uma via de mão única, ele é uma conta a pagar e não a receber.” Não é a pessoa que está sendo amada que recompensa a quem ama, mas somente o próprio Deus o pode fazer. José do Egito é um exemplo bíblico de alguém que demonstrou o amor ágape, quando perdoou a traição dos irmãos, suprindo as necessidades materiais deles e de suas famílias.

 

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O amor ágape foi revelado a nós, em todo o tempo que esteve na Terra, por meio do Senhor Jesus. Quando Ele lava os pés dos discípulos, Jesus vai muito além de cuidar daqueles homens ali. O Senhor ensinou algo muito profundo.

Eu sempre questionei muito a Cerimônia do Lava Pés; entendi, por toda a minha vida, que se tratava de um ato que falava de um costume cultural dos tempos bíblicos, mas que, em nossos dias, não fazia nenhum sentido. Claro, o ato de lavar os pés uns dos outros retrata a humildade, uma vez que, nos tempos antigos, quem executava tal ação eram os menores servos de uma casa. Precisamos ser humildes! Tudo bem: lição aprendida! Mas, ainda não compreendia por que a Santa Ceia, acompanhada do Lava Pés, se tornava tão longa e, muitas vezes, enfadonha, em plenos séculos XX e XXI!

 

Em minha última participação na Ceia, em minha igreja, pratiquei o lava pés com uma irmã com quem não tinha nenhuma familiaridade. Na verdade, não me lembrava sequer de seu nome, mas tive uma experiência com o amor ágape incomparável, naquela manhã!

Como usualmente faço, ao ser anunciado o início da cerimônia do Lava Pés, coloquei-me na fila de mulheres, porque nunca vi a necessidade de escolher uma pessoa específica para isso. Naquela manhã de sábado, eu estava só na fila à entrada do recinto indicado, aguardando, quando uma jovem senhora a quem conhecia de vista, aproximou-se, também solitária. Eu perguntei se poderíamos formar uma dupla. Ela, então, com uma gentileza ímpar, disse-me que sim, que seria um grande prazer me acompanhar!

A irmã fez questão de iniciar o ato. Convidou-me a sentar e disse palavras que tocaram profunda e sobrenaturalmente meu coração. O Espírito Santo de Deus usou aquela mulher de forma impressionante. Ela não me disse palavras de profecia ou algo fenomenal, mas declarou, amorosa e docemente, bênçãos espirituais sobre minha vida e de minha família, com uma simplicidade e uma verdade tão profundas, que me emocionou demais!

Retribui a amabilidade e, ao terminar, nos abraçamos. Não sei quanto a ela, mas saí dali sentindo-me completamente repleta do amor de Deus. Você pode pensar: “Tudo bem, mas essa foi uma experiência pontual sua! A cerimônia do Lava Pés permanece fora de contexto cultural, em nossos dias! ”

 

Permita-me continuar: tempos depois da experiência acima relatada, ao pensar a respeito da profundidade do Amor Ágape, lembrei-me de Jesus, naquela sala, lavando os pés de seus discípulos, momentos antes de sua crucificação. 

O Senhor sabia quem eram os homens que estavam ali: conhecia a mediocridade dos irmãos Tiago e João, ao mostrarem-se preocupados com, no céu, quem se sentaria ao lado de Jesus à mesa; tinha ciência de que, mesmo depois de presenciar seus tantos milagres e feitos, Tomé somente creria na ressurreição quando visse o Cristo ressurreto frente a frente; sabia da covardia de Pedro que O negaria por três vezes; via o coração traidor de Judas e sabia que, na cruz, todos O deixariam e estaria só. 

Naquele momento do Lava Pés, o Senhor também me conhecia, com minhas deficiências, falhas e vergonhas. Mas, mesmo ciente de tudo, na plenitude do Amor Ágape, o Senhor amou aqueles homens e amou a mim. O Senhor escolheu prosseguir com sua missão de resgatar homens e mulheres imperfeitos, pagando por suas dívidas com a própria vida.

O Salvador ajoelhou-se diante daqueles homens repletos de falhas e os serviu. Assim, nos ensinou que O amamos quando vivemos em função de ajudarmos, servirmos e ampararmos uns aos outros, independente de qualquer circunstância. 

Então, na próxima oportunidade que tivermos, antecedendo a Santa-Ceia, ao prostrarmo-nos ajoelhadas diante de uma irmã, ao lavar seus pés, que façamos primeiramente como um ato de profunda gratidão ao Senhor, por nos amar tão intensa e incondicionalmente. O façamos em adoração viva ao rei Jesus, derramando ali, todo o nosso amor e desejo de O servir com nossa vida, enquanto houver fôlego em nossos pulmões. 

Também nos abramos ao Espírito Santo para que Ele possa nos usar como um instrumento de seu amor para com a pessoa a quem estivermos servindo. Que no toque de nossas mãos em seus pés, nas palavras de oração que dirigirmos por sua vida e por sua família, no abraço que daremos, ao finalizarmos a cerimônia, que o Senhor Jesus possa tocar, falar e abraçar aquela serva querida, por quem Ele entregou Sua vida.

 

João 13:13-16: [Disse Jesus:]”Vocês entenderam o que eu acabei de fazer a vocês? 13 Vocês me chamam de Mestre e Senhor e têm razão, pois eu o sou. 14 Se eu, que sou Senhor e Mestre de vocês, lavei os seus pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros. 15 Eu fiz isto para servir de exemplo a vocês. Assim, como eu fiz a vocês, também façam uns aos outros.” 

Por: Simone Bastos da Silveira.

 

Assista:

Os cristãos diante da homossexualidade

Nosso desafio é acolher sem ser omissos, tendo paciência e confiando que Deus pode mudar corações. 

A Bíblia possui um ensino claro e direto contrário à homossexualidade. São vários os textos bíblicos que tratam do assunto (Gn 19.4-7; 2Pe 27; Jd 7; Lv 18.22; 20.13; 1 Co 6.9; 1 Tm 1.10; Rm 1.24-27). Os textos não deixam dúvidas de que a prática homossexual é um pecado, condenado pela Escritura. Dar vazão aos desejos homossexuais contraria a vontade de Deus. 

De todos esses textos, destacamos o da carta de Paulo aos Romanos, talvez, um dos mais fortes contra esta prática. Neste trecho, o apóstolo trata de como os seres humanos negaram a Deus e rejeitaram sua revelação (Rm 1.18-23). Em razão disso, o criador os entregou às paixões desonrosas (Rm 1.24-25). Uma das manifestações destas paixões é a homossexualidade. O apóstolo Paulo apresenta ao menos cinco características do pecado da homossexualidade em Romanos 1.26-27: 

1) É uma paixão vergonhosa: por isso, Deus os entregou às paixões desonrosas (v.27a); 

2) É uma distorção do padrão divino da prática sexual: porque até as suas mulheres substituíram as relações naturais pelo que é contrário à natureza (v.27b); 

3) São práticas baseadas em desejos contrários à natureza: os homens, da mesma maneira, abandonando as relações sexuais com a mulher, arderam em desejo sensual uns pelos outros (v.28a); 

4) Uma ação indecente: …cometendo indecência (Rm 1.28b);

5) Um erro de conduta ou desvio do caminho, que traz consequências: recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro (Rm 1.28c).

 

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Dicas da Lição 01 – Por que existe o sofrimento?

 

O que Cristo faria? 

A homossexualidade altera o padrão divino e distorce “a ordem divina para a prática sexual” (Rm 1.26)¹. As relações sexuais foram idealizadas por Deus para uma união entre um homem e uma mulher, no contexto do casamento (Gn 2.24; Mt 19.5). Quem tem a Bíblia como sua regra de fé e conduta não pode fugir desta conclusão: a homossexualidade é uma prática pecaminosa e os desejos homossexuais devem ser combatidos. 

 

Um pecado, mas não o pior – Mas, ressaltamos que estamos falando de um pecado grave, mas não do pior dos pecados. Toda imoralidade sexual é pecado (Rm 1.24-32; 1 Co 6.9-10; 1 Tm 1.10). Perceba que sempre que a Bíblia fala da homossexualidade, a coloca junto com outros pecados. Não podemos achar que este é o pior dos pecados, pois, isso pode acabar nos afastando das pessoas que estão lutando contra este comportamento. Quem comente o pecado da homossexualidade também é alvo do amor de Deus e do sacrifício redentor de Cristo! 

Inclusive, o evangelho fala de pessoas que abandonaram a prática homossexual. Escrevendo para a igreja de Corinto, Paulo diz que aqueles que se submetem às práticas homossexuais e aqueles que as praticam não herdarão o reino dos céus (1 Co 6.9- 10). Ele diz na sequência: “Alguns de vós éreis assim. Mas fostes lavados, santificados e justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus” (1Co 6.11 – grifo nosso). Havia cristãos, em Corinto, que conseguiram vencer os desejos pecaminosos e abandonar as práticas homossexuais. 

Por isso, cremos que, pelo poder do evangelho e com a ajuda do Espírito Santo, é possível sim, para um homossexual, vencer os seus desejos e práticas sexuais contrários à natureza e voltar a ter desejos heterossexuais. A graça de Deus educa nossas paixões, nos ensinando a dizer “sim” e a dizer “não” (Tt 2.11-14). É óbvio que isso não é tão simples. Esse processo não acontece com todos os que se converterem a Cristo, instantaneamente, da noite para o dia. Pode levar tempo. 

Com a conversão, entramos no processo de santificação. Em alguma medida, a maioria de nós tem pecados contra os quais lutamos por muito tempo, mesmo depois de convertidos. Algumas pessoas, talvez, terão de lutar por toda vida contra os desejos homossexuais para manter seu corpo e sua mente puros. Este caminho pode ser bem menos angustiante se elas encontrarem apoio na igreja onde servem a Cristo. 

 

Importante – Em vez de abrirem a boca para fazer piadas contra gays e lésbicas, os cristãos deveriam abrir os braços para acolhê-los. A igreja não cumprirá o seu papel se apenas argumentar contra a homossexualidade. Precisa oferecer apoio e encorajamento. Caminhar com aqueles que estão lutando contra este pecado e ajudá-los a suportar suas lutas, oferecendo amizade e companheirismo. 

Este é o chamado da igreja. Ela deve amar o homossexual e apresentar-lhe a poderosa mensagem do evangelho. Enfim, a igreja deve agir como Cristo. O que Cristo faria ao deparar-se com um homossexual? Ofereceria acolhimento ou preconceito? Iria lhe apresentar o evangelho confrontando sua prática, ou o deixaria no pecado sem alertá-lo? Nosso desafio é acolher sem ser omissos, tendo paciência e confiando que Deus pode mudar corações. 

Oremos para que Deus nos ajude a amar o nosso próximo, aqueles por quem Jesus morreu, especialmente os que a cultura, secular ou eclesiástica, diz que não deveríamos nos importar e nem amar (Lc 10.25-37). Isso é o que Deus espera de nós. Afinal de contas, se Cristo morreu por nós, perdoou nossas transgressões e transformou a nossa vida, não há ninguém que ele não possa transformar!

 

Leia o texto completo no site da Revista O Clarim: https://abrir.link/zsoFz 

Por: Pr. Eleilton Freitas | Vice-Presidente da Convenção Geral das Igrejas Adventistas da Promessa, Mestre em Teologia e Diretor da Editora Promessa. 

Publicado originalmente: Revista O Clarim “O desafio da homossexualidade”. Ministério de Mulheres da Convenção Geral, edição 70, 2018, pp. 38-41. 

Editado por: APC Jornalismo. 

Assista: 

 

Referências: 

CRAIG, W. L. Apologética para questões difíceis da vida. São Paulo: Vida Nova, 2010. KELLER, T. Romanos 1-7 para você. São Paulo: Vida Nova, 2017. SANTOS, V. da S. Uma perspectiva cristã sobre a homossexualidade. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. STOTT, J. A mensagem de Romanos. São Paulo: ABU, 2000.

1 – Santos (2006, p. 41). 2 – Stott (2000, p. 85).

“Em vez de pegar peixes, às vezes pego cadáveres”, declarou pescador tunisiano

As palavras do pescador lembram palavras de Jesus; entenda 

 

Uma declaração de um pescador tunisiano chamou a atenção esta semana. Oussama Dabbebi disse em entrevista à BBC: “Em vez de pegar peixes, às vezes pego cadáveres. Na primeira vez, tive medo, depois, aos poucos, me acostumei. Depois de um tempo, tirar um cadáver da minha rede é como pegar um peixe.” A frase revela uma crise migratória vivida pela Tunísia,  presidida por Kais Saied, acusado de usar, entre outros motivos, os refugiados para justificar uma crise econômica vivida pelo país. O litoral da nação tem servido de passagem para migrantes vindos de vários países africanos chegarem à Europa. 

 

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Números divulgados pela agência de refugiados da ONU apontaram que 24 mil pessoas deixaram a costa do país, de janeiro a abril deste ano, e chegaram à Itália em barcos improvisados. Outra tragédia recente, desta vez partindo da Líbia, deixou pelo menos 78 mortos e cerca de 500 desaparecidos no Mar Mediterrâneo.

A reportagem revelou ainda que, num período de duas semanas no início deste ano, os corpos de mais de 200 migrantes foram retirados deste mar, e mais de 27 mil pessoas morreram tentando cruzá-lo desde 2014. Não à toa, o líder da Igreja Católica, o Papa Francisco, chamou-o de “o maior cemitério da Europa”.

 

As palavras do pescador tunisiano: “Em vez de pegar peixes, às vezes pego cadáveres”, lembraram-me das palavras de Jesus: Venham comigo, e eu os farei pescadores de gente”. (Mateus 4:19 NAA). As primeiras são uma declaração do pecado e injustiça humana, as segundas são uma declaração de resgate, esperança e propósito para a humanidade. 

Diante do caos causado por regimes políticos mesquinhos e gananciosos para com sua população, pessoas tentam encontrar terra, chão e um lar para viver e trabalhar, no entanto, perdem suas vidas nesta jornada. Mas o que podemos fazer, além de usar a poderosa arma da oração, capaz de deter governos e garantir tempos de paz e tranquilidade (1 Tm 2:1-4)? 

 

Podemos ser a rede de Jesus, que é lançada para salvar homens e mulheres vivos fisicamente, ressuscitá-los espiritualmente, com a regeneração do Espírito, por meio do ensino da Palavra de Deus, amenizar seus sofrimentos, como a fome, a nudez, as injustiças sociais, e dando pão, vestes e educação para que sejam alcançados pelo Evangelho integral de Cristo. 

Esse compadecimento por refugiados, e por todos aqueles que necessitam do Evangelho, é um desafio que não está somente confinado ao Mar Mediterrâneo, mas nas esquinas das cidades de diversos países Brasil afora, onde podemos encontrar refugiados. É necessário, antes de qualquer discurso político e justificativa de não ajudá-los, lembrar das palavras ditas por Deus, ao Israel da antiga aliança: “Por isso, amareis o estrangeiro, pois fostes estrangeiros na terra do Egito.” (Deuteronômio 10:19)

Só assim (mas não tão simples assim), até que Jesus retorne, esse dilema da migração DIMINUIRÁ, e tantos homens e mulheres serão pescados vivos na rede do Evangelho. Porém não devemos esquecer que Deus há de fazer justiça diante de toda injustiça em nosso mundo, e que muitos estrangeiros que creram no Senhor e morreram em busca de um novo começo, entrarão vivos no novo Céu e nova Terra, após o retorno de Cristo, onde encontrarão sua pátria definitiva. 

 

Assista:

 

 

Por: Andrei Sampaio Soares/APC Jornalismo. 

Com informações: BBC.

O que adianta? Reflexões sobre o Submersível Titan

Podemos entrar no avião, no submarino e até no foguete para o espaço, mas não podemos ir sem Jesus, pois Ele é a ressurreição e a vida.

 

Vemos hoje um triste desfecho na história de cinco homens ricos que entraram no submersível Titan para “passear” no fundo do Oceano Atlântico, a fim de ver os destroços do navio Titanic. Devido a problemas no submarino, eles perderam suas vidas! A Guarda Costeira dos Estados Unidos confirmou as mortes e encontrou destroços nesta quinta-feira (22) nas áreas de busca, a quase quatro mil metros de profundidade.

Foto: Divulgação/Internet.

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Segundo as agências de notícias, as mortes foram confirmadas pela Guarda Costeira americana: o CEO e fundador da proprietária do submersível, a OceanGate, Stockton Rush; o empresário paquistanês Shahzada Dawood e seu filho Sulaiman Dawood; o empresário bilionário e aventureiro britânico Hamish Harding; e o mergulhador francês Paul-Henri Nargeolet.

Parte do mundo ficou triste e até abalada com as perdas! A morte é cruel desde o Éden: ela não respeita idade, raça, sexo ou condição social. Ela é real e pavorosa. “O que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mc 8:36). Essa pergunta foi feita por Jesus e é muito oportuna. O dinheiro não compra a salvação, não nos dá passaporte para a eternidade, não traz oxigênio no fundo do mar!

 

O que adianta?

No sermão da montanha, Jesus disse que devemos juntar tesouros no Céu, onde os ladrões não roubam e as traças não corroem (Mt 6:19,20). Não estou aqui fazendo apologia à pobreza nem contra a prosperidade. Talvez esteja falando com pessoas que teriam muitos motivos para reclamar da vida por terem uma situação financeira bastante limitada, mas são pessoas felizes, que acordam todos os dias com um sorriso largo e um coração grato a Deus.

Podemos entrar no avião, no submarino e até no foguete para o espaço, mas não podemos ir sem Jesus, pois Ele é a ressurreição e a vida. Quem nele crê, mesmo que esteja morto, viverá (Jo 11:25,26). Ele é vida suficiente; nosso Salvador, nosso Redentor, nosso resgate, nossa maior riqueza, nosso oxigênio.

Não adianta viver sem Ele!

 

Assista:

 

Por: Pb. Thiago Braga |  Teólogo e congrega na Promessa Benguí, em Belém do Pará. 

Editado por: APC Jornalismo. 

Com informações: CNN Brasil.

Não guarde o sábado na gaveta

Imagine um celular de última geração, daquela marca que você sempre sonhou e desejou ter, e que finalmente consegue comprar. Agora pense que, após adquiri-lo, você resolve deixá-lo guardado na gaveta. Conseguiu visualizar? Ter algo tão valioso e não desfrutar de seus benefícios? Pois é, assim muitos cristãos têm feito com relação ao sábado, o dia do Senhor. O têm guardado na “gaveta” de seus pensamentos.

O sábado, todavia, foi instituído para que os salvos em Cristo Jesus demonstrem que estão em aliança com seu Criador (Ez 20:20). Pessoas de todas as nacionalidades e de diferentes gerações são convocadas a expressar seu amor, sua fé e sua obediência, assim como as discípulas que descansaram conforme o mandamento após a ressurreição do Salvador (Lc 23:56).

 

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Ao falar do sábado ao povo israelita e aos estrangeiros, Isaías indicou algumas bênçãos que Deus daria aos que o obedecessem, demonstrando seu compromisso com o Senhor por meio da guarda do sétimo dia: “Aos estrangeiros que se aproximam do Senhor para o servir e para amar o nome do Senhor, sendo deste modo servos dele, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a minha aliança” (Isaías 56:6 NAA).

O profeta ensina que se aproximar de Deus é o primeiro gesto que o Senhor espera depois de ouvirmos sua voz, pois a salvação em Cristo antecede a obediência aceitável ao Pai celestial. Com isso, compreendemos que a obediência aos mandamentos é uma consequência natural para aqueles que foram salvos em Cristo.

Isaías também ensina que o sábado é uma bênção para todas as gerações e épocas, e para pessoas de todos os povos, línguas e nações. Não é apenas o dia dos judeus, mas o dia do Senhor. Portanto, devemos nos deleitar e aproveitar o sétimo dia da semana.

No entanto, na prática, às vezes não agimos com essa coerência. Guardamos o quarto mandamento na gaveta. Contudo, lembre-se: o sábado é um mandamento para o nosso tempo. Não atribua a esse dia um status inferior. Que tal tirá-lo da gaveta e vivenciá-lo com todo nosso coração e alegria, desfrutando de seu tempo? Com certeza, teremos muitas bênçãos para compartilhar!

 

Assista:

Por: APC Jornalismo.

Dicas da Lição 11 – Uma comunidade que é luz em meio às trevas

Para a aula da Escola Bíblica, apresentamos: um vídeo dos tempos bíblicos, a dinâmica ‘quadro do tempo’, o vídeo para contextualizar e uma pergunta importante; confira. 

 

DICA UM

Vídeo tempos bíblicos – 2 Tm 3:1-5: Uma dica para abrir sua aula é compartilhar o vídeo abaixo que mostra cenas de filmes bíblicos, onde Paulo escreve a Timóteo, que lê suas cartas e alerta sobre os últimos dias. Após a exibição, você pode perguntar: “Ao ouvir esta leitura, o que esperar dos últimos dias?”. 

(Obs.: Caso não tenha datashow em sala, envie via WhatsApp ou Telegram a seus alunos e alunas). 

 

Veja aqui: 

 

DICA DOIS

Dinâmica ‘quadro do tempo’: Para ensinar sobre o item 1 – Degradação humana, utilize a imagem ilustrativa (abaixo) – quadro do tempo, com as características dos “últimos dias”, revelado pelo Espírito a Paulo. Ao imprimir o quadro, de preferência num papel fotográfico, comece perguntando: “Você conhece esse quadro?”; em seguida, passe a imagem de mão a mão e, à medida que seus alunos forem vendo, diga que façam apontamentos sobre o cenário descrito. Ao final enfatize: “É um retrato dos nossos tempos, por isso o alerta paulino em 2 Tm 3:1-5”. 

Imagem para download: 

Quadro dos últimos dias_Editora Promessa

 

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DICA TRÊS

Vídeo para contextualizar: Para tratar os itens 2 e 4, que mostram o engano religioso dos últimos dias, sugerimos que o professor (a) mostre aos seus alunos o vídeo – Engano religioso -, de Hernandes Dias Lopes; ele explica como os últimos dias funcionam. Ao mesmo tempo, ele aponta as soluções dadas pelas Escrituras. Ao final do vídeo, faça uma lista de situações sobre o engano religioso, de doutrinas falsas que mais se veem na internet e como combatê-las.

 

Assista o vídeo aqui:

Obs.: caso não tenha Datashow, envie no WhatsApp ou Telegram de seus alunos e alunas. 

 

DICA QUATRO

Pergunta importante: Não deixe de debater em classe a última pergunta da lição, ela traz uma reflexão necessária para seus alunos agirem. A pergunta é a seguinte: 

Comente com os demais alunos como a corrupção religiosa e a perseguição em nossos dias, por vezes, nos inibem de evangelizar e como fazer para pregar a Palavra em todo tempo.

Você pode abordar: Já deixaram de falar de Jesus por causa de algum escândalo de membros e líderes? Se sim, como mudar este cenário e não deixar de compartilhar o Evangelho? Ajude-os nessa reflexão. 

 

Por: Editora Promessa. 

 

DICAS DA LIÇÃO 10 – Uma comunidade com cristãos engajados

Confira as dicas para sua aula de Escola Bíblica: Conceito – o que é engajamento?, dinâmica salva-vidas, contextualização e imagens ilustrativas. 

 

DICA UM 

Conceito – O que é engajamento?: Nada mais atual para alguns de seus alunos e alunas, que a palavra engajamento, por isso, nossa sugestão é que você inicie sua aula perguntando o que é engajamento; depois, dê o seguinte conceito: 

Engajamento é um conceito que representa a proximidade entre uma empresa e os consumidores. Ou seja, o quanto essas duas partes se relacionam e interagem de forma natural. Portanto, na prática, quanto maior o engajamento, mais próximas estão as duas partes e, teoricamente, maior será a relevância da sua marca.” (saiba mais: Engajamento: o que é, para que serve e como aumentá-lo?).

Após esta ponderação, comece a introdução que uma igreja em modo missão é engajada com a palavra de Deus e com sua missão, ou seja, ela tem compromisso com os objetivos traçados pelo seu Senhor, exatamente do que vai tratar o estudo 10. 

 

DICA DOIS

Dinâmica salva-vidas: Para explicar o item 1, que fala sobre ‘compromisso com a fé’, utilize alguns objetos que ilustram nossa necessidade da graça de Deus, como: colete salva-vidas, salva-vidas ou uma bóia. Com estes objetos, ensine sobre a necessidade que uma pessoa tem de ‘usá-los’, quando não sabe nadar ou precisa de socorro. 

Após essa explicação, diga que da mesma forma, os seres humanos precisam da graça de Deus, então uma igreja em modo missão, precisa reforçar seu compromisso com essa mensagem. Ao final, cite os seguintes textos bíblicos:

  • Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. (Hebreus 11:6)
  • Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (João 15:5)

 

DICAS TRÊS: 

A importância de um tutor: Para ensinar sobre ‘compromisso de discipulado’, a lição fala sobre o papel de um ‘treinador’, assim, você pode aproveitar e perguntar à classe sobre professores e técnicos de times: sua função e importância no ensino e preparo das pessoas, e assim, faça conexão com o papel dos discipuladores e a importância de igrejas comprometidas com o discipulado.

 

DICAS QUATRO: 

Imagens ilustrativas: O item 3, que fala sobre o ‘compromisso com o chamado’, mostra três imagens que Paulo usou para falar do compromisso que os discípulos de Cristo devem ter com Ele, consigo mesmo, com os eleitos (item 4), com o ensino (item 5) e a santidade (item 6); Ponha estas imagens nos slides ou envie-as aos seus alunos para explicação na aula. 

Por: Editora Promessa.