Uma razão ou uma desculpa?

Já reparou que muitas pessoas dão um monte de desculpas para não ir à igreja?

 

Uma razão é algo que oferecemos quando não somos capazes de fazer alguma coisa, e uma desculpa é algo que oferecemos quando não queremos fazer alguma coisa e queremos nos livrar dela. Já reparou que muitas pessoas dão um monte de desculpas para não ir à igreja? Vamos olhar para o comprometimento que os fãs de futebol têm, por exemplo, como eles torcem pelo seu time, independente das circunstâncias ou das condições climáticas. Vestem-se com as cores do time e até mesmo pintam seus rostos, realmente investem, e quando sai um gol, gritam de emoção! E se as pessoas fossem assim na igreja, nunca faltando a um culto, nunca perdendo uma oportunidade de adorar? 

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E se as pessoas oferecessem as mesmas desculpas para não ir aos jogos, como fazem para não ir à igreja? Pense o quanto iria soar ridículo: “Olha, não vou mais para os jogos, porque as pessoas que se sentam ao meu redor são hipócritas; É muito lotado.” Ou: “Os bancos são muito desconfortáveis; É muito difícil encontrar um lugar para estacionar.” E ainda: “O técnico nunca veio falar comigo pessoalmente; Li um livro sobre futebol, e acho que sei mais do que o técnico; Meus pais me levaram para um monte de jogos quando eu era pequeno, então simplesmente não quero mais ir.” E que tal estas desculpas?

Duvido que você algum dia ouça essas desculpas para faltar a um jogo de futebol, mas isso é o que as pessoas dizem para não irem à igreja. Elas podem ter um monte de desculpas para oferecer, via de regra, e nenhuma razão. 

Por isso, temos uma razão, um mandamento para obedecermos a vontade do Senhor sempre que tivermos oportunidade de nos reunir: “Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia.” (Hebreus 10:25)

Por: Dsa. Andrea Nunes.

Fotos por: Promessa Santana/Reprodução.

Assista na TV: 

DICAS DA LIÇÃO 03 – Não seguimos fábulas

Saiba qual o vídeo e as dinâmicas para sua aula do próximo sábado. 

 

DICA UM: VÍDEO Burj Khalifa | Os segredos de sua fundação incrivelmente forte

Escolhemos um vídeo que explora a construção do Burj Khalifa, um arranha-céu em Dubai, para destacar a incrível profundidade de seu alicerce, assim como deve ser o discipulado na fé. Você pode iniciar sua aula compartilhando o vídeo completo ou uma parte significativa dele. Em seguida, explique que da mesma forma que um edifício alto requer uma base sólida para sustentação, nossa fé também precisa de uma base robusta nas escrituras para nos mantermos firmes. Link do vídeo: 

DICA DOIS: Explicação do termo “fábulas”

No item 3, há uma explicação do que é fábula, com base no termo que aparece em 2 Pe 1:16: “A palavra grega utilizada aqui é mythos, que podemos traduzir por mitos, histórias inventadas ou fábulas.” 

Após ler esse trecho e o texto bíblico, pergunte para seus alunos quais exemplos de fábulas famosas eles conhecem. Em seguida as respostas, diga que uma das características dessas histórias é começar com um “era uma vez”. Como escreveu o teólogo Tim Keller: “Assim começam os contos, lendas, mitos e a Guerra nas estrelas. ‘Era uma vez’ sinaliza que provavelmente a história não aconteceu ou que não sabemos se aconteceu (…).”*

Aí termine dizendo que, quando Pedro argumenta sobre ter sido testemunha de Jesus, que Paulo fala sobre quase 500 pessoas terem visto o Senhor ressuscitado (1 Co 15:5), mostra que o Evangelho é substancial, verdadeiro e digno de confiança, diferente das famosas fábulas que conhecemos, ou de crenças embasadas em sonhos e visões. 

Você pode utilizar essa dinâmica, na introdução ou no item 3 do estudo. 

*Keller, Timothy. O natal escondido. Tradução: Jurandy Bravo. São Paulo: Vida Nova, p. 36.

 

DICA TRÊS: Fé gelatinosa x fé sólida

Você pode ilustrar a necessidade de ter uma base sólida de fé, tema do estudo e, principalmente, dos temas 1 e 2, aplicando a dinâmica Fé gelatinosa x fé sólida. Para a realização, utilize uma gelatina feita ou uma slime e coloque-a em uma bandeja ou tampa (elas devem está em um formato de bolo ou algo parecido; uma Bíblia; um objeto com um peso (pode ser um boneco, ou um livro e etc.). 

Para aplicar, comece a explicar que há vários tipos de base onde é possível construir a fé, dependendo do ensino: com as fábulas, a fé é construída sobre uma base gelatinosa, e em seguida, ponha o objeto em cima e veja o que ocorre; após isso, coloque o objeto sobre a Bíblia e veja a consistência da formação da fé com a Palavra de Deus, elas é uma base segura e sólida. 

Após executar a dinâmica, explique: é bem óbvio essa ilustração, mas no dia a dia não. Muitas vezes nos alimentamos por conteúdos sobre um Jesus que não é bíblico, vindo de coaches, teólogos e líderes que ensinam com base apenas em experiências que, apesar de parecerem sobrenaturais, nos afastam do Senhor. Por isso, conheça mais Jesus e as escrituras com base na Bíblia.

Por: Editora Promessa. 

DICAS DA LIÇÃO 02 – Participantes da natureza divina

Veja os recursos para aula de sábado na Escola Bíblica da sua igreja local. 

 

DICA UM: Recurso ilustrativo

Leve um jaleco para a sua aula e chame-o de “nova natureza”. Pergunte aos seus alunos qual a utilidade dele em algumas profissões, em qual momento é apropriado usá-lo e, em seguida, peça ao proprietário da peça que o vista e explique: assim como o profissional utiliza o jaleco no exercício da profissão, o cristão, transformado pelo Espírito, tem dentro de si a “nova natureza” em Cristo, que o capacita a viver de uma maneira renovada. (Aplicável no item 1)

 

DICA DOIS: Dinâmica ‘Receita da Graça’

Monte um pequeno cenário com uma mesa, uma vasilha de tamanho médio e um avental. Escreva em tiras de papel as ‘qualidades do crescimento’: fé, virtude, conhecimento, domínio próprio, perseverança, piedade, fraternidade e amor. Distribua as tiras entre os seus alunos antes de iniciar a dinâmica ou a aula.

Para realizar a dinâmica, coloque o avental, posicione-se atrás da mesa e do recipiente onde depositará os “ingredientes” para uma fé produtiva. No momento da aplicação, ao chamar cada qualidade, peça que os alunos com os papéis correspondentes venham, expliquem e depositem-na na vasilha, como se estivessem criando uma receita. Quando todos os alunos terminarem, pegue a vasilha e destaque que essa “receita da graça”, com todos esses ingredientes, resulta em uma vida cristã em crescimento.

Finalize com as seguintes palavras da lição: “Somos instigados pelo Espírito Santo a buscar, valorizar e defender as qualidades transmitidas pelo apóstolo em sua carta”. Ao concluir, leia 2 Pedro 1:5-7 e prossiga para outro momento da aula.

 

DICA TRÊS: Imagem – ‘Receituário para o crescimento espiritual’

O estudo, em seu item 4, ensina com base em 2 Pedro 1:8-10 que as práticas das virtudes ensinadas no item anterior previnem três situações negativas. Se as vivermos, superaremos a improdutividade, a cegueira espiritual e o tropeço. Essas práticas constituem um maravilhoso receituário para aqueles que desejam ultrapassar obstáculos. Compartilhe a imagem para download.

Por: Editora Promessa. 

 

Ainda dá tempo de vivenciar um “Réveillon” em sua vida

Apesar de a virada do ano ter passado e o novo ano ter começado, é interessante refletir sobre o significado da palavra “réveillon”. De origem francesa, o termo é derivado do verbo réveiller, com o sentido de “acordar” ou “despertar do ano”. No século 17, era utilizado para descrever longos jantares que se estendiam pela noite entre nobres franceses, na véspera de datas importantes. Com o tempo, o festejo foi gradualmente associado ao final do ano.

Assim, a festa da virada se espalhou pelo mundo, ocorrendo da noite de 31 de dezembro para o amanhecer de 01 de janeiro de cada ano. Apesar de não haver nada de mágico nessa mudança, ela se torna um marco, um período de reflexão. Muitas vezes, após a virada, olhamos para trás e percebemos que promessas não foram cumpridas, planos foram deixados de lado, e a vida permanece a mesma.

Durante uma cobertura após a virada, a repórter da TV Globo de Recife (PE), Bianka Carvalho, expressou a necessidade de uma mudança para o novo ano: “De nada adianta virar o calendário e fazer disso apenas um símbolo de virar a folhinha. Para que serve virar o ano, se não tentarmos virar a vida? Se não tentarmos ser melhores e deixar para trás aquilo que não desejamos mais? Tentar ser melhores e fazer deste mundo um lugar mais bonito para todos.”

Apesar de o réveillon ter passado, ainda é possível vivenciar um “Réveillon” em sua vida. Você possui o tempo presente para viver de maneira diferente, adotando novas posturas, conforme sugerido pela repórter. Se pensarmos na transformação do Evangelho, que é o poder de Deus, podemos experimentar uma mudança profunda em nossa existência. Conforme Paulo destaca, ao receber Cristo como Salvador, … se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.”  (2Co 5:17).

A palavra “nova” que está no texto vem do grego kainos e refere-se a algo renovado, um novo começo, uma mudança do mal para o bem. Essa mesma expressão é utilizada para descrever os novos céus e a nova terra, como aparecem em Ap 21:1, aqui, demonstra o poder transformador do evangelho na vida daqueles que se rendem a Cristo. Essa transformação começa de dentro para fora, iniciando-se no presente, no encontro com o Salvador, e alcançando plenitude no retorno do Senhor.

Portanto, sempre que alguém nasce de novo em Cristo, ocorre um “Réveillon”, uma passagem da velha vida para a nova vida. Não se trata apenas de uma virada de calendário ou da expectativa de um culto especial, mas acontece toda vez que o coração se abre para o Evangelho transformador do Salvador, a qualquer momento em que se abraça a fé nele.

Se você ouvir a voz do Senhor, abra seu coração para um “Réveillon” de graça interior. Uma vida de festa, de luzes e de alimento espiritual aguarda você em Cristo Jesus: “Por isso é que se diz: ‘Desperte, você que está dormindo, levante-se dentre os mortos, e Cristo o iluminará.’” (Ef 5:14)

 

Por: APC Jornalismo.

Com informações: Revista Super Interessante e Bíblia Palavra-chave Hebraico e Grego (CPAD). 

Tempo de manifestar gratidão!

Descubra maneiras de expressar essa qualidade que deve ser evidenciada no seu ambiente!

 

Você precisa ser grato! Não apenas pelo que recebe, mas porque essa atitude é uma qualidade de quem é verdadeiramente cristão. Paulo, após dizer que a paz de Deus, que recebemos por meio da fé em Jesus Cristo, deve orientar nosso coração e nossas relações na igreja, deu a seguinte recomendação: “Sede agradecidos!” (Colossenses 3:15)

Na pequena recomendação apostólica, há duas palavras de grande ensinamento. A primeira é “sede” (grego: gínomai), palavra relacionada à ação de tornar-se algo, revelar-se, manifestar-se. No caso, esse verbo está ligado à palavra citada pelo apóstolo a seguir: “Agradecidos”, em grego eucháristos, de onde deriva nossa a palavra eucaristia, que é traduzida como ação de graças, agradecer, gratidão.

O interessante é que na língua original, trata-se de um adjetivo; ou seja, ser agradecido é uma qualidade que deve ser exercida diante de Deus a partir da fé em Jesus Cristo. “Sede agradecidos” quer dizer que você fará de tudo para agir de forma grata, tanto para com Deus, com os irmãos e irmãs de fé, quanto na família, e em ambientes como o trabalho e educacionais.

Nessa época de fim de ano, geralmente fazemos um balanço dos acontecimentos do nosso ano: pensamos nas bênçãos, nas conquistas, nos desafios vencidos e na própria superação de um ano difícil. Portanto, ainda dá tempo de manifestar sua gratidão: seja a Deus, louvando, testemunhando, compartilhando, ofertando; seja às pessoas, abraçando, dando presentes, animando com palavras, mudando atitudes ofensivas para agradecidas. É tempo de “virar” as atitudes da negação da ajuda e presença do outro para “virar” uma pessoa mais grata por tudo, pela vida, pela salvação.

ASSISTA TV:

Por: APC Jornalismo. 

Foto: Freepik|Reprodução.

Você não precisa esperar o Réveillon para tomar a decisão mais importante

Você não precisa esperar o Réveillon para tomar a decisão mais importante. Aquela que definirá o seu destino futuro, mas que já tem impacto no presente. Nas Escrituras Sagradas, a Bíblia, uma expressão de oportunidade aparece ao longo de suas páginas. A expressão é a palavra “Hoje”. No Antigo Testamento, uma passagem que mais salta aos olhos é aquela dita por Moisés ao povo de Israel, em Deuteronômio 30:19: “Hoje tomo o céu e a terra por testemunhas contra vocês, que lhes propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolham, pois, a vida, para que vivam, vocês e os seus descendentes.”

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No Novo Testamento, Hebreus tem muitas menções à palavra hoje, entre elas a que está em Hb 3:7-8: “Por isso, como diz o Espírito Santo: ‘Hoje, se ouvirem a sua voz, não endureçam o coração como foi na rebelião, no dia da tentação no deserto.'” A palavra hoje é um tempo disponível para você escolher. Uma espécie de oportunidade: sem hora, sem dia, mas o fato de você estar vivo e ter consciência dele já caracteriza sua grande chance de exercer a fé no Senhor e abandonar a incredulidade; de deixar a rebeldia e abraçar a obediência; de querer o caminho do céu e não da condenação eterna.

Nos textos citados, o contexto apresentado é a possibilidade que Israel teve de escolher a bênção e a maldição, a vida e a morte, a longevidade com Deus ou a fugacidade com as escolhas humanas e egoístas; eles escolheram, a maioria das vezes, a morte; mas você pode escolher a vida, a fé em Deus, o caminho para andar com o Salvador. 

Esse é o tipo de escolha que deve ser feita no dia de hoje. Você não precisa esperar o Réveillon chegar, o ano virar, as coisas se ajustarem, o coração ser mudado; na verdade, se entregar ao Salvador é a escolha que transforma o coração, que muda a disposição da alma (novo coração) para se inclinar a uma vida baseada nos princípios de Deus.

Não espere a virada do ano para falsamente mudar de vida, mude agora. Mude com suas atitudes, mude com suas escolhas, mude com uma nova forma de enxergar a vida, por meio daquele que lhe dá o “hoje” como uma virada real e possível para que sua vida dê uma guinada, tanto aqui quanto na eternidade. O seu tempo de mudança chegou: “Escutem o que Deus diz: ‘Quando chegou o tempo de mostrar a minha bondade, eu atendi o seu pedido e o socorri quando chegou o dia da salvação.’ Escutem! Este é o tempo em que Deus mostra a sua bondade. Hoje é o dia de ser salvo.” (2 Co 6:2)

 

ASSISTA NA TV:

 

Por: APC Jornalismo. 

 

 

Mais do que dar presentes, seja presente!

Se você dá mais presentes com o pensamento de que isso conserta sua ausência, está enganado. 

 

Todo ano é a mesma coisa. No corre-corre das confraternizações que marcam o término do calendário anual, típico de dezembro, muitos de nós, em algum momento, têm de escolher um presente ou ganhar alguma lembrança nessa época do ano. As tradicionais trocas de presentes fazem com que tenhamos que escolher um presente que, muitas vezes, são para pessoas não tão próximas.

Dito isso, precisamos falar sobre ser presente ao invés de APENAS dar presentes friamente. É preciso que nos esforcemos para que nosso ato de presentear esteja acompanhado da nossa presença. Muitas vezes, dadas razões geográficas, usaremos a tecnologia como suporte para tornar essa presença possível, mas na possibilidade de se estar próximo, olho no olho, não devemos deixar de manifestar carinho uns para com os outros. 

Quantos filhos e filhas, cônjuges, liderados, líderes, chefes e empregados, quando recebem um presente em seus aniversários ou em datas festivas como essas de fim de ano, não recebem o presente com um “sorriso amarelo” e pensam: “Quem vê assim, pensa é assim o ano todo”. Portanto, se você dá mais presentes com o pensamento de que isso conserta sua ausência, está enganado. Busque inverter a ordem. 

 

PRINCÍPIOS PARA SER PRESENTE

Jesus é conhecido na Bíblia como Emanuel, que quer dizer: “Deus conosco” (Mt 1:23), uma clara indicação de sua presença constante com Seu povo, a Igreja (Mt 28:19-20); Paulo disse que devemos ser o perfume de Cristo, que só é sentido quando a igreja caminha, testemunha, e os cristãos individualmente, na família, no trabalho e em outros ambientes sociais, caminham e o espalham (2 Co 2:15); e João, ao utilizar o suporte das cartas para se comunicar, não o fez só dessa forma, mas desejava fazer outras comunicações presencialmente (3 Jo 13-14). 

Talvez você esteja queimando de tristeza por não ter conseguido comprar aquilo que seus filhos queriam, que seu cônjuge, em sua visão, precisava. No entanto, quantos presentes mais baratos poderiam ser dados com braços abertos, verbalização de sentimentos e, mais importante, mudanças concretas de postura e palavras. Por isso, junto com os presentes que você vai entregar, leve também afeto e palavras de restauração. Mais do que dar um presente, seja presente! Você pode não ser onipresente como Deus é, mas pode manifestar “perfumadas atitudes” por onde passar. 

ASSISTA NA TV:

 

Por: APC Jornalismo. 

 

DICA DA LIÇÃO 12 – O outro Consolador

Veja as dinâmicas para aplicar na sua aula de Escola Bíblica.

 

DICA UM

Recurso – “Lanterna”: Utilize uma lanterna durante a explicação do item 1, que trata sobre o ministério do Espírito Santo ser direcionado a focar em Jesus Cristo. Explique que, assim como uma lanterna é usada para focar numa direção quando precisamos, assim o Espírito faz em relação ao Senhor, iluminando as mentes para que entendam sobre o Salvador e seu plano salvífico.

 

DICA DOIS

Dinâmica Caixa de Presentes: Coloque em uma caixa média para presentes alguns bombons de chocolate e leve-a fechada para a aula. Quando começar a explicação do item 2, relacionado aos dons espirituais, distribua os bombons para cada um dos alunos; após essa distribuição, pergunte se alguém deseja trocar de bombom; em seguida, explique que a distribuição dos bombons é semelhante ao que o Espírito faz na igreja: dá de graça à igreja esses “presentes” à comunidade local; a atitude de trocar de bombom fala da disposição em servir o próximo.

 

DICA TRÊS

Dinâmica – A casa: Para ilustrar a habitação do Espírito Santo nos crentes da nova aliança e mostrar a distinção com a antiga aliança, imprima a imagem da casa abaixo, de preferência em papel fotográfico ou couchê, recorte-os e, na hora da explicação do item II – conferindo no Antigo Testamento, distribua a seus alunos mostrando que agora, em Cristo, somos habitação do Espírito e que podemos, além disso, receber o batismo no Espírito Santo. Nosso coração tem a chama do Espírito. Se desejar, tire uma selfie com a classe e poste nas redes sociais (#SomosCasa).

  IMAGEM “CASA” EM PDF 

DICA QUATRO

Recursos no estudo: Dois pontos do estudo de sábado podem ser utilizados para fomentar a participação de seus alunos. O primeiro é a pergunta do item III – aplicando ao cotidiano. Faça a pergunta que segue-se ao comentário: “Você concorda que o uso dos dons espirituais é essencial para pregação do evangelho? Compartilhe uma experiência pessoal sobre o exercício de um dom para esta finalidade.”

O segundo recurso do estudo encontra-se no Desafio Semanal; instrua seus alunos a levarem papel e caneta, ou disponibilize esses materiais em sala; você pode pedir para anotarem no bloco de anotações do celular respostas aos seguintes pontos: Quais coisas você gosta de fazer em relação às pessoas? Quem você pode procurar para servir com esse dom?

 

Por: Editora Promessa. 

DICAS DA LIÇÃO 11 – Igreja no modo missão

Confira três recursos para dinamizar sua aula do próximo sábado. 

 

DICA UM

Dinâmica “Sal e Luz”: Leve para a sala uma porção de SAL em uma vasilha e também uma LÂMPADA. Para tratar sobre o item 2 “A igreja é a proclamadora da obra de Jesus”, coloque os objetos em cima de uma mesa ou entregue a um aluno da turma e pergunte: “Para que servem esses objetos? Qual o papel da igreja na mensagem da cruz?”

Conforme as respostas, peça que repassem para os demais alunos até que todos desejem participar. A ideia é que eles compreendam o papel proclamador da igreja a partir desses elementos. Leia a frase do item: “A igreja é a luz do mundo e o sal da terra (Mt 5:13-14). Sua iluminação e sabor têm alcance universal.”

 

DICA DOIS

Vídeo: 

Sugerimos o vídeo “A igreja, o Corpo de Cristo”, para auxiliar na explicação do item 3. O pastor explica que ser igreja vai além de questões individuais, requerendo total atenção para viver o propósito dado no Evangelho. Após a exibição, faça anotações com a classe sobre a importância de todos os membros cooperarem para o funcionamento da igreja: 

 

DICA TRÊS 

Ilustração – candelabro: Mostre a ilustração de um candelabro na sala, leia o trecho do Desafio Semanal: “A igreja é comparada a um castiçal de ouro (Ap 1:20). Uma das razões é para revelar o quanto Deus a considera preciosa.” Após esta leitura, leia também o texto de Apocalipse 1:20, vire-se para a classe e pergunte: Qual é a sua perspectiva sobre a igreja após este estudo? O que você fará para torná-la um lugar que cumpra sua missão? Após as respostas, ore junto com seus alunos.

Por: Editora Promessa. 

DICAS DA LIÇÃO 10 – Anulamos a lei pela fé?

Confira os recursos de dinamização da próxima aula da Escola Bíblica

DICA UM

Procurando na Bíblia: Divida seus alunos em dois grupos e peça que busquem textos sobre a graça de Deus no Antigo Testamento, enquanto o outro grupo busca textos que falem sobre a Lei de Deus utilizada para a obediência no Novo Testamento. Após encontrarem, instrua-os a lerem, e o professor deve pontuar que tanto a Lei quanto a Graça estão presentes em ambos os testamentos.

DICA DOIS

Dinâmica “Raio-X”: Leve para a aula um raio-x, ultrassom ou ultrassonografia (ou peça que seus alunos levem). Mostre aos seus alunos e explique o que foi revelado; em seguida, destaque que isso proporciona um diagnóstico mais apurado, mas não traz a cura; apenas aponta o caminho. Da mesma forma, a Lei de Deus tem o papel de mostrar nossa condição pecaminosa e apontar para o Salvador.

DICA TRÊS

Conteúdo-extra: Conteúdo extra: Para aprofundar os conhecimentos sobre o termo “justificação” e auxiliar na explicação do item 2, utilize o artigo “O que é justificação e santificação?”. Nele, você aprenderá mais o que é essa doutrina bíblica, como ela opera no crente e as consequências dela na vida do salvo em Cristo. Caso queira, compartilhe o conteúdo do artigo com seus alunos ou leia em sala junto com eles. Acesse o artigo aqui: O que é a justificação e a santificação? – Ministério Fiel.

DICA QUATRO

#Compartilhe: No desafio semanal, o estudante da Escola Bíblica é incentivado a compartilhar trechos da Lei de Deus em suas redes sociais, explicando a razão de sua fé, com a hashtag: #porquesousalvolpelagraça. Sugira que façam isso antes de finalizar a aula ou ao longo do sábado. 

 

Por: Editora Promessa. 

DICAS DA LIÇÃO 09 – A nova vida em Cristo

Veja cinco recursos para a explicação da lição do próximo sábado. 

 

DICA UM

Pesquisa virtual: Antes da aula de sábado, solicite que seus alunos perguntem em suas redes sociais como seus seguidores definiriam o que é a “nova vida em Cristo”. Peça para coletarem as respostas e, no dia da aula, compartilharem em classe. Após os compartilhamentos, o professor deve fazer apontamentos de acordo com o conteúdo em estudo. Essa dinâmica pode ser aplicada na hora da introdução ou no item 1.

 

DICA DOIS 

Pesquisa presencial: Dê a cada aluno uma folha em branco (papel sulfite), uma caneta ou lápis, e peça que escrevam ou desenhem algo que os ajude a definir o que é a nova vida em Cristo. Dê um tempo para que formulem suas respostas e depois exponham o que pensaram.

Nota: Se você optar por fazer essa dinâmica presencial, talvez não precise fazer a virtual por serem semelhantes. Ou diga que, junto com a dinâmica virtual, levem um conceito de casa para a aula.

 

DICA TRÊS 

MAPA MENTAL: Para ajudar na fixação do conteúdo do item 2 – Os benefícios, utilize o mapa mental disponível para download, que traz as principais palavras relacionadas à posição do cristão e à prática do cristão. Mostre no datashow, envie pelo WhatsApp ou imprima e distribua em classe.

Baixe a imagem a seguir: 

DICA QUATRO

Dinâmica da taça: Para explicar sobre a vida “controlada pela carne” e a “vida controlada pelo Espírito”, sugerimos a dinâmica da taça. Para sua execução, leve para a aula duas taças de médio a grande tamanho, um litro de suco em pó de uva e um litro de água, e uma bandeja média a grande.

Como fazer? Em uma mesa, coloque a bandeja e as duas taças uma ao lado da outra. Ao entrar no item 3 – As responsabilidades, explique que uma vida “controlada pela carne” é semelhante ao excesso de vinho que leva à devassidão, como diz Paulo (Ef 4:19). Nesse momento, derrame a jarra de suco de forma rápida, o que levará a derramar o líquido de forma excessiva e causará estragos. Após, fale sobre a vida “controlada pelo Espírito” e, lentamente, encha a outra taça de água, mostrando que a vida em Cristo é governada de forma equilibrada para produzir o bem.

 

DICA CINCO

Relembre as promessas: enfatize aos seus alunos que a nova vida em Cristo, vislumbre da vida eterna, foi uma promessa presente no Antigo Testamento: Deus faria algo novo; nova aliança; novo coração e novo espírito; novo nome; nova canção; novo céu e nova terra.

 

A Lei de Deus permanece relevante hoje?

Confira três argumentos para que os cristãos vivam de acordo com os Dez Mandamentos.

O que significam as palavras de Paulo aos Romanos no capítulo 6:14: “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”? Será que isso significa uma porta aberta para a desobediência aos mandamentos, como não matar, roubar, adulterar, ou guardar o sábado? Certamente, nenhum cristão em sã consciência dirá que significa isso.

Paulo está certamente comentando que o cristão está livre da condenação legal quanto à sua guarda perfeita. Quem poderia, a não ser Jesus, tê-la guardado perfeitamente? Ou seja, é a fé no sacrifício de Jesus que nos torna legalmente justos diante do Pai. É somente a graça que nos faz ser novas criaturas: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8,9).

O autor Palmer Robertson¹ comenta que a lei foi guardada perfeitamente por Jesus em lugar daqueles que creem em Sua obra. Isso quer dizer que, por causa da obediência perfeita de Jesus, não guardamos a lei por nossas próprias forças para sermos declarados inocentes diante de Deus. Isso foi feito pelo Salvador.

Se, então, é a graça de Deus que nos justifica, e Cristo obedeceu perfeitamente em nosso lugar, qual é o papel da lei de Deus na vida daqueles que creem em Jesus Cristo como Salvador? Bem, os mandamentos de Deus continuam tendo um papel relevante na jornada cristã. Robertson elenca pelo menos três meios para que os cristãos vivam de acordo com os Dez Mandamentos:

 

Primeiro: Há promessas para aqueles que guardam a lei de Deus. Foi o próprio apóstolo Paulo quem ilustrou as boas consequências para aqueles que, em Cristo, andam nos Seus mandamentos, citando em Efésios 6:2-3: “Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra”. Neste mandamento em específico, longevidade é prometida aos que obedecem ao mandamento.

 

Segundo: Há correção quando desobedecemos a lei de Deus.

Não obedecemos ao Senhor para sermos justos diante Dele, mas porque recebemos essa condição pela fé em Jesus Cristo; nem obedecemos para trocarmos obediência por bênçãos. Mas a lei de Deus, agora escrita dentro do coração do justo, mostra uma disposição de obedecer ao Senhor. Quando erramos o caminho que ela aponta, somos advertidos por Deus. O autor de Hebreus explica: “Porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho” (Hebreus 12:6).

Os filhos de Deus são corrigidos por seu Pai sempre que violam seus princípios, afinal, eles continuam válidos para que aqueles que foram alcançados pela graça vivam de acordo com as bênçãos que receberam. E Ele faz isso para que seus filhos e filhas vivam para glorificar ao Senhor. Afinal, a consequência da justificação é uma vida de obediência: “Pois somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10).

 

Terceiro: Seremos julgados de acordo com nossas obras boas ou más no juízo (2 Co 5:10).

É pela fé que nossos pecados são perdoados, porém, é por meio de nossas obras que seremos julgados no juízo final. E isso não significa salvação pelas obras, mas significa viver de acordo com a graça recebida. São vários os textos que mostram essa verdade, como Tito 2:12: “Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piedosamente”.

E João diz que se vivemos na prática do amor, imitando a Jesus, “nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual Ele é, somos nós também neste mundo” (1 João 4:17), ou seja, pelo poder do Espírito somos transformados e vivemos diariamente obedecendo seus mandamentos até que Ele volte.

Por isso, pelo grande poder dado pelo Espírito em nossa vida, vivamos de acordo com a graça que nos foi dada, em obediência pela fé no Filho de Deus.

 

Assista na TV: 

Por: APC Jornalismo. ¹ Livro: Alianças. Editora Cultura Cristã, pp. 58.

DICAS DA LIÇÃO 08 – A nova aliança

Confira como dinamizar sua aula e ter maior interação da sua classe. 

 

DICA UM VÍDEO: 

Para ilustrar a temática das alianças na Bíblia, recomendamos o vídeo “Alianças”. Através de uma animação, você compreenderá o processo das alianças ao longo de toda a Bíblia, culminando na nova aliança em Cristo. Este vídeo pode ser usado para iniciar a aula ou no tópico “Conferindo no Antigo Testamento”. 

Veja o vídeo aqui: 

 

DICA DOIS

Dinâmica das alianças: Para auxiliar na fixação das alianças presentes na Bíblia e demonstrar que a nova aliança é um aperfeiçoamento delas, utilize imagens como símbolos de identificação para cada personagem:

Árvore (Adão);

Arco-íris (Noé);

 

Família (Abraão);

 

Cora (Davi)

 

Cruz (Jesus)

Exiba as imagens aos alunos e peça que as associem aos respectivos personagens. Após as associações, faça apontamentos sobre cada uma e destaque a nova aliança em Cristo. Além disso, use o símbolo da cruz para explicar cada ponto da lição, evidenciando o sacrifício perfeito e definitivo de Cristo.

 

DICA TRÊS

AULA PARTICIPATIVA: Uma abordagem eficaz para envolver sua classe no estudo da lição é dividir os tópicos entre duplas ou trios. Antecipadamente, atribua a cada grupo uma parte específica da lição. Durante a aula, cada grupo terá a oportunidade de explicar o que entenderam, permitindo que você, como professor, faça os apontamentos necessários.

 

Por: Editora Promessa. 

 

O brilho do sol e os limites da razão diante da fé

Após expor verdades profundas do Evangelho, como a ira de Deus, a justiça de Deus em Cristo e o chamado dos gentios e judeus relacionados à Salvação, Paulo mergulha nos limites daquilo que sua mente podia entender, revelado pelo Espírito. Por isso, ele toma para si um louvor e diz:

“Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria quanto do conhecimento de Deus! Quão inexplicáveis são os seus juízos, e quão insondáveis são os seus caminhos!” (Romanos 11:33)

 

Isso significa que, embora haja uma explicação suficiente para a salvação dentro dos limites da revelação do Antigo e Novo Testamentos, ela é inesgotável e inapreensível nesta vida. Como Agostinho de Hipona disse: “Se você pode compreender, não é Deus”¹.

Tentar entender tudo de Deus é como tentar olhar diretamente para o sol — além de perigoso, não é aconselhável, é impossível. Da mesma forma, tentar entender a glória de Deus é um limite para a mente humana. 

Uma história para você pensar

Uma história sobre uma provável conversa entre o imperador Hadrian e o rabino judeu Joshua Ben Hananiah, em 131 d.C., ilustra essa ideia. O imperador, cético quanto à teologia judaica, queria uma prova da existência do Deus em que o rabino acreditava. O judeu afirmou ser impossível essa explicação, e o imperador não se sentiu satisfeito.

Joshua então leva o imperador para fora e pede que ele olhe fixamente para o sol do meio-dia da Palestina, no verão. O imperador exclama ser impossível aquilo. O rabino então diz: “Se você não pode olhar para o sol, como poderá suportar a glória do Deus que o criou”².

 

Voltando à explicação

Isso quer dizer que há um “mistério” na fé. Não algo obscuro que não se pode conhecer ou experimentar, como analisa Alistair McGrath: “Tanto o Novo Testamento quanto os escritores cristãos usam o termo ‘mistério’ para se referir às profundezas ocultas da fé cristã que se estendem além da razão. Falar de Deus não é deslizar em algum tipo de obscurantismo ou forma confusa e desordenada de pensar. É simplesmente admitir os limites estabelecidos para a nossa razão humana e sua dependência do Deus Vivo”³.

Isso significa que, assim como Paulo, Agostinho e Alistair McGrath, 1) devemos nos prostrar reconhecendo a inesgotabilidade do conhecimento de Deus. 2) Devemos também entender que não entender tudo de Deus é normal e faz parte dos nossos limites humanos. Mas, acima de tudo, isso 3) deve nos levar a uma busca através da pessoa de Jesus Cristo, que também é inesgotável. Segundo as Escrituras, “o mistério que esteve escondido durante séculos e gerações, mas que agora foi manifestado aos seus santos. A estes Deus quis dar a conhecer a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vocês, a esperança da glória” (Cl 1:26-27).

Cristo é o Sol que devemos olhar, que não nos causará dano algum. Ele é a Luz da Luz, irradiando o conhecimento do Pai. Quando cremos em seu nome, recebemos dessa luz para compartilhar. E quando não o entendemos completamente, devemos louvar Sua grandiosidade e majestade.

 

Bibliografia

¹²³ McGrath, Alister. Teologia pura e simples: o lugar na mente na vida cristã. Tradução: Meire Portes Santos. Viçosa (MG): Ultimato, pp. 29, 28, 30. 

Textos Bíblicos: Nova Almeida Atualizada (NAA)

 

ASSISTA NA TV: 

 

Por: Andrei Sampaio Soares.

DICAS DA LIÇÃO 07 – O império das trevas destruído

Saiba como aplicar em sala de aula os conteúdos do próximo estudo. 

DICA UM

Dinâmica “A CRUZ”:  Para ilustrar a vitória de Cristo sobre o império das trevas, leve para sua aula uma cruz, de papel ou de madeira (tamanho médio a grande), e posicione-a para que todos a vejam. Escreva em folhas de papel, em formato retangular, as palavras que serão explicadas em cada tópico do estudo: diabo, carne, mundo e morte. 

Sempre que iniciar a explicação, peça que um aluno fixe o papel escrito na palavra correspondente na cruz. Dê forte ênfase, acompanhado das leituras bíblicas de cada tópico, ressaltando que foi por Cristo ter morrido na cruz que o império das trevas foi destruído. Assim, quando cremos no que Cristo fez, essa vitória é transferida para nossa vida.

 

DICA DOIS

Vídeo – 5 Curiosidades do escorpião

 

Utilize o vídeo “5 curiosidades sobre escorpião”. Após sua exibição em sala de aula ou pelo WhatsApp, enviado antecipadamente aos alunos, questione-os: “Mas, o que isso tem a ver com o tópico da morte? Com a lição?” Após aguardar as respostas, explique: Quando Paulo pergunta: “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” (1 Co 15:55), ele compara a morte a um escorpião cujo aguilhão (ferrão) foi retirado na cruz. Aqui, Paulo destaca a derrota desse poder, e essa imortalidade se manifestará plenamente na volta do Salvador.

 

DICA TRÊS

Refletindo vitoriosamente: No item de aplicação da lição, provoque seus alunos a refletirem sobre como estão suas vidas no trabalho, na família, no amor, nas relações, na saúde, nos exercícios, nas finanças, entre outros. Dê alguns minutos para que eles pensem e recordem. Após minutos de silêncio, sugira que leiam juntos o texto de Romanos 8:37: “Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” Conclua, destacando que, por causa da vitória de Cristo na cruz, mesmo enfrentando problemas e dificuldades, nada altera nossa posição como filhos e filhas de Deus, porque Cristo nos ama e nós respondemos com fé em Sua obra. 

 

Por: Editora Promessa. 

Dicas 6 – Uma obra graciosa!

Veja agora como aplicar o conteúdo da lição de sábado em sua classe de Escola Bíblica. 

 

DICA UM

Leitura compartilhada: O estudo deste sábado apresenta quatro conceitos relacionados à salvação: propiciação, redenção, justificação e reconciliação. Escreva os conceitos apresentados em cada tópico, envie-os antecipadamente aos seus alunos e peça que os leiam durante a aula da Escola Bíblica. Se desejarem, diga-lhes para complementar a resposta; após a leitura, faça os apontamentos necessários.

 

DICA DOIS

Imagens ilustrativas: O estudo explica que cada termo destacado na lição tem uma imagem de ensino, que o teólogo John Stott descreve ao analisar as palavras bíblicas e chama de “imagens da salvação”. São eles: 

“Propiciação” – rituais no tabernáculo; 

 

“Redenção” – transações no mercado; 

 

“Justificação” – tribunal da lei; 

 

“Reconciliação” – família.

 

DICA TRÊS

Vídeo ilustrativo:

 

O vídeo “Sacrifício e Propiciação” do Bible Project ajuda a esclarecer e ilustrar o item 1. Ele explica o conceito e contextualiza a importância do sistema sacrificial e a perfeição da obra substitutiva de Cristo como sacrifício definitivo e propiciatório para aqueles que creem.

 

Por: Editora Promessa.