Cuiabá: “ponto central promessista” durante o 2º Congresso de Educação Cristã e a 62ª Assembleia Geral

Sede da Convenção Mato-grossense recebe promessistas de todas as partes do Brasil junto de lideranças nacionais e do exterior.

Cuiabá, capital de Mato Grosso, recebe desde quarta-feira (29) até domingo (03.05) uma programação especial para a Igreja Adventista da Promessa: a Junta Geral Deliberativa (JGD, 29 e 30.04), que já ocorreu, o 2º Congresso de Educação Cristã (02.05) e a 62ª Assembleia Geral (03.05). Promessistas de todas as partes do Brasil, junto de lideranças nacionais e do exterior, vão viver um tempo em que o Senhor tem muito a fazer por seu povo e por meio dele.

Assim como Cuiabá fica no ponto central que divide a América do Sul (centro geodésico), nestes dias, a cidade torna-se o “ponto central promessista” para um tempo de busca pelo poder de Deus, do discipulado do Mestre, pela sabedoria do alto e pelo aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério (Efésios 4:12).

 

Fundada em 08 de abril de 1719, Cuiabá tem esse nome por algumas hipóteses, segundo o portal da Prefeitura Municipal. O nome é de origem indígena, com várias possibilidades de significado, que vai da sua relação com o rio até suas árvores.

Com uma população estimada em 618.124 habitantes (IBGE 2020), a capital que abriga promessistas da Convenção Mato-grossense recebe com um “coração aquecido” mais um momento marcante da Promessa.

Nesta semana especial, os discípulos de Cristo são chamados a participar das atividades da igreja, seja presente ou em espírito, como escreveu o apóstolo Paulo aos Coríntios (1 Coríntios 5:3). São chamados a viver os dias que o Senhor fez: “alegremo-nos e regozijemo-nos nele!” (Salmos 118:24)

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

Com informações: Prefeitura de Cuiabá/Portal do Turismo

 

 

Consejos de la Lección 5 | Gula: “Haciendo de la comida un dios” | La lucha contra el pecado

Consulta los recursos para tu clase sobre la gula: sugerencia de entrevista, dinámica “mesa de la gula y el control”, preguntas reflexivas y dinámica “Plato correcto o plato incorrecto”.

 

CONSEJO 1 – Entrevista con especialista
Si tienes acceso, en la iglesia local o fuera de ella, a un nutricionista, puedes entrevistarlo en video o invitarlo a la clase para resolver dudas sobre alimentación, saciedad y la importancia de saber decir “basta”.
La idea es mostrar que, además de ser un pecado, la gula hace daño al cuerpo, trayendo consecuencias serias para aquello que la Biblia llama “templo del Espíritu” (1Co 6:19).

 

CONSEJO 2: Dinámica “mesa de la gula y el control”
Arma una mesa dividida por la mitad para facilitar la explicación:

Lado 1: coloca alimentos como galletas, snacks y dulces ultraprocesados. 

Lado 2: organiza opciones como frutas, arroz y carnes (pueden ser fotos de los productos). Incluye también algunos carteles con palabras clave: ayuno, Cena del Señor, oración, pantallas apagadas, satisfacción y contentamiento.
Durante la clase, utiliza la mesa como recurso visual para explicar qué es la gula y presentar caminos prácticos para combatirla. Relaciona los ejemplos con los puntos 2 y 3 y con la parte explicativa del estudio, ayudando a los alumnos a comprender de forma clara y aplicada.

 

CONSEJO 3: Preguntas reflexivas
Usa las preguntas reflexivas de la aplicación para ayudar en discusiones sobre cómo vencer la gula; utilízalas para que tus alumnos piensen en prácticas concretas que ayudan en la superación de este pecado.

  • ¿Existe algún detonante emocional (ansiedad, aburrimiento, tristeza) que ya te haya llevado a buscar en la comida un consuelo que debería venir de Dios? ¿Esto puede suceder? ¿Cómo romper con esto? Comenta con base en la primera aplicación.
  • ¿Cómo la conciencia de que tu cuerpo es “templo del Espíritu Santo” puede influir en tus decisiones alimentarias y en la práctica de la moderación? Comenta con base en la segunda aplicación.

 

CONSEJO 4: Dinámica “Plato correcto o plato incorrecto”
Utiliza platos plásticos grandes para realizar la dinámica. La propuesta es llevar a la clase a reflexionar: ¿esto sirve como alimento espiritual o debe ser descartado?
Escribe frases (ver abajo) con marcador o pega papeles en los platos. Luego, voltéalos y déjalos sobre la mesa. Al final del estudio, explica al grupo que se hará una recapitulación del contenido.

Ejecución: Invita a diferentes alumnos a pasar al frente, voltear un plato, leer la frase y evaluar: ¿esto debe permanecer en la mesa (plato correcto) o ser descartado (plato incorrecto)? Pide que justifiquen la respuesta con base en lo aprendido.
Sugerencia pedagógica: al final de cada respuesta, complementa con la explicación bíblica, reforzando la enseñanza.

Platos de la dinámica:
Plato 1: El alimento es un regalo divino (Gn 1:29-31; Ec 2:24)
Plato 2: Relación desordenada con alimentos y bebidas
Plato 3: Enfermedades: compulsión, bulimia y anorexia
Plato 4: Síntoma de ansiedad: comer por estrés o vacío emocional (Fp 4:6-7)
Plato 5: Adán y Eva desearon el único fruto prohibido (Gn 2:16-17; 3:6)
Plato 6: Problema moral y espiritual; obras de la carne (Pv 23:1-3; Gl 5:19-23)
Plato 7: Finalidad correcta: sustento del cuerpo, comunión y placer equilibrado (Ec 9:7; 1Co 10:31)
Plato 8: Recordar el sacrificio de Cristo (Cena del Señor – 1Co 11:25)
Plato 9: Disfrutar las comidas con alegría en Dios (Ec 8:15)
Plato 10: Priorizar a Dios, vivir en contentamiento en Cristo y practicar el ayuno (Mt 6:16-18; Fp 4:11-13)

Texto: Secretaría de Escuela Bíblica

 

DICAS DA LIÇÃO 5 | GULA: “Fazendo da comida um deus” | A luta contra o pecado

Confira os recursos para sua aula sobre gula: sugestão de entrevista, vídeo sobre a diferença entre “fome e gula”, dinâmica da “mesa da gula e controle”, perguntas reflexivas e dinâmica “Prato certo ou prato errado”. 

 

DICA 1 – Entrevista com especialista 

Caso você tenha acesso, na igreja local ou fora dela, a um nutricionista, pode entrevistá-lo por vídeo ou convidá-lo para a aula, para tirar dúvidas sobre alimentação, saciedade e a importância de saber dizer “basta”.

A ideia é mostrar que, além de um pecado, a gula faz mal para o corpo, trazendo consequências sérias para aquilo que a Bíblia chama de “templo do Espírito” (1Co 6:19). 

 

DICA 2: Vídeo “Descubra se você sente FOME ou GULA” (I-De olho na mídia; item 2)

No vídeo sugerido, Descubra se você sente FOME ou GULA, um médico explica pontos importantes que ajudam a pessoa a discernir quando deve comer ou quando quer apenas satisfazer um desejo. Ele destaca que um dos diferenciais é quando há algum tipo de “problemas hormonal”, situação em que a pessoa busca compensação no alimento, nem sempre saudável.

Ao final, você pode utilizar o vídeo para fazer perguntas aos alunos: “E aí, conseguiram detectar se o que sentem muitas vezes é fome ou gula?”

Assista o vídeo aqui:

 

DICA 3: Dinâmica “mesa da gula e controle”

Monte uma mesa dividida ao meio para facilitar a explicação. Lado 1: coloque alimentos como biscoitos, salgadinhos e doces ultraprocessados. Lado 2: organize opções como frutas, arroz e carnes (podem ser fotos dos produtos). Inclua também algumas placas com palavras-chave: jejum, ceia do Senhor, oração, telas desligadas, satisfação e contentamento.

Durante a aula, utilize a mesa como recurso visual para explicar o que é a gula e apresentar caminhos práticos para combatê-la. Relacione os exemplos com os itens 2 e 3 e com a parte explicativa do estudo, ajudando os alunos a compreenderem de forma clara e aplicada.

 

DICA 4: Perguntas reflexivas

Use as perguntas reflexivas da aplicação para ajudar em discussões sobre como vencer a gula; utiliza-as a fim de que seus alunos pensem sobre práticas concretas que ajudam na superação deste pecado. 

  1. Existe algum gatilho emocional (ansiedade, tédio, tristeza) que já fez você buscar na comida um conforto que deveria vir de Deus? Isso pode acontecer? Como romper com isso? Comente com base na primeira aplicação.
  2. Como a consciência de que seu corpo é “templo do Espírito Santo” pode influenciar suas escolhas alimentares e a prática da moderação? Comente com base na segunda aplicação.

 

DICA 5: Dinâmica “Prato certo ou prato errado”

Utilize pratos plásticos grandes para realizar a dinâmica. A proposta é levar a classe a refletir: isso serve como alimento espiritual ou deve ser descartado?

Escreva frases (veja abaixo) com piloto ou cole papéis nos pratos. Em seguida, vire-os e deixe sobre a mesa. Ao final do estudo, explique à turma que será feita uma recapitulação do estudo.

Execução: Convide alunos diferentes para vir à frente, virar um prato, ler a frase e avaliar: isso deve permanecer na mesa (prato certo) ou ser descartado (prato errado)? Peça que justifiquem a resposta com base no que foi aprendido.

Sugestão pedagógica: ao final de cada resposta, complemente com a explicação bíblica, reforçando o ensino.

Pratos da dinâmica:

Prato 1: Alimento é um presente divino (Gn 1:29-31; Ec 2:24)

Prato 2: Relação desordenada com alimentos e bebidas

Prato 3: Enfermidades: compulsão, bulimia e anorexia

Prato 4: Sintoma da ansiedade: comer por estresse ou vazio emocional (Fp 4:6-7 )

Prato 5: Adão e Eva desejaram o único fruto proibido (Gn 2:16-17; 3:6)

Prato 6: Problema moral e espiritual; obras da carne (Pv 23:1-3; Gl 5:19-23)

Prato 7: Finalidade correta: sustento do corpo, comunhão e prazer equilibrado (Ec 9:7; 1Co 10:31)

Prato 8: Lembrar do sacrifício de Cristo (Ceia do Senhor – 1 Co 11:25)

Prato 9: Desfrutar as refeições com alegria em Deus (Ec 8:15)

Prato 10: Priorizar a Deus, viver em contentamento em Cristo e praticar o jejum (Mt 6:16-18; Fp 4:11-13)

 

Mais recursos de Escola Bíblica, acesse: www.promessistas.org/lb355

Texto: Secretaria de Escola Bíblica 

Discipulado, mais que transmitir conhecimento!

Quando Jesus comissionou sua igreja, Ele lhe confiou a missão de “ir ao mundo” e discipular pessoas de todos os lugares, ensinando e batizando com base na Palavra de Deus (Mt 28:16-20). Em vídeo nas redes sociais da Igreja Adventista da Promessa, o vice-presidente da Convenção Geral, Pastor Eleilton Freitas, lembra que discipulado é mais que transmitir conhecimento:

“O que significa discipular? Para algumas pessoas, discipular significa transmitir informações ou ministrar uma aula. Entretanto, esse conceito reduz demais o que Jesus nos ensinou nos evangelhos sobre discipulado. Discipular tem a ver com seguir Jesus e ensinar outras pessoas a fazerem o mesmo”. Ou seja, o discipulado ensina vida, andar nos passos do Mestre, imitando seu comportamento e atitudes. 

Em seguida, o líder geral fez um convite especial para o primeiro final de semana de maio, no dia 2, no Centro de Eventos Pantanal, em Cuiabá (MT): “No Congresso de Educação, nós vamos aprender como uma igreja pode se envolver no processo de discipulado. Participe do Congresso de Educação Cristã 2026. Igreja da Palavra.”

Para se inscrever, você deve entrar no hotsite: www.congressodeeducacao.promessistas.org e participe dessa reflexão, que vai conduzir a igreja a um aprendizado sobre o discipulado segundo Jesus, cuja fonte é a Palavra de Deus, e que pretende enriquecer a vivência da comunidade local. O evento terá 15 trilhas para atuação em diversos ministérios e três palestras principais no sábado de aprendizado.

No dia seguinte, no mesmo local, a Convenção Geral realizará sua 62ª Assembleia Geral.

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

 

A missão de pregar aos surdos

Pregar o evangelho aos surdos não é simplesmente traduzir palavras em sinais. É transmitir o amor de Cristo de forma que seja compreendido no coração.

 

Paulo escreveu aos cristãos de Corinto um texto interessante sobre a pregação da Palavra: “Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para, por todos os meios, chegar a salvar alguns.” (1 Coríntios 9:22) Ele nos mostra com sua vida e ministério que o evangelho não é comunicado de forma única e rígida. Ele se adaptava (na comunicação) às diferentes realidades para que a mensagem de Cristo fosse compreendida e recebida. Essa disposição de se doar e se moldar ao outro é o coração da missão. O evangelho não é apenas anunciado; ele é vivido e transmitido de maneira que faça sentido dentro da realidade de cada pessoa. 

 

No dia 24 de abril, celebramos um marco importante: o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como língua oficial. Essa data nos lembra que cada povo, cada comunidade, cada grupo tem sua própria identidade, cultura e forma de se comunicar. Quando Jesus nos chama para “ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15), Ele não fala apenas de lugares geográficos, mas também de universos culturais e linguísticos, de gente de todo tipo.

Pregar o Evangelho aos surdos não é simplesmente traduzir palavras em sinais. É transmitir o amor de Cristo de forma que seja compreendido no coração. É reconhecer que o evangelho precisa ser vivido e comunicado dentro da realidade de cada pessoa. 

A missão não é sobre cumprir uma escala ou uma agenda no fim de semana ou no momento do culto, mas sobre se doar. Paulo compreendeu essa necessidade de adaptação. Ele sabia que a missão exige responsabilidade e entrega. Por isso disse: “Fiz-me tudo para todos, para, por todos os meios, chegar a salvar alguns.” Muitas vezes queremos que as pessoas se adaptem a nós, mas Paulo nos ensina que o Evangelho nos leva ao encontro da necessidade do outro. É doar-se, relacionar-se intencionalmente, conhecer o universo que os cercam. E isso significa ir além das palavras: ter um olhar atento, mergulhar na cultura, aprender seus modos de expressão e valorizar sua identidade. 

 

Embora surdos e ouvintes percebam o mundo de formas diferentes, ainda é possível aproximar-se ao máximo, diminuir as diferenças e construir pontes de compreensão. Assim, aprender LIBRAS é mais do que adquirir uma habilidade. É abrir portas para que o evangelho seja compreendido. É dizer, com atitudes, que o amor de Cristo alcança todas as culturas e todas as línguas. A missão é relacional: não é sobre sinais apenas, mas sobre presença, cuidado e amor.

 

Texto: Diaconisa Luzia Regina Guedes Padovan | Líder de Libras da Secretaria de Inclusão da Convenção Geral

 

CONSEJOS DE LA LECCIÓN 4 | AVARICIA: “Queriendo siempre tener más” | La lucha contra el pecado

Consulta los recursos para tu clase: dinámica, video e ideas de participación en proyectos de generosidad.

 

CONSEJO 1: Video – Agujero negro
Utiliza el video a continuación para ilustrar lo que hace la avaricia: cuanto más se tiene, más se quiere tener, sin importar los medios. Al mostrar el video en clase o enviarlo a los grupos para que lo vean en el momento o lo analicen previamente, después de la exhibición, el profesor debe preguntar a los alumnos cuál es la relación del video con el tema de la avaricia. Tras las intervenciones de los alumnos, haz observaciones relacionadas con el contenido al explicar los ítems de las secciones: I – De ojo en los medios o ítem 1: Un pecado insaciable.

 

CONSEJO 2: Dinámica: Corazón, bolsillo y cartera
Haz un corazón con una especie de bolsillo para colocarlo en un soporte o pizarra blanca; también lleva una camisa con bolsillo y colócala en algún espacio del soporte o de la pizarra. Ten algunos billetes o monedas, o incluso dinero de imitación, y colócalos sobre una mesa.

Al explicar el ítem 2 o 3, pregunta: “¿Dónde creen que el avaro coloca el dinero?”. Después de la participación de un alumno voluntario, explica que el gran problema no es tener dinero, sino dónde está: si en el bolsillo, para ser usado como recurso para el bienestar, la generosidad y la adoración a Dios, o en el corazón, como una divinidad, compartiendo la gloria de Dios.

Finaliza con la reflexión: ¿dónde está el dinero en tu vida: en el bolsillo o en el corazón?

 

CONSEJO 3: Proyectos para la generosidad
Para la aplicación del estudio, puedes presentar a tus alumnos enlaces de proyectos misioneros y de asistencia social desarrollados por la iglesia. Explica que el objetivo es que cada uno elija uno de ellos para incluirlo en su lista de metas, involucrándose de manera más activa.

Iniciativas locales: piensa en acciones de tu realidad, como el incentivo a la donación de alimentos, una mejor gestión de las ofrendas y los diezmos u otras necesidades de la iglesia local; además de la participación en proyectos sociales de tu Convención General/Regional.

Texto: Secretaría de Escuela Bíblica

DICAS DA LIÇÃO 4 | GANÂNCIA: “Querendo sempre ter mais” | A luta contra o pecado

Confira os recursos para sua aula: dinâmica, vídeo e ideias de envolvimento em projetos de generosidade. 

 

DICA 1: Vídeo – Buraco negro
Utilize o vídeo abaixo para ilustrar o que a ganância faz: quanto mais se tem, mais se quer ter, não importam os meios. Ao exibir o vídeo em sala ou enviá-lo nos grupos para ser visto no momento ou previamente analisado, após a exibição, o professor deve questionar os alunos sobre qual é a ligação do vídeo com o tema da ganância. Após as colocações dos alunos, faça observações relacionadas ao conteúdo quando for explicar itens das seções: I – De olho na mídia ou item 1: Um pecado insaciável.

 

DICA 2: Dinâmica: Coração, bolso e carteira
Faça um coração com uma espécie de bolso para ser colocado em um suporte ou quadro branco; também leve uma camisa com bolso e coloque-a em algum espaço do suporte ou do quadro. Tenha algumas cédulas de dinheiro ou moedas, ou mesmo notas de imitação, e coloque-as sobre uma mesa.

Quando for explicar o item 2 ou 3, pergunte: “Onde vocês acham que o ganancioso coloca o dinheiro?”. Após a participação de um aluno voluntário, explique que o grande problema não é ter dinheiro, mas onde ele está: se no bolso, para ser usado como recurso para o bem-estar, a generosidade e a adoração a Deus, ou se no coração, como uma divindade, dividindo a glória de Deus.

Finalize com a reflexão: onde o dinheiro está na sua vida: no bolso ou no coração?

 

DICA 3: Projetos para generosidade
Para aplicação do estudo, você pode apresentar aos seus alunos links de projetos missionários e de assistência social desenvolvidos pela igreja ao redor do mundo. Explique que o objetivo é que cada um escolha um deles para incluir em sua lista de metas, envolvendo-se de forma mais ativa:

Agência Humanitária Promessista (AHP): desenvolve diversos projetos no Brasil, além de necessitar de contribuições para sua atuação em momentos de calamidade. Acesse e conheça: https://www.instagram.com/agenciahumanitariapromessista/

Junta de Missões – Plantando Esperança África: o projeto possui desdobramentos nas áreas educacional, de sustentabilidade e missionária. Saiba mais: https://www.juntademissoes.com.br/plantando_esperanca/index.html ou acesse o Instagram da instituição: https://www.instagram.com/juntademissoespromessista/

Amigos da Missão: com qualquer quantia, você pode fortalecer e abençoar os veículos de comunicação da Convenção Geral, como a TV Viva Promessa, além do Portal e das redes sociais da Igreja, para que o anúncio do Evangelho se expanda.
Doações pela chave PIX: sou@amigosdamissao.org

Iniciativas locais: acrescente ações da sua realidade, como o incentivo à doação de alimentos, melhor gestão das ofertas e dos dízimos ou outras demandas da igreja local.

 

Texto: Secretaria de Escola Bíblica

Você sabia que o discipulado está entre as doutrinas promessistas?

Entre os 31 pontos de O Doutrinal, livro das crenças bíblicas dos promessistas, está a doutrina “Evangelização e discipulado”. Especificamente sobre o discipulado, O Doutrinal destaca que, “pela leitura do Novo Testamento, a palavra mais usada para designar aqueles que seguem a Cristo é ‘discípulo’. Na verdade, é impressionante o número de vezes em que este termo aparece: mais de 250”.

Pela quantidade de vezes em que a palavra “discípulo” aparece nas Escrituras, percebe-se que este é um assunto importante. Ela aparece mais do que a palavra “cristão”. Assim, compreender seu conceito e o que faz o discípulo é tanto uma tarefa de aprendizado quanto de vivência, já que o discípulo ou discípula é um aprendiz de Cristo que ouve sua voz pela Palavra de Deus e a pratica por meio de suas ações.

Jesus afirmou sobre seus seguidores: “Todo aquele que quer ser meu seguidor deve amar-me (…) mais do que a própria vida; caso contrário, não pode ser meu discípulo” (Lc 14:26 – BV); e também: “Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos” (Jo 8:31).

O Doutrinal também explica que: “Em Marcos, a igreja é convocada a ser uma proclamadora (Mc 16:15), mas, em Mateus, ela é convocada a ser uma discipuladora: Portanto, ide e fazei discípulos (Mt 28:19 – grifo nosso). A expressão ‘fazei discípulos’ é uma tradução do verbo grego matheteusate, que está no modo imperativo e pode também ser traduzido como ‘discipulai’. Esta é a palavra de ordem deste texto.”

 

A missão dos promessistas

Além de ter o discipulado como doutrina, a Igreja Adventista da Promessa também sintetizou sua missão da seguinte maneira: “Nossa missão é adorar a Deus, proclamar a Jesus Cristo e fazer discípulos no poder do Espírito Santo.” Os promessistas devem não apenas decorar essa missão, mas também vivê-la em suas igrejas locais e na vida pessoal.

Para ajudar os promessistas nessa missão, a igreja promoverá o 2º Congresso de Educação Cristã, com o tema “Cultivando uma cultura de discipulado”, que ocorrerá no Centro de Eventos Pantanal, em Cuiabá (MT), no dia 2 de maio. A programação será uma oportunidade de aperfeiçoamento dos santos, com três palestras centrais e um total de 15 trilhas, que abrangem cerca de 11 áreas: Escola Bíblica, educação para crianças e adolescentes, celebração, Teologia, discipulado, comunicação, inclusão, capelania, mulheres e jovens.

Para informações completas e se inscrever agora, você deve acessar o site do evento: www.congressodeeducacao.promessistas.org

 

Sobre a assembleia
Após o congresso, no dia 3, será realizada, no mesmo local, a 62ª Assembleia Geral, com a apresentação de relatórios financeiros e estatísticos, além da deliberação da “casa”, que aprovará ou reprovará os pareceres apresentados pela Câmara Teológica, votados durante a reunião de forma híbrida (presencial e online). Os arquivos contendo o estudo detalhado e as decisões da Câmara Teológica estão disponíveis no link: promessistas.org/estudos-e-pareceres-da-camara-teologica-62a-assembleia-geral/.  A presença também deve ser confirmada gratuitamente pelo site: www.congressodeeducacao.promessistas.org

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

Consejos de la Lección 3 | Ira: “Destruyendo Relaciones” | La lucha contra el pecado

Consulta cuatro recursos para tu clase del sábado: meme ilustrativo, dinámica “olla a presión” de la ira y la actividad “seleccionando acontecimientos”.

 

Consejo 1 – Meme de la “sal gruesa” (Introducción I–De ojo en la vida)
Para la Introducción y el ítem “I–De ojo en la vida”, utiliza en tu clase el conocido meme en el que un cristiano justifica su grosería diciendo que es “sal gruesa”. Presenta la imagen y promueve un diálogo con el grupo, preguntando si esta justificación es coherente con la vida cristiana. Como menciona el texto, la persona con ira negativa trata ese sentimiento como un rasgo de su personalidad para justificarse: “Yo soy así”.

La propuesta es reflexionar sobre el control de la ira y de las palabras, recordando que Cristo nos llamó a ser pacificadores (cf. Mateo 5:9).

 

Consejo 2 – Dinámica “olla a presión” de la ira
Sugerimos la dinámica cómica “olla de la ira” para aplicarla durante los momentos prácticos de la clase. Lleva al aula una olla a presión identificada como “ira”. La propuesta es construir, con la participación de los alumnos, una reflexión visual y progresiva sobre el tema.

Separa previamente algunas frases tomadas del estudio (ítems: Presentando el Tema; 1. La ira en las lenguas bíblicas; 3. El peligro de la ira pecaminosa; 4. La ira bajo el gobierno del Espíritu), que evidencien qué es la ira y los perjuicios que causa a las relaciones y a la comunión cristiana.

Descarga las frases en formato de figuras de frijol (haz clic aquí).

Sugerencias de frases:
– Sentimiento intenso de rabia o indignación que, cuando no es controlado, tiende a expresarse de forma destructiva.
– Discusiones acaloradas, ofensas verbales y respuestas inmediatas en el entorno digital.
– Antiguo Testamento: la palabra hebrea ’aph, literalmente “nariz” o “respiración agitada”; ya qetsef enfatiza la furia descontrolada y destructiva.
– Nuevo Testamento: Pablo utiliza orgē para indicar una indignación ponderada; thymós se refiere a la ira impulsiva, pasional y desmedida, considerada obra de la carne (Gál 5:20).
– Leer Proverbios 29:22 y Santiago 1:20.
– La ira nace del orgullo herido, de la envidia o del deseo de control; cuando no se trata, se convierte en instrumento de destrucción (ver la historia de Saúl).
– La Biblia advierte sobre el peligro de alimentar la ira con el paso del tiempo (Ef 4:26).
– Puede transformarse en rencor, endurecer el corazón y abrir espacio para la acción divisora del enemigo.
– La ira justa es breve, dirigida y redentora; la ira pecaminosa es prolongada, egocéntrica y destructiva.

Imprime y recorta las figuras. Puedes distribuirlas a los alumnos al inicio de la clase o dejarlas disponibles sobre una mesa. Luego, pide que, voluntariamente, cada alumno lea su frase y la coloque dentro de la olla, haciendo un breve comentario. El profesor puede guiar con preguntas y complementar con observaciones, incentivando la participación y la aplicación práctica.

Al final, cuando todas las frases hayan sido colocadas, cierra la olla y conduce la reflexión: “Imagina la presión acumulada dentro de una persona que alimenta estos sentimientos. Por eso, es necesario tener mucho cuidado con la ira en el corazón.”

 

Consejo 3 – Seleccionando acontecimientos
Para enriquecer la parte práctica de la lección, pide a los alumnos que busquen en internet hechos o noticias que presenten ejemplos de indignación frente al error y también de ira pecaminosa.

Después de un tiempo de investigación, solicita que compartan lo que encontraron. A partir de las exposiciones, conduce la reflexión con el grupo, destacando puntos como: indignarse frente al error de forma bíblica, controlar los sentimientos afectados por la ira y buscar la restauración de las relaciones.

 

Texto: Secretaría de Escuela Bíblica

 

DICAS DA LIÇÃO 3 | IRA: “Destruindo relacionamentos” | A luta contra o pecado

Confira quatro recursos para sua aula de sábado: meme ilustrativo, Dinâmica ‘panela de pressão’ da ira, vídeo: ‘Irai-vos e não pequeis’ e a tarefa ‘selecionando acontecimentos’. 

 

Dica 1 – Meme do “sal grosso” (Introdução I-De olho na vida)

Para Introdução e o item “I-De olho na vida”, utilize em sua aula o conhecido meme em que um cristão justifica sua grosseria dizendo que é “sal grosso”. Apresente a imagem e promova um diálogo com a turma, perguntando se essa justificativa é coerente com a vida cristã. Como o texto cita, a pessoa com a ira negativa, trata esse sentimento como traço da personalidade, para se justificar: “Eu sou assim mesmo”. 

A proposta é refletir sobre o controle da ira e das palavras, lembrando que Cristo nos chamou para sermos pacificadores (cf. Mateus 5:9).

 

DICA 2 – Dinâmica “panela de pressão” da ira
Sugerimos a dinâmica cômica “panela da ira” para ser aplicada durante os momentos aplicativos da aula. Leve para a sala uma panela de pressão identificada como “ira”. A proposta é construir, com a participação dos alunos, uma reflexão visual e progressiva sobre o tema.

Separe previamente algumas frases retiradas do estudo (itens: Apresentando o Tema; 1. A ira nas línguas bíblicas; 3. O perigo da ira pecaminosa; 4. A ira sob o governo do Espírito), que evidenciem o que é a ira e os prejuízos que ela causa aos relacionamentos e à comunhão cristã.

Baixe as frases em formato de figuras de feijão (clique aqui).

Sugestões de frases:

  • Sentimento intenso de raiva ou indignação que, quando não controlado, tende a se expressar de forma destrutiva.
  • Discussões acaloradas, ofensas verbais e respostas imediatas no ambiente digital.
  • Antigo Testamento: a palavra hebraica ’aph, literalmente “nariz” ou “respiração ofegante”; já qetsef enfatiza a fúria descontrolada e destrutiva.
  • Novo Testamento: Paulo utiliza orgê para indicar uma indignação ponderada; thymós refere-se à ira impulsiva, passional e desmedida, considerada obra da carne (Gl 5:20).
  • Ler Provérbios 29:22 e Tiago 1:20.
  • A ira nasce do orgulho ferido, da inveja ou do desejo de controle; quando não tratada, torna-se instrumento de destruição (ver história de Saul).
  • A Bíblia alerta para o perigo de nutrir a ira ao longo do tempo (Ef 4:26).
  • Pode transformar-se em rancor, endurecer o coração e abrir espaço para a ação divisora do inimigo.
  • A ira justa é breve, direcionada e redentora; a ira pecaminosa é prolongada, egocêntrica e destrutiva.

Imprima e recorte as figuras. Você pode distribuí-las aos alunos no início da aula ou deixá-las disponíveis sobre uma mesa. Em seguida, peça que, voluntariamente, cada aluno leia sua frase e a coloque dentro da panela, fazendo um breve comentário. O professor pode conduzir com perguntas e complementar com observações, incentivando a participação e a aplicação prática.

Ao final, quando todas as frases forem colocadas, feche a panela e conduza a reflexão: “Imagine a pressão acumulada dentro de uma pessoa que alimenta esses sentimentos. Por isso, todo cuidado é pouco com a ira no coração.”

 

DICA 3 – Vídeo: “Irai-vos e não pequeis”
Para auxiliar na reflexão do item 2, “A legitimidade da ira justa”, ou nos momentos aplicativos, recomendamos a exibição do vídeo “Irai-vos e não pequeis”, do Pr. Augustus Nicodemus.

O vídeo explica o sentido de “ira” como indignação e diferencia a ira justa da ira pecaminosa, trazendo exemplos práticos. Após a exibição, conduza um diálogo com a turma, incentivando-os a identificar situações do cotidiano em que essa distinção se aplica, promovendo reflexão e aplicação pessoal.

 

DICA 4 – Selecionando acontecimentos
Para enriquecer a parte aplicativa da lição, peça que os alunos busquem na internet fatos ou notícias que apresentem exemplos de indignação diante do erro e também de ira pecaminosa.

Após um tempo de pesquisa, solicite que compartilhem o que encontraram. A partir das exposições, conduza a reflexão com a turma, destacando pontos como: indignar-se diante do erro de forma bíblica, controlar os sentimentos afetados pela ira e buscar a restauração de relacionamentos.

Para mais materiais de aula, acesse: www.promessistas.org/lb355/

 

Texto: Secretaria de Escola Bíblica

Por que pregar o Evangelho para pessoas com deficiência mental profunda?

Saiba três razões que justificam a pregação para pessoas com deficiência cognitiva profunda ou que não se comunicam (verbalmente ou oralmente).

 

Por que pregar o Evangelho para pessoas com deficiência mental profunda? É uma pergunta legítima. Afinal, como vamos pregar para pessoas que, aparentemente, não entendem? Pretendo, neste pequeno texto, apresentar três razões que justificam plenamente a pregação do Evangelho para pessoas com deficiência cognitiva profunda, ou pessoas que não falam (não se comunicam verbalizando ou oralizando), ou que tenham qualquer tipo de impedimento dessa natureza, isto é, que apresentem em si fatores que as impedem de oferecer uma resposta pronta e nítida a um interlocutor que as interpelar sobre qualquer eixo comunicacional plausível.

Em primeiro lugar: porque Deus se comunica!
Isso quer dizer que o próprio Deus é quem estabelece o eixo de comunicação com o ser humano e, por isso, essa comunicação é plenamente eficaz. O que estou tentando dizer, de forma prática, é que, quando se trata do Evangelho, o êxito da comunicação não ocorre somente por código de sinais conhecidos que usamos, mas sim pelo fato de que o próprio Deus, através do seu Espírito, se revela a nós (1Co 2:10-12; Jo 16:13).

O Salmo 19:1 diz que os céus fazem uma declaração a todos os seres humanos sobre o Deus de toda glória a quem devemos adorar: “Os céus manifestam a glória de Deus. O firmamento anuncia a obra das suas mãos”. O texto ainda afirma que não há linguagem nem fala audível, e, ainda assim, a comunicação acontece. Ou seja, os canais de comunicação estabelecidos por Deus com o ser humano estão muito além dos códigos comuns inteligíveis que estabelecemos para nos comunicar. Deus tem seus próprios códigos!

 

Em segundo lugar: porque a Palavra de Deus tem o poder de transformar.
Isaías diz que a Palavra de Deus não volta vazia; muito pelo contrário, uma vez que ela é lançada, gera frutos, pois em si mesma é eficaz (Is 55:11). Ela é tão poderosa que realiza uma “cirurgia” que nenhum cirurgião, por mais habilidoso que seja, consegue fazer: penetra na divisão da alma e do espírito, das juntas e medulas (Hb 4:12). Ela transforma as partes mais internas das pessoas. 

Essa é a operacionalidade das Escrituras Sagradas, que opera “tudo em todos”. A Palavra de Deus é poderosa e refrigera a alma (Sl 19:7). A Bíblia é o bisturi de Deus! São afirmações como essas que deixam a metafísica de “cabelos em pé”. Como assimilar o poder dessa Palavra? Bem, acredito que a escolha mais razoável é a seguinte: ou você crê ou você não crê.

 

Em terceiro e último lugar: porque Jesus mandou pregar para todos.

É importante obedecer às ordens do Mestre. Em Marcos 16, Jesus ordena que preguemos o evangelho a toda criatura (Mc 16:15). Não há nenhum critério elegível de distinção aqui. “Toda” é, necessariamente, toda.

Você pode até eleger seus critérios de distinção, mas saiba que isso não vem de Deus. Também não há abertura para que preguemos apenas quando o processo de conversão é compreendido por nós. Cada ser humano tem uma peculiaridade que só ao Criador é possível alcançar: a conversão é tão sobrenatural quanto a própria concepção. A realidade de “nascer de novo” é uma ação que só Deus pode realizar; e Ele o faz . O que cabe a nós é obedecer, pregar, ouvir e crer.

E obedecer é lançar a semente, sabendo que o ato de crescer pode não ser compreendido por nós, mas é gerado por Deus. O que cabe a Deus não caberá a nós. Entenda somente isso e cumpra o seu pequeno papel: pregue sem distinções! Você é o canal de Deus para alcançar corações. Quem estabeleceu isso foi o Senhor. Fique tranquilo, vai dar certo. Apenas faça o que Ele mandou.

Para concluir, deixo o texto de Romanos 1, que coloca os homens como indesculpáveis (Rm 1:20). Não importa a condição, pois o Senhor se revelou em sua criação, em sua Palavra e em seu Filho, Jesus Cristo (Hb 1:1-2). Poderia eu mostrar cientificamente que pessoas com deficiência cognitiva profunda têm níveis de compreensão, assim como autistas não verbais entendem, mas não conseguem falar de forma usual. Mas isso não é o fundamental aqui. Nossa base precisa ser estabelecida pela Bíblia. Obedeçamos. O resto é adjacente.

Como diz o antigo hino: “Pois obedecer é melhor do que sacrificar”.

Texto: Juliana Duque José é Líder da Secretaria de Inclusão da Convenção Geral.

Consejos de la Lección 2 | ENVIDIA: “Molestarse por la felicidad del otro” | La lucha contra el pecado

Conozca los recursos para la clase del sábado: la dinámica del “emoji y el envidioso”, dos recursos pedagógicos: corazón del envidioso y escudo contra la envidia, además del desafío de la semana.

CONSEJO UNO – Dinámica “emoji y el envidioso” (Ítem 1)
Con un emoji y una máscara de emoji hechas de papel, que representa a la persona a quien envidiamos, elija a un alumno (invítelo voluntariamente), que tendrá la tarea de representar al envidioso: aquel que vive pensando en el otro y en cómo superarlo.

 

FigurasDeEmoji_EB (PDF)

Después de eso, el alumno deberá realizar algunas tareas, como:
– Mirarse en el espejo con la máscara (y en lugar de ver su rostro, verá el emoji).
– Colocar un emoji dentro de una Biblia (sin que la persona lo sepa); al abrirla, verá el emoji y puede interpretar que el mensaje es para otra persona.
– Colocar un emoji en una mochila (representando la envidia en el ambiente de estudio y trabajo).
– Preparar un jugo y colocar el vaso sobre el emoji (el envidioso pensará: “él se alimenta mejor que yo”).

Idea central: Mostrar que el envidioso vive con la mente enfocada en el otro, intenta superarlo y desea ocupar su lugar. Las situaciones (espejo, Biblia, mochila, alimento) representan áreas de la vida donde la envidia puede surgir: identidad, espiritualidad, desempeño y provisión. En el caso de Caín, esto lo llevó a eliminar a su hermano, pero, al hacerlo, destruyó su propia vida. Por eso, debemos vencer este sentimiento pecaminoso.

 

CONSEJO DOS – Recurso pedagógico “El corazón del envidioso” (ítems 1 y 2)
Dibuje un corazón en un cartel y colóquelo en una pizarra, rotafolio u otro soporte.

Escriba o imprima las frases a continuación, que son algunas características del corazón envidioso (presentes en la lección), y recórtelas en pequeños trozos. Luego, pida a los alumnos que peguen estas características en el corazón a medida que se vayan realizando las explicaciones. Puede distribuir los recortes y, durante la explicación, solicitar que cada alumno vaya hasta el dibujo y coloque su parte.

A continuación, las frases extraídas del estudio:
“La envidia es un sentimiento de tristeza o irritación ante quien posee algo deseable.”
“Es una incomodidad interior ante el bien, la prosperidad o el reconocimiento concedido al otro.”
“Es algo corrosivo, que consume silenciosamente.”
“Es un pecado que puede y debe ser resistido.”
“Revela una comprensión equivocada de la gracia de Dios.”
“La envidia transforma a Dios en rival y al prójimo en amenaza.”
“La envidia no queda guardada solo dentro de nosotros.”
“Destruye la comunicación y rompe la comunión.”
“Anestesia el sentido de responsabilidad y vuelve el corazón insensible al dolor causado.”

 

CONSEJO TRES – Recurso pedagógico “Escudo de protección contra la envidia”
Para ayudar en la reflexión de la parte explicativa de la lección, sugerimos el uso del recurso pedagógico “Escudo de protección contra la envidia”, a ser utilizado en el ítem III – De ojo en la vida. Descargue los escudos en PDF, imprímalos y coloque las descripciones a continuación en sus respectivas figuras:

FigurasDoEscudo_EB (PDF)

 

Escudo de protección contra la envidia 1
Contentamiento: confianza en la providencia de Dios (Fil 4:12)
Celebración del éxito del otro
Orar por quien se ha tenido envidia

Escudo de protección contra la envidia 2
Autorreflexión por medio de la meditación y la oración (Pr 4:23)

 

CONSEJO CUATRO – Desafío de la semana
Refuerce, antes de finalizar el estudio, que sus alumnos practiquen durante la semana los dos desafíos propuestos. Reserve un tiempo de la clase para que el grupo pueda salir con el desafío “activado”.

– Ejercicio de gratitud y contentamiento: Identificar a una persona de su entorno que haya alcanzado algo que usted secretamente desea y, de manera sincera, envíele un mensaje o haga un elogio público celebrando ese logro.
– Reserve cinco minutos diarios para enumerar cinco motivos de gratitud que no involucren bienes materiales, enfocándose estrictamente en el carácter de Dios y en su salvación en Jesucristo.
– Ore específicamente por la prosperidad de aquella persona con quien usted suele compararse.

Texto: Secretaría de Escuela Bíblica

DICAS DA LIÇÃO 2 | INVEJA: “Incomodando com a felicidade do outro” | A luta contra o pecado

Conheça os recursos para aula de sábado: a dinâmica do “emoji e o invejoso”, dois recursos pedagógicos: coração do invejoso e escudo contra inveja, além do desafio da semana.

 

DICA UM – Dinâmica “emoji e o invejoso” (Item 1)

Com um emoji e uma máscara de emoji feitas de papel, que representa a pessoa que temos inveja, escolha um aluno (convide voluntariamente), que terá a tarefa de representar o invejoso: aquele que vive pensando no outro e em como superá-lo.

FigurasDeemoji_EB (PDF)

Após isso, o aluno deverá fazer algumas tarefas, como: 

  • Olhar no espelho com a máscara (e em vez de ver seu rosto, verá o emoji).
  • Colocar um emoji dentro de uma Bíblia (sem a pessoa saber); ao abrir, ela verá o emoji e pode interpretar que a mensagem é para outra pessoa.
  • Colocar um emoji em uma mochila (representando a inveja no ambiente de estudos e trabalho).
  • Preparar um suco e colocar o copo sobre o emoji (o invejoso pensará: “ele se alimenta melhor do que eu”).

Ideia central: Mostrar que o invejoso vive com a mente focada no outro, tenta superá-lo e deseja ocupar o seu lugar. As situações (espelho, Bíblia, mochila, alimento) representam áreas da vida onde a inveja pode surgir: identidade, espiritualidade, desempenho e provisão. No caso de Caim, isso o levou a eliminar o irmão, mas, ao fazer isso, destruiu a própria vida. Por isso, devemos vencer esse sentimento pecaminoso.

 

DICA DOIS – Recurso pedagógico “O coração do invejoso” (itens 1 e 2)

Desenhe um coração em cartaz e o coloque em um quadro, flipchart ou outro suporte.

Escreva ou imprima as frases abaixo que são algumas características do coração invejoso (presentes na lição) e recorte-as em pequenos pedaços. Em seguida, peça que os alunos colem essas características no coração a medida que forem sendo feitas as explicações. Você pode distribuir os recortes e, durante a explicação, solicitar que cada aluno vá até o desenho e fixe sua parte.

Abaixo, seguem as frases retiradas do estudo: 

  • “A inveja é um sentimento de tristeza ou irritação diante de quem possui algo desejável.”
  • “É um incômodo interior diante do bem, da prosperidade ou do reconhecimento concedido ao outro.”
  • “É algo corrosivo, que consome silenciosamente.”
  • “É um pecado que pode e deve ser resistido.”
  • “Revela uma compreensão equivocada da graça de Deus.”
  • “A inveja transforma Deus em rival e o próximo em ameaça.”
  • “A inveja não fica guardada apenas dentro de nós.”
  • “Destrói a comunicação e rompe a comunhão.
  • “Anestesia o senso de responsabilidade e torna o coração insensível à dor causada.”

 

DICA TRÊS – Recurso pedagógico “Escudo de proteção contra inveja”

Para auxiliar na reflexão da parte explicativa da lição, sugerimos o uso do recurso pedagógico “Escudo de proteção contra a inveja”, a ser utilizado no item III – De olho na vida. Baixe os escudos em PDF, imprima-os e coloque as descrições abaixo nas suas figuras respectivas: 

FigurasDoiescudo_EB (PDF)

  • Escudo de proteção contra a inveja 1
    Contentamento: confiança na providência de Deus (Fp 4:12)
  • Celebração do sucesso do outro
  • Orar por quem se teve inveja
  • Escudo de proteção contra a inveja 2
  • Autorreflexão por meio da meditação e da oração (Pv 4:23) 

 

DICA QUATRO – Desafio da semana

Reforce, antes do término do estudo, para que seus alunos pratiquem na semana os dois desafios propostos. Tire um tempo da aula para que a turma possa sair com o desafio “engatilhado”. 

– Exercício da gratidão e contentamento: Identificar uma pessoa de seu convívio que tenha alcançado algo que você secretamente deseja e, de forma sincera, envie-lhe uma mensagem ou faça um elogio público celebrando aquela conquista. 

Reserve cinco minutos diários para listar cinco motivos de gratidão que não envolvam bens materiais, focando estritamente no caráter de Deus e na sua salvação em Jesus Cristo.

Ore especificamente pela prosperidade daquela pessoa que você costuma comparar consigo mesmo. 

Texto: Secretaria de Escola Bíblica 

A morte de Jesus era necessária? Aprenda cinco motivos para a crucificação

O que torna a crucificação de Jesus especial? Simples, por meio da morte de Jesus os propósitos eternos de Deus estavam se cumprindo (At 2:23).

 

Nesta semana temos o feriado: a sexta-feira da paixão. Dentro da chamada semana santa, é uma data utilizada para se lembrar e celebrar a crucificação de Jesus em favor dos seres humanos. Esta celebração acontece numa sexta-feira porque, grande parte dos cristãos crê que Jesus morreu numa sexta-feira. Segundo cremos, trata-se de uma crença equivocada. Na verdade, o que faz mais sentido, à luz do evangelhos, é crer que Jesus morreu numa quarta-feira (mais detalhes, acesse: https://promessistas.org/sexta-feira-da-paixao/).

Numa quarta-feira, no monte caveira, Jesus foi crucificado. Entretanto, naquele período, só na Palestina, sob o governo de Herodes, cerca de duas mil pessoas foram crucificadas. O que torna a crucificação de Jesus especial? Simples, por meio da morte de Jesus os propósitos eternos de Deus estavam se cumprindo (At 2:23). Tratava-se da entrega voluntária do Filho de Deus para que pudéssemos ser resgatados e perdoados (Mc 10:45; Jo 10:18; 19:11). Por causa desta morte, nós podemos ter vida!

Mas, a morte de Jesus era mesmo necessária? Confira pelo menos cinco motivos: 

  1. a) Sim, pois é só por meio da morte de Jesus que nossos pecados puderam ser perdoados e nós sermos libertos da condenação (Rm 3:21-26; 5:17; 6:23);
  2. b) Sim, pois é só por meio da morte de Jesus podemos ser livres da ira de Deus. Cristo tomou o cálice da santa e justa ira de Deus em nosso lugar (1 Ts 1:10; Jo 3:36; 1 Jo 4:10).
  3. c) Sim, pois é só por meio da morte de Jesus que pudemos ser reconciliados com Deus, de quem estávamos separados e distanciados (Rm 5:8-10).
  4. d) Sim, pois é só por meio da morte de Jesus podemos ser libertos do império das trevas e do cativeiro de Satanás. O Diabo que antes nos acusava perante Deus, agora não pode mais fazer isto (Cl 1:13-14; Rm 8:34; Ap 12:10; Ef 2:1-3; Hb 2:14).
  5. e) Sim, pois é só por meio da morte de Jesus que agora podemos viver como pessoas livres, sem sermos dominados pelo pecado que habita em nós (2 Co 5:15-17; 1 Co 15:22; Rm 6:8-14).

Você pode louvar a Deus hoje por tão grande salvação? 

Texto: Eleilton William é Pastor e Mestre em Teologia, além de ser o vice-presidente da Convenção Geral das Igrejas Adventista da Promessa e Diretor da Editora Promessa.

Três temas do discipulado que você vai aprender no 2º Congresso de Educação Cristã

Os pastores Eleilton Freitas, Willy Corrêa e o ex-presidente da Convenção Geral, José Lima de Farias Filho ministrarão as palestras principais do evento, que ocorrerá no dia 2 de maio, em Cuiabá (MT).

 

“O desafio de ser e fazer discípulos”, “A cultura do discipulado na igreja” e “O Promotor do discipulado” serão os temas das três palestras principais do 2º Congresso de Educação Cristã, que ocorrerá no Centro de Eventos Pantanal, no dia 2 de maio, seguido da 62ª Assembleia Geral, no dia 3.

Os palestrantes confirmados são o vice-presidente da Convenção Geral, Pr. Eleilton Freitas, no período da manhã; o Pr. Willy Corrêa, à tarde, e, no culto da noite, o ex-presidente da Convenção Geral, Pr. José Lima de Farias Filho.

“O desafio de ser e fazer discípulos”
Na palestra da manhã, o Pr. Eleilton abordará o primeiro passo para o desenvolvimento de uma cultura de discipulado: compreender o que significa ser discípulo de Jesus, com seus custos, renúncias e implicações práticas, ao mesmo tempo em que se assume a responsabilidade de fazer novos discípulos. O tema também inclui o discipulado como vida intencional, com ênfase em proclamação, testemunho e cuidado.

 

“A cultura do discipulado na igreja”
No período da tarde, o Pr. Willy mostrará como uma igreja que desenvolve uma cultura de discipulado integra vida, missão e ensino em todas as dimensões, de modo que cada ministério e cada membro participem desse processo. A mensagem destacará o envolvimento de toda a igreja e a formação de discípulos no cotidiano.

 

“O Promotor do discipulado”
A programação da noite será dedicada à atuação do Espírito Santo como aquele que promove o discipulado. Ministrada pelo Pr. José Lima, a palestra destacará que, mais do que estratégias, o discipulado depende da ação do Espírito Santo, que capacita, direciona e transforma tanto a vida pessoal quanto a missão da igreja.

Além das três palestras principais, os inscritos poderão escolher entre 15 trilhas temáticas, que abrangem diversos ministérios. As inscrições podem ser feitas no site: congressodeeducacao.promessistas.org

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

CONSEJOS DE LA LECCIÓN 1 | SOBERBIA: jugando a ser rey | La lucha contra el pecado

Vea los recursos para su primera clase del trimestre: dos dinámicas y un cuadro para explicación.

CONSEJO 1: Dinámica – Coronas de la soberbia
En la parte “I – DE OJO EN LOS MEDIOS”, se presenta la definición de un artículo en el que la autora enumera algunas características de una persona soberbia: 1) el soberbio menciona y resalta, de forma constante, sus logros o vivencias; 2) busca elogios de otras personas; 3) necesita aprobación y reconocimiento; 4) compite con otras personas y las rebaja para exaltar su propia imagen; 5) no admite otros puntos de vista; y 6) tiene dificultad para respetar las opiniones ajenas.

Sugerimos la dinámica Coronas de la soberbia – utilizamos el tema abordado anteriormente:
Corona 1: solo habla de sí mismo
Corona 2: busca elogios
Corona 3: busca aprobación
Corona 4: compite y rebaja a los demás
Corona 5: no admite otros puntos de vista
Corona 6: solo ella tiene la razón

Haga coronas de papel o compre las que se venden en tiendas de artículos de fiesta; coloque las coronas en una mesa con las descripciones anteriores: pueden estar en etiquetas en las coronas o en papeles sobre la mesa. Elija a un alumno para recibir las coronas y a otros para colocarlas en su cabeza. Cada vez que alumnos diferentes “coronen” al “soberbio”, deben hacer comentarios sobre esas características, generando participación e involucramiento de todos.

Al final, lea Proverbios 6:16-17, que trata de “las seis cosas que el Señor aborrece, y la séptima abomina su alma” (Proverbios 6:16), y entre ellas están “los ojos altivos…” (v. 17), que es una forma de referirse a la persona arrogante; después de finalizar la dinámica, continúe con el estudio.

 

CONSEJO 2: Dinámica – Dos caminos
En la parte II del estudio, el punto 1, “Un camino peligroso”, menciona dos caminos: el camino del soberbio (Pr 16:18) y el camino de la humildad (Mt 11:29).

Sugerimos la siguiente dinámica para la enseñanza: haga dos caminos físicos en el suelo del aula, utilizando cinta blanca o cinta aislante (prepare esto antes de la llegada de los alumnos). Identifique cada camino con sus respectivos nombres.

Al momento de explicar el punto 1, tenga previamente recortadas algunas palabras y llame a los alumnos para que identifiquen a qué camino pertenece cada una. A medida que participen, comente sobre las características que forman parte de cada camino.

Para el camino de la soberbia, utilice palabras como: “orgullo”, “competencia”, “no escuchar”, “caída” y “muerte”. Para el camino de la humildad: “mansedumbre”, “dependencia de Dios”, “escuchar” y “vida” (puede añadir otras palabras o expresiones, si lo desea).

 

CONSEJO 3: Dinámica “Venda de la soberbia”
La lección, en el punto 2 de la parte II, trata sobre “Una impresión falsa” y afirma, en una de sus frases, que el “orgullo es capaz de cegar a las personas, impidiéndoles ver sus propios errores” (Mt 7:5).

En ese momento, puede vendar a un alumno y pedirle que camine por el aula. Oriéntelo a dirigirse hacia un punto específico, pero dé instrucciones imprecisas o diferentes de la posición real. Luego, quite la venda y pida a la clase que analice el comportamiento de la persona vendada.

Explique: “esto es una metáfora para hablar de quien es soberbio”. Al no ver sus propios errores, la persona orgullosa desarrolla una falsa impresión de sí misma (1 Co 4:7), de los demás (Pr 13:10a) y de Dios (Lc 18:9-12). Pida que sus alumnos lean los textos en clase y comenten sobre ellos. También los textos del punto 3, que trata del trato severo de Dios sobre los orgullosos: Sal 101:5; Pr 16:5; Stg 4:6; Dn 4:25-35 y Éx 14:1-31.

Texto: Secretaría de Escuela Bíblica