A morte trágica de Gugu Liberato

Ficamos abalados mas precisamos refletir sobre como temos vivido

Na última sexta-feira, o Brasil acordou com a notícia da tragédia do acidente e morte de Gugu Liberato. Uma vida calçada no trabalho e na família, que imprevisivelmente foi ceifada. E os que o admiravam choraram sua perda. Atualmente não atuava com tanta frequência na TV como antes, no auge de sua carreira, mas agora com essa tragédia, os fãs se deram conta que já não o veriam mais. A oportunidade de vê-lo em vida já não mais existia.
A verdade é que o ser humano não foi criado para morrer, e com isso sofremos profundamente quando perdemos um ente querido. Algumas pessoas sofrem somente quando perdem alguém próximo, outras sofrem por todos, até os desconhecidos. Mas o fato é que sofremos.
A partir do momento que entendemos, através das Escrituras Sagradas, que fomos feitos pelas mãos de Deus, criaturas à imagem do Deus Altíssimo para a eternidade, quando nos deparamos com a morte, nosso coração e mente ficam abalados com a perda. E nesse momento são despertados em nós alguns alertas sobre como estamos cuidando diariamente desse presente divino, nossa alma vivente, que recebemos com tanto amor de Deus. Pura graça. Como estou cuidando desse corpo para que um dia seja glorioso e incorruptível? Com o quê o estou alimentando? Tenho ingerido alimentos saudáveis, que irão nutrí-lo por um todo? Ou alimentos que nos alegram na hora que o ingerimos, mas durante a digestão nos fazem sentir mal, e vão nos matando aos poucos? Peixe morre pela boca, já dizia minha avó. Se não cuidamos do que entra pela boca, o corpo reage, e aparecem diabetes, pressão alta, constipação, obesidade mórbida, e por aí vai…. Sem contar o mal estar emocional que se instala, tudo isso porque não cuidamos do presente recebido.
Por não cuidar, qual o legado que deixarei aos familiares e amigos quando  morrer? Boas lembranças ou um alívio pela nossa morte? Saudades de momentos felizes ou lembranças tristes de momentos que não valem a pena relembrar ou reviver ou até mesmo contar com satisfação? É um caso muito sério a pensar, o que estamos fazendo com nossas vidas.
É muito importante nos atentarmos para nossas atitudes, ações, realizações e motivações do presente, porque dele vêm a mudança para um futuro melhor. Do passado recebemos informações diversas, boas e ruins, experiências de vida, também boas e ruins, que irão alterar o nosso futuro. O presente só tem sentido se o passado tiver alguma utilidade para uma melhora de vida presente e futura. Na Bíblia Sagrada temos muitos bons exemplos de vida com mudanças benignas: apóstolo Paulo, José do egito, a rainha Ester, Jó, Moisés e muitos outros. Seus legados, as lembranças que deixaram, nos motivam a lutar por uma vida melhor até os dias de hoje.
Você quer mudar sua vida hoje, para ter um futuro melhor, e alcançar uma vida eterna e plena com Jesus Cristo? Se me permite, seguem algumas sugestões do que tenho aprendido ao longo da vida, nos estudos bíblicos, juntamente com a atitude de orar e agir:
– esvazie seu coração das mágoas e dores que hoje deixam você impossibilitado de sorrir, ser feliz;
– libere perdão mesmo estando certo. Você vai sentir um alívio tão grande, parecendo que um peso enorme saiu dos seus ombros! E se a pessoa a quem pediu perdão não a perdoar, sua carga será dobrada, pois com certeza já carrega o peso da dor da discórdia e separação da amizade, e passará a carregar o peso do perdão não recebido. Ore pela reintegração de vocês, pois por vezes o diabo nos cega para atrapalhar a obra do Espírito Santo em nossas vidas;
– siga as orientações do mestre Jesus Cristo, o único exemplo perfeito.
– alimente-se bem, cuide da sua saúde física, mental, corporal, espiritual e financeira;
– doe parte do seu tempo para olhar ao redor e ver quem está precisando de ajuda, aquele que não está conseguindo caminhar sozinho. Parece estranho esse pensamento, mas quando nos dispomos a ajudar o próximo a carregar seu fardo, chegamos a nos esquecer momentaneamente dos nossos problemas, que passam a ficar em segunda escala;
– distribua amor, atenção, oração, abraços, beijos, palavras amigas e incentivadoras, orientações bíblicas com exemplos do Mestre, parceria na caminhada. Doação nos renova espiritualmente, nos traz paz interior, nos faz valorizar a vida. Lembra do samaritano na estrada? Se fosse você, agiria assim?
– repeite os limites da outra pessoa. Não ultrapasse o permitido. Deus não age assim. Mesmo Deus, que identifica nossas falhas e nos conhece, não nos invade. Vá até onde têm permissão. A partir desse ponto, continue somente orando, na esperança do Espírito Santo completar o incompleto, através das oportunidades espirituais que a pessoa permitir.
No mais, lembre-se sempre: “de todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de jesus, para que a vida de jesus também seja revelada em nosso corpo. Pois nós, que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a jesus, para que a sua vida também se manifeste em nosso corpo mortal. De modo que em nós atua a morte; mas em vocês, a vida.” (2 Coríntios 4:8-12)
 
 

Pensão por morte

Pensionista que contrai novo matrimônio perde o benefício?

O benefício de pensão por morte, no decorrer dos anos, a partir de sua criação em 1923 (Lei Eloy Chaves – Decreto n. 4.682/23), sofreu inúmeras modificações, tendo em vista a evolução da sociedade brasileira e a consequente necessidade de adequação, com o objetivo de amparar os dependentes (beneficiários) do segurado falecido.
Neste sentido, a evolução histórica do referido benefício previdenciário mostra que o valor da pensão sofreu variações entre 70% e 100% do salário de benefício a que o segurado teria direito.
Após a promulgação da Constituição Federal de 1988, o benefício de pensão por morte foi majorado para 100% do salário de benefício, a partir da vigência da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991.
Bom, mas quem são os dependentes, ou beneficiários, do segurado falecido? São aqueles elencados no artigo 16 da atual Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, a saber: “o cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave; os pais; o irmão não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave”.
No caso do cônjuge pensionista, há uma indagação a fazer: pensionista que contrai novo matrimônio perde o benefício de pensão por morte? A resposta é negativa, pois não há previsão legal a este respeito.
Nessa linha, destaco que o artigo 114 do Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, dispõe sobre os motivos da cessação do benefício de pensão por morte, dentre os quais: “pela morte do pensionista; para o pensionista menor de idade, ao completar vinte e um anos, salvo se for inválido, ou pela emancipação, ainda que inválido, exceto, neste caso, se a emancipação for decorrente de colação de grau científico em curso de ensino superior; ou para o pensionista inválido, pela cessação da invalidez, verificada em exame médico-pericial a cargo da previdência social”.
As disposições acima estão em harmonia com o artigo 77, parágrafo 2º e seus incisos da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, com destaque para o inciso V, alínea “c”, que estabelece o prazo de gozo de benefício de pensão por morte de acordo com a faixa etária do cônjuge ou companheiro, conforme descrito abaixo, cuja vigência se deu a partir de 01/03/2015, com redação dada pela Medida Provisória nº 664, de 30 de dezembro de 2014, convertida em Lei nº 13.135, de 17 de junho de 2015:
1) 3 (três) anos, com menos de 21 (vinte e um) anos de idade;
2) 6 (seis) anos, entre 21 (vinte e um) e 26 (vinte e seis) anos de idade;
3) 10 (dez) anos, entre 27 (vinte e sete) e 29 (vinte e nove) anos de idade;
4) 15 (quinze) anos, entre 30 (trinta) e 40 (quarenta) anos de idade;
5) 20 (vinte) anos, entre 41 (quarenta e um) e 43 (quarenta e três) anos de idade;
6) vitalícia, com 44 (quarenta e quatro) ou mais anos de idade.
Ademais, esclareço que cônjuges pensionistas que requereram benefícios antes da nova regra, continuarão a receber de forma vitalícia, independente da idade, pois a Constituição Federal assegura, no artigo 5º, inciso XXXVI, que a “lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada”.
Assim, concluo este artigo com a assertiva de que o pensionista não perde o benefício previdenciário em razão de novo matrimônio, pois não consta na legislação previdenciária esta hipótese como causa de cessação do benefício de pensão por morte. O que pode ocorrer é a opção que o pensionista terá de fazer de um benefício por outro de mesma espécie, desde que mais vantajoso, no caso de segunda viuvez.


Referências:
AVIAN, Eduardo. Pensão por morte: evolução história, mudança de paradigma e situação atual. Conteudo Jurídico, Brasília-DF: 12 dez. 2014. Disponível em: . Acesso em: 14 jan. 2016.
Constituição Federal de 1988
Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991
Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999
Medida Provisória nº 664, de 30 de dezembro de 2014
Lei nº 13.135, de 17 de junho de 2015
José Adailton dos Santos congrega na IAP em Santana (SP). É advogado Graduado em Direito pela Universidade São Judas Tadeu – Pós Graduado em Direito Processual Civil pela Escola de Direito de São Paulo Fundação Getúlio Vargas

Tragédia familiar

Bisbo Robinson Cavalcanti e sua esposa, da Igreja Anglicana, foram assassinados neste domingo

 
Eduardo Olímpio Cotias Cavalcanti, 29 anos, é acusado de matar seus pais adotivos a facadas na casa onde moravam, em Olinda, Grande Recife, no último domingo, dia 26. O pai era o bispo Robinson Cavalcanti, 68 anos, da Igreja Episcopal Anglicana, que deixou um grande legado para igreja no Brasil. A mãe, Miriam Cavalcanti, 64 anos, chegou a ser socorrida, mas não sobreviveu.
O Pr. Miguel Uchoa falou do que o bispo deixa de ensinamento no cristianismo. “O grande legado é a história dele de luta pela ortodoxia na doutrina cristã; são décadas de luta. Sempre acreditou na causa da doutrina evangélica e lutou pelos princípios em defesa da sociedade mais justa.”
Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e com licenciatura em Ciências Sociais na Universidade Católica de Pernambuco, Robinson Cavalcanti assumiu, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), vários cargos – foi coordenador de graduação, de pós-graduação e de mestrado, chefe de Departamento, além de diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE. 
Robinson Cavalcanti também atuou nas campanhas presidenciais de Lula, de 1989 e 1994. Era colaborador da Revista Ultimato.

Sem dúvida, uma perda significativa para a igreja de Cristo no Brasil. Oremos pelos familiares e pelo filho Eduardo, que se encontra hospitalizado após ingerir veneno, para que haja arrependimento e salvação em Jesus para ele.
 

Será que estou morto?

Embora todos temam a morte, muitos estão nela, sem perceberem

Possivelmente, você já se deparou com a seguinte pergunta: “Você tem medo da morte?” Esse questionamento é, por si só, impactante. Viver é bom e prazeroso. É na vida que mentalizamos os nossos maiores sonhos, aquilo que almejamos acontecer em nossa história. Mas a morte é horrível. Ela é medonha e interrompe qualquer sonho de um futuro promissor, nesta realidade.
Contudo, torna-se necessário atentarmos para uma importante verdade: muitos, por mais que tenham medo da morte, já estão mortos. “Como pode ser isso?”, alguém pode perguntar. Obviamente, estamos nos referindo à morte espiritual. Logo, têm todo sentido as palavras de Paulo: Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados (Ef 2:1 – grifo meu). É isso que somos ao nascer: mortos! À semelhança do filho perdido mencionado numa parábola contada por Jesus, muitos estão mortos (cf. Lc 15:24). O clamor do apóstolo ainda é possível de se ouvir nos dias de hoje: Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?  (Rm 7:24). Paulo está se referindo à natureza pecaminosa que faz parte de todo ser humano. Essa natureza o estava maltratando, pois diversas vezes, levava-o a fazer coisas que ele aborrecia e a deixar de fazer o que aprovava (Rm 7:15).
Se nascemos mortos, necessariamente devemos nascer de novo. Isso não significa dizer que a natureza pecaminosa que há em nós nos deixará. Porém, ela não mais nos dominará. O que Jesus disse a Nicodemos é extensivo a todos: …se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus (Jo 3:3). Assim, os “mortos não vêem, isto é, eles não vêem o Reino de Deus como um desejo supremo. Parece-lhes algo tolo, mítico ou maçante. Por isso, não podem ‘entrar no Reino de Deus’ (3.5)”, escreve John Piper, no livro “O que Jesus Espera de Seus Seguidores: mandamentos de Jesus ao mundo.”
Será que estou morto? Esta pergunta deve ser feita por cada pessoa. Todos precisam refleti sobre ela. Se a resposta for positiva, o que fazer? Paulo disse: Ele vos deu vida… (Ef 2:1). Ele quem? Deus! Este, por intermédio da morte de Cristo, nos faz nascer de novo e nos torna novas criaturas (2 Co 5:17). Portanto, o melhor a fazer é correr para os seus braços. Ele nos dá nova vida!
Ms. Jailton Sousa Silva é colaborador do Departamento de Educação Cristã da Igreja Adventista da Promessa, em São Paulo (SP).

"Vivo Está"

Cantata na IAP em Santana, em 24/09.

O amor de Jesus, revelado através de sua morte e ressurreição. Este é o tema da Cantata Vivo Está, que será apresentada na IAP em Santana (SP), no próximo dia 24/09/11, a partir das 18 horas.
Estarão louvando ao Senhor os Corais Vozes Celestiais, da IAP São Miguel Paulista, e Sinfonia Celeste, da IAP Cumbica. Participe e traga seus amigos para conhecerem o amor de Jesus.
“Eu sou aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para todo sempre. Tenho autoridade sobre a morte e sobre o mundo dos mortos”. (Ap 1:18)
 

Justiça que não satisfaz

Osama morreu, mas como o coração de uma criança que perdeu seus pais no World Trade Center pode ser acalentado por esta notícia?
“Justiça foi feita!” disse o presidente dos EUA, Barack Obama, no pronunciamento histórico em que anunciou ao mundo a morte do terrorista Osama Bin Laden, no dia 1 de maio.  É sempre estranho ouvir esta expressão. A impressão que temos é que algo está errado. Isso porque nem sempre essa frase expressa com clareza e verdade o fato a ser narrado em seguida.
Em situações como essas, surge em nossos corações, pelo menos no coração daqueles que abrigam a palavra de Cristo, um sentimento de dúvida: será que, realmente, a justiça foi feita? Ou então: Quais parâmetros foram utilizados para se fazer justiça? Enfim, talvez estas questões surjam em nós, cristãos, pelo fato da Bíblia mostrar por diversas vezes que nosso senso de justiça é lamentavelmente falho. Que os parâmetros que estabelecemos para discernir entre o que é e o que não é justo costumeiramente são equivocados. Nas palavras do profeta Isaías: “Somos como o impuro — todos nós! Todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo (Is 64. 6 NVI). O assassinato de Osama foi caracterizado pelos americanos como um ato de justiça retributiva. Obama afirmou ao mundo que, agora, os Estados Unidos podem dizer às famílias vítimas da rede terrorista al-Qaeda que “a justiça foi feita”.
Não quero entrar no mérito da questão se, de fato, era ou não preciso matá-lo. Se não bastaria prendê-lo e oferecer-lhe um julgamento popular justo.  Não estou defendo Osama ou fazendo um discurso piegas sobre a paz. Tão pouco afirmado que os Estados Unidos da América são os mocinhos da história ou então vítimas indefesas de extremistas religiosos do Islã. A Bíblia nos mostra de maneira muito clara que não existem bonzinhos na história política da humanidade e que, todos, indiscriminadamente, são maus e culpados (Jó 15.14-16, Rm 3.9-23).
No entanto, a justiça humana, por mais que seja validade pela ética e por um julgamento moral por parte da maioria, não é capaz de satisfazer o coração daqueles sofreram a injustiça. “A justiça foi feita” disse Obama, mas esposas que perderam seus maridos no dia 11 de setembro ainda choram à noite de saudade em suas camas. Os lugares na mesa ainda estão vazios e a saudade que aflige o coração persistentemente permanece. Os americanos festejaram a morte de Bin Laden, mas inúmeros deles, naquela mesma noite, remoeram a dor das lembranças e molharam seus travesseiros com lágrimas angustiosas. O vazio no coração provocado pela perda dos amigos, filhos, avós e cônjuges no atentado terrorista de 11 de setembro não pode ser aliviado pela morte de um único terrorista.
Osama morreu, mas como o coração de uma criança que perdeu seus pais no World Trade Center pode ser acalentado por esta notícia? Não há como. A justiça humana, por mais que seja válida e até mesmo aprovada por Deus (de acordo com a interpretação tradicional de Romanos 13), não é capaz de satisfazer o coração humano. No máximo, sacia a sede de vingança ou o rancor guardado no coração daqueles que despejam em um único homem todo o ódio de suas almas.
A justiça humana traz euforia, mas também um sentimento de incompletude. Parece que falta algo. E, de fato, falta, pois a única justiça que satisfaz a alma humana é a de Cristo. Isso porque somente a justiça divina é plenamente justa. A justiça estabelecida pelo homem é sempre regada de interesses escusos, motivações espúrias e ética moralmente falível. Deus não julga imparcialmente, pois “justiça e direito são o fundamento do seu trono” (Sl 89. 14).
Deus é essencialmente justo e somente sua justiça traz paz ao coração humano. Por este motivo, quando as cortinas do Universo se fecharem e a saga humana chegar ao fim, podemos ter certeza de que seremos consolados pela suprema Justiça de Deus, que há de julgar vivos e mortos. Somente neste dia nos satisfaremos. Somente então poderemos afirmar como disse Obama: “A justiça foi feita”. Até lá, permanecemos aqui em um mundo injusto.
Kassio F. P. Lopes é  missionário da IAP em Corumbá (MS).