Você já meditou hoje?

Quando lemos o texto bíblico em oração, falamos com Deus e ouvimos Deus no seu livro. 

 

Meditar é unir a leitura da Palavra à oração. O momento de meditação une essas duas disciplinas espirituais. Quando lemos o texto bíblico em oração, falamos com Deus e ouvimos Deus no seu livro. 

Não é um monólogo, mas um diálogo, uma interação entre o infinito e o finito, entre o Deus transcendente e imanente; um enlevo da alma que se abstrai das alternâncias da vida e acalma-se nos braços do Pai, na linguagem do salmista: “Como uma criança desmamada nos braços de sua mãe, assim é a minha alma para contigo” (Sl 131.2). 

Isso requer concentração e silêncio. O Senhor Jesus nos dá o exemplo de uma vida de oração em comunhão profunda com o Pai, ouvindo-o e falando diretamente com ele. Lucas relata que “Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus” (Lc 6.12). “Ao romper do dia, Jesus foi para um lugar solitário” (Lc 4.42). 

Meditar em oração é um caminho seguro para nosso conhecimento de Deus, para o autoconhecimento e conhecimento do nosso próximo. Essa forma de meditar é bíblica e verdadeira, porque é centrada em Deus, na experiência do Filho e na atuação do Espírito Santo.

 

Assista na TV:

 

Por: Ms. Durvalina B. Bezerra in Revista O Clarim, ed. 71,  p. 26. 

10 dicas para ter um estilo de vida simples

Você sabia que a simplicidade é uma disciplina espiritual? Isso se deve aos textos bíblicos que destaca ela como uma marca da vida cristã. Por exemplo, em Mateus 6, a simplicidade cristã é enfatizada. Neste capítulo, Jesus fala sobre a presença do Reino de Deus no cenário humano e como sua prioridade deve ser valorizada acima de qualquer outra necessidade pessoal.

Jesus ordena categoricamente: “Não acumulem para vocês tesouros na terra”, em vez disso, “acumulem tesouros no céu” (v. 19-20). Podemos observar que “tesouros” podem ser tanto riqueza material quanto “outros ídolos” que podem ocupar nosso coração e retirar a centralidade devida ao Senhor. 

Portanto, para ter uma vida simples, segundo Jesus, não podemos nos apegar demasiadamente ao “tesouro”, seja ele qual for. “Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” (v. 21).

Se você deseja adotar um estilo de vida simples, aqui estão 10 dicas para incorporar esse estilo em seu cotidiano, extraídas do livro “Celebração da Disciplina”, de Richard Foster:

 

1) Compre as coisas pela utilidade que têm, não pelo status que conferem. 

2) Rejeite qualquer coisa que crie em você alguma dependência. 

3) Desenvolva o hábito de dar coisas. 

4) Recuse a propaganda da moderna quinquilharia eletrônica. 

5) Aprenda a desfrutar das coisas sem possuí-las. 

6) Desenvolva um apreço profundo pela criatividade. 

7) Critique de forma saudável todas as propostas do tipo: “Compre agora, pague depois”. 

8) Obedeça às instruções de Jesus sobre falar direta e honestamente: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno” (Mt 5.37). 

9) Rejeite qualquer coisa que seja instrumento de opressão. 

10) Afaste-se de qualquer coisa que o distraia de sua busca pelo Reino de Deus. 

 

Por: Mateus Silva de Almeida. Adaptado de O Clarim. Edição 70, pp. 19-20. 

“Como você está?”: Edição 80 da Revista O Clarim aborda um questionamento existencial

Na nova edição, artigos e entrevistas de diversos assuntos ajudam os leitores a responderem a essa questão. 

 

A histórica Revista O Clarim chega às mãos de suas leitoras (e leitores) fazendo uma pergunta comum, mas talvez difícil de responder para muitas pessoas: ‘‘Como você está?’’. E a compreensão para questões como essa pode estar nas páginas da mais nova edição, que chega ao número 80. São artigos e entrevistas de diversos assuntos, como cuidado com a saúde emocional e mental, dependência tecnológica, solidariedade, mães que compartilham a experiência de ter filhos com autismo, e orientações para mães de filhos adolescentes que começaram a namorar.

Leia mais: Saiba como será a 59ª Assembleia Geral 

No editorial da revista, a editora-chefe e jornalista, Dsa. Lilian Mendes, relatou sobre a alegria com a nova edição. ‘‘Chegamos à edição 80, agradecidas a Deus por Sua bondade e provisão, que têm nos permitido entregar sempre às nossas leitoras um conteúdo relevante, com temas contemporâneos, na visão bíblica.’’ Dessa forma, a revista produzida pelo Ministério de Mulheres da Convenção Geral cumpre seu objetivo de ‘‘tocar’’ a vida de suas leitoras e de todos os que têm acesso ao seu conteúdo, tal como seu nome, e como se destaca no expediente de cada edição, com a frase do líder da Reforma Protestante, Martinho Lutero: ‘‘As nossas palavras devem ser como um clarim, uma bateria, um órgão ou como outro tipo de som que move corações, levando-os a Deus’’.

Pacotes especiais

A Editora Promessa, que faz a distribuição da revista, disponibiliza em seu site preços e combos especiais para aquisição, como é o caso do Kit com 4 edições, que inclui o lançamento, com frete grátis para todo o Brasil. O produto pode ser consultado aqui: https://editorapromessa.com.br/produtos/kit-clarim-4-edicoes/

 

ASSISTA NA TV:

 

Por: Agência Promessista de Comunicação – APC/Jornalismo.

Fórum da Mulher Cristã: “Deus nos criou com esta necessidade de se relacionar”, diz palestrante da manhã

Dra. Clarice Ebert ministrou sobre ‘Identidade, Dependência e Codependência’

 

O Fórum da Mulher Cristã teve início na manhã deste sábado, 21, com bastante louvor, adoração e muitas reflexões na Palavra de Deus. Mulheres de todas as partes do Brasil lotaram o Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP). A primeira sessão contou com a participação do Presidente da Convenção Geral das Igrejas Adventistas da Promessa, Pr. Adelmilson Julio Pereira, que deu uma palavra de abertura sobre o avivamento entre as mulheres desde antes de Cristo. O Vice-Presidente da Convenção Geral, Pr. Eleilton Freitas, também esteve presente e fez um devocional pela manhã com o tema: ‘o desafio de proclamar a redenção’, baseado em Ana (Lc 2:36-28).

 

‘Identidade, Dependência e Codependência’

Foto: Danielle Gonçalves

 

Na sessão 2 do evento, o tema ministrado pela Psicóloga Clínica e Terapeuta Familiar, Clarice Ebert, foi ‘Identidade, Dependência e Codependência’, com questões relacionadas à dependência digital, relacionamentos emocionais, laços saudáveis, entre outros. “Deus nos criou com esta necessidade de se relacionar”, diz a terapeuta, e seguiu explicando a profundidade da relação entre homens e mulheres, a partir da criação da mulher no Éden.

 

A participante Dsa. Marli Gomes Lourenço, da Convenção Noroeste Paulista, demonstrou muita satisfação com o aprendizado do início do Fórum. Para ela, cada participação pode edificar sua vida. “No período da manhã, ouvi assuntos de grande importância no contexto de todas as pessoas, sejam homens, mulheres, e a Dra. Clarice Ebert trouxe um assunto de introspecção mais que relevante em todos os nossos contextos: seja familiar, trabalho, comunidade em que vivemos”, explicou. “Estou feliz por poder participar e viver esses momentos de capacitação e renovação da mente. Sou grata a Deus pelo que já fez em nós até aqui e estou disposta a aprender mais”, complementou.

 

O Fórum da Mulher Cristã continua ao longo deste sábado, 21, até este domingo, 22; para cobertura online, veja como acompanhar: Fórum Online 

 

Por: APC Jornalismo. 

Fotos: Danielle Gonçalves

Fórum da Mulher Cristã: saiba como assistir e ter acesso ao conteúdo

Um pacote virtual pode ser adquirido para quem desejar acompanhar o evento. 

 

Nesta sexta-feira, dia 20, terá início o Fórum da Mulher Cristã, que acontecerá no Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP). Para aqueles que não puderem comparecer presencialmente ao evento, o Ministério de Mulheres da Convenção Geral das Igrejas Adventistas da Promessa oferece uma novidade: o ‘Fórum online’, que pode ser adquirido por meio deste link. Além de assistir às palestras ao vivo nos dias 21 (sábado) e 22 (domingo), os participantes que adquirirem a versão virtual terão acesso às palestras por três meses, na plataforma de ensino à distância da Promessa, o CTL Online.

“Abrimos essa opção para possibilitar que mais mulheres desfrutem do conteúdo e sejam abençoadas. Infelizmente, devido ao custo das passagens aéreas e outras questões, muitas não poderão estar presentes pessoalmente, mas têm expressado o desejo de participar de alguma forma”, explicou a Diretora do Ministério de Mulheres, Dsa. Lilian Gava. Por essa razão, a versão online estará disponível. Outra novidade, segundo a líder, é que as mulheres que estiverem presentes em Cosmópolis também terão direito de acessar a plataforma com o conteúdo do evento.

As palestrantes do evento incluem Célia Beltran, missionária e teóloga; Clarice Ebert, psicóloga clínica e terapeuta familiar; Rute Salviano Almeida, bacharel e mestre em teologia; e Mônica Cagliari, missionária em tempo integral.

 

Serviço: O Fórum da Mulher Cristã acontece de 20 a 22 de outubro de 2023, no Espaço Promessa em Cosmópolis (SP). É uma realização do Ministério de Mulheres da Convenção Geral. 

Por: Agência Promessista de Comunicação/Jornalismo.

#SetembroAmarelo: o cuidado com a saúde mental

Falar sobre o Setembro Amarelo é falar sobre uma série de questões relacionadas à saúde mental que definem o nosso bem-estar emocional, psicológico, físico e social.

Quando você não lida bem com o medo ou a frustração, por exemplo, pode desenvolver doenças como a depressão. A depressão é uma condição na qual o paciente

experimenta “um rebaixamento do humor, redução da energia e diminuição da atividade” (CID 10). Existe a depressão patológica e a transitória. Pode ser causada por fatores biológicos e muitas outras questões da vida, como raiva, fracasso ou rejeição, questões familiares, como divórcio ou abuso, medo, sentimentos de inutilidade, falta de controle sobre a vida, sofrimento e perda, culpa ou vergonha, solidão ou isolamento, pensamento negativo, desconfianças destrutivas e estresse.

“Por que você está assim tão triste, ó minha alma? Por que está assim tão perturbada dentro de mim? Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus.” (Salmos 42.11)

A depressão pode sugar a nossa energia, torcer valores e atacar a fé. Pode afetar qualquer pessoa, mesmo um profeta de Deus como Elias. Porém, Deus providenciou o cuidado de Elias, deu-lhe comida e água para ele recuperar a força física e emocional. Um anjo tocou em Elias, confirmando que ele não estava sozinho e reafirmando o propósito de sua vida.

Comigo e contigo mulher não é diferente, Deus hoje permite que você descanse sua mente Nele! Ele tem água e comida para fortalecer sua fé, você não está sozinha, e o Ele reafirma a promessa: LEVANTA-SE, SUA JORNADA É LONGA!

Deus nos traz consolo, beleza no lugar de cinzas, óleo de alegria em lugar de pranto e um manto de louvor em troca de uma mente deprimida.

Não temos que combater as dores da vida sozinhas, que possamos contar com os nossos familiares, amigos, a igreja, profissionais da psicologia e da medicina, além de convidar Deus para lutar conosco nossas tristezas, frustrações e desalentos, para que o nome Dele possa ser glorificado em nossa vida!

 

Publicado por: Ministério de Mulheres da Convenção Geral

Escritor por: Franciele Lagos | Acadêmica de Psicologia; Coordenadora do Departamento de Cursos para Família da IEADJO;Palestrante nas áreas de casais, mulheres, jovens e adolescentes; https://ufadville.com.br

“Como anda a autoestima?”

 

Segundo psicólogos, a autoestima é capaz de influenciar grandemente  em muitas das nossas escolhas ao longo da vida. A autoestima, assim como o  nosso próprio juízo  de valor, se relaciona com a ideia que criamos de nós mesmos e com o quanto nos respeitamos enquanto indivíduos.

Você já se sentiu desanimada, inútil ou sem valor? Muitas  vezes nos sentimos assim, com esse tipo de sentimento negativo e derrotista, não é mesmo? Pode até parecer normal, porém não podemos de maneira alguma nos entregar ao fatalismo, achar que a vida é assim mesmo, porque não é.

Tal  sentimento pode até aparecer, contudo  não pode permanecer, mas o que as Escrituras Sagradas  dizem  sobre e  onde está nosso verdadeiro valor?

LEIA MAIS: 

“Como o jovem pode impactar a sua geração”: Baixe o e-book da Convenção Nacional

Em várias situações na Bíblia, Jesus tratou as mulheres com dignidade, respeito, valor e amor. Ele  valorizou as mulheres numa época que elas eram quase invisíveis, porém as enxergou  indo na contra mão de uma cultura que as tratava como seres  inferiores. Não  podemos no esquecer jamais quem é  DEUS em nossas vidas e o efeito transformador que sua palavra faz em nós, por isso é importante buscar ajuda espiritual  sim, mas também  profissional e em muitas situações uma conversa franca com uma amiga confiável pode ajudar.

 

Você foi criada à imagem de Deus

A palavra do Senhor nos diz: “Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gênesis 1:27). Quero ressaltar não somente o quanto você é preciosa  como filha amada de Deus, mas também quanto valor você tem diante do  Pai celestial. Por mais que busquemos  ajuda profissional ou um ombro amigo, ninguém vai te compreender e elevar a sua autoestima como Deus. Ele nos conhece totalmente e sabe o que precisamos.

Observe o que diz o Salmos 139:13-14, como o salmista descreve quão especial você é: “Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção”. Percebeu como você é preciosa e amada? Foi criada à  imagem e semelhança de Deus e eleita desde o ventre de sua mãe. Bendito seja Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou. Somos seres privilegiados, pois Ele reflete em nós um pouco da glória de Deus.

Em meio às suas imperfeições, fases, mudanças de humor, temperamentos e entres outros fatores que muitas vezes nos entristece, Deus vê em  você  beleza e grande potencial. Você é especial ,a menina dos olhos de Deus.

E por que você tem valor? Porque sua salvação  foi paga com o precioso sangue de Jesus Cristo, derramado na cruz do calvário, por amor.  Sua dignidade, valor  e liberdade nasceram exatamente dessa realidade em Deus,  como filha amada!  Então, descanse no Senhor e confia Nele, pois maior é o que está em nós.

 

Por: Mírian Nélia Lula Barros, mãe, Pedagoga, pós-graduada em gestão escolar, com especialização em supervisão e orientação. Serve a Deus na Promessa de Cacoal – Ro.

 

ASSISTA

Originalmente publicado por: Ministério de Mulheres.

Editado por: APC Jornalismo. 

Diante das tragédias

A Bíblia nos oferece a postura do “enfrentamento pela fé”

 

A primeira pergunta que muitos fazem em momentos de tragédia é: “Onde está Deus, que permite tudo isso?” A outra, muito comum, é: “Onde tudo isso vai parar? É o fim do mundo!”. Essas posturas vêm acompanhadas de duas interpretações, ambas prejudiciais ao coração humano e distantes do ponto de vista bíblico sobre a tragédia. Alguns se revoltam contra Deus, como se ele não se importasse ou nem mesmo existisse. Outros, encontram culpa nas pessoas e situações a tal ponto de dizer que essas tragédias são castigos infringidos por Deus, por conta da conduta moral dos que sofrem.

LEIA MAIS:

Quando a igreja cuida de seus líderes

 

O livro de Jó apresenta praticamente um tratado sobre o assunto a partir da grande tragédia que acometeu a vida desse homem e de sua família. A primeira coisa que aprendemos é que tragédias podem acontecer com qualquer pessoa: “Na terra de Uz vivia um homem íntegro que temia a Deus e evitava o mal” (Jó 1.1). Tragédias não são castigos, porque mesmo um homem íntegro como Jó enfrentou calamidades. Quantos de nós já nos vimos em uma situação em que concluímos que não merecíamos passar por aquilo ou que não entendemos como algo tão ruim pode acontecer conosco ou com alguém querido. Em Lucas 13.1-4, Jesus apresenta a mesma ideia ao dizer que tragédias não tornam os homens e mulheres que as enfrentam mais culpados que todos os demais. 

Chegamos então ao segundo fato sobre as tragédias, pela perspectiva bíblica: elas são próprias a um mundo em desequilíbrio. Jó 2.1 diz que, junto com os filhos de Deus, se apresentou diante dele, Satanás. Não pode parecer normal aos nossos olhos a não ser que aceitemos o fato de que o mundo entrou em desequilíbrio. Junto com os anjos, temos um adversário, que seduziu a humanidade ao dizer que seria possível a vida independente de Deus.

 

A quebra do relacionamento entre humanidade e Deus, no Éden, causou, pelo menos, quatro grandes desequilíbrios:

  • emocional: o casal, ao perceber que estava nu, pela primeira vez enfrentou um sentimento estranho, o medo, e esse descompasso de medo, ansiedade e depressão nos acompanha até hoje;
  • relacional: homem e mulher se colocam pela primeira vez em lados opostos (…a mulher que tu me destes…) e, daí por diante, está estabelecida a luta entre gêneros, classes e tantas outras;
  • ecológico: a relação do ser humano com a terra seria de luta, retirando o fruto dela à força e tornando-a cada vez mais hostil ao domínio desenfreado exercido pela humanidade;
  • espiritual: Deus disse que, no dia em que o homem decidisse pelo caminho da desobediência, ele se encontraria com a morte; portanto, distante de Deus, o homem perdeu o acesso à vida abundante.

 

Como cristãos, temos que adotar algumas reações. Jó, ao final do livro, diz: “sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos pode ser frustrado” (Jó 42.2). A Bíblia nos oferece a postura do “enfrentamento pela fé”. Deus é soberano. Mesmo sem o completo entendimento de todas as coisas, Jó decide confiar naquele que tudo pode.

A fé que é exercida todos os dias por homens e mulheres ao entrarem em elevadores, subirem em aviões, saírem para o trabalho sem ter certeza de como será o dia, precisa ser direcionada para o lugar certo: o Deus Todo-poderoso. Jó, inclusive, é exemplo de fé de algo que ele não viu: em Jesus, o Pai decidiu amar o mundo de tal maneira e terminar com a morte e as tragédias. Nós aguardamos a manifestação final do Filho de Deus que devolverá, por seu Reino, o completo equilíbrio entre Deus, a humanidade e a natureza. 

Também é exigida do cristão a “resistência através do diálogo”. Jó conversou com Deus por longos capítulos. Ele não se fechou, mas sofreu em seu interior a ponto de explodir internamente. Óbvio que foram dias difíceis, mas o texto de Jó nos ensina a resistir com diálogo. 

E por fim, precisamos nos encher de esperança “presente em relacionamentos saudáveis e ações sociais”. Jó diz: “meus ouvidos já tinham ouvido a seu respeito, mas agora os meus olhos te viram” (Jó 42.5). Esse é o último capítulo e todo esse processo de enfrentamento, resistência e esperança para Jó acontece antes dele ver qualquer solução para sua crise. Nós, que estamos olhando essas tragédias de longe, precisamos oferecer esperança às pessoas e a nós mesmos com um relacionamento crescente com Deus e uma atitude de oração e ajuda humanitária naquilo que está ao nosso alcance. 

 

Por: Pr. Junior Mendes | Secretário da Convenção Geral das Igrejas Adventista da Promessa.

Conteúdo original de: O Clarim. 

Publicado por: APC Jornalismo. 

 

Assista:

Para se ter férias inesquecíveis

Quando pensamos em férias, poderíamos perguntar, o que é mais importante? Os lugares que queremos visitar, os presentes que queremos ganhar ou os momentos agradáveis que passaremos juntos?

 

Em um período não tão distante as férias eram momentos de brincadeiras, entretenimentos, aproximação de famílias, casa da vovó comendo biscoito fresquinho, ouvindo histórias antigas dentre outros momentos de descontração.

Hoje, no entanto, vivemos momentos difíceis com relação ao tempo, nossa vida é bem corrida, as exigências do mercado de trabalho roubam tempos preciosos, a tecnologia oferece às pessoas aquilo que elas ”pensam que precisam, e que aparentemente satisfaz”.

Esse fenômeno tem afastado as famílias do real propósito de estar juntos, de compartilhar e aprender o que realmente é importante. Estar em férias é uma excelente oportunidade para usufruir de um tempo de qualidade com a família, com pessoas que amamos, estreitando laços e compartilhando momentos inesquecíveis, mesmo que não se tenha dinheiro para viajar e presentear, a família tem algo melhor a oferecer aos que ama, “mostrar Deus pelos atos de Amor”, o presente é “oferecer a si mesmo, dar o melhor que se tem, o tempo tão precioso”, resgatar o valor da família estreitando os laços.

Férias Inesquecíveis não são somente aquelas em que as famílias podem desfrutar de belas paisagens e presentes, mas também aquelas que mesmo na simplicidade do lugar desfrutam as alegrias de compartilhar bons momentos, que ficam guardados na memória, no cheiro de quem nos abraça, no sabor da comida caseira, no sentir e no toque de ternura compartilhado com quem amamos, no aprendizados que serve para toda vida.

 

Por: Lais Jeconias de Sena Xavier, casada, mãe, Assistente Social. Congeeg na Promessa, em Autazes, Manaus (Am)

Originalmente de: Ministério de Mulheres

Publicado por: APC Jornalismo.

Meus planos no controle de Deus!

Meus planos no controle de Deus!

“O coração do homem planeja o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos.” (Provérbios 16:9)

A vida moderna impõe um ritmo acelerado e a percepção que temos é de que quanto mais nos esforçarmos para realizar todas as tarefas, nunca temos tempo suficiente para darmos conta de tudo. Essa intensificação dos ritmos naturais pode ser prejudicial à saúde emocional, física e espiritual. Diante disso, o planejamento pessoal é de suma importância, porque nos ajuda a estabelecer metas, definir prazos, organizar tarefas e prioridades, evitando a sobrecarga, ansiedade e o estresse, pois sabemos o que precisa ser feito para alcançarmos os nossos objetivos.

Embora Deus tenha nos criado com capacidade de pensar, planejar e tomar decisões, quantas vezes já nos deparamos com situações em que estamos exaustas, desanimadas e sem esperança? Isso pode ocorrer quando confiamos somente em nossas próprias forças e habilidades, ignorando nossas limitações e incapacidade de controlar as situações adversas que possam surgir.

LEIA MAIS:

O que assistir nas férias?; Confira algumas dicas de conteúdo

Junta de Missões da Convenção Geral anuncia nova página no Facebook 

 

Em Provérbios 3:5-6, encontramos esse princípio bíblico: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas”.

Ao planejarmos as nossas vidas visando concretizar nossos projetos pessoais, que envolve realizações de sonhos, alcance de metas profissionais, família e relacionamentos, é primordial depositarmos a nossa confiança em Deus, estreitando a nossa relação pessoal com Ele, por meio da oração e da submissão à Sua vontade, sabendo que ele é capaz de nos conduzir em segurança e nos fazer vencer.

Portanto, ao fazermos os nossos planos é essencial levarmos em consideração as orientações do nosso Deus, as quais nos ajudam a fazer escolhas saudáveis para obtermos sucesso na vida.

 

Assista: 

 

Fonte: Daniele Canto Sarrazin Lima | Membro da Igreja Adventista da Promessa em Santarém-PA, advogada, casada e mãe | Ministério de Mulheres

Publicado por: APC Jornalismo.

Conheça as quatro Palestrantes do Fórum da Mulher Cristã

Nesta semana, o Ministério de Mulheres da Convenção Geral, que organiza o evento, anunciou a liberação do segundo lote de inscrições para o evento

 

Nos dias 20 a 22 de outubro de 2023 acontecerá no Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP), o Fórum da Mulher Cristã, e nesta semana, o Ministério de Mulheres da Convenção Geral da Igreja Adventista da Promessa, que organiza o evento, anunciou a liberação do segundo lote de inscrições para o evento. Outro destaque, foram as quatro Palestrantes que foram convidadas, que vão falar sobre o tema – Mulheres relevantes para o Reino. 

Veja quem são:

 

Leia mais: 

Crianças e Adolescentes aprendem sobre fé cristã e meio ambiente em igreja de São Paulo

Atualização: TV Viva Promessa consegue reaver conta; entenda o que isso significa

 

Andréa Vargas | Missionária, conselheira e empreendedora. Líder da Missão Avalanche, Estante da Andrea e Hospedaria de Negócios.

 

Célia Beltran | Atualmente, é diretora do Centro Teológico Adventista da Promessa (CETAP).

 

Clarice Ebert | Psicóloga Clínica e Terapeuta Familiar

 

Rute Salviano Almeida | Bacharel e Mestre em Teologia.

 

Para inscrições e mais informações acesse: Fórum da Mulher Cristã | e-inscrição 

Por: APC Jornalismo.

Além de orar: Cristãos devem denunciar abusos de crianças e adolescentes

Devemos agir, denunciando abusos que comprovadamente saibamos. E precisamos também orar pelas crianças, adolescentes, mães que já foram vítimas, para que sejam tratadas em suas emoções pelo Espírito Santo e por um profissional qualificado.

 

No mundo em que vivemos, neste século pós-moderno, vemos se agigantar a violência de todo o tipo cometida contra meninos e meninas. Essa dura realidade precisa ser combatida com nossa conscientização e denúncia, para que os sistemas públicos tomem medidas cabíveis quanto aos infratores. As agressões cometidas assumem várias formas, e hoje, 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o Promessistas.org destaca a matéria da Edição 78 da Revista O Clarim (conheça a última edição da revista aqui), que abordou a conscientização e combate de toda e qualquer violação contra crianças e adolescentes.

 

VIOLÊNCIAS DE TODOS OS TIPOS 

As violências cometidas contra este público, podem ser são classificadas como:

– Institucional: configura o tipo sofrido em órgãos públicos e governamentais.

– Violência psicológica: pode ser todas estas ou, especificamente, aquela que oprime e desonra a dignidade da pessoa humana.

Violência sexual: contra crianças e adolescentes “é um termo genérico que se subdivide em duas modalidades principais: abuso sexual e exploração sexual.” (LANGBERG, 2022).

Diversos autores descrevem o “abuso sexual” como a forma de violência que acontece dentro do ambiente doméstico ou fora dele, mas sem a conotação da compra de sexo, podendo o agressor ser pessoa conhecida ou desconhecida da vítima.

Segundo o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, o fenômeno consiste em uma relação adultocêntrica e marcada pela relação desigual de poder, na qual o adulto domina a criança e/ou adolescente, se apropriando e anulando suas vontades, tratando-os não como sujeitos de direitos, mas sim como objetos que dão prazer e alívio sexual.

Lamentavelmente, a cena a seguir acontece em muitas casas por este nosso país. Um avô de 50 anos, divorciado, aposentado por invalidez, reside com a filha e a neta. A filha sai todos os dias para trabalhar e deixa a neta de quatro anos aos seus cuidados. O avô a leva e busca na escola. Ao chegar em casa, dá banho e alimenta a criança. Um dia, no momento do banho, ele começa a tocar nas partes íntimas da criança e tem desejos sexuais imorais. Ele passa a estimular os órgãos da criança como um ser adulto e sente prazer com esse toque.

Na escola, quando a professora utiliza a cartilha sobre abuso sexual (por exemplo: Segredo, Segredíssimo, de Odívia Barros), a criança inocentemente comenta que o vovô mexe em suas partes íntimas e faz cosquinha, mas todas as vezes diz que não pode contar para ninguém porque se não, ela não ganha doces… O vovô está muito enganado quanto ao corpo de sua neta. Ainda que seja inválido pela lei, isso não lhe dá o direito de manipular o corpo da neta e de nenhuma outra mulher. O adulto perverso precisa ser submetido à disciplina e ao tratamento, assim como a vítima deve ser acompanhada por equipe multiprofissional.

Princípios que orientam a proteção

O art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei nº 8.069/90), assegurado pelo art. 227 da Constituição Federal de 1988, aponta que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito: à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. O Estatuto ainda garante que crianças e adolescentes devem ser protegidos de toda forma de: negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

Crianças e adolescentes são pessoas em desenvolvimento, ou seja, ainda não atingiram a maturidade de uma pessoa adulta, nem fisicamente e nem psicologicamente. Vale o mesmo para a sua sexualidade, que também não deve ser tratada como a sexualidade de uma pessoa adulta. Eles precisam ser protegidos integralmente, ou seja, a proteção de crianças e adolescentes precisa ocorrer em todos os aspectos da vida. Não basta, por exemplo, garantir a alimentação. É necessário garantir também a saúde, a educação, a segurança e todos os direitos.

Estratégicas que atuam como prevenção

Diante desse cenário, muitos se perguntam como prevenir situações que coloquem os menores em risco. Segundo o site Bebê Abril, seguem quatro propostas que ajudam a minimizar os riscos no âmbito familiar:

1. A educação sexual não é só sobre órgãos sexuais: Segundo Fernanda Teles, psicóloga e educadora parental, os pais precisam orientar sobre a função de cada membro e de que maneira devem conservar o seu corpo. Os pais cristãos, podem ensinar, inclusive, com base na Bíblia, orientando que nosso corpo é templo do Espírito Santo (1 Co 3.16-17).

2. Ensine quem pode tocar o corpo: Para que fique claro para a criança quem pode ou não tocar as suas partes íntimas, é essencial que os pais citem exemplos concretos. A psicóloga pontua que é importante dizer, por exemplo, que pais e avós podem cuidar de suas partes íntimas para higienizá-las. Mas no caso do exemplo acima, aquele avô ultrapassou esse ensinamento, então, muito cuidado ao ensinar ou indicar quais pessoas manipulam o corpo da criança. Talvez seja importante explicar que, ao tocar no corpo, esse adulto não pode fazer nenhum movimento a mais do que banhar ou limpar e não pode oferecer nada em troca. Somente o básico, nada de cócegas ou algo parecido.

3. Não duvide da criança: É preciso que ela se sinta validada ao falar. Sabemos que a criança aumenta ou inventa histórias, mas ela também omite, esconde, protege os adultos. Por isso, mesmo que tenha ganhos secundários, preste atenção ao que ela diz mas não a induza a nada.

4. “Não” é não!: Ainda na infância, é importante que a criança cresça com a consciência de que o seu “não” tem poder. Isso significa que, em um ato de respeito a ela, é imprescindível que os pais não a obriguem a trocar nenhum tipo de carinho com um adulto que ela não queira.

 

POSSÍVEIS SINAIS DE VIOLÊNCIA SEXUAL

Não é possível descrever todas as mudanças que podem acontecer no comportamento da criança / adolescente que está sofrendo violência sexual. Porém, o site Childhood Brasil fornece algumas pistas: mudanças de comportamento, proximidades excessivas, comportamentos infantis repentinos, silêncio predominante, mudanças de hábito súbitas, comportamentos sexuais (brincadeiras com as partes íntimas, querer ver a genitália do outro, masturbação excessiva, etc.), traumatismos físicos (marcas de agressão, partes íntimas machucadas, não permitir que sejam lavadas as partes íntimas), enfermidades psicossomáticas seguidas, negligência consigo e com o outro, baixa frequência escolar e desinteresse escolar.

Lembre-se que a criança ou adolescente não são culpados, mas sim vítimas, e precisam do acolhimento da família, da escola e também de acompanhamento psicológico.

Como agir

Se você tiver suspeita ou conhecimento de alguma criança ou adolescente que esteja sofrendo violência, a sua atitude deve ser denunciar! Isso pode ajudar meninas e meninos que estejam em situação de risco. As denúncias podem ser feitas a qualquer uma dessas instituições:

• Conselho Tutelar da sua cidade;

• Disque 100 (por telefone ou pelo e-mail disquedenuncia@sedh.gov.br) – canal gratuito e anônimo;

• Escola, com os professores, orientadores ou diretores;

• Delegacias especializadas ou comuns;

• Polícia Militar, Polícia Federal ou Polícia Rodoviária Federal;

• Número 190;

• Casos de pornografia na internet: denuncie em www.disque100.gov.br.

 

Precisamos denunciar e orar!

Não basta nos sentir impotentes ou enojadas. Devemos agir, denunciando abusos que comprovadamente saibamos. E precisamos também orar pelas crianças, adolescentes, mães que já foram vítimas, para que sejam tratadas em suas emoções pelo Espírito Santo e por um profissional qualificado.

 

Conteúdo especial de:

Elza Satiko | Psicóloga jurídica e forense, Mestre em Direitos da Personalidade, psicoterapeuta de casal e família, especialista em depoimento de crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual. É membro da IAP em Cariovaldo Ferreira (Maringá – PR).

Revista O CLARIM “Cactos de Estimação”. Edição 78. São Paulo: Ministério de Mulheres da Igreja Adventista da Promessa, p.

Editado por: APC Jornalismo

 

Referências

ALLENDER, D. Lágrimas secretas: cura para as vítimas de abuso sexual na infância. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

ARCARI, C. Pipo e Fifi – Ensinando proteção contra a violência sexual na infância. Cartilha. Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/4-livros-importantes-para-alertar-criancas-sobre-o-que-e-abuso-infantil/. Acesso em: 18 jun. 2022.

AZEVEDO, M. A.; GUERRA, V. N. A. Telecurso de Especialização na Área da Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes. São Paulo: Lacri/USP, 2000.

BARROS, O. Segredo segredíssimo. Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/4-livros-importantes-para-alertar-criancas-sobre-o-que-e-abuso-infantil/. Acesso em: 18 jun. 2022.

CHILDHOOD BRASIL. 10 maneiras de identificar possíveis sinais de abuso sexual infanto-juvenil. Disponível em: https://www.childhood.org.br/10-maneiras-de-identificar-possiveis-sinais-de-abuso-sexual-infanto-juvenil. Acesso em: 18 jun. 2022.

COMITÊ NACIONAL DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA. Campanha de Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes – Cartilha Educativa Disponível em: https://crianca.mppr.mp.br/arquivos/File/publi/sedh/cartilha_educativa.pdf. Acesso em: 18 jun. 2022.

LANGBERG, D. M. Abuso sexual: aconselhando vítimas. Curitiba: Esperança, 2002.

MENDONÇA, R. Meu corpo, meu corpinho! Cartilha física e site. Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/4-livros-importantes-para-alertar-criancas-sobre-o-que-e-abuso-infantil/. Acesso em: 18 jun. 2022.

TAUBMAN, A. V. Não me toque, seu boboca! Cartilha. https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/4-livros-importantes-para-alertar-criancas-sobre-o-que-e-abuso-infantil/. Acesso em: 18 jun. 2022.

A Família em pauta: Confira três conteúdos para você refletir com seus familiares

Denominada “O Clarim na família”, as edições especiais trazem assuntos necessários para quem busca aperfeiçoar sua convivência familiar, de acordo com os propósitos de Deus. 

 

Você tem facilidade de conversar em família? Quais assuntos precisam ser conversados em sua casa? Criação de filhos, o uso excessivo das redes sociais, a sexualidade entre o casal, traição, assédio, ou todas as alternativas anteriores? Sem dúvida alguma, não é fácil ‘abrir o jogo’ em casa ou ao menos tirar um tempo para saber como andam as relações no lar, mas é necessário. 

Para ajudar nesta tarefa importante, a Revista O Clarim, que recentemente publicou sua mais nova edição (compre aqui), disponibilizou a suas leitoras e seus leitores, pelo menos três conteúdos especiais, que podem ser baixados gratuitamente e usados em momentos de devoção e reflexão em casa. 

Denominada “O Clarim na família”, as edições especiais trazem assuntos necessários para quem busca aperfeiçoar sua convivência familiar, de acordo com os propósitos de Deus. Destacamos alguns artigos que vão ajudar você a ‘abrir o jogo’ em casa: 

 

LEIA TAMBÉM: 

Igreja doa materiais de limpeza e higiene pessoal para unidade do CRAS

“A Igreja é a instituição na Terra que mais tem a comunicar, fazer isso da melhor forma possível deve ser nossa preocupação”, afirmou palestrante

 

Edição 2019

A Família e o dinheiro: O exemplo dos pais que ensina as crianças a lidarem com o dinheiro.

O vício nas redes sociais e Internet: Quando seu uso torna-se excessivo.

Quando o casamento acaba: É preciso lembrar que Deus tem um olhar amoroso para a mulher divorciada 

 

Edição 2018

Entre quatro paredes: Celebrando a vida sexual saudável.

Faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço: Os filhos observam os pais para saber se há coerência entre o discurso e a prática. 

É possível perdoar uma traição?: ‘Saber amar sem trair’ ainda é o esperado nos relacionamentos. 

 

Edição 2017 

O caminho perigoso do assédio: Como evitar cair nesse crime.

Não tenho tempo para nada: Como colocar o cônjuge em sua agenda.

Submissão feminina: O que faz a mulher moderna rejeitar o conceito bíblico.

 

 

Para baixar as 3 edições, acesse o link ao lado:

//encurtador.com.br/kzGT7

Por: APC Jornalismo

 

Pesquisa revela que Bíblia é o gênero preferido de leitores brasileiros

Para 35% das pessoas pesquisadas, a Bíblia é o gênero preferido de leitura, seguido de contos (22%) e literatura religiosa (22%).

 

A Revista O Clarim divulgou em sua mais recente edição – A ansiedade nossa de cada dia -, números da 5ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. Com realização do Instituto Pró-Livro (IPL), Itaú Cultural e Ibope Inteligência, em 2019 existiam no Brasil cerca de 100 milhões de leitores, o que representou cerca de 52% da população.

Dentre os vários números sobre leitura divulgados pela pesquisa, é destaque o gênero mais lido por 4.270 entrevistados, em 208 municípios brasileiros. Para 35% destas pessoas, a Bíblia é o gênero preferido de leitura, seguido de contos (22%) e literatura religiosa (22%). Apesar deste índice positivo, a pesquisa constatou também uma queda de 7 pontos por esta preferência, pois em 2015 eram 42%.

Os números revelam que a Palavra de Deus segue na liderança como principal fonte de conhecimento para estes leitores pesquisados, bem como a queda no índice de preferência indica que a Igreja deve cumprir seu papel de divulgar e ensinar as escrituras sagradas, seja no templo ou fora dele, como aconselhou Paulo: “Até à minha chegada, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino.” (1 Timóteo 4:13)

Para saber os números completos da pesquisa, adquira no link a seguir, a Revista O Clarim, edição 79, no site da Editora Promessa: Revista O Clarim – Edição 79 – Editora Promessa

 

Por: APC Jornalismo.

Que grande amor foi esse?

Dependendo da sua criação, das suas referências de vida e das suas experiências passadas, você já deve ter uma definição do amor. Querendo ou não, esse assunto sempre esteve vivo na sua história, seja pela presença ou pela falta de amor. Desde que o mundo existe a sociedade tenta deturpar o verdadeiro significado do amor. Alguma vez você já se sentiu rejeitada? E não amada?

Mesmo sem te conhecer, posso garantir que a resposta foi: SIM! Porque todas nós já fomos rejeitadas em algum momento da vida. Todas nós já paramos para pensar se somos realmente amadas. Quando uma pessoa é rejeitada, ela tem sua identidade e seu senso de valor rebaixados. Ela passa a se submeter a qualquer coisa. E pior: ela cria ídolos em seu coração, na tentativa de se sentir aceita e amada.
Mas a questão é que pessoas podem te complementar, mas não podem te validar! Não coloque sua necessidade na mão de alguém quando existe um espaço dentro de você que só Deus pode ocupar! Na hora da dor nós não devemos correr para Deus simplesmente para Ele aliviar o que sentimos, mas para aprendermos a encontrá-Lo! Só assim vamos receber a suficiência do vazio que paira no nosso coração.
É exatamente aí, no lugar da sua aflição, que você vai conhecer o Yahweh, o Amor Verdadeiro. É exatamente aí, no lugar do seu desprezo, que você vai conhecer o Yahweh, o Amor Leal. É exatamente aí, em vez de implorar pelas migalhas de atenção e afeto, que você vai conhecer o Yahweh, o Deus que nos preenche de forma plena. Esse amor dura para sempre, como diz o Salmo 136.1: “Deem graças ao Senhor, porque ele é bom. Seu amor dura para sempre!”
Nós só poderemos entender de modo integral o que é o amor quando dermos uma chance para que ele se apresente. O próprio Amor, que é Jesus, nos ensinará que é possível se sentir plenamente amada e também a amar de verdade. E aí, topa conhecê-lo? Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16)

Continue reading

Para você assistir: Uma Conexão com a verdadeira Páscoa

Programa Conexão Feminina preparou quatro episódios especiais sobre as verdades da Obra de Cristo; confira

 

A Páscoa, que figura como uma das principais festas de Israel, se tornou para os cristãos sinônimo de conexão com Deus, devido ao sacrifício que religa a humanidade ao Pai ser concretizado na morte de Jesus Cristo, no Calvário, e que ocorreu à época, no mesmo período da Páscoa judaica. Sua morte ocorreu em uma quarta, e sua ressurreição num sábado (Mateus 12:40). Segundo as Escrituras, Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e que desvia a morte física, espiritual e eterna, dos que depositam nele sua fé (João 1:36; Mateus 26:18-30 ). 

 

Por isso, o programa Conexão Feminina preparou quatro episódios especiais sobre a verdadeira Páscoa, que serão exibidos às terças, 20h30, na TV Viva Promessa. “Falamos sobre: sofrimento, morte, ressurreição, ascensão e volta de Cristo”, contou Mariluzi Dalava, apresentadora do programa. As convidadas que abordarão a temática, são as Missionárias, Vilma Oliveira e Célia Beltran.

 

Dsa. Mariluze testemunha que as gravações foram muito tocantes e que, além de serem direcionadas a quem tem fé, os episódios devem ser compartilhados com quem não conhece Jesus. “Creio que será muito impactante! Foi feito um convite no final [de cada programa], para que as pessoas conheçam a Cristo”, declarou. 

O primeiro episódio, com o tema: “Sofrimento e morte de Cristo – parte 1”, e a convidada, Ms. Vilma Oliveira, será exibido nesta terça, 04, às 20h30, na tv Viva Promessa: www.youtube.com/promessistasbrasil 

 

Os demais episódios serão exibidos nos dias e horas, respectivamente:

11.04 | 20h30 – “Sofrimento e morte de Cristo – parte 2” (Ms. Vilma Oliveira)

18.04 | 20h30 – “Ressurreição, ascensão e volta de Cristo – parte 1” (Ms. Célia Beltran)

25.04 | 20h30 – “Ressurreição, ascensão e volta de Cristo – parte 2” (Ms. Célia Beltran)

 

Por: APC Jornalismo.