Milagres! Compre agora a nova edição de O Clarim

Desde que a pandemia da Covid-19 se iniciou, em março de 2020, viver se tornou mais desafiador. Mesmo agora em que os números de mortes e infecções estão mais baixos, nossa segurança ainda é precária. Em alguns momentos, parece que estamos sozinhos neste túnel sem fim. Mas não estamos! Deus está conosco e realizando milagres! Na mais nova edição da revista O Clarim, você vai ler testemunhos impactantes do Deus Todo Poderoso e animar sua fé!

Mas ao mesmo tempo em que a edição celebra a vida, a revista  também oferece conforto para aqueles que estão lidando com a morte. Na seção Comportamento, há um artigo belíssimo mostrando como é possível superar o luto e manter a esperança.

Recomeçar a vida é também o desafio de muitas mulheres que sofrem violência, seja física, sexual, emocional ou patrimonial. Neste sentido, a revista traz dois artigos esclarecedores. Um deles trata do assédio, já que muitas mulheres sofrem cantadas e elogios que configuram essa prática e precisam dar um “basta”. No outro texto – Seis homens, uma jovem e um estupro – a autora enfoca um caso bíblico que nos faz refletir sobre como podemos prevenir a violência sexual contra a mulher.

Estes são apenas alguns insights da revista. Você encontrará certamente muito mais, lendo a edição toda. O Ministério de Mulheres e a  Editora Promessa prepararam combos incríveis, para você adquirir a revista e outros itens que agradam toda mulher.

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Por: Ministério de Mulheres

Família, presente de Deus. Lugar de muito amor e alegria!

Será que sempre é assim?? Talvez você olhe para as lutas que enfrenta neste momento, dentro da sua família, e responda: Não, nem sempre!
Se você está passando dias difíceis, tendo lutas e lágrimas, talvez pensando que não recebeu um presente e sim um fardo, quero te dizer que você é exatamente o que sua família precisa. Que se ela não está sendo um presente para você, saiba que “você é um presente de Deus para sua família”.
Deus é perfeito mesmo em meio às nossas imperfeições e, por fé, acredite que Ele te deu dons para enfrentar essas situações. Não abra mão de suas habilidades para esta luta.
O que te assombra? Modismos que envolvem a vida dos seus filhos? A impaciência do seu cônjuge? Não importa quais são as dificuldades, seja rebeldia, vícios, desvios de conduta, não importa, pequenas ou grandes lutas, você está aí, nesta família, para ser o cuidado de Deus na vida deles. Os problemas que seus filhos estão enfrentando combinam com suas habilidades. Essas mesmas lutas com outros pais provavelmente não teriam o mesmo cuidado.
Não se cobre por não conseguir resolver tudo, por não ter filhos perfeitos, por eles crescerem e andarem por outros caminhos, não receba essa culpa, ao invés disso, dedique-se à constante busca pela Sabedoria de Deus, e assim como foi com Jairo, registrado em Mateus 9:18-26, na bíblia, receba uma Palavra de esperança “Não tenha medo; tão somente creia, e ela será curada”.
Que você possa se levantar com ousadia, munida das “armas” que Deus te concedeu e lutar sua luta sem deixar de viver a benção de fazer parte de uma família, um bem precioso para Deus.
Saiba querida, que Ele te entende e te capacita para vencer, pois sendo Pai Perfeito lida conosco, seus filhos rebeldes, todos os dias.
Viva a bênção de ver sua família sempre como um presente, ao mesmo tempo que os presenteia com seu cuidado e amor.

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Renovados no Amor de Deus

Por toda sua vida o ser humano busca pelo amor em toda sua plenitude. Essa saga pode ser cansativa, e muitas vezes até frustrante quando buscada em fontes insuficientes. Hoje em dia temos visto o amor tornar-se escasso e até mesmo inexistente, e isso nos deixa desanimados, sem esperança, doentes. Por outro lado, pensando mais coletivamente, constatamos a existência de problemas como violência, egoísmo, desequilíbrio na convivência em sociedade, que nos permite concluir claramente o quanto carecemos de Amor.

Mas para encontrar a cura, a solução e o alívio que desejamos para esses problemas, precisamos entender o que é o amor, para que então consigamos vivê-lo. Observemos então as diferentes opiniões que encontramos sobre o amor:

Na psicanálise, Freud afirmava: “Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada”. Por outro lado, a filosofia ensina que “Quem ama, deseja algo que não tem…” Já os poetas sustentam que “amor que é amor não definha…” Embora estas citações sejam tentativas de explicar o amor, nenhuma delas pode ser comparada à grandeza da afirmação “Deus é amor!” (1Jo 4:8).

A definição mais adequada do significado do Amor está baseada numa pessoa, a saber, Deus Todo Poderoso Pai do céu, que nos amou primeiro, em sua infinitude e perfeição divinas, sem exigir nada em troca, doando assim o Maior Amor que alguém poderia dar a outra pessoa: a vida do seu Filho pela nossa. 

Quando entendemos o quanto Ele nos quer amar e aceitamos seu amor revelado em seu filho Jesus Cristo (Rm 8:31), experimentamos, ao mesmo tempo, a renovação plena das dimensões da vida terrena, e uma prévia da vida na eternidade. Esta experiência nos traz esperança de um futuro eterno sem pesos e defeitos, além de ânimo para vencer a crueldade de um mundo cada vez mais vazio de amor. Somente por meio do amor que Deus doa, e da pessoa de Jesus habitando em nós, é que venceremos e seremos renovados por seu amor.

Diante disso, o segredo para uma busca que tenha sentido, está revelado na Bíblia Sagrada, que é a única fonte infalível e inesgotável do entendimento sobre o Amor, isto é, Deus. A essa altura de nossa reflexão, apresento uma oração parafraseando o texto do apóstolo Paulo, descrito em Efésios 3:16-19:

“Pai de Amor, generoso e glorioso, renove e fortaleça cada coração e mente com seu Poder… encha-os do seu Espírito, e que assim seu Amor se enraíze de forma profunda, por meio da fé, para que assim vivamos a largura, o comprimento, a altura e a profundidade do seu Amor divino, e que compreendamos de forma plena e transbordante, o Amor revelado em Sua Santa Pessoa. Amém!”

Rosana Ronca | esposa do Pastor Carlos Eduardo S. da Silva, congrega na Igreja Adventista da Promessa em Xaxim em Curitiba-PR, gestora de recursos humanos, graduanda de Psicologia.

O Senhor renova as nossas forças

“Meu dia foi longo…” Tenho ouvido essa frase em várias ocasiões. Como se as horas se estendessem além da conta, gerando cansaço físico, mental e emocional.

Você está com a sensação de que seus dias estão “longos”? Pare um minuto para meditarmos juntas sobre isso.

Às vezes, por mais que tenhamos  organização e disciplina,  o cansaço chega… sorrateiro, e se não cuidarmos dele, as coisas podem ficar mais difíceis na vida.

Lá no livro de Isaías 40:31 tem uma lição muito importante sobre renovar as forças em momentos assim:  “Aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos; andam e não se cansam”.

No início lemos sobre “esperar no Senhor”, e aqui está um exercício de fé: acreditar que não estamos sós e que Deus pode trazer soluções. Esperar faz parte do alívio desejado.

Observe que a seguir lemos sobre  “renovação de forças”, e não sobre a ausência do cansaço… sabe  por que? Simples: todos se cansam, sem exceção. Alguns mais do que outros… e alguns de forma extrema…

É importante saber que  quando enfraquecemos, precisamos buscar forças em Deus. Somente Ele pode nos dar essa esperança.

E se tudo ficar difícil podemos, também,  buscar ajuda em pessoas-anjos que o Pai coloca em nosso caminho. Amigos, familiares e até mesmo profissionais qualificados que nos ensinam muito sobre a manutenção das nossas forças, ou da ausência dela. Pense um pouquinho… vai se lembrar que tem muitos deles em sua vida. Não seguimos sozinhos… Deus nos guia.  Em Salmos 25:5 lemos assim: “guia-me com a tua verdade e ensina-me, pois tu és Deus, meu Salvador, e a minha esperança está em ti o tempo todo”.

Precisamos compreender que há momentos de pausa, de descanso, para deixar Deus agir e nos renovar, e esperando, acreditar que Ele está no controle de tudo. Temos limites e quando os  conhecemos, aprendemos  a respeitá-los.

A parte boa é que tem um segredo maravilhoso nesse texto bíblico de Isaías 40:31: depender de Deus nos garante renovação de forças e então podemos descansar. Temos esse direito! Necessitamos de um período de refrigério para nossas vidas e quando renovadas seguimos adiante, crendo que Deus continua conosco dia a dia.

Com seu amor infinito o Pai enviou seu Filho amado para nos garantir essa manutenção de força, paz e alegria: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16). Ele nos ama  e através de Jesus Cristo esse alívio é derramado sobre nós.

Jesus assim nos fala, confirmando o cuidado do Pai sobre nós, ao nos oferecer descanso, em  Mateus 11:28 a 30: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve”.

Com essa certeza no coração seguimos leves, passo a passo, ou voando alto como águias, confiantes, serenas, sabendo que temos um Pai cuidadoso e Criador cuidando de tudo e renovando nossas forças sempre que necessitamos!

Genilda Farias, casada com Silas Farias e mãe do Pedro José. Formada em Letras e Pedagogia.  Congrega na Igreja Adventista da Promessa em Vila Maria- SP.

Programa Conexão Feminina aborda saúde emocional

Você saberia identificar quando algo em você não está bem e há a necessidade de procurar ajuda profissional? Essa é uma das questões a serem respondidas no Programa Conexão Feminina, que vai tratar sobre “saúde emocional”, na noite desta terça (27.04).

Para trazer esclarecimentos deste tema tão importante, a convidada é a psicóloga, especialista em perícia psicológica, atendimento clínico de crianças, adolescentes e adultos, Rubenita Souza. Ela também integra as equipes da Secretaria de Capelania Prisional e do Ministério de Vida Pastoral da Igreja Adventista da Promessa.

O Conexão Feminina trará ainda outros temas para a reflexão das internautas. De acordo com a apresentadora Mariluzi Dalava, assuntos “relativos à saúde emocional, como: a ansiedade, a sobrecarga que a mulher enfrenta no seu dia a dia, em especial na pandemia, com perdas e incertezas, estarão em pauta”.

Então, anote aí: o programa vai ao ar nesta terça-feira, 27, às 21h, nas redes sociais da Igreja Adventista da Promessa: no YouTube e Facebook @PromessistasBrasil.

Aproveite e reveja o primeiro episódio do Conexão Feminina: https://www.youtube.com/watch?v=Ch5YqG0t5Rk.

 

 

Ministério de Mulheres estreia programa “Conexão Feminina”

O Ministério de Mulheres da Convenção Geral de Igrejas Adventistas da Promessa estreia, na próxima segunda-feira, dia 8 de março, às 21h05, no Dia Internacional da Mulher, o programa “Conexão Feminina”, que, nesta primeira edição, vai tratar de assuntos da mais nova edição da revista O Clarim, cuja matéria de capa é “Por que estamos tão cansadas?”. A primeira convidada, é a mestre em Teologia, doutora em Psicologia e conselheira cristã, Paula Coatti.

A apresentação vai ficar por conta da Dsa. Mariluzi Dalava, que faz parte do Ministério de Mulheres e é diretora do trabalho feminino na Igreja Adventista da Promessa de Santana, em São Paulo (SP).  Para ela, apresentar o programa é um desafio, a realização de um sonho da equipe feminina geral e uma missão concedida pelo Senhor.

“Me senti honrada por ter sido escolhida pelas minhas companheiras do Ministério de Mulheres para apresentar o Conexão Feminina, porque amo comunicar, conversar, e o programa tem essa pegada de bate-papo. Também porque era um sonho nosso alcançar mulheres, cristãs ou não, com assuntos que fazem parte do universo feminino e, dessa forma, comunicar Cristo  através dessa ferramenta. Mas o principal é que sinto que essa missão foi dada por Deus, pois cremos que esse projeto estava no coração dele”, pontua a apresentadora Mariluzi Dalava.

 

Estreia no Dia Internacional da Mulher

            Com objetivo claro de ser um meio de alcançar mulheres para Cristo, a data de 8 de março foi escolhida para a estreia. Essa intencionalidade é explicada pela Dsa. Lilian Ferreira Gava, Diretora do Ministério de Mulheres da Convenção Geral:

“Escolhemos o Dia da Mulher para lançamento como uma maneira de presentear todas as mulheres. Que se sintam valorizadas, cuidadas e capacitadas para conectar outras vidas a Cristo. É uma data muito adequada para utilizarmos como proposta missional. Uma vez que muitos comemoram este dia, isso facilita realizarmos ações que sejam a porta de entrada para mulheres não cristãs. É uma linda oportunidade de focar em ações de evangelismo, para fora das paredes do templo”, afirma a líder ministerial.

            Sobre o objetivo que querem alcançar com o programa, a líder de mulheres informou que diversos temas serão tratados, com o propósito de ajudar as pessoas a encontrarem Jesus e viver para ele. “Informar e desenvolver temas diversificados, de interesse especial das mulheres, mas também com a possibilidade de servir a todos. A proposta é estimular a adoção de um estilo de vida que adore a Deus, proclame Jesus e discipule”, conta Dsa. Lilian.

O “Conexão Feminina” vai ao ar a cada 15 dias, às sextas-feiras, a partir das 21h05, no Facebook e no YouTube Promessistas Brasil, e poderá ser encontrado em breve, na plataforma de vídeos Promessistas Play.

 

 

Por: Ministério de Comunicação da Convenção Geral

 

De bem com a família: Um Casamento Feliz!

Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne. (Gênesis 2:24)
Ah, o amor! Como é lindo quando duas pessoas se apaixonam e decidem viver juntas seus mais lindos sonhos e planos, resolvem se casar e construir uma família.
Ok, convenhamos, não é tão fácil assim pessoas completamente diferentes dividirem a vida como se uma só pessoa fossem. Então surgem as divergências, as chateações, e, com a crescente banalização do casamento, cada vez mais famílias vêm sendo desfeitas em nome do “o importante é ser feliz!” Muitos não se casam mais para dividir uma vida inteira juntos, mas apenas enquanto a paixão ou a tal felicidade durar. Pelo individualismo, não se alimenta mais o amor, o desejo de estar junto, o “nós”.
O casamento é um projeto criado e abençoado por Deus, desde o princípio (Gênesis 2:24). Fazia parte do plano da criação e o desejo de Deus é que dure até o fim dessa vida (Marcos 10:9). Por isso, a Bíblia nos orienta sobre como viver um casamento verdadeiramente feliz, exortando quanto ao amor, cuidado e respeito mútuos (Efésios 5;21-26).
Para que se viva um casamento feliz, é preciso buscar sabedoria e direção de Deus, mas também é preciso ceder, dialogar. Portanto:
1. Peça perdão quando errar, ainda que não seja proposital, mas preste atenção no sentimento da pessoa que você ama para não magoá-la;
2. aja com sinceridade quanto aos sentimentos, diga quando estiver com o coração magoado e o que o machucou. Não alimente mágoa, é possível colocá-la para fora sem brigas, basta uma conversa calma e sincera. Lembre-se “quando um não quer, dois não brigam”;
3. esforce-se para fazer quem você ama feliz, isso traz reciprocidade, e consequentemente você também será feliz.
Claro que haverá divergências entre duas pessoas que compartilham a vida juntas, mas quando Cristo faz parte dessa vida e ambos buscam juntos a benção e direção dele, tudo caminha conforme o criador projetou. Que Deus abençoe e seja o centro do seu casamento!
Por: Ministério de Mulheres Geral

Seja grata por tudo de bom na vida.

Este ano que finda merece algumas reflexões a mais do que os demais anos da nossa vida, afinal foi totalmente atípico e diferente de tudo o que vivemos.. Tínhamos, até então,  ouvido falar de uma pandemia nas aulas de história no colégio, até que fomos acometidos por uma.

Não preciso resumir o que vivenciamos, tenho certeza de que você sabe. Também estou certa de que você já está enumerando neste momento todas as bênçãos recebidas.

Não? Primeiro você pensou nas dificuldades? Não se preocupe, é natural. Mas agora quero te convidar a refletir sobre todas as coisas boas que te aconteceram, a começar pelo fato de que se você está lendo esse texto você tem vencido a pandemia até aqui, pela graça de Deus!

Coisas boas nos acontecem todos os dias e é um presente as reconhecermos. Às vezes, em meio às dificuldades, às lutas, à correria, deixamos de observar e desfrutar de tudo de bom que recebemos de Deus, mas as bênçãos estão ali, bem pertinho de nós, basta olharmos com os olhos da gratidão.

Pense comigo, acordamos de um leito aquecido, despertamos de uma noite segura, respiramos um novo dia, concedido pelo Dono da Vida e então, seguimos com nossos planos, mergulhamos nas nossas atividades, aceleradas, e nem reparamos que nosso Deus nos concede tantos livramentos que não tomamos nem conhecimento, enquanto corremos no nosso dia a dia, mas pela fé vejo que nosso Pai está ali nos protegendo.

Assim, seja grata por tudo de bom que acontece na sua vida, na vida da sua família, dos que estão à sua volta, porque as bênçãos de Deus sempre transbordam e alcançam os que nos rodeiam.

Reconhecermos que estamos cercadas de coisas boas nos aproxima do Dono da benção, nos deixa mais leves, nos revigora e ainda nos permite recuperar a esperança se algo sair fora do planejado. Lembre-se “este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele” (Salmos 118:24)

Há benefícios na gratidão que só podem ser vividos se nos atentarmos que Deus está cuidando de nós desde os pequenos detalhes. Não festeje somente grandes conquistas, esteja atenta e não deixe passar cada presente recebido todos os dias.

Que, assim  como o salmista,  possamos dizer “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios” (Salmos 103:2) e desfrute da benção e alegria de ser grata.

 

Adriana Desengrini, casada com o Pr. Afrânio Desengrini, pais de coração da Luísa, servem nas IAPAS de Tanguá e Jd. Gramados em Almirante Tamandaré-PR. Fisioterapeuta cardiorrespiratória e especialista em aconselhamento e gestão de pessoas.

adrianadesengrini@hotmail.com

Superação ou super ação de Deus?

A palavra de Deus diz, em Mateus 10:30: “Não cai um fio de nossa cabeça, sem que Deus permita, ou seja, todos eles estão contados”. Sendo assim, o meu nascimento foi permissão de Deus. Minha mãe esperava por gêmeos, mas não sabia. Na hora do parto, a parteira tirou meu irmão, e eu fiquei. Momentos depois, minha mãe teve novas dores, tentou se levantar da cama e eu caí no chão do quarto, de modo literal. Estava dentro da placenta, roxa e sem respirar. Ao abrir a placenta, a parteira disse ao meu pai: “Ela nasceu morta”. Uma tia, que estava na casa, levou-me ao hospital da cidade, que ficava a vinte minutos dali. Quando cheguei, puseram-me num balão de oxigênio, e eu voltei à vida. Foi coincidência minha tia estar em casa? Não, foi permissão de Deus. Ele tinha um plano de vida para mim. Desde o ventre materno, Deus me conhecia e me chamava pelo nome!
Aos 22, escriturária, estudante do 3º ano de Magistério, era uma jovem ativa com uma vida supercorrida e independente, apesar de já ser casada. Na igreja, também não era diferente, participava de tudo, era líder do grupo de louvor, tinha cargos na Umap (União da Mocidade Adventista da Promessa), era professora das crianças e secretariava a igreja.
Minha vida era uma verdadeira loucura e, por causa disso, eu era extremamente infeliz. Meu casamento era o caos, só dor, brigas e sofrimento, achava que nem amava mais meu marido. Não tinha tempo para ele, não tinha tempo para ser uma boa esposa e cuidar do meu lar. A “bênção”, o marido que Deus me deu, estava diante de mim, e não conseguia enxergar. Queria me separar, achava que a solução para a minha vida seria o divórcio!
A igreja também já não me satisfazia mais, porque vivia o templo e não Deus. Não tinha tempo para orar, para me consagrar, para meditar na Palavra e, por causa disso, parei de ouvir a voz de Deus. Parei de ter experiências com Deus. Eu me tornei indiferente com ele! E comecei a me perguntar o que fazia ali… Eu já não sabia. Eu era um grande vazio. Um vale de ossos secos (Ezequiel 37.1-11), viva por fora, morta em espírito por dentro. Quando estamos assim, somos cortados da presença de Deus. Eu era uma mulher frustrada e perdida dentro de mim.
Sem aguentar mais meu vazio interior, grávida de dois meses, fiz um pedido a Deus, voltando da faculdade, por volta das 11 horas de uma noite: “Senhor, já não aguento mais minha vida, faça o que o Senhor quiser comigo, mas mude minha história de vida!”. Deus ouviu o meu clamor. Ele ouviu minha oração e fez cumprir em mim as palavras de Ezequiel: “Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Farei entrar em vós o meu Espírito e vivereis!” (Ez 37.5).
No dia 15 de novembro de 1995, Deus mudou minha história de vida. Deus permitiu que eu sofresse um acidente de carro, de Americana para São Paulo, indo para as eleições da Diretoria Geral da IAP. O carro perdeu a direção e capotou ao longo de trinta metros, por um barranco. O impacto foi tão forte que, do veículo, nada sobrou.
Naquele momento, coloquei as mãos na barriga e pedi que Deus protegesse meu bebê. E ele estendeu suas mãos para mim e ouviu o meu clamor. Quando acordei, estava caindo óleo quente do motor em cima da minha barriga, tentei sair de debaixo do carro, mas já não conseguia me movimentar, e chorava muito. A partir desse instante, comecei a ter experiências com Deus, meus olhos e ouvidos foram abertos e comecei a ouvi-lo falar comigo e senti sua presença ao meu lado. Senti que fui cercada pela presença dos anjos de Deus, não os vi com meus olhos, mas sabia que eles estavam ali. De imediato, parei de chorar, a dor cessou e ouvi uma voz que falou ao meu coração: “Márcia, a partir de agora, você não vai mais caminhar com suas pernas, mas nunca estará sozinha, pois estarei sempre com você”. Tive certeza de que era Deus falando comigo, e me reconfortando! Nenhum médico precisou me dizer que não mais andaria, eu já sabia.
O resgate chegou e fui levada ao hospital em Jundiaí (SP). Como estava morrendo, fui direto para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os exames constataram lesão medular T11 e T12 e vazamento do líquido da medula. Teria de colocar uma haste metálica de sustentação na coluna, pois também havia vértebras lesadas, para que pudesse pelo menos me sentar normalmente.
O pastor Estível Ramos foi chamado para me ungir e, naquele momento, tive com Deus uma das experiências mais maravilhosas da minha existência: enquanto viver não me esquecerei dela. Ele não pôde me ungir, pois o azeite havia se derramado no banco do carro, mas ele orou por mim e senti um fogo percorrendo todo o meu corpo, desde a raiz dos meus cabelos até a ponta dos meus pés. Foi incrível! Embora já não sentisse mais as pernas, senti o fogo percorrendo nelas. O poder de Deus é tremendo! Falei ao Pr. Estível: “Pastor, pode ir tranquilo, porque não foi preciso o óleo, eu já fui ungida pelo fogo do Espírito Santo”. Sei que foi a partir dali que Deus devolveu a vida para mim e meu bebê.
Tive de esperar quinze dias pela cirurgia. Durante esse período, minha filha foi desenganada pelos médicos. Eles queriam tirar a criança, pois falavam que ela não suportaria a cirurgia. Eu disse: “NÃO!” Diziam que, se ela sobrevivesse, nasceria deficiente ou portadora da Síndrome de Down. Na noite anterior à cirurgia, o anestesista me explicou que aplicaria anestesia geral e que a cirurgia demoraria por volta de seis horas. Contei que estava grávida de quase três meses e ele me olhou bem nos olhos e respondeu: “Você é nova ainda, vai ter outros filhos, mas esse bebê não vai sobreviver. Ele vai morrer porque não tem feto que resista à cirurgia que você vai fazer”. Pasmem, porque o que fiz foi rir, falando em voz alta: “Em nome de Jesus, minha filha vai sobreviver!”. Em meu coração, já sabia que seria uma menina.
Naquela hora, fiz uma aliança com Deus. Pedi ao Senhor que fizesse dentro da minha barriga “uma redoma de vidro e colocasse meu bebê lá dentro e fechasse com suas mãos, como havia feito com a Arca de Noé”. Na manhã seguinte, antes do anestesista aplicar o medicamento, pedi: “Senhor, agora fecha com a tua mão esta redoma”. Quando acordei da cirurgia, estava com dores terríveis, gritava muito, davam-me remédios, mas nada cortava a dor. Então, ouvi o médico dizer à enfermeira para me aplicar morfina.
Tinha perdido as contas de quantas radiografias já havia feito, sempre pedindo para colocarem um tampão para proteger o bebê. Eles diziam que não tinham como colocar o tampão na barriga, porque o exame era da coluna. Aí, pedia: “Deus, agora é com o Senhor, protege o meu bebê com a tua mão”. Dias depois da cirurgia, fiz um ultrassom da barriga, que constatou que minha filha, ao contrário do que os médicos acreditavam, estava viva! Como está escrito em Jó 5.9: “Ele faz coisas grandiosas, que não se podem esquadrinhar, milagres que não se podem contar”.
Fui para casa dos meus pais, um momento muito difícil para toda a família, porque ninguém sabia como lidar com uma deficiente física. Fiquei na cama, como uma imprestável. Mal me mexia, não vestia uma peça de roupa sequer, porque tinha dores terríveis na coluna. F o i contratada uma enfermeira particular, que cuidava da minha higiene e me dava banho de leito. Apesar de tudo, as pessoas vinham me visitar para trazer conforto, e eram elas que saíam reconfortadas, porque eu tinha uma fé e uma força inabaláveis. Na verdade, Jesus me carregava no colo. Ele faz isso nos momentos de maior sofrimento de nossas vidas.
Quando completei sete meses de gestação, contraí uma infecção urinária muito forte. Fiquei três dias com febre, fui internada às pressas na UTI. No hospital, constatou-se que estava com anemia profunda e, dias depois, contraí pneumonia dupla. Nenhum remédio fazia efeito. A médica disse que minha única saída era entrar em coma induzido, para ver se eu reagia. Fui entubada e levada ao coma, mas os dias se passaram e não conseguia reverter o quadro. Uma noite, o médico ligou para meus pais e disse: “Sinto muito, mas dessa noite a Márcia não passa”. Para a medicina, eu já estava morta. Minha família, em desespero, ajoelhou-se no chão da sala e pediu por minha vida para Deus. Na manhã seguinte, às 10 horas, abri os olhos. Os médicos não acreditavam que eu havia saído do coma. Eu disse ao médico que estava com “muita fome”. Deus me deu vida e meu bebê suportou tudo isso comigo.
Depressão profunda
O coma me fez sentir a perda das pernas, a dor, o sofrimento de nunca mais andar, porque na época do acidente não senti nada, guardei isso dentro de mim e só pensava na criança, anulando-me. Aquela vivência trouxe à tona uma realidade que eu não quis perceber. Então, entrei em depressão profunda. Chorava dia e noite, sem parar. Odiava todos e o mundo. Odiei até Deus, porque achei que minha vida havia se acabado. Porém, o poder divino é mais forte que nossa fraqueza, e todos na minha família e na igreja oraram pela cura da depressão. Preocupados, os médicos sugeriram a contratação de uma psicóloga. Comecei a fazer as sessões e, com a ajuda de Deus e aquele auxílio, fui voltando à vida, vendo que nem tudo estava perdido, que poderia viver bem e feliz sobre uma cadeira de rodas. Recuperei-me e nunca mais tive depressão.
Duas semanas antes de completar nove meses de gestação, fui internada para fazer uma cesariana. O médico havia me dito que a bebê era muito pequena, pesava pouco e, ao nascer, ficaria na incubadora por um mês, para ganhar o peso necessário. Contrariando toda a previsão médica, no entanto, no dia 16 de maio de 1996, minha filha nasceu forte, saudável, perfeita, pesando 2,1kg e com 44 cm. Não precisou ficar na incubadora. Eu a chamo com carinho de “vida”, o milagre que Deus operou! Seu pai a chama de “linda demais”. Jennifer é a minha alegria de viver e hoje, continua a sonhar em ser médica cardiologista! É seu sonho desde os 9 anos. Não temos dinheiro para isso, para nós é um sonho impossível, mas temos o Deus do impossível! Oro a Deus para que ele toque em alguém que possa apadrinhar seus estudos. Acreditamos que, se Deus plantou essa semente no coração da Jennifer, então assim será, a providência virá dele, para glória dele.
Depois disso, fiz mais duas cirurgias na coluna. Uma para a retirada da haste metálica de sustentação, pois houve rejeição e ela entortou por causa do peso da barriga. E outra, porque houve um erro médico: esqueceram dentro da minha coluna o fio que amarrava a haste. Por causa disso, quase morri, tive hemorragia interna, o médico disse: “Perdi a Márcia, ela não vai sobreviver!”. Deus, outra vez, poupou a minha vida. Recebi transfusão de sangue, recuperei-me e voltei para casa.
Ainda tive de enfrentar uma doença chamada osteomielite de ísquio, no quadril, e só não morri porque Deus me abençoou com a continuidade da vida, de novo. O médico disse que minha doença era para a morte, que não havia cura, mas respondi-lhe sorrindo: “Doutor, eu não vou morrer, tenho uma filha que Deus me deu para educar e vou educá-la”. Fiz três cirurgias no quadril e, para a glória de Deus, sobrevivi a todas e estou aqui, para honra do nome de Jesus!
Depois de muitos anos, decidi voltar a estudar e estou terminando o 2º ano Psicologia na Unisal (Faculdade Salesiana de São Paulo), em Americana. É mais um sonho realizado. Faço o curso à noite e consegui uma bolsa de estudos. Não foi fácil chegar até esse ponto. Estive muito enferma durante o ano, com dores terríveis na coluna lombar e no cóccix (pequeno osso da parte inferior da coluna vertebral), que está com degeneração, algo normal em minha deficiência, por não mais andar. Fiz mais uma minicirurgia na região e ainda estou tomando medicações para controlar a dor que, segundo os médicos , tornou-se crônica. No entanto, ainda amo meu Deus e a ele sou fiel.
Sinto-me extremamente feliz, aceitei aquilo que Deus fez em minha vida porque ele me ama, conhece e sabe o que é melhor para mim. Se Deus não tivesse me colocado em uma cadeira de rodas, já não o serviria e estaria longe dele, com toda a certeza. Nem mais estaria casada com meu marido e sabe-se lá o quê teria sido de mim e de minha filha. A palavra de Deus diz, em Jó 5.17 e 18: “Bem-aventurado o homem a quem Deus corrige, portanto não desprezes a disciplina do Todo-Poderoso. Pois ele faz a chaga, e ele mesmo a liga, ele fere, mas as suas mãos também curam”. Cadeira de rodas, para mim, não é um castigo, porque ela não me impede de nada. É Deus me dizendo que ele não deixou que eu perecesse sem salvação, porque me ama!
Por enquanto, posso afirmar que sou uma testemunha do que Deus pode fazer na vida de alguém, para melhor, e dizer: “Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20). Hoje, ouço a voz de Deus falando comigo. Ele restaurou meu casamento por completo, vivo feliz com meu marido, Da. Claudio de Paulo, um homem de Deus que me foi escolhido pelo próprio Deus. Tenho junto de mim uma filha linda e perfeita, que é um presente de Deus. O Senhor me leva a muitos locais, próximos ou distantes, para que eu possa pregar e contar meu testemunho, o que tem salvado pessoas, graças a Deus! Foi esse o pedido que lhe fiz: que me permitisse fazer sua obra. E ele me atendeu!
Levo a vida com otimismo, coragem, fé, superando os obstáculos e vencendo a cada dia. Faço tudo o que quero, sou fiel para com meu Deus, divirto-me, estudo, vou a todos os lugares e sou feliz assim, o que é mais importante! As pessoas podem considerar que sou um caso de superação, mas eu sei que, na verdade, fui alvo da “super ação” de Deus.
Márcia Aparecida Pereira de Paulo congrega na IAP em Americana(SP). E-mail: marciaiap@ig.com.br, tel.(19)3458-8331 ou (19) 98364- 9621.

Vida Plena Em Cristo Jesus

Paulo, quando escreveu aos nossos irmãos que estavam em Éfeso, disse: “Vós estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais costumavam viver quando seguiam a presente ordem deste mundo”… [1]
E ele continua, dizendo que vivíamos para satisfazer as vontades de nossa carne, seus desejos e pensamentos mas, pela infinita misericórdia de Deus, pelo tanto que nos amou deu-nos vida com Cristo, e vida em abundância. Assim, somente estando em Cristo Jesus podemos desfrutar de uma vida plena e abundante. [2]
Ao contrário do que muitos por aí pensam, essa vida em abundância a que Jesus se refere não é uma vida cheia de realizações pessoais (ainda que não seja errado almejar tal acontecimento), já que com relação a esta vida terrena Cristo nos garantiu apenas o suficiente para nossa sobrevivência. [3]
No entanto, ter vida em abundância é desfrutar de comunhão com Deus através da obra redentora de Cristo, é ter sido salvo pela graça mediante a fé e viver esta verdade.
Novamente Paulo, na sua carta aos irmãos de Colossos, nos dá diretrizes para um viver santo, a fim de nos ajudar na caminhada rumo a uma vida transbordante da graça de Deus: [4]
• Procurar as coisas do alto, onde Cristo está, ou seja, abandonar velhos hábitos de natureza carnal, tudo o que diz respeito à nossa antiga natureza, tais como: imoralidades sexuais, impurezas das mais diversas, ódio, orgulho, ganância, ira, raiva, língua torpe, isto é, não mais falar coisas que não edificam, assim como a hipocrisia e todo o tipo de idolatria.
• Revestir-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência.
• Suportar uns aos outros, perdoando as queixas que tiverem uns contra os outros; e
• Acima de tudo, o amor, que é o elo perfeito.
Que Deus, com sua grandiosa bondade, possa nos ajudar a cada dia mais nos aproximarmos dEle com um coração puro e sincero [5], pois, somente assim poderemos viver plenamente nEle.
[1] Ef 2:1- 5a
[2] Jo 10:10b
[3] Mt 6:30- 33
[4] Cl 3:1- 14
[5] Sl 24:4
Adriana Pessopane dos Santos Bocchi é casada com Edson Bocchi e congrega na Iap de Jales- Jardim América.

Presente: Vida Plena

Seria possível sentir-se realizada ao perceber que os sonhos parecem cada vez mais distantes e o tempo mais acelerado? Vivemos dias intensos e agitados. Como viver esses dias de maneira integral? Estar plena, quando é preciso organizar tantas situações familiares, ser uma excelente profissional, manter a beleza, ter tempo para os amigos, para si e para Deus. Como ser feliz ao lidar com as cobranças e ainda perceber que a pior delas vem de nós mesmos? Enchemos a bagagem do dia a dia de incertezas, cobranças, dúvidas, crises, culpas, paixões e medo que geram insatisfações. Alguém pode dizer: é preciso priorizar situações, estabelecer metas e buscar ajuda.
Nenhuma dessas ações será eficaz se não estabelecermos uma base de motivação para o que realizamos. Nesse sentido o apóstolo Paulo nos orienta: “Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter escassez, tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece. (Fp. 4:11-13)”. Para manter-se plena o desafio diário será confiar todas as coisas a Cristo que nos fortalece. Ser plena é ser inteira. E ser inteira significa: sentir-se completa em diferentes situações e consigo mesma.
A Bíblia nos fala sobre mulheres que marcaram seu tempo. Rute saiu do anonimato para fazer parte da genealogia de Jesus. Ana, não desistiu de seus sonhos, viu o milagre de Deus tornar-se história em sua vida. Maria, ainda jovem, dispôs-se a enfrentar todos os riscos para aceitar alegremente o projeto de Deus e ser a mãe do Salvador.
Muitas mulheres extraordinárias marcaram gerações com suas atitudes. C.S. Lewis diz: “Os únicos que não têm cicatrizes, são aqueles que decidiram não combater”. A caminho da plenitude podemos ser felizes. Teremos PAZ para admirar o trajeto se estivermos no caminho certo. Os requisitos indispensáveis para permanecer no caminho certo são: intimidade com Cristo através da prática da oração e leitura da Palavra de Deus.
Não negocie a fé e os princípios bíblicos para buscar valores terrenos. Viva de maneira Plena! Viva o seu presente de forma integral. Não se prenda ao passado, nem sofra pelo que ainda não aconteceu. Deus está no controle de todas as coisas. Descanse com alegria e tranquilidade no Senhor.
Karina Conrado Leonardo Dias, casada com o Pr. Arley Coelho Dias, mãe do Vinícius e da Tamyris, congrega na Igreja Adventista da Promessa – Comunidade Esperança – Jundiaí e Atibaia/SP
Convenção Paulista
Cursando Pedagogia na UNIVESP e Teologia pelo CETAP.

“Guarde as facas”, vingança não.

“Eu não tenho sangue de barata”, “pago na mesma moeda”, “sou autêntica, falo o que penso, não gostou?, problema seu”… Quem nunca ouviu ou já disse coisas assim, “… que atire a primeira pedra”.
Vivemos tempos difíceis. As emoções estão à flor da pele por conta de vários fatores. Coronavirus, trabalho remoto, confinamento, relacionamento familiar mais intenso e as redes sociais tornaram-se uma válvula de escape para grande parte da população. Resultado: tudo, ou quase tudo, nos ofende, nos magoa, nos fere e a primeira reação que temos é nos defender, dar o troco, fazer justiça
É bem verdade que existem pessoas de má índole, e que fatalmente sofreremos algumas investidas, quer seja no âmbito profissional, “uma puxada de tapete”; no sentimental, traição, mentiras. Fato é que, a maneira como reagimos a esses eventos, diz muito sobre nós também.
Quando alguém faz alguma coisa que nos fere ou prejudica, é comum desejar vingança. Mas Jesus disse que devemos fazer o bem àqueles que nos fazem o mal. (Mt 5: 38-42). É fácil? Claro que não. Contudo, lembre-se, assim como na família os pais são os responsáveis por corrigir os filhos, nosso Pai, Deus Todo-poderoso, é o único capaz de fazer justiça. (Rm. 12:19)
É importante perceber que nem tudo está relacionado a você, as pessoas fazem coisas sem pensar ou sem perceber que estão machucando. Então, da próxima vez que se sentir ofendida, tente entender e ignore as ofensas, mantenha o equilíbrio. (Pv. 19:11)
Quero encorajá-la a “guardar as facas” e a orar por aqueles que de alguma forma te machucaram, tendo em mente o ensinamento de Jesus… “Pai, perdoa nossas ofensas assim como nós perdoamos”. Pratique o perdão!
Lembre-se, a nossa luta é contra o mal e a melhor vingança é não deixá-lo vencer. Vença o mal com o bem (Rm. 12:20-21).
Escrito por Raquel Marques, graduada em Administração, Letras e Pedagogia.
Congrega na Igreja Adventista da Promessa em Vila Maria- SP/SP

Eleições 2020 – O voto feminino

No decorrer de toda a história, as mulheres tiveram que lutar muito por direitos dos quais desfrutamos hoje. Direito a estudar, a trabalhar, a ser respeitada como pessoa, como mãe, como esposa, como profissional, como mulher. Mesmo nos tempos mais remotos, em que apenas os homens dominavam tudo, havia mulheres que se destacavam. Veja o exemplo de Débora, na Bíblia sagrada, que numa época em que mulheres não possuíam valor algum na sociedade e serviam apenas para gerar filhos, se destacou como juíza e em Israel, conduzindo o exército israelita para a vitória contra seus inimigos (Juízes, cap. 4 e 5).
Nos últimos séculos, um dos direitos conquistados pelas mulheres foi o direito ao voto, sendo que o primeiro país no mundo a garanti-lo às mulheres foi a Nova Zelândia, no final do século 19.
No Brasil, embora já houvesse quem levantasse a bandeira do voto feminino lá em 1891, quando foi apresentada uma emenda à constituição nesse sentido que acabou rejeitada,  apenas em 1932, por meio de um decreto do então presidente Getúlio Vargas, que as mulheres passaram a exercer o direito ao voto. Contudo, o voto era facultativo e apenas as mulheres casadas podiam votar, ainda com a permissão dos seus maridos, ou as que possuíam renda própria. Em 1934, esse direito foi ampliado a todas as mulheres e também passou a ser obrigatório.
Mas você sabia que não foi nem em 1932 nem em 1934 que o primeiro voto feminino foi depositado numa urna brasileira? Na verdade, foi antes.
Em 1927, na cidade de Mossoró (RN), uma jovem professora de 29 anos chamada Celina Guimarães Viana, dirigiu-se a um cartório eleitoral e, baseada numa lei estadual, pediu que seu nome fosse registrado na lista de eleitores. Inspiradas por Celina, muitas mulheres votaram naquele mesmo ano no estado do Rio Grande do Norte, o primeiro estado brasileiro a estabelecer o direito ao voto sem distinção de sexo.
A iniciativa da destemida e inspiradora Celina repercutiu mundialmente, já que foi a primeira mulher a se inscrever como eleitora não só do Brasil, mas da América Latina.
Claro que a luta das mulheres por direitos e tratamento iguais aos conferidos aos homens continua, mas o direito ao voto é uma conquista importante que deve ser encarada como tal.
No próximo domingo, iremos às urnas escolher prefeito e vereadores que conduzirão o município em que vivemos. A Bíblia nos ensina que devemos nos sujeitar às autoridades , não apenas para que não soframos alguma punição, mas também por uma questão de consciência, já que toda autoridade é instituída por Deus (Romanos 13:1-5). Portanto, peça direção de Deus para fazer sua escolha com coerência e responsabilidade. Procure conhecer melhor os candidatos a esses cargos, pesquise suas propostas, seus planos de governo, os princípios que defendem, a história política de cada um e de seus partidos.
Vamos honrar as lutas e conquistas de mulheres como Celina por direitos dos quais usufruímos hoje, e também o nome dAquele que governa o universo.
 
Escrito por Mariluzi Dalava Lopes Sales, advogada, casada com Juraci, mãe da Giulianna e da Isabella, serva de Cristo, congrega na Igreja Adventista da Promessa em Santana – São Paulo, SP e integra a equipe do Ministério de Mulheres Geral
 
Fontes: https://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2020/Fevereiro/dia-da-conquista-do-voto-feminino-no-brasil-e-comemorado-nesta-segunda-24-1
 
https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Historia/noticia/2018/08/esta-foi-primeira-mulher-se-registrar-como-eleitora-no-brasil.html