CONSEJOS de la Lección 4 – El Señor de la historia

Vea cuatro recursos que ayudan a dinamizar su clase: ambientación del aula, recurso visual y dos dinámicas.

 

CONSEJO UNO – Ambientación del aula (ítem 1)
Sugerimos que el profesor coloque, en el aula o en el espacio de enseñanza de la iglesia, algunos elementos que remitan a una obra de construcción, como: casco de seguridad, latas de pintura, martillo, pinceles, una pequeña escalera, etc. La propuesta es destacar que fue en un contexto semejante a este que Ageo transmitió el mensaje del Señor a Zorobabel.

Prepare la ambientación antes de la llegada de los alumnos. Luego, explique qué representan esos objetos y conduzca la reflexión, haciendo la conexión con el contenido del estudio: “Mientras el pueblo estaba con las ‘manos en la masa’, reconstruyendo el templo, Dios habló” (Ag 2:20).

 

CONSEJO DOS – Recurso visual
Para ayudar en la explicación sobre la importancia de la Palabra de Dios en la orientación de Su pueblo, preparamos dos pantallas ilustrativas: una con la imagen de un tren fuera de control y otra con la imagen de una brújula. Estas ilustraciones, mencionadas en el ítem 1, ayudan a comprender que la Historia no está sin dirección y que la Palabra de Dios orienta al pueblo de Dios como una brújula.

 

CONSEJO TRES – Dinámica “Corona aplastada”
Prepare para la clase una corona real, hecha de papel o adquirida en tiendas de artículos para fiestas. Al explicar el ítem 2, “El plan de la historia”, y al citar el texto de Ageo 2:22, en el cual el Señor enfatiza que iba a “derribar tronos y destruir poderes”, así como “destruir carros de guerra y a sus jinetes”, tome la corona y aplástela. Luego diga: “¡Eso es lo que el Señor hace con los poderes terrenales. Él es el Señor de la historia!”.
Después, pregunte a los alumnos: ¿cuál es la sensación al ver este gesto de aplastar la corona a la luz del texto de Ageo?

 

CONSEJO CUATRO – Dinámica: “El sello y la rueda”
Organice a los alumnos en círculo y explique que el círculo representa el plan de Dios en la historia. Elija a un alumno para representar a Jeconías y pídale que salga del círculo. Muestre a la clase que, con su salida, la rueda pierde la forma, ilustrando la ruptura causada por la desobediencia y por la pérdida de la autoridad delegada por Dios.
Luego, elija a otro alumno para representar a Zorobabel y pídale que ocupe el lugar dejado por Jeconías. Muestre que el círculo vuelve a formarse, indicando la restauración del plan de Dios.
Explique entonces: el sello era el anillo usado por el rey para validar decisiones. No tenía valor en sí mismo, sino que dependía de quien lo portaba. Jeconías perdió el privilegio por apartarse del Señor. En cambio, Zorobabel es llamado “sello” por Dios, pues fue elegido para restaurar la línea davídica, que culmina en Jesús.

Aplicación: Así como el círculo solo funciona cuando cada uno está en el lugar correcto, Dios conduce la historia usando personas que se ponen en Sus manos.

 

Texto: Secretaría de la Escuela Bíblica

DICAS da Lição 4 – O Senhor da história

Veja cinco recursos que ajudam no dinamismo em sua aula: cenário da aula, recurso visual, duas dinâmicas e um vídeo. 

DICA UM – Cenário de aula (item 1)

Sugerimos que o professor coloque, na sala de aula ou no espaço de ensino da igreja, alguns elementos que remetam a um canteiro de obras, como: capacete de segurança, latas de tinta, martelo, pincéis, uma pequena escada etc. A proposta é destacar que foi em um contexto semelhante a esse que Ageu transmitiu a mensagem do Senhor a Zorobabel.

Monte o cenário antes da chegada dos alunos. Em seguida, explique o que aqueles objetos representam e conduza a reflexão, fazendo a ligação com o conteúdo do estudo: “Enquanto o povo estava com a ‘mão na massa’, reconstruindo o templo, Deus falou” (Ag 2:20).

 

DICA DOIS – Recurso visual

Para auxiliar na explicação sobre a importância da Palavra de Deus no direcionamento do Seu povo, preparamos duas telas ilustrativas (faça o download abaixo): uma com a imagem de um trem desgovernado e outra com a imagem de uma bússola. Essas ilustrações, citadas no item 1, ajudam a compreender que a História não está sem direção e que a Palavra de Deus orienta o povo de Deus como uma bússola.

 

 

DICA TRÊS – Dinâmica Coroa amassada

Prepare para a aula uma coroa real, feita de papel ou adquirida em armarinhos de festa. Ao explicar o item 2, “O plano da história”, e ao citar o texto de Ageu 2:22, no qual o Senhor enfatiza que iria “derrubar tronos e destruir poderes”, bem como “destruir carros de guerra e seus cavaleiros”, pegue a coroa e amasse-a. Em seguida, diga: “É isso que o Senhor faz com os poderes terrenos. Ele é o Senhor da história!”.

Depois, pergunte aos alunos: qual é a sensação ao ver esse gesto de amassar a coroa à luz do texto de Ageu?

 

DICA QUATRO – Vídeo sobre anel de selar

Em vídeo, confira uma breve explicação sobre o significado do anel de selar. A estudiosa apresenta referências bíblicas que ajudam a compreender melhor o contexto da promessa de que, em Zorobabel, Deus restauraria a dinastia davídica, estabelecendo elos que ligam Davi e Zorobabel a Jesus (Mateus 1:12; Lucas 3:27).

Assista aqui: 

 

DICA CINCO – Dinâmica: “O sinete e a roda”

Organize os alunos em círculo e explique que o círculo representa o plano de Deus na história. Escolha um aluno para representar Jeconias e peça que ele saia do círculo. Mostre à turma que, com a saída dele, a roda perde a forma, ilustrando a ruptura causada pela desobediência e pela perda da autoridade delegada por Deus.

Em seguida, escolha outro aluno para representar Zorobabel e peça que ele ocupe o lugar deixado por Jeconias. Mostre que o círculo volta a se formar, indicando a restauração do plano de Deus.

Explique então: o sinete era o anel usado pelo rei para validar decisões. Ele não tinha valor em si mesmo, mas dependia de quem o portava. Jeconias perdeu o privilégio por se afastar do Senhor. Já Zorobabel é chamado de “sinete” por Deus, pois foi escolhido para restaurar a linhagem davídica, que culmina em Jesus.

Aplicação: Assim como o círculo só funciona quando cada um está no lugar certo, Deus conduz a história usando pessoas que se colocam em Suas mãos.

 

Reforce seus estudos com os RESUMOS EM VÍDEO:

Neles, confira um resumo criativo com reflexões e imagens que também podem ser utilizadas em sala de aula:

 

Texto: Secretaria de Escola Bíblica

 

REPOUSO

Confira uma análise profunda da palavra “confiar”, do Salmo 37:5. 

 

Estou aproveitando um pouco das férias para, dentre outras coisas, dar uma desenferrujada no hebraico. Arrisquei-me hoje a ler e a fazer uma tradução literal do Salmo 37:5: “Entrega para Yahweh o teu caminho e confia nele, e ele fará”.

Foto: Arquivo pessoal do autor.

Faço um destaque ao verbo “confiar”. No hebraico temos “batah” (בָּטַח), cujo significado é bem mais do que simplesmente acreditar, diz respeito a “sentir-se seguro” (Léxico Hebraico e Aramaico do AT, p. 50). Indica aquela atitude de confiar plenamente em algo ou alguém e repousar tranquilo.

Ao ler sobre o significado deste verbo me veio a mente uma criança que dorme sozinha em seu quarto, tranquila, pois sabe que no quarto ao lado estão seus pais. Não foram poucas as vezes que tive que ficar com minha filha mais nova no quarto até ela pegar no sono quando tinha medo, enquanto a ensinava que podia repousar tranquila, mesmo num quarto escuro. Com o tempo ela aprendeu.

Neste texto o salmista nos desafia/ordena a confiarmos em Deus. Qualquer outra pessoa ou coisa em que tentarmos encontrar segurança nos frustrará. Quando decidimos “simplesmente confiar”, não significa que não enfrentaremos dificuldades, mas que em todas elas, ele estará lá. Podemos nos sentir seguros! Aliás, a segunda parte do Salmo diz: “… confia nele e ele fará”.

Por isso, reforçamos o convite do salmista: entreguemos nosso caminho ao Senhor e “repousemos tranquilos”. Lembre-se disso, especialmente diante dos dias agitados em que vivemos.

Pr. Eleilton Freitas | É Vice-Presidente da Convenção Geral das Igrejas Adventistas da Promessa e Diretor da Editora Promessa.

Três “passos” para ser feliz em 2026

Com base em Apocalipse 1:3, conheça três princípios para ser feliz no ano novo.

Quem não quer ser feliz em 2026 e durante toda a sua vida? Muitas vezes, ignoramos princípios eternos em troca de receitas prontas para tentar alinhar a vida com o Dono do tempo. Com base em Apocalipse 1:3, que diz: “Feliz é aquele que lê e aquele que ouve as palavras desta profecia e guarda estas coisas que nela estão escritas, porque o tempo está próximo”, o apresentador do programa Promessas de Esperança, Pastor Edmilson Mendes, indica três “passos” para ser feliz no ano novo.

 

Segundo ele, este é um versículo que, ao longo dos milênios, tem oferecido conforto, paz, esperança e felicidade. “Apesar de tudo que já aconteceu nesses milênios, de guerras, pestes, epidemias, fomes e violências, todas as pessoas que se aproximaram desse texto, compreenderam e viveram esse texto experimentaram uma felicidade profunda e verdadeira, que o mundo desconhece”.

Ao contrário do que muita gente já disse, Apocalipse é um livro que traz serenidade, paz e conhecimento da verdade. “Esse livro traz o conforto e o consolo de que o mundo não está à deriva, o mundo não está um caos, uma Babilônia, o mundo não está refém do deus deste século”, pontua Ed. “O mundo está sob o controle absoluto do Rei dos reis e Senhor dos senhores”.

O texto de Apocalipse 1:3, portanto, apresenta esse passo a passo importante para se viver nestes dias difíceis.

 

1º passo: Precisamos saber ler este tempo

Além de enxergar “pecado” naquilo que é mais óbvio, a reflexão do Promessas de Esperança chama a atenção para aquilo que nem sempre parece tão evidente. Afinal, “existem muitas coisas que estão roubando o nosso tempo e que necessariamente não são pecado, mas têm destruído muita gente”, destaca Edmilson Mendes.

O entretenimento é um desses perigos aparentemente “inofensivos”. O apresentador afirma que nosso olhar, à luz da Escritura, precisa estar atento também às pequenas coisas que parecem “não ter nada a ver”, mas que podem nos desviar da vontade do Senhor. “Satanás aprendeu, ele sacou, que não precisa destruir você para acabar com você. Basta para ele distrair você. Ele não precisa destruir. Para ele, basta distrair”, observa Edmilson.

Por isso, perceber suas astúcias e armadilhas nas pequenas coisas é necessário para não perder o rumo apontado pela Palavra de Deus.

2º passo: Precisamos saber ouvir este tempo

O texto continua: “Feliz é aquele que lê e aquele que ouve as palavras desta profecia.” Ouvir, aqui, é prestar atenção, dar atenção às Escrituras e, a partir de seus valores, “conhecer as estratégias desse tempo, não se seduzir por esse tempo. Porque não é escutar, é ouvir. E a ideia dessa separação das duas palavras é ouvir com a máxima atenção”, ressalta Ed.

Ele ainda aprofunda o conceito ao explicar que ouvir, no texto, é como quem deseja aprender, descobrir e saber. Não é “ouvir por um ouvido e sair pelo outro”, mas ouvir para “guardar” no coração, o que resulta em cuidado e discernimento quanto aos tempos.

3º passo: Precisamos obedecer

O término do versículo afirma que feliz é aquele que “guarda estas coisas que nela estão escritas”. A pessoa é feliz porque guarda aquilo que está registrado nesta profecia. Nossa atenção deve estar voltada integralmente às Escrituras. “Eu tenho que respeitar autoridades, eu tenho que respeitar o meu próximo, eu tenho que saber viver em sociedade, mas para tudo isso tem um limite”, reflete o apresentador.

Além disso, dar atenção ao que Apocalipse ensina nos livra de viver preocupados apenas com o “nosso quadrado”. Como analisa Ed: “O que está acontecendo hoje é que, se eu tiver o direito à minha viagem, ao meu churrasquinho e ao meu lazer, o mundo que se exploda. É assim que nós estamos vivendo. Então, feliz aquele que lê, feliz aquele que guarda, feliz aquele que obedece. Por quê? O versículo termina: ‘Porque o tempo está próximo’”.

A reflexão mostra que o desejo do cristão, daquele que atenta para a Bíblia, é o desejo pela eternidade, pelos “novos céus e nova terra”, e não apenas por este mundo presente. “Nós aguardamos essa vinda. Nós aguardamos essa promessa tão gloriosa. Que isso seja a realidade na nossa história e na história da nossa igreja”, finaliza.

 

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

CONSEJOS de la Lección 3 – Llamado a la santidad

Conozca los recursos para su clase de la Escuela Bíblica: recurso de lectura, ilustraciones y dinámicas.

CONSEJO UNO – Lectura Alternada
Inicie la clase con la lectura completa de Hageo 2.10–19. Esta lectura inicial ayuda a los alumnos a tener una visión general del tema y del contexto del mensaje profético.
Realice la lectura de forma alternada, involucrando a la clase. Después de la lectura, conduzca a los alumnos a las explicaciones de los temas de la lección, destacando la relación entre santidad, vida práctica y culto.

 

CONSEJO DOS – Ilustraciones Explicativas
Para explicar el sentido de los puntos 1 y 2 de la lección, utilice la ilustración de las máscaras, de los filtros de Instagram y de las modificaciones hechas por la Inteligencia Artificial en fotos.
Explique que:

  • Los filtros crean una apariencia mejorada, pero no revelan la realidad.
  • Las imágenes alteradas por IA pueden mostrar algo que no corresponde a lo verdadero.
  • Las máscaras esconden quiénes somos realmente.

Aplique esta idea al texto bíblico, mostrando que Dios estaba confrontando un culto sin autenticidad, desconectado de una vida de santificación diaria. Era un culto:

  • enmascarado,
  • con falsa impresión (filtros),
  • adulterado, presentando una realidad diferente de la vida práctica del pueblo.

Énfasis: Dios no se agrada de una adoración que no refleja una vida santa.

 

CONSEJO TRES – Dinámica de las Máscaras
Con el objetivo de llevar a los alumnos a reflexionar sobre prácticas religiosas sin arrepentimiento y sin transformación de vida, aplique en su clase la dinámica de las máscaras.

Material

  • Máscaras de papel o cartulina
  • Bolígrafo

Preparación
En la parte interna de cada máscara, escriba una de las siguientes frases:

  1. Volumen de ritos o desempeño en el culto (Amós 5.21–24)
  2. Culto de labios, sin la participación del corazón (Marcos 7.6–8; Isaías 29.13)
  3. Ofrenda sin arrepentimiento y reconciliación (Mateo 5.23–24)

Desarrollo
Coloque las máscaras sobre una mesa o silla; pida que tres alumnos se acerquen al lugar, tomen una máscara y lean la frase. Conduzca la reflexión mostrando que las prácticas religiosas externas no sustituyen una vida transformada delante de Dios.

Cierre (lectura final)
Al final diga: “La santidad comienza en la vida y se refleja en el culto.” Explique que la santidad está relacionada con la vida práctica, con el ejercicio de lo que es correcto y bueno delante de Dios. Si el pueblo permanece en la impureza, sin arrepentimiento, el altar no santifica al pecador; por el contrario, el pecado contamina la ofrenda (Ítem 3: Hageo 2.14).

 

CONSEJO CUATRO – Dinámica de la Canasta de Frutos
Para el ítem 4, “Una promesa llena de gracia”, utilice una canasta de frutas, con uvas, manzanas, pasas y ciruelas u otras frutas, algunas de ellas mencionadas en el contexto del libro de Hageo. Explique que, a causa del pecado, el pueblo de Israel había perdido sus cosechas y estaba sin frutos. Aun así, incluso ante ese escenario, Dios prometió proveer.

Luego, relacione con el ítem “Plantar la semilla de la fe”, destacando que, conforme a Hageo 2.19, antes de la cosecha era necesario creer y obedecer, confiando en la acción de Dios aun cuando todavía no había resultados visibles.

Después de la explicación, distribuya las frutas entre la clase y pregunte:
“¿Tienen fe en las acciones de Dios, incluso antes de que lleguen los milagros y las bendiciones?”

Como refuerzo, recuerde la canción de la cantante Laura Morena:
“Dios quiere abrir el mar para ti, pero antes necesitas creer.”
Si lo desea, el video de la canción puede mostrarse al final de la explicación.

 

Texto: Secretaría de la Escuela Bíblica

DICAS da Lição 3 – Chamado à santidade

Saiba os recursos para sua aula da Escola Bíblica: Recurso de leitura, ilustração e dinâmicas. 

 

DICA UM – Leitura Alternada

Inicie a aula com a leitura completa de Ageu 2.10-19. Essa leitura inicial ajuda os alunos a terem uma visão geral do tema e do contexto da mensagem profética.

Faça a leitura de forma alternada, envolvendo a classe. Após a leitura, conduza os alunos às explicações dos tópicos da lição, destacando a relação entre santidade, vida prática e culto.

 

DICA DOIS – Ilustrações Explicativa

Para explicar o sentido dos itens 1 e 2 da lição, utilize a ilustração das máscaras, dos filtros do Instagram e das alterações feitas por Inteligência Artificial em fotos.

Explique que:

  • Os filtros criam uma aparência melhorada, mas não revelam a realidade.
  • As imagens alteradas por IA podem mostrar algo que não corresponde ao que é verdadeiro.
  • As máscaras escondem quem realmente somos.

Aplique essa ideia ao texto bíblico, mostrando que Deus estava confrontando um culto sem autenticidade, desconectado de uma vida de santificação diária. Era um culto:

  • mascarado
  • com falsa impressão (filtros)
  • adulterado, apresentando uma realidade diferente da vida prática do povo

Ênfase: Deus não se agrada de uma adoração que não reflete uma vida santa.

Dica três – Dinâmica das máscaras

Com objetivo de levar os alunos a refletirem sobre práticas religiosas sem arrependimento e sem transformação de vida, aplique em sua aula a dinâmica das máscaras. 

Material

– Máscaras de papel ou cartolina

– Caneta

Preparação

Na parte interna de cada máscara, escreva uma das seguintes frases:

  1. Volume de ritos ou performance no culto (Amós 5.21-24)
  2. Culto de lábios, sem envolvimento do coração (Marcos 7.6-8; Isaías 29.13)
  3. Oferta sem arrependimento e reconciliação (Mateus 5.23-24)

Desenvolvimento

Coloque as máscaras em cima de uma mesa ou cadeira, peça que 3 alunos se direcionem ao lugar, pegue a máscara e leia frase; conduza a reflexão mostrando que práticas religiosas externas não substituem uma vida transformada diante de Deus.

Encerramento (leitura final)

Ao final diga: “A santidade começa na vida e se reflete no culto.” Explique que santidade está relacionada à vida prática, ao exercício do que é correto e bom diante de Deus. Se o povo permanece na impureza, sem arrependimento, o altar não santifica o pecador; ao contrário, o pecado contamina a oferta. (Item 3: Ageu 2.14)

 

DICA Quatro: Dinâmica Cesto de frutos

Para o item 4 “Uma graciosa promessa”, utilize uma cesta de frutas, com uvas, maçãs, uvas-passas e ameixas ou outras frutas, algumas delas citadas no contexto do livro de Ageu. Explique que, por causa do pecado, o povo de Israel havia perdido suas colheitas e estava sem frutos. Ainda assim, mesmo diante daquele cenário, Deus prometeu prover.

Em seguida, relacione com o item “Plantar a semente da fé”, destacando que, conforme Ageu 2.19, antes da colheita era necessário crer e obedecer, confiando na ação de Deus mesmo quando ainda não havia resultados visíveis.

Após a explicação, distribua as frutas entre a classe e pergunte:
“Vocês têm fé nas ações de Deus, mesmo antes que os milagres e as bênçãos cheguem?”

Como reforço, lembre a canção da cantora Laura Morena:
“Deus quer abrir o mar para você, mas antes, você precisa crer.”
Se desejar, o vídeo da música pode ser exibido ao final da explicação.

Texto: Secretaria de Escola Bíblica

Linha do tempo do Pr. João Augusto da Silveira, fundador da Igreja Adventista da Promessa

Confira as principais datas de acontecimentos na vida do fundador do promessismo. 

 

No dia 24 de janeiro de 2026, a Igreja Adventista da Promessa comemora 94 anos pregando o Evangelho da cruz. A Agência Promessista de Comunicação (APC) apresenta uma linha do tempo da vida do fundador da denominação, o Pastor João Augusto da Silveira (JAS). Em cima de algumas datas, é possível clicar em uma reportagem especial, artigo ou vídeo que conta sobre a trajetória. 

Leia mais: 94 anos de Promessa: conheça o selo comemorativo e baixe os materiais criados pela APC

 

Homem usado por Deus que, apesar de suas limitações humanas, se deixou conduzir pelo Espírito Santo, João Augusto da Silveira teve uma trajetória marcada por episódios que evidenciam a direção do Senhor ao longo de sua vida e ministério.

A seguir, confira os principais fatos da vida do pioneiro promessista:

Assista ao documentário “Rota 32”:

 

26 de janeiro de 1893

Nasce João Augusto da Silveira, em Murici (AL).

 

3 de agosto de 1909

Sua mãe, dona Rosa, viaja de Murici para São Luís (MA). João Augusto tinha 16 anos.

 

24 e 25 de dezembro de 1909

Participa de seu primeiro culto evangélico e recebe sua primeira Bíblia, respectivamente.

Sugestão de artigos: 25 de dezembro de 1909: Pastor João Augusto da Silveira ganha uma Bíblia de presente 

 

Janeiro a maio de 1910

Retorna a Pernambuco.

 

30 de junho de 1912

É batizado nas águas na Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD).

 

6 de abril de 1914

Casa-se com Márcionila, em Caruaru (PE).

Sugestão de artigos: João e Marcionila: O primeiro casal de Pastor e Esposa Promessista

 

1922

Recebe a credencial de ministro licenciado e, no mesmo ano, é consagrado ao ancionato na IASD.

 

1926 

Durante viagem a São Paulo (SP) para uma conferência da Igreja Adventista do Sétimo Dia, em Santo Amaro, ouve, em uma charrete, o testemunho do condutor sobre a doutrina do batismo no Espírito Santo.

Sugestão de artigos: Nossas Memórias: a História do Charreteiro, contada pelo Pr. Cassiano Domingos de Souza

 

1928

Desliga-se da IASD por convicção bíblica acerca do batismo no Espírito Santo, com a evidência de línguas estranhas.

9 de janeiro de 1929 

Recebe carta de boa recomendação da Igreja Adventista do Sétimo Dia referente ao seu período na denominação.

 

1931

Recusa convite para pastorear uma Igreja Batista, mesmo com a oferta de custeio da educação de seus filhos, devido às suas convicções bíblicas.

 

24 de janeiro de 1932

É batizado no Espírito Santo, em Paulista (PE). A data tornou-se simbolicamente a fundação da Universal Assembleia Adventista da Promessa, primeiro nome da Igreja Adventista da Promessa, escolhido em 1936. 

Sugestão de artigos: 

“No poder do Espírito, até a volta de Jesus.” 

 Nosso nome denominacional 

 

De 25 de janeiro a 1º de fevereiro de 1932

Permanece oito dias fora de casa, anunciando o ocorrido do batismo no Espírito Santo.

Sugestão de artigos: 93 anos de Promessa: “um homem que viveu a missão no mundo”

 

Setembro e outubro de 1932

Realiza sua primeira viagem missionária ao interior de Pernambuco, em Contendas.

 

12 de outubro de 1933

Viaja do Recife (PE) e chega a Santos (SP) no dia 20 de outubro. Passa por Itariri, onde se forma o primeiro grupo promessista consolidado nessa viagem a São Paulo.

Sugestão de artigos: 93 anos de Promessa: os primeiros movimentos de um povo que vive a missão no mundo

31 de outubro de 1933

Viaja para Itápolis (SP), chegando no dia 1º de novembro, onde permanece por 77 dias.

 

19 de dezembro de 1933

Participa de um debate de seis horas e meia sobre o batismo no Espírito Santo com um pastor adventista, em Itápolis.

 

16 de janeiro de 1934

Viaja para Vila Sales, chegando no mesmo dia. Permanece por 12 dias, atendendo também a Vila Sabino, ambas localidades no estado de São Paulo.

 

4 de fevereiro de 1934

Chega a Marília (SP)

 

Julho de 1934

Após 8 meses e 10 dias, retorna à pernambuco. 

 

1936

Realiza o primeiro batismo em Duartina, com 24 pessoas.
Também ocorre batismo em Rolândia (PR), no sítio do irmão Juvercino.

Sugestão de artigo: 3 vidas se entregam ao Senhor, em comemoração dos 91 anos de Promessa 

 

1948

Falece Márcionila da Silveira, sua primeira esposa.

 

1949

Casa-se com Izilda Moreira da Silva.

Cargos administrativos na Igreja Adventista da Promessa

Presidência:
1ª gestão: 1932 a 1937
2ª gestão: 1939 a 1941
3ª gestão: 1941 a 1943
4ª gestão: 1943 a 1945

Mesa administrativa:
1951 a 1953
5ª gestão: 1953 a 1955
6ª gestão: 1955 a 1957

24 de dezembro de 1959

João Augusto completou 50 anos de convertido. Na noite de celebração, o líder tinha 20 minutos para relembrar o início de sua fé. No Documentário “Rota 32”, ouça áudios deste culto comemorativo.

Sugestão de artigos: Em uma noite de Natal, o Pastor João Augusto da Silveira converteu-se a Cristo 

 

22 de julho de 1965

É jubilado do ministério pastoral.

 

14 de maio de 1968

João Augusto da Silveira falece aos 75 anos, em São Paulo (SP).

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC) / Andrei Sampaio
*O artigo pode sofrer alterações conforme novas pesquisas.

 

Bibliografia

Marcos que pontilham o Caminho. São Paulo: Gráfica e Editora A Voz do Cenáculo, 1ª ed.
Marcos que pontilham o Caminho. São Paulo: Gráfica e Editora A Voz do Cenáculo, 2002.

DICAS da Lição 2 – Prisioneiros do passado?

Veja os recursos para sua aula na Escola Bíblica, com vídeo e dinâmica. 

 

DICA UM – Pontos-chave do estudo

Se você utiliza em sala um quadro, cartaz para escrita ou deseja inserir os conteúdos nos slides, separamos os pontos-chave do estudo 2. Eles podem conduzir discussões e destacar em sala os aspectos mais essenciais da lição, ajudando na melhor administração do tempo e evitando desvios para assuntos secundários.

Ponto central: Mensagem de ânimo para continuar a obra, em contraste com o saudosismo paralisante.

Texto bíblico para leitura em sala: Ageu 2:1-9.

 

Item 1: Comparação entre passado e presente; frases que atrapalham o progresso da obra: “Não vai dar certo, já tentamos fazer.”

Item 2: Duas garantias para o trabalho do templo: a presença de Deus e a provisão de Deus.

Item 3: “Glória da segunda casa”: Reformas de Dario e Herodes, o Grande. 

Mais do que beleza física, o templo foi honrado pela presença de Jesus e aponta para a segunda vinda de Cristo (Hb 12:26-27).

 

Aplicação 1: O perigo do saudosismo como principal sinal de imobilidade, quando as lembranças do passado impedem a ação no presente.

Aplicação 2: Trabalhar para Jesus no presente, sem perder de vista o futuro recompensador da glória.

 

DICA DOIS – Vídeo “Nostalgia, você sente saudade do passado?” (item 1 ou aplicação 1)

Para ilustrar o sentimento de nostalgia e apego ao passado dos judeus dos tempos de Ageu, sugerimos que você exiba uma reportagem que fala sobre os benefícios e os perigos da saudade e do saudosismo. O vídeo traz depoimentos e a análise de uma terapeuta sobre a relação das pessoas com o passado. Após a exibição, pergunte a seus alunos: qual a relação deles com o passado e como isso interfere no futuro.   

Assista o vídeo aqui: 

 

DICA TRÊS – Dinâmica “Glória da segunda casa”

Enquanto o professor fala das comparações feitas pelos judeus entre o primeiro templo de Salomão e do que estava em construção (veja a explicação do resumo em vídeo abaixo), aplique a seguinte dinâmica em sala:

  1. Leitura (2 minutos): Um participante lê Ageu 2:1-9. Após o professor faz uma pergunta direta: “Por que o povo ficou desanimado?”
  2. Reflexão (3 minutos): Faça duas perguntas simples: “O que pode nos prender ao passado hoje? O que Deus está nos chamando a construir agora?
    Ouça brevemente o grupo.
  3. Aplicação e oração (2 a 5 minutos)

Leia Ageu 2:4: “Sede fortes… e trabalhai, porque eu sou convosco”.

Enfatize:

  • A glória maior está na presença de Deus.
  • Deus age no presente e prepara o futuro.

Ore encerrando, pedindo fé para continuar a obra.

 

Frase de fixação: “Deus não nos chama para comparar o passado, mas para obedecer no presente.”

 

DICA QATRO – Resumo em vídeo: 

Para ajudar você a fixar os principais pontos do estudo, utilize o resumo em vídeo do estudo 2, nele você tem as colocações ilustradas mais relevantes do conteúdo, inclusive você pode enviar a seus alunos ou utilizar trechos durante sua aula. Assista aqui: 

Texto: Secretaria de Escola Bíblica

 

CONSEJOS de la Lección 2 – ¿Prisioneros del pasado?

Consulta los recursos para tu clase en la Escuela Bíblica, con puntos clave del estudio y una dinámica.

 

CONSEJO UNO – Puntos clave del estudio
Si utilizas en clase una pizarra, cartel para escribir o deseas insertar los contenidos en diapositivas, hemos seleccionado los puntos clave del estudio 2. Ellos pueden orientar las discusiones y resaltar en clase los aspectos más esenciales de la lección, ayudando a una mejor administración del tiempo y evitando desvíos hacia asuntos secundarios.
Punto central: Mensaje de ánimo para continuar la obra, en contraste con el saudosismo paralizante.
Texto bíblico para lectura en clase: Hageo 2:1-9.

Ítem 1: Comparación entre pasado y presente; frases que dificultan el progreso de la obra: “No va a funcionar, ya intentamos hacerlo.”
Ítem 2: Dos garantías para el trabajo del templo: la presencia de Dios y la provisión de Dios.
Ítem 3: “Gloria de la segunda casa”: Reformas de Darío y Herodes el Grande.
Más que belleza física, el templo fue honrado por la presencia de Jesús y apunta a la segunda venida de Cristo (Heb 12:26-27).

Aplicación 1: El peligro del saudosismo como principal señal de inmovilidad, cuando los recuerdos del pasado impiden la acción en el presente.
Aplicación 2: Trabajar para Jesús en el presente, sin perder de vista el futuro recompensador de la gloria.

 

CONSEJO DOS – Dinámica “Gloria de la segunda casa”
Mientras el profesor habla de las comparaciones hechas por los judíos entre el primer templo de Salomón y el que estaba en construcción, aplique la siguiente dinámica en clase:

  1. Lectura (2 minutos): Un participante lee Hageo 2:1-9. Luego el profesor hace una pregunta directa: “¿Por qué el pueblo se desanimó?”
  2. Reflexión (3 minutos): Haga dos preguntas sencillas: “¿Qué puede atarnos al pasado hoy? ¿Qué nos está llamando Dios a construir ahora?”
    Escuche brevemente al grupo.
  3. Aplicación y oración (2 a 5 minutos)
    Lea Hageo 2:4: “Sed fuertes… y trabajad, porque yo estoy con vosotros”.
    Enfatice:
    – La mayor gloria está en la presencia de Dios.
    – Dios actúa en el presente y prepara el futuro.
    Ore para cerrar, pidiendo fe para continuar la obra.

Frase de fijación: “Dios no nos llama a comparar el pasado, sino a obedecer en el presente.”

Texto: Secretaría de la Escuela Bíblica

 

Novo ano, novas atitudes

Toda virada de ano somos despertados para a ideia de uma vida nova por causa da mudança do calendário. Alguns pensam que essa mudança é uma espécie de “virada mágica”, como se apenas a passagem do tempo fosse suficiente para transformar nossa vida. Esse período também nos leva a ressuscitar “velhas promessas” acumuladas, feitas no início de cada ano, às vezes por décadas.

Na Palavra de Deus, somos esclarecidos de que nossa vida, independentemente do réveillon ou de datas especiais, pode ser uma vida de novidade, uma vida cheia de momentos novos, a partir de duas ações: uma realizada por Deus e outra como resposta nossa (2 Coríntios 5.17; Romanos 6.4).

1. Para termos um ano novo, é necessário um coração novo

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
(2 Coríntios 5.17 – ARC)

A partir de um nascimento espiritual (João 3.3,5), como ensinou Cristo a Nicodemos, é possível perceber novas intenções, disposições e mudanças, uma transformação que acontece “de dentro para fora”. Essa nova vida nasce dessa obra espiritual que nos faz novas criaturas.

Paulo afirma, 2 Coríntios 5.17, que as “novas criaturas” estão em Cristo, uma linguagem frequente no Novo Testamento que indica que a pessoa salva está unida a Ele. Nessa união, recebe a nova vida, Seu poder e acesso a Deus, bem como as bênçãos de orar, obedecer e viver uma vida totalmente nova, fruto de uma transformação do coração.

A “nova criatura” é uma recriação feita por Deus no interior do ser humano. Com o mesmo poder que criou o mundo, Deus pode fazer nascer dentro de nós uma nova pessoa. Trata-se de uma nova fundação, capaz de gerar novos desejos, inclinados a uma nova forma de viver, pois “nós temos a mente de Cristo(1 Coríntios 2.16).

Isso significa que nossa vida e que o novo ano podem ser diferentes se vivermos com a disposição do Senhor, obedecendo ao Pai e fazendo Sua vontade. Desejar obedecer, buscar bons pensamentos e ter afetos verdadeiros e profundos pelo próximo fazem parte dessa nova vida gerada pelo Espírito em nós (Filipenses 4:8).

Essa nova vida interna se manifesta porque um novo tempo chegou. Nas palavras de Paulo, “as coisas velhas já passaram”; e, em Cristo, “tudo se fez novo”. A nova vida se torna pública, como resultado inevitável de um novo coração.

2. Para termos um ano novo, é necessário novas práticas 

De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
(Romanos 6.4 – ARC)

O novo nascimento e o novo coração jamais se resumem a boas intenções. Pelo contrário, quem nasce de novo passa a viver uma nova jornada. Paulo chama essa vida separada, o processo de santificação, de “novidade de vida”: a vida de quem passou da morte para a vida, de quem ressuscitou espiritualmente (Romanos 6.4).

Paulo diz que fomos sepultados com Cristo no batismo para que “andemos” nessa nova vida. Isso significa fazer o próprio caminho, como imitadores de Deus (Efésios 5.1), não mais seguindo o caminho do pecado, do egoísmo e da vontade própria. Por isso, devemos aproveitar as oportunidades para viver conforme a vontade de Deus, assim como Jesus viveu.

O caminho do crente, segundo Paulo, é a estrada da novidade de vida, preparada por Deus, “para que andássemos nela(Efésios 2.10). Quem nasceu de novo obedece à Palavra de Deus (João 14.15), experimenta os dons espirituais (1 Coríntios 12.7) e prova, já aqui, uma antecipação da eternidade. O ressuscitado é alguém cheio de vida, que já experimentou um pouco do céu nesta vida e o experimentará plenamente na eternidade.

A nova vida também representa uma vitória sobre nós mesmos, pois, ao nos tornarmos discípulos de Cristo, somos chamados a “negar a si mesmo, tomar a sua cruz e seguir-me(Mateus 16.24).

 

Nesta virada de ano, devemos refletir sobre o novo nascimento e sobre a palavra de Jesus, que afirma a necessidade de nascer de novo (João 3.7). Isso representa uma ação divina, pois é o Espírito quem nos faz nascer de novo, mediante a fé e o arrependimento, quando cremos no Salvador (Tito 3.5; Efésios 2.8).

Para termos um ano novo, precisamos de novas atitudes. Elas são a resposta humana diante da transformação divina operada em nós. Em Cristo, temos condições de amar a Deus acima de todas as coisas (Mateus 22.37), amar o próximo como a nós mesmos (Mateus 22.39), perdoar quem nos ofendeu (Efésios 4.32) e compartilhar nossa fé com aqueles que precisam viver uma nova história de vida (Mateus 28.19-20), para que a vida aqui já seja transformada até o dia em que o Senhor voltar (Filipenses 1.6).

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)/Andrei Sampaio

 

DICAS da Lição 1 – Inversão de prioridades

Confira os recursos para a primeira aula do trimestre, com vídeos e dinâmicas. Além disso, você tem acesso a novos materiais para a preparação da aula e divulgação.

 

DICA UM – Novos recursos para professores e líderes de ensino

PANORAMA E SÍNTESE – Já está no ar um novo recurso para os estudos: o Panorama e Síntese para professores da Escola Bíblica, desenvolvido pela Agência Promessista de Comunicação (APC). O material, como o nome sugere, apresenta apontamentos sobre o conteúdo dos três livros que serão estudados ao longo do trimestre: Ageu, Zacarias e Malaquias. O recurso destaca pontos centrais da narrativa profética em relação aos estudos do trimestre.

Para acessar, clique aqui.

PODCAST – Áudio com a introdução à nova série, resumo teológico e aplicações práticas.
Acesse e faça o download aqui. 

Materiais para aula – Disponibilizamos, a seguir, os slides 1, o PDF do capítulo 1 e materiais para divulgação nas redes sociais. Em breve, estes e outros recursos estarão disponíveis na área das Lições Bíblicas.

 

DICA DOIS – Vídeo de apresentação para a aula

Está disponível no canal da TV Viva Promessa o vídeo de apresentação da nova série de Lições Bíblicas. O diretor da Editora Promessa, pastor Elenilton Freitas, faz uma síntese da lição do trimestre e um convite aos estudos. Confira abaixo:

Observação: Todas as terças-feiras, às 21h, os estudos estão disponíveis no programa Escola Bíblica Especial, na TV Viva Promessa.

 

DICA TRÊS – Recurso do despertador

Leve para a sala de aula um despertador semelhante ao da capa da lição e programe-o para tocar no início da aula. Certamente os alunos terão alguma reação. Pergunte a eles o que um despertador significa e, em seguida, explique o significado da série para o primeiro trimestre de estudos de 2026.

Observação: Na ausência de um despertador analógico, utilize o despertador do celular.

 

DICA QUATRO – Vídeo com resumo de Ageu

As quatro primeiras lições da série tratam do livro de Ageu. Por isso, o professor pode exibir em sala o vídeo do Bible Project, que apresenta um resumo do livro profético. O material pode ser exibido durante a aula ou enviado previamente para que os alunos assistam e expliquem o conteúdo no dia do estudo (abaixo):

 

DICA CINCO – Dinâmica “Obras inacabadas”

Pesquise na internet fotos de obras inacabadas em seu bairro ou cidade. Observe as placas dessas construções, os prazos programados e a reação dos alunos ao perceberem que algo foi prometido, mas não entregue. Após as reflexões, questione: tente imaginar a indignação do Senhor diante do abandono, por parte do povo, da construção do templo. Outro ponto é levar os alunos a refletirem sobre projetos da igreja local que precisam ser retomados com a cooperação de todos.

 

DICA SEIS – Dinâmica do “saco furado”

Utilize uma sacola com um furo ou fundo falso e peça que, de uma só vez, os alunos coloquem objetos nela (exceto itens que possam quebrar). À medida que os objetos são colocados, eles perceberão que tudo cai. Em seguida, leia Ageu 1:5-7.

Pergunte aos alunos o que essa dinâmica, a imagem da sacola furada que o Senhor apresentou ao povo na época do profeta, representa. Questione também se isso pode estar acontecendo na vida de cada um. Faça um momento de reflexão silenciosa e utilize as reflexões dos dois últimos parágrafos do item 1.

 

DICA SETE – Reflexão aplicativa

O item 1 da aplicação enfatiza a questão da procrastinação, comportamento que levou o povo a adiar a obra do Senhor por 16 anos. Escreva em um quadro ou cartaz alguns exemplos de procrastinação, como adiar a leitura diária da Bíblia, alegar muito trabalho para orar ou nunca conseguir servir ou contribuir com o próximo. Em seguida, converse com a turma sobre como mudar esses comportamentos e colocar a vontade do Senhor como prioridade na agenda.

Texto: Secretaria de Escola Bíblica

CONSEJOS de la Lección 1 – Inversión de prioridades

Conozca los recursos para la primera clase del trimestre, con videos y dinámicas.

 

CONSEJO UNO – Recurso del despertador

Lleve al aula un despertador similar al de la portada de la lección y prográmelo para que suene al inicio de la clase. Seguramente los alumnos tendrán alguna reacción. Pregúnteles qué significa un despertador y, a continuación, explique el significado de la serie para el primer trimestre de estudios de 2026.

Observación: En ausencia de un despertador analógico, utilice el despertador del teléfono celular.

 

CONSEJO DOS – Video con resumen de Hageo

Las cuatro primeras lecciones de la serie tratan del libro de Hageo. Por eso, el profesor puede exhibir en el aula el video del Bible Project, que presenta un resumen del libro profético. El material puede mostrarse durante la clase o enviarse previamente para que los alumnos lo vean y expliquen el contenido el día del estudio.

Vea aquí:

 

CONSEJO TRES – Dinámica “Obras inacabadas”

Busque en internet fotos de obras inacabadas en su barrio o ciudad. Observe los carteles de estas construcciones, los plazos programados y la reacción de los alumnos al percibir que algo fue prometido, pero no entregado. Después de las reflexiones, cuestione: intente imaginar la indignación del Señor ante el abandono, por parte del pueblo, de la construcción del templo. Otro punto es llevar a los alumnos a reflexionar sobre proyectos de la iglesia local que necesitan ser retomados con la cooperación de todos.

 

CONSEJO CUATRO – Dinámica de la “bolsa rota”

Utilice una bolsa con un agujero o fondo falso y pida que, de una sola vez, los alumnos coloquen objetos dentro de ella (excepto objetos que puedan romperse). A medida que los objetos se colocan, se darán cuenta de que todo se cae. A continuación, lea Hageo 1:5-7.

Pregunte a los alumnos qué representa esta dinámica, la imagen de la bolsa rota que el Señor presentó a su pueblo en la época del profeta. Cuestione también si esto puede estar ocurriendo en la vida de cada uno. Realice un momento de reflexión silenciosa y utilice las reflexiones de los dos últimos párrafos del ítem 1.

 

CONSEJO CINCO – Reflexión aplicativa

El ítem 1 de la aplicación enfatiza la cuestión de la procrastinación, un comportamiento que llevó al pueblo a posponer la obra del Señor durante 16 años. Escriba en una pizarra o cartel algunos ejemplos de procrastinación, como postergar la lectura diaria de la Biblia, alegar demasiado trabajo para orar o nunca lograr servir o contribuir con el prójimo. Luego, converse con el grupo sobre cómo cambiar estos comportamientos y colocar la voluntad del Señor como prioridad en la agenda.

Texto: Secretaría de Escuela Bíblica

Consejos para la clase de la Lección 13 – Un pedacito del cielo

Para el cierre de los estudios, utilice los siguientes recursos pedagógicos: “Familias en las nubes”, análisis de la palabra “temor”, infografía sobre los beneficios de obedecer a Dios y un momento de testimonios.

 

CONSEJO UNO – Recurso “Familias en las nubes”

Para estimular la participación y promover un recuerdo simbólico del contenido, prepare para la clase un recurso pedagógico en el que se distribuyan nubes con los nombres de las familias a los alumnos.
El recurso es sencillo: recorte dibujos de nubes (modelo: EBAula13), disponga bolígrafos y, al inicio de la clase, distribuya los dibujos para que los alumnos los completen con los apellidos de las familias a las que pertenecen.

A partir de esta actividad, el profesor podrá abrir el estudio con la siguiente pregunta:
“¿Cómo puede mi hogar ser un pedacito del cielo?”

Esta pregunta ayuda a incentivar la participación y el intercambio de experiencias. Al final, tome una foto con las nubes y compártala en los grupos para registro. Si lo prefiere, arme un mural con las nubes y, al final, ore por las familias de la iglesia.

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Dicas para aula da Lição 13 – Um pedacinho do céu

Para o encerramento dos estudos, utilize os seguintes recursos pedagógicos: “Famílias nas nuvens”, análise da palavra “temor”, infográfico sobre os benefícios de obedecer a Deus e um momento de testemunhos.

DICA UM – Recurso “Famílias nas nuvens”

Para estimular a participação e promover uma lembrança simbólica do conteúdo, prepare para a classe um recurso pedagógico em que nuvens com os nomes das famílias sejam distribuídas aos alunos. O recurso é simples: recorte desenhos de nuvens (FiguraEBAula13), providencie canetas e, no início da aula, distribua os desenhos para que os alunos os preencham com os sobrenomes das famílias às quais pertencem.

A partir dessa atividade, o professor poderá abrir o estudo com a seguinte pergunta:
“Como a minha casa pode ser um pedacinho do céu?”

Essa questão ajuda a incentivar a participação e o compartilhamento de experiências. Ao final, tire uma foto com as nuvens e compartilhe nos grupos para registro. Se preferir, monte um mural com as nuvens e, ao final, ore pelas famílias da igreja.

 

DICA DOIS – Análise de palavra

Escreva, em um slide, quadro ou cartaz, a palavra “temer”, de forma centralizada. Durante a explicação do item 1, “O compromisso”, solicite que os alunos apresentem definições para a palavra. Oriente-os a pesquisar na internet ou a relembrar conceitos aprendidos no lar e na Escola Bíblica. Após as participações, apresente e explique as definições contidas no estudo, relacionando-as com o conteúdo da lição.

 

DICA TRÊS – Infográfico “Os benefícios de quem obedece”

Para ilustrar o conteúdo do item “A consequência”, utilize o infográfico com os pontos apresentados no estudo. O material pode ser inserido nos slides, compartilhado nos grupos da classe ou impresso e distribuído aos alunos.

Baixe aqui:

DICA QUATRO – Momento de testemunhos

Ao final do estudo, sugerimos um momento de testemunhos das famílias. A proposta é que compartilhem, de forma resumida, o que aprenderam ao longo do trimestre, o que mudou em casa com os estudos e o que pretendem levar para a vida familiar a partir deste aprendizado.

Se desejar, verifique antecipadamente qual família, casal ou filhos poderão estar preparados para testemunhar sobre as bênçãos do Senhor durante a série “Teologia da Família”.

 

Para aprofundar o estudo

Aprofunde-se no tema assistindo ao último estudo da série no programa “Escola Bíblica Especial”, da TV Viva Promessa:

Texto: Secretaria de Escola Bíblica

 

Aprenda quatro ensinos sobre a gratidão

A mensagem foi transmitida durante a live da Gratidão da TV Viva Promessa, com base em 1ª Tessalonicenses 5:18.

Durante a live da Gratidão da TV Viva Promessa, transmitida nesta sexta-feira (20), no YouTube do canal (link abaixo), a mensagem ministrada pelo vice-presidente da Convenção Geral, Pastor Eleilton Freitas, destacou o tema da gratidão, com base em 1ª Tessalonicenses 5:18: “Em tudo, deem graças, porque esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus”.

 

Ao comentar o último capítulo da carta aos irmãos de Tessalônica, o apóstolo Paulo apresenta diversos pequenos mandamentos ao povo de Deus, como: “Alegrem-se sempre”, “Orem sem cessar”, “Não apaguem o Espírito”, “Não tratem com desprezo as profecias” — entre eles, um ensino específico sobre a gratidão. A partir desse texto, o Pr. Eleilton destacou pelo menos quatro ensinos centrais sobre o tema.

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Primeiro: o dever da gratidão

“Esse é um mandamento da parte de Deus para o seu povo. O povo dele tem que ser um povo que vive com gratidão. Gratidão tem a ver com o reconhecimento de que nós somos alvos das bênçãos de Deus”, explicou o Pastor. “Nós somos alvos dos seus benefícios. Então, o povo de Deus é ordenado nesse texto a viver com gratidão”, complementou.

Segundo: a extensão da gratidão

O ensino sobre a gratidão é amplo e envolve todas as circunstâncias da vida, já que Paulo orienta a dar graças a Deus em tudo. Segundo o Pr. Eleilton, viver dessa forma não é simples e desafia o cristão a sair da zona de conforto.
“Eu sei que é um desafio agradecer a Deus por todas as circunstâncias, mas esse ensino do apóstolo está vinculado à ideia de que nós temos um Deus que cuida de nós, um Deus soberano, que controla todas as áreas da nossa vida”, afirmou, ao conclamar os cristãos à fé diante das adversidades.

A gratidão, segundo a Palavra de Deus, é uma atitude ultracircunstancial. “Até mesmo aquelas circunstâncias que a gente não consegue entender a razão do porquê estamos passando por elas, nós devemos acreditar que é Deus que está escrevendo a nossa história”, ressaltou. E prosseguiu: “Podemos não achar razões no momento em que as situações estão acontecendo, mas devemos crer que, no tempo certo, Deus nos mostrará, nós entenderemos e descansaremos o nosso coração nele, vivendo com gratidão, mesmo diante das adversidades”.

 

Terceiro: a razão da gratidão

Após abordar o dever e a extensão da gratidão, o Pastor explicou que essa atitude também tem uma razão clara: “a vontade de Deus”. “Deus deseja que o seu povo viva com gratidão. Deus não quer que o seu povo viva sem contentamento, com ingratidão ou murmuração. O povo de Deus precisa ser um povo grato, porque servimos ao Deus Criador e Senhor de todas as coisas”, destacou o líder.

Pr. Eleilton Freitas durante mensagem da Live de Gratidão. Foto: Reprodução/YouTube.

Quarto: o modo da gratidão

No encerramento da reflexão, o pregador ressaltou que o texto bíblico ensina que a gratidão deve ser vivida “em Cristo Jesus”. “Nós podemos viver com gratidão em razão do que Cristo fez por nós. Nós fomos unidos a Cristo, experimentamos os benefícios da cruz e fomos salvos e redimidos pelo Senhor Jesus Cristo. Então, em Cristo Jesus, a vontade de Deus é que nós vivamos sempre gratos por todas as coisas”, afirmou.

O Pastor também destacou que a mensagem deve ser guardada no coração e motivar a igreja a agradecer pelo ano que passou e a louvar ao Senhor por tudo o que Ele ainda realizará no ano novo. “Nós aqui agradecemos e louvamos a Deus por tudo o que Ele fez na igreja, por tudo o que Ele fez por meio da Agência Promessista de Comunicação, a APC, da TV Viva Promessa e da Editora Promessa, que também integra essa área da comunicação da igreja”, disse.

Ele ainda agradeceu pela atuação dos diversos ministérios do Corpo de Cristo e concluiu com um convite: “Nós convidamos você a continuar sempre louvando e agradecendo a Deus junto com a gente por tudo o que Ele tem feito na nossa vida e na sua igreja local. Enfim, vivamos em gratidão. Esta é a vontade de Deus para mim e para você. Deus abençoe a sua vida e a sua família”, finalizou o pastor Eleilton Freitas.

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

Casamento duradouro: tempo de união heterossexual diminuiu no Brasil, mas há exceções

Líderes do Ministério de Vida Pastoral da Convenção Geral (MVP), Pastor Edney Brito e Diaconisa Claudia Brito, completam 40 anos de união de amor em Cristo.

 

Nos dias contemporâneos falar de casamento duradouro é um assunto muitas vezes alvo de piada, jocoso e até sinônimo de uma vida enfadonha. Isso se reforça pelos números revelados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre 2010 e 2023, o tempo de média em que um casal heterossexual permaneceu casado passou de 17 anos para apenas 14 anos. Porém, as exceções sempre existirão numa sociedade de vínculos tão frágeis, como é o caso dos líderes do Ministério de Vida Pastoral da Convenção Geral, Pastor Edney Brito e a Diaconisa Claudia Brito, que completam 40 anos de um laço duradouro.  

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O casal conta que, “há quarenta anos unimos nossas vidas diante do Senhor, e hoje afirmamos com gratidão: ‘Até aqui nos ajudou o Senhor’ (1 Sm 7:12).” E atribuem o tempo juntos a ação de Deus diante da sua união: “Quatro décadas sustentadas pela graça, pela fidelidade e pelo amor daquele que nunca falha.”

Da união dos dois jovens, nasceu uma família que está crescendo com a bênção do Deus eterno. “Deus nos presenteou com nossos filhos amados, Willyam e Abner, e com a querida Letícia, recebida com amor de filha. E, pela união deles, chegou a nossa pequena Joy, cumprimento de Salmos 128:6,  o doce privilégio de ver os filhos dos nossos filhos”, testemunham. 

Eles testificam que na data de hoje, 08 de dezembro de 2025, celebram com reverência tanto tempo juntos, e contam que nem tudo foi um ‘mar de rosas’. “Louvamos ao Deus que foi nossa força nos vales, nossa alegria nos montes e nossa paz em cada estação”

O casal ministerial pontua também que a necessidade de oração pelo relacionamento e da presença de Deus nesse tempo, é um dos ‘segredos’ para estarem quatro décadas juntos. Por isso, Edney e Claudia oram sobre seu futuro: 

“E oramos para que Ele continue nos usando, em nossa casa e junto às famílias pastorais, edificando lares firmes na única Rocha eterna: Cristo, o Autor da família.

Quarenta anos se passaram…

e diante de tudo o que Deus já fez, declaramos:

Se o Senhor nos sustentou até aqui,

Ele nos levará ainda mais longe.

E cada passo será para a glória do Seu nome 

ontem, hoje e para sempre.”

 

Edição de Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

Com informações: Veja